sexta-feira, 3 de julho de 2026

Salvamento do Brasil

 

Conforme mensagem colocada em estádio de futebol da Copa do Mundo, alguém escreveu que “Mais uma vez o 22 salvando o Brasil.”, evidentemente se referindo ao último ex-presidente do país.

Salvo equívoco gigantesco, não é verdade que o 22 já tenha salvado o Brasil, visto que o país se encontra mergulhado em desgraçado e perigoso abismo exatamente vindo do governo dele, que não teve competência para se reeleger no cargo que ocupava, devido à monumental rejeição de brasileiros, tendo perdido a reeleição justamente para candidato desmoralizado, vindo de cumprimento de pena prisional.

Esse fato, ao contrário, mostra muito bem a precisa realidade do desprestígio de quem se diz que tenha salvado o Brasil, quando os fatos mostram a verdade que aconteceu com o país, sendo agora presidido por adversário dele, cujo fato indica precisamente que não houve  salvamento de coisa alguma, mas sim "derrotamento" da nação.

É lamentável que os brasileiros ainda consigam enxergar situação desastrosa como se ela fosse vitoriosa, como se existisse algo de bom em político desastroso e incompetente, que sequer teve capacidade para a realização de governo que somente agradou aos seus seguidores pelo grito e pela agressão, em claro desvio da conduta litúrgica do estadista, que recomenda a estrita observância da cartilha determinada para ser seguida pelo chefe do Executivo, sem se imiscuir na competência dos demais poderes da República, à vista da autonomia constitucional de cada qual.

Causa perplexidade e muita estranheza que ainda tenham seguidores fanáticos entendendo que político fracassado teria salvado a nação, quando o contrário foi sim o que realmente aconteceu, porque, diferentemente disso. o país não estaria mergulhado em plena miserabilidade de incompetência em todos os setores da administração pública, que se encontram em eterno estado de agonia, com os sufocos alimentadas pelas gravíssimas e continuadas crises.

A terrível ideia que se tem é a de que, tendo a compreensão e a interpretação dos fatos na forma enviesada como essa acima, em que a entrega do poder à incompetência teria sido, ainda assim, a salvação da pátria, certamente que não será nada fácil qualquer forma de mudança, para melhor, do Brasil.

Convém que os brasileiros reflitam, conscientemente, sobre a importância de efetivas mudanças da classe política, de modo que seja possível a escolha de alguém com capacidade para pôr ordem na bagunça institucionalizada e adotar medidas capazes e concretas para o soerguimento e o desenvolvimento da nação.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 3 de julho de 2026

Herói tupiniquim

 

Em mensagem que circula nas redes sociais, aparece a indagação se o último ex-presidente do país pode ser considerado herói nacional?

Em primeiro lugar, esse político considerado o suprassumo do pau-oco não é herói de coisa alguma, muito menos do Brasil.

Um herói é sempre venerado por seu legado de atos verdadeiramente heroicos e, precisamente por isso, ele se mantém vivo na memória do povo como tal, como modelo para a nação e o seu povo.

Que herói é esse que se encontra alijado das atividades políticas, preso e incomunicável, pagando por erros atribuídos à pessoa dele, mesmo sem ter praticado os crimes que ele nunca cometeu, mas isso pouco importa para o sistema que não o perdoou por algo errado que ele tenha praticado contra os algozes dele?

A verdade é que o herói somente consegue praticar bondade e nunca se envolve em polêmica, porque isso não condiz com a natureza da sua índole.

Por seu turno, não passa de pura e pueril imaginação se acreditar que o político vai eleger o seu filho, tendo em vista que somente os fanáticos ideológicos vão seguir essa ideia absurda de se eleger alguém do clã, por mero continuísmo político, com base na ideologia.

Enfim, a mensagem acima tem o condão de se tentar a disseminação de ideias que muito convém à nefasta ideologia que alimenta interesses e conveniências de pessoas, em notório detrimento das causas verdadeiramente nacionais, que deveriam ter prioridade quando do momento do voto.

Apelam-se por que os brasileiros reflitam sobre a importância de se eleger o futuro presidente do país, na pessoa que se apresente com melhores preparo e competência para o enfrentamento dos gravíssimos problemas nacionais.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 14 de junho de 2026

Investigação

 

Em mensagem que circula na internet, alguém questiona por quais motivos o último ex-vice-presidente do país não consta em nenhuma investigação entre tantas abertas com relação aos fatos pertinentes ao governo anterior ao atual?

A completa ausência do mencionado militar nas investigações promovidas por iniciativa da maior corte do país pode ter por consequência a de que ele não tenha participado, pelo menos assim sob a ótica da avaliação do sistema dominante, de nada contra os adversários de então, na forma da interpretação de que ele em nada corroborou com o que tenho dito o seu superior, que teria sido abatido pela boca, exatamente pelo que disse em forma de agressão ao sistema.

