É com nó
na garganta que vejo a casinha que me é muito querida, por eu vivido parte da
minha vida na Maniçoba, morando nessa casa de meus avós maternos, com quem tive
a felicidade de conviver com vovó Mariinha, tio Almir, tia Albaniza, Quitinha,
Vicente, Guilherme e Lúcia, pessoas especiais que fazem parte especialmente da
minha infância, pois existia algo de maravilhoso nesse lugar, nos fazia muito
feliz, diante da energia saudável que dominava cada pessoa, que tinha o poder
divino de transmitir a essência fluídica do amor.
A
serenidade que reinava nessa casinha convidava a presença permanente de Deus,
tanto nela como no coração das pessoas que aí viviam, de tanta felicidade que
se respirava no dia a dia.
O amor
por essa casinha se explica também pelo fato de minha querida mãe Dalila ter
vivido exatamente nesse lugar sagrado, que muitas alegrias devem ter
proporcionado a ela, em razão da sua satisfação que se renovava quando ela v
oltava a
esse lugar maravilhoso. Minha Maniçoba querida, saiba que meu coração se enche
de saudade, diante das muitas lembranças guardadas de cada recanto por onde
tive oportunidade de passar e usufruir as suas belezas, que foram muitas experiências
vividas por mim.
Resta,
como não poderia ser diferente em mim, a enorme vontade de visitar esse torrão
sagrado tão amado, que vive eternamente na minha vida.
Eternas
saudades...
Brasília,
em 29 de abril de 2026
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