quinta-feira, 30 de abril de 2026

Maniçoba

 

Diante da fotografia da casa de meus amados avós maternos, que foi publicada no Facebook, eu escrevi a mensagem a seguir.

É com nó na garganta que vejo a casinha que me é muito querida, por eu vivido parte da minha vida na Maniçoba, morando nessa casa de meus avós maternos, com quem tive a felicidade de conviver com vovó Mariinha, tio Almir, tia Albaniza, Quitinha, Vicente, Guilherme e Lúcia, pessoas especiais que fazem parte especialmente da minha infância, pois existia algo de maravilhoso nesse lugar, nos fazia muito feliz, diante da energia saudável que dominava cada pessoa, que tinha o poder divino de transmitir a essência fluídica do amor.

A serenidade que reinava nessa casinha convidava a presença permanente de Deus, tanto nela como no coração das pessoas que aí viviam, de tanta felicidade que se respirava no dia a dia.

O amor por essa casinha se explica também pelo fato de minha querida mãe Dalila ter vivido exatamente nesse lugar sagrado, que muitas alegrias devem ter proporcionado a ela, em razão da sua satisfação que se renovava quando ela v

oltava a esse lugar maravilhoso. Minha Maniçoba querida, saiba que meu coração se enche de saudade, diante das muitas lembranças guardadas de cada recanto por onde tive oportunidade de passar e usufruir as suas belezas, que foram muitas experiências vividas por mim.

Resta, como não poderia ser diferente em mim, a enorme vontade de visitar esse torrão sagrado tão amado, que vive eternamente na minha vida.

Eternas saudades...

Brasília, em 29 de abril de 2026

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