Na verdade, o citado sistema aproveitou as palavras do então presidente do país para transformá-lo em golpista-mor, mesmo que ele não tenha participado de nenhum crime, salvo, evidentemente, o de ter feito acusações sem provas e criticado agressivamente integrantes de outro poder da República.

Ao que se sabe, o general entrou e saiu calado, exatamente como assim determinava a sua relevante função de mero coadjuvante do presidente do país.

A verdade é que não se têm conhecimento de que o vice-presidente tivesse agredido ninguém nem se envolvido em esquema visando alguma forma golpista, segundo a avaliação feita pelo sistema, o que poderia justificar a inclusão desse militar em investigação e julgamento.

De qualquer forma, não se tem elementos de convicção para qualquer avaliação, salvo de que realmente o militar/parlamentar se mantém à margem das investigações e dos julgamentos e ainda se encontra em plena atividade, ao contrário do que acontece com o seu ex-superior, que se encontra cumprindo a pior condenação de confinamento político, apenas por ter dito a sua desaconselhável verdade, que melhor teria sido se ela fosse evitada.

Apelam-se por que as avaliações sobre os fatos políticos sejam feitas tendo por base os reais acontecimentos.

Acorda, Brasil,

Brasília, em 14 de junho de 2026

Humor

 

Em mensagem que circula nas redes sociais, uma pessoa faz piada procurando humilhar a dignidade humana, no sentido de comparar importante político a animal irracional.

Acredita-se que o humor tem o propósito de contribuir para o riso e a alegria, como forma humana necessária de divertimento.

Sobre isso é preciso se reconhecer a capacidade criadora de seus autores, que têm a sensibilidade intelectual para provocar o riso espontâneo.

São sempre bem-vindas as piadas engraçadas, mas isso não tem a menor graça quando o seu teor envolva forma de humilhação, de discriminação, porque isso tem o condão de menosprezo, que não condiz com o salutar princípio humanitário, que tem como fundamento primordial a elevação do ser humano.

Ou seja, nada justifica a construção do humor tendo como cerne a sentimento de desdém ou menosprezo do ser humano, porque isso não se harmoniza com o verdadeiro sentido do riso, de satisfazer a alegria de uns, com a humilhação proposital de outrem.

Pessoalmente, me entristeço quando vejo piada que se destina a tirar sarro desnecessariamente de pessoas, pois vejo isso como não condizente com o elevado sentimento que deveria ser próprio das pessoas, indistintamente.

Apelam-se por que os brasileiros reflitam sobre a importância se valorizarem, evitando a disseminação de conteúdos contrários aos princípios humanitários.

Brasília, em 15 de junho de 2026

Assistencialismo

 

Em mensagem que circula na redes sociais, importante jornalista diz que, “Se o (omiti o nome do partido) governa, por vinte anos, por que tanta gente ainda depende de assistencialismo?”.

Muitos brasileiros dependem dos programas assistencialistas do governo por motivos fundamentais, que levam inexoravelmente a esse estado de completa incompetência da gestão pública, que tem gravíssimo reflexo diretamente nas pessoas carentes, que, abandonadas pelas circunstâncias da vida, são obrigadas à aceitação da submissão ao assistencialismo vegetarista e vergonhosos.

A ajuda tanto se harmoniza com a indignificação humana, diante da impossibilidade de melhor alternativa de se dispensar as migalhas do governo, que não passam de paliativos extremamente necessário, nas circunstâncias, em que pese  isso constituir visível desvalorização do ser humano, por viver permanentemente na dependência de assistência governamental, sem nenhuma contraprestação.

A dependência do assistencialismo governamental também tem explicação pela notória falta de investimentos públicos e privados nas áreas mais necessitadas, onde os bolsões de pobreza são acentuados, justamente pela inexistência de emprego e oportunidade de expansão econômica.

Outro ponto da maior importância para a extrema penúria da multidão de carentes brasileiros diz respeito diretamente à maldosa filosofia maquiavelicamente mantida pela esquerda de investir recursos públicos maciçamente em programas sociais, ao invés de investimentos em obras e projetos de incentivo ao progresso, porque isso que existe tem retorno garantido de dividendos eleitorais, em conformidade com estratégia política de conquista e manutenção no poder.

Por fim, a dependência ao assistencialismo governamental se consolidou, no Brasil, também pelo desgraçado conformismo dos brasileiros beneficiários dos programas assistencialistas, que poderiam exigir investimentos públicos e privados nas suas regiões de muita carência, como forma de fomentar o desenvolvimento socioeconômico, que poderia contribuir para a necessária reversão desse terrível quadro de miserabilidade crônica.

Apelam-se por que os brasileiros se despertem da letargia dominante, de modo que haja interesse das pessoas carentes financeiramente por investimentos nas suas regiões, em troca dos programas sociais, que permaneceriam somente aqueles realmente indispensáveis.

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 11 de junho de 2026

Jogo limpo?

