A propósito de se mostrar turma da Escola de Especialistas de Aeronáutica, ao fundo da foto apareceu um dos famosos galpões de estudos das especialidades.
A vista do galpão, ao fundo da foto acima, nos leva para tempos
distantes e nos traz muita saudade.
Foi aí que a gente aprendeu importantes e úteis lições para o resto da
nossa profissão, mas também muitas sonecas continham o desejo de liberdade das
torturas, no bom sentido, dos estudos, após a formatura de sargento.
Também é preciso se reconhecer que foi aí, no galpão, que nós conhecemos
bons amigos e muitos que até tinham a boa vontade de contribuir com o
ensinamento e a aprendizagem de algumas matérias mais complicadas de
compreensão.
Quem esquece o pão com mortadela, das nove e meia, que se buscava no
Rancho, todo santo dia.
No galpão de Escrevente, essa relevante e dificílima missão contava com
a boa vontade e a esperteza do aluno mais componente nesse mister, de nome
Adalmir.
Como recompensa, se sobrasse pão, que já vinha contado igual à
quantidade de alunos, a prioridade da sobra era minha, que, muito dificilmente
sobrava, mas valia o “sacrifício”, obviamente em nome da turma.
Muita saudade do nosso velho galpão de Escreventes, onde nos forjou para
a vida, com excelentes ensinamentos tanto técnicos como de moral e civismo, em
forma de amor à pátria.
Muito obrigado, meu inesquecível galpão de Escreventes!
Brasília, em 21 de abril de 2026
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