 

Na tentativa de mostrar inocência em tudo praticado pelo último ex-presidente do país, uma pessoa diz que muitas das ações praticadas por ele foram transformadas em jogo sujo por seus adversários políticos.

Data vênia, o político mencionado acima não praticou qualquer erro inocente e também não só jogou limpo.

Acredita-se piamente que todos os lances no tabuleiro desse político foram tudo muito bem planejados, evidentemente visando à colheita de bons frutos em seu benefício político.

Se o jogo pode ter se transformado em sujo, isso teve enorme contribuição pessoal dele, que se imiscuiu onde havia limite constitucional quanto à autonomia de competência institucional, quando ele resolveu cogitar sobre fraudes em sistema de incumbência constitucional de outro poder da República sobre assunto que ele poderia muito bem ter simplesmente solucionado com o envio de medida legislativa para o saneamento de possíveis falhas.

Não obstante, ele preferiu criar gigantesca polêmica sobre questão eleitoral, para mostrar o seu poder presidencial, deixando enorme flanco aberto para futura exploração de seus potenciais adversários, aqueles mesmos que ele preferiu cutucar com vara curta e judiar com agressões e críticas de incompetência e omissão, quando o omisso terminou sendo ele próprio, que poderia ter ficado calado e providenciar as medidas da sua exclusiva competência constitucional.

Aquele político poderia sim ter jogado limpo se ele tivesse tido a dignidade de apenas cumprir com fidelidade a liturgia prevista na cartilha do chefe do Executivo, executando estritamente o dever do verdadeiro mandatário, sem intervir na autonomia de outro poder da República, quando ele teria, isto sim, jogado limpo e respeitado a competência institucional de outrem.

É preciso ficar muito claro para os seguidores cegos e fanatizados pela ideologia que o político não errou inocentemente, mas ele incorreu em gravíssima falha absolutamente consciente do que estava fazendo, ao agredir integrantes de outro poder da nação, para mostrar valentia perante os seus seguidores.

O certo é que a sua prodigiosa estratégia saiu pela culatra, quando ela simplesmente resultou na conceituação de que ele seria enquadrado como golpista, agressivo atentador dos princípios democráticos e potencial causador de ameaça à estabilidade republicana.

Enfim, tudo o que teria sido muito bem planejado pelo político astuto resultou em verdadeiro desastre, exatamente como mostram muito claramente os fatos históricos.

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 11 de junho de 2026

A mídia

 

Circula na internet notícia segundo a qual o presidente norte-americano estaria pensando em interferir na operacionalização do Pix, de iniciativa exclusivamente brasileira, por entender que a existência desse sistema monetário estaria influenciando no desempenho do dólar, tendo também criticado a mídia brasileira, com palavras de desprezo.

Pode-se até se acreditar que o presidente dos Estados Unidos tenha realmente negado qualquer ameaça ao Pix, extraordinária invenção brasileira no funcionamento do sistema bancário, mas isso de se dizer que "O Brasil tem a mídia mais porca e mentirosa do mundo" não pode ter fundo de verdade, porque isso ofende a soberania da imprensa brasileira, em evidente demonstração de menosprezo à independência da liberdade de expressão.

Essa predição atribuída àquela autoridade colocaria a mídia brasileira na cercania do submundo, em lugar de menor posição para profissionais que somente refletem a realidade brasileira, de se dizerem a verdade sobre os fatos que realmente acontecem na mídia. a verdade é que o presidente americano não seria tão ingênuo de ser tão estúpido, diante da sua indelicadeza perante profissionais absolutamente cônscios da sua responsabilidade de bem informar os fatos do quotidiano.

É preferível se imaginar que aquela autoridade apenas rechaçou a notícia sobre a ameaça ao Pix, por possível invenção da imprensa, algo nunca cogitado naquele país. 

Brasília, em 12 de junho de 2026

Desonestidade

 

Salvem todos aqueles lúcidos brasileiros que entendem que a corrupção é vírus letal que precisa ser erradicado, juntamente com os seus mentores intelectuais.

Na verdade, isso que se profetiza é algo mais óbvio do que a própria luz solar, diante da imperiosa coerência dos princípios da dignidade, do decoro e da moralidade.

O certo é que de nada adianta se dizer o que é prática corriqueira no Brasil se são ignorados os comezinhos princípios de moralidade e honestidade, na vida pública.

Surpreendem aqueles que se animam em oferecer iniciativa, medida capaz de se combater esse câncer que realmente tem sido extremamente prejudicial aos interesses da sociedade.

De que adiante dizer o que todo mundo sabe e que não tem nada de importante que possa contribuir para combater o que tanto causa danos aos brasileiros?

Seria interessante que os artistas e os intelectuais resolvessem não somente dizer o óbvio, mas apresentar alternativas de incentivo ao combate aos destruidores e aproveitadores do patrimônio nacional.

Uma medida da maior importância que considero fundamental é a mobilização de lideranças nacionais, compreendendo a reunião de políticos, intelectuais e sociedade, com a força de movimento avassalador contra os corruptos, fazendo o emprego de algo efetivo e concreto, não somente com apenas palavras que traduzem sim algo de importante, mas ainda é muito pouco.

Enfim, é preciso que haja mais ação do que ficar apenas dizendo obviedades, porque isso não passa de perda de tempo, enquanto a imoralidade campeia livremente.

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 13 de junho de 2026

Julgamento de menor

 

Em mensagem que circula na internet, uma pessoa pergunta se é justo que menor de 16 anos possa responder por crime como se ele fosse adulto?

É infinitamente injusto que adolescente de 16 anos não seja julgado e condenado por crime que praticar, porque a criminalização precisa ser aplicada pelo crime praticado, que equivale ao dano que precisa ser reparado pelo criminoso, não importando a idade.

É preciso ficar claro que não se julga simplesmente a idade, mas sim o crime propriamente dito, que causou danos à sociedade, tendo por base a tipificação prevista em lei.

Isso vale se afirmar que o que se está em julgamento não é a idade, mas sim o crime, aquele que é mentor do dano causado à sociedade e ao seu patrimônio.

A lei brasileira fala em aplicação de penalidade para quem comete crime, com o detalhe de que, no seu bojo, não diz que existe exceção quanto à idade, porque isso é objeto de restrição em sede constitucional.

E bem de se ver que, nos Estados Unidos, já pode ser julgado e condenado o menino a partir de 6 anos de idade, que vai ser penalizado conforme as suas condições próprias da idade, em termos de dosimetria e acomodações prisionais compatíveis com as suas estaturas de idade.

Nos países evoluídos e civilizados, a maioridade penal começa aos 13 anos, na França e Polônia; aos 14, na Alemanha e Itália; aos 10 anos, na Inglaterra e Ucrânia; aos 8 anos, na Escócia.

Como se vê, é preciso se ter a consciência de que se deve julgar o criminoso e não a idade, porque o limite de idade termina servindo como incentivo à expansão da criminalidade.

Não se trata de forma alguma de adolescente receber pena de adulto, porque o adolescente deve ser penalizado pelo crime que ele tenha cometido contra a sociedade, porque ele precisa ser julgado pelo dano que tenha causado.

Como se entender que houve ilícito penal, com dano causado à vítima, e não ser possível a imputação de culpa, de responsabilidade pelo prejuízo social, sob o argumento que o criminoso é menor, somente para ser penalizado, porque ele não é menor para a prática do crime?

A impunidade e à mãe que protege e incentiva o criminoso já em tenra idade, quando a penalidade pode servir, de forma benéfica, para corrigir o menino de agora e o adulto do futuro.

Ante o exposto, sugere-se que seja aprovada a maioridade penal a partir de 10 anos, estabelecendo critérios e condições prisionais próprios para a idade, com relação ao cumprimento da pena pertinente.

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 14 de junho de 2026

Sinceridade

 

Conforme menagem que circula nas redes sociais, uma pessoa afirma que o erro do último ex-presidente do país foi ele ter sido sincero e assim desempenhado o seu governo.

Data vênia, é preciso ser sincero, para se compreender que nunca pode ser considerado erro de alguém, nem mesmo em país com a predominância da mediocridade da maioria da classe política, imbuída de muita desonestidade, incompetência e irresponsabilidade.

Sob o prisma dos princípios do bom senso e da sensatez, ser sincero condiz com a prática das melhores condutas de civilidade e respeito à dignidade humana, com base nos princípios da verdade.

Na verdade, se houve sinceridade desse político, isso pode ter acontecido de forma exagerada, tendo extrapolado o sentido preciso da finalidade inerente ao espírito de sinceridade.

O que não se pode é empregar a sinceridade para agredir ninguém, fazendo acusação sem nenhum fundamento nem consistência, exatamente por falta de provas.

Ser sincero exige equilíbrio, tolerância e principalmente respeito aos princípios democráticos e republicanos, de modo que o seu uso possa refletir apenas o que for necessário, em termos se moderação e tolerância, que são o verdadeiro sentido da sinceridade.

Os seguidores desse político precisam enxergar a realidade dos fatos, reconhecendo que não havia a menor necessidade senão de o então presidente do pais apenas se preocupasse em cumprir as atribuições constitucionais inerentes ao poder Executivo, sem se imiscuir na competência de outro poder da República e muito menos ficar agredindo e criticando ninguém, porque isso não tem nada a ver com sinceridade, mas sim com incivilidade, ignorância, intolerância e principalmente falta de respeito aos princípios diplomáticos e de educação.

Convém que os políticos se conscientizem sobre a importância do aprimoramento dos princípios de civilidade e humanismo, de modo que possa prevalecer o mútuo respeito nas relações sociais.  

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 15 de junho de 2026

Painel degradante

 

Conforme painel ocupando toda lateral de enorme edifício, que foi dividido em duas partes, em que, de um lado, foram indicados os assuntos defendidos pela direita, mostrando o fortalecimento dos princípios inerentes à evolução da humanidade, e, do outro lado, a indicação da ideologia da esquerda, como a defesa da criminalidade, da ideologia de gêneros, do aborto e de tantos outros temas contrário ao aperfeiçoamento da humanidade.  

O aludido painel não é gigante apenas por sua dimensão, mas especialmente por seu conteúdo, em que se evidencia assombrosa a distinção dos temas indicados na defesa das ideologias da direita e da esquerda, quando os temas indicados de um lado trata da valorização e da dignificação humana, enquanto o outro lado deixa evidente posição que se harmoniza com a degeneração dos princípios humanitários, em forma de plena decadência como projeto que se coloca na contramão do verdadeiro sentido da vida, que seria apenas em aproveitamento das benesses próprias e essenciais ao ser humano.

Causa enorme perplexidade que essa monstruosa dicotomia de filosofia que sinaliza fator de índole política possa ainda prevalecer em sociedade que teria tudo para evoluir e jamais adotar práticas degradantes como se as medidas em si pudessem realmente ter aproveitamento como de fato tem para aqueles que se beneficiam politicamente delas, como os integrantes dos partidos de índole socialista.

A verdade é que o socialismo pratica exatamente tudo aquilo que diz com a degradação da família, com a defesa da ideologia de gênero, a banalização da criminalidade e da violência, o desrespeito às crenças religiosas e aos símbolos sagrados, entre outras deploráveis deformidades sociais que estão na sua cartilha de defesa como sendo justificáveis para o fortalecimento da sua ideologia da degradação, conforme mostram os fatos relacionados com as suas práticas políticas.

Convém que se registre a enorme perplexidade que a prevalência da ideologia da regressão e da promiscuidade social, na forma assim defendida, somente seja possível em razão do apoio recebido nas urnas, em que eleitores não têm o devido cuidado ou mesmo por simpatia votam em representantes políticos declaradamente socialistas, fato este que se confirma a cumplicidade consciente de insensatos brasileiros, que ajudam à prevalência da indignificação e da desvalorização da humanidade, com o voto de brasilei9ros.

Apelam-se por que os brasileiros se dignifiquem por meio do seu voto, tendo o cuidado de escolherem os representantes políticos que se comprometam com o trabalho em defesa dos salutares princípios capazes de contribuírem para a valorização e dignificação do ser humano.

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 12 de junho de 2026

Presente de Deus!

 

Conforme mensagem que circula nas redes sociais, alguém escreveu para se acreditar na grandeza de Deus, que Ele vai enviar-lhe presente celestial, bastando dizer amém.

É incrível como ninguém tem o menor escrúpulo em disseminar mensagem cujo teor nunca será concretizado, na certeza de que Deus nunca vai enviar presente para ninguém, porque isso não é da Sua índole.

De nada adianta dizer mil vezes amém, porque isso não terá o condão de resultar em absolutamente nada, em razão da total e completa impossibilidade de surgimento de algo vindo de Deus.

Essa não é exatamente a primordial função de Deus, que funciona especialmente como o ser supremo a quem se acredita que Ele tudo pode , mas somente no plano espiritual, o que vale se afirmar, segura e exatamente por isso, que nada acontece em termos materiais vindas de Deus, a exemplo de tudo o que seja o mais sagrado vindo senão por meio da crença que existe nas pessoas, a depender muito do mérito, por meio da sua fé religiosa.

A verdade é que tem tudo de heresia o teor de mensagem que insinua a possibilidade de recompensa, em forma de presente, pelo simples fato de se dizer "amém", como se isso tivesse o poder misterioso de se criar presente vindo de Deus, que é algo sem a menor plausibilidade para se questionar a fé das pessoas que são levadas à decepção de não serem atendidas depois de acreditar nessa mensagem notoriamente enganosa e mentirosa.

Apelam-se por que as pessoas sejam honestas e sinceras, apenas promovendo a disseminação de mensagens bíblicas que realmente tenham condições de materialidade, diferentemente do teor constante do texto referenciado. 

Brasília, em 15 de junho de 2026

Incoerência ideológica

 

Parece incrível e até bastante estranho que país de povo eminentemente de índole católica ou evangélica, como o Brasil, certamente com percentual superior a 70%, o que também deve corresponder em percentual equivalente de eleitores com a mesma crença religiosa, tenha preferência por candidato visivelmente da linha socialista, que condiz precisamente com a filosofia diferente do cristianismo.

Ou seja, se é verdade que o candidato socialista tem preferência dos eleitores, fica patente a incoerência do pensamento religioso, porquanto se houvesse o mínimo de lógica jamais os religiosos votariam em quem defende filosofia diametralmente contrária ao pensamento cristão.

Isso porque a ideologia socialista comunga normalmente com as nefastas e deploráveis ideias inerentes ao aborto, à ideologia de gêneros, à banalização da violência e da criminalidade (vide a defesa das organizações criminosas), à perseguição aos símbolos sagrados e à crença religiosa, entre outras maldades demoníacas contrárias aos sagrados princípios humanitários.

Infelizmente, muitos brasileiros não se envergonham nem têm o menor escrúpulo quanto à defesa da própria dignidade, quando declaram abertamente apoio a políticos de ideologia que é notoriamente reconhecida como divergente, em especial, dos salutares princípios que alicerçam a tradicional família brasileira.

Entende-se que o cristão que apoio políticos socialistas, com o seu voto, quer queira ou não, é declaradamente cúmplice com as malevolências indicadas acima.

Enfim, apelam-se por que os brasileiros reflitam sobre a importância de se valorizarem e se dignificarem, com o uso do seu voto, somente votando em políticos que defendam os princípios inerentes ao fortalecimento da família, da pátria e da crença religiosa.

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 16 de junho de 2026

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Publicação do meu 87º livro


É com muita alegria no coração que concluo mais uma obra literária, com a publicação do meu octogésimo sétimo (87º) livro, cuja efeméride tem se tornado motivo de importante estímulo para o acréscimo de saudáveis energias que alimentam minhas fontes criadoras e inspiradoras, considerando que necessito delas para a continuidade das profícuas atividades de escrever textos sobre os múltiplos fatos da vida.

Neste livro, resolvi homenagear, com especial carinho, a memória em forma de lindas lembranças do belíssimo pomar que existia no Sítio Canadá, que representa grande parte da minha maravilhosa infância, pois ali vivi os melhores momentos de vida.

Entendo que essa forma de resgate da história diz muito com o carinho que guardo desse paraíso terrestre, que é a melhor forma de amor à diversidade das fruteiras tão exuberantes, que produziam as mais deliciosas frutas do Nordeste.

Tenho a alegria, em agradecimento a Deus, por eu ainda conseguir memorizar importantes lembranças desse lugar belíssimo e fantástico, que permanece em mim, na forma de muitas e eternas saudades, dizendo que isso me faz muito feliz em ter vivido bons tempos no chamado sítio do Canadá.

Em coerência com a dedicatória do livro, a capa tem a fotografia de mangueira, carregada de frutos, em reafirmação da homenagem e do amor ao referido sítio.

Transcrevo, a seguir, com eterno carinho, meu sentimento de amor ao saudoso e amado sítio dos meus sonhos.

                                      “DEDICATÓRIA

Tenho enorme satisfação de dedicar este livro à memória do extraordinário e inesquecível pomar que existia, na minha infância, no Sítio Canadá, em Uiraúna, Paraíba, que, indiscutivelmente, foi o desejável paraíso terrestre imaginado de belezas mil, em termos especialmente de plantas frutíferas.

Nunca se viu tantas delícias de frutas em único lugar, das mais saborosas e ricas de diversidades vitamínicas, a exemplo da manga, de diversas espécies, com destaque para a Maranhão, que é a mãe das mangas, o caju, a goiaba, o araçá, a pitomba, o coco, o maracujá, o limão, a jaca, a macaúba, a pinha, a graviola, a banana, a cajarana e muitas outras, tudo em grande quantidade.

Tinha outra fruta rara conhecida pelo nome de condessa, que era uma espécie resultante do cruzamento entre a pinha e a atemoia, cuja doçura me encantava muito por seu sabor especial.

Nesse mesmo lugar, existia o canavial mais imponente que se tinha conhecimento na região, que fornecia as canas necessárias à moagem anual, para a produção da rapadura, do mel, do alfenim, da batida, delícias especiais vindas do sítio.

Por certo, esse sítio de importantes frutas foi algo extremamente marcante na minha infância, por ele ter sido o local preferencial que vivi intensamente, por muito tempo, logo cedo do dia, sempre colhendo frutas, por todo o ano.

Sem que nem eu sentisse, o sítio servia de verdadeira terapia, porque eu subia nas plantas para tirar as frutas e isso exigia arte e esforço, a depender do local onde estava a melhor fruta.

Sim, tenho lindas e eternas lembranças desse lugar maravilhoso, que certamente satisfez a minha necessidade por saborosas frutas, essenciais ao meu desenvolvimento físico e mental, me proporcionando muita saúde.

Nunca vai sair da minha memória as belezas de farturas e sua abundância de frutas produzidas nesse sagrado sítio, na certeza de que Deus estava presente ali, cuidando permanentemente do Seu paraíso.

Como não ter enorme saudade de cada palmo de lugar onde existia sempre uma fruteira diferente na proximidade, a inspirar o desejo de se deliciar de suas frutas?

Enfim, sei perfeitamente que todo aquele formidável paraíso realmente existiu, tendo ficado indelevelmente na minha lembrança, na memória que faço questão de guardar com muita saudade comigo, porque aquilo sim era algo mui especial e fantástico.

A alegria e a felicidade se renovam em mim, neste momento, quando sinto o coração pulsar agitado de um misto de alegria e tristeza, respectivamente pela felicidade de ter vivido bons e felizes momentos nesse jardim de delícias e pela certeza de que nesse lugar reina, na atualidade, a eterna tristeza da inexistência de qualquer planta frutífera.

Fico agradavelmente satisfeito em evidenciar o sentimento guardado em mim sobre as ótimas lembranças e o amor que permanecem em mim sobre o maravilhoso sítio da minha infância.

Aproveito o ensejo para agradecer a magnanimidade de Deus de ter me possibilitado usufruir todas as deliciosas frutas produzidas no extraordinário pomar do amado Sítio Canadá, de quem venho acumulando naturais e eternas saudades...!”.

            Brasília, em 1º de julho de 2026 

terça-feira, 30 de junho de 2026

Civilidade

 

É sempre de bom tom se noticiar os bons acontecimentos, porque isso pode servir de estímulo a benefício para a sociedade, exatamente em harmonia com as salutares finalidades buscadas nas atividades políticas.

Sim, a sociedade fica animada e feliz com as boas ações protagonizadas pelos bons políticos, que deveriam existir somente para a prática do bem, porque assim é o seu verdadeiro desiderato de atuação regular.

Agora, o que isso de importante tem a ver com a infortúnio dos adversários, que não conseguiram realizar algo em benefício da sociedade, a ponto de alguém, mui desnecessariamente, sugerir que se contente com o choro ou algo que conforte o seu desespero?

Na verdade, essa forma de comportamento expõe autêntica e retraída forma de ódio e vingança, na tentativa de mostrar a importância de determinado político e a irrelevância de outro, como se isso não somente denotasse sentimento visivelmente vil de personalidade.

À toda evidência, não é de bom tom, mas sim muito errado se denegrir a imagem do seu adversário político, sem a menor justificativa, pois bastava apenas enaltecer o fato relevante, sem qualquer referência ou desmerecimento aos opositores, porque isso faz parte da diplomacia inerente às saudáveis práticas políticas.

Além de que o comportamento de respeito e educação conspira em favor do bom relacionamento no âmbito das atividades políticas, inclusive contribuindo para se evitar o desgraçado e perverso antagonismo, que alimenta as permanentes agressões, como esse sentimento recriminável de se desejar o choro de adversário, pelo simples fato de alguém ter conseguido realizar boa ação em benefício da sociedade, que nada mais é do que o seu dever como pessoa pública, que existe para servir à população.

Enfim, é preciso se compreender que, especialmente na política, convém a perseguição à prática dos bons princípios de civilidade e cidadania. 

Acorda, Brasil!

Brasília, em 29 de maio de 2026

Outra visão!

 

Quando se escreve com muita clareza perguntando "mesmo depois do vídeo", se referindo à participação do senador e candidato à Presidência da República na negociação do empréstimo para a filmagem cinematográfica sobre a vida do pai dele, fica bastante explícito e evidente que o conteúdo constante dele tem algo esquisito e nebuloso, que não foi devidamente esclarecido nem justificado perante a sociedade, por parte do parlamentar.

Ou seja, para continuar a apoiá-lo implica que ele se digne a justificar o motivo pelo qual ele foi levado a afrontar o decoro parlamentar para negociar transação financeira que dissente das suas funções para o qual ele foi eleito para somente legislar e cumprir as funções inerentes ao cargo de senador.

Em se tratando que o dinheiro se destinou ao financiamento da filmagem contando a história política do pai dele, é sim algo que ele teria feito por pura conveniência pessoal, visto que, ao contrário, se o filme se tratasse da história do lavrador Manoel ou do açougueiro Joaquim, certamente que o nobre senador jamais teria se dignado a intervir na negociação, com o denodo empenho com a capacidade da obtenção dos recursos pretendidos, em milhões de reais.

A princípio, tudo indica que, sobre o dinheiro em si, não se tem notícia acerca de qualquer suspeita de irregularidade, por se tratar de mero empréstimo, na forma negocial do comércio com dinheiro.

Não obstante, a participação do senador em assunto particular ainda realmente carece de mais justificativas, para não restar a menor dúvida sobre a lisura que se espera dos verdadeiros políticos.

Enfim, é preciso se reconhecer que o envolvimento do senador/candidato, nesse imbróglio, precisa ser devidamente esclarecido, quando a exposição do texto escrito no painel assegura muito claramente isso.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 30 de maio de 2026

A grandeza do Brasil!

 

Conforme imagens mostradas em vídeo postado na internet, é bastante visível  que o presente vídeo é de clareza mediana, ao mostrar situações nitidamente antagônicas, em que a principal autoridade do país não consegue atrair a simpatia do povo, enquanto o candidato do papai à Presidência da República é abraçado efusivamente por multidão, em situação meramente circunstancial.

Impressiona que esse fato suscite tamanha inquietação, em forma de regozijo, diante de algo que, na realidade, nada representa, em termos políticos, salvo a patente expressão de satisfação pela notória decadência política do principal adversário.

À toda evidência, essa forma de atitude expõe perda de importante oportunidade de se comemorar momento alegre e feliz vivido pelo candidato da direita, sem necessidade de menosprezo a ninguém, precisamente porque isso só contribui para a inferioridade da efeméride, que deve ser comemorada apenas como ele se apresenta, sem nada de espetacular, senão a importância do aprazível encontro de correligionários.

Na realidade, tudo isso só mostra o engatinhamento das atividades políticas, por se imaginarem erroneamente que se convém mexer sempre com os brios dos adversários políticos, mesmo em momentos importantes que somente pertence a um dos lados.

Infelizmente, essa índole de nefasto antagonismo poderia servir de reflexão, para que as práticas políticas passem a efetivamente ser prazerosas para quem conseguiu o devido reconhecimento por seus méritos, sem necessidade do envolvimento de mais nada, muito menos de sublinhar a humilhação sofrida por outrem.

Convém que os brasileiros se conscientizem sobre a importância do respeito à dignidade política e à grandeza do Brasil, que precisa ser presidido por político do quilate compatível à sua importância, especialmente quanto aos princípios de competência, eficiência e responsabilidade.

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 30 de maio de 2026

Impunidade!

 

Em mensagem postada na internet, o governo defende a continuidade de  organizações criminosas na forma como se encontravam, livres e impunes, prejudicando normalmente comunidades onde elas estão devidas e comodamente instaladas, sob o argumento de que o governo vem adotando medidas de combate à criminalidade.

O conteúdo da aludida mensagem se refere à possibilidade de alguém que defende declaradamente organizações criminosas a atuarem livremente, à margem da lei, mas isso, à toda evidência, não é verdade, porque não há nada que possa comprovar medidas ou atos nesse sentido, em forma de efetividade de demanda sob a sua batuta no comando das quadrilhas delinquentes.

Não obstante, tudo leva a acreditar que a autoridade que se diz entristecida, mostrando incômodo diante de importante e preciosa atitude que visa ao combate das ações tipicamente terroristas de indiscutíveis fora da lei tem tudo para ser comparada com propensão à cumplicidade com os procedimentos de atrocidade e crueldade próprios desses monstros que aterrorizam, muito à vontade e livremente, muitas comunidades espalhadas pelo território nacional, evidentemente sem qualquer combate em forma repressiva da violência contra a sociedade.

Assim, essa assertiva se confirma diante da potencialidade de ação ativa e preponderante das organizações criminosas, em que, em muitos casos, têm suas jurisdições protegidas por decisão judicial, por meio de medida protetiva de se impedir a ação repressora da polícia, o que bem mostra a importância da estrutura da criminalidade brasileira, que vem atuando com a proteção fortalecida por decisão de autoridade pública.

Isso só evidencia os enormes descalabro e promiscuidade que persistem na falta do combate ao crime organizado, sem o mínimo de responsabilidade por parte das autoridades públicas incumbidas da adoção das medidas de proteção à sociedade.

À toda evidência, neste exato momento, há verdadeiro sentimento de gigantesca frustração da sociedade do bem, em saber que a principal autoridade do país se entristece com medida vinda de fora do Brasil, acenando pela possibilidade de efetivo combate à criminalidade brasileira, mesmo diante da resistência da parte da principal autoridade do país.

É muito estranho que a principal autoridade brasileira confesse tristeza com o incômodo que as organizações criminosas possam sofrer, por medidas providenciais, pasmem, vindas precisamente do exterior, em forma de defesa da própria nação, que é também atingida pelas ações maldosas e desumanas do crime organizado brasileiro, que merece, como visto, a complacência das autoridades omissas quanto ao seu dever constitucional de proteção da sociedade.

Na verdade, esse lamentável episódio de autoridade pública reagir em defesa explícita de grupos criminosos, sem o menor escrúpulo, precisa ser aproveitado como importante lição para que a sociedade do bem possa refletir profundamente sobre a real situação que se encontra o Brasil, sendo governado por pessoa que, sem o mínimo pudor ético, se põe na linha de frente da defesa do trabalho facínora e cruel de organizações criminosas, em completo detrimento da dignidade dos brasileiros, como se isso fosse possível em plena luminosidade da evolução humana, que queda diante de mentalidade insana e insensata, sob a égide da sua autoridade outorgada pelo próprio povo que também é vítima das atrocidades emanadas das facções criminosas.

Urge que os brasileiros se conscientizem sobre a importância da valorização especialmente da sua dignidade, da grandeza do Brasil, da relevância do seu voto e da moralização de povo, tendo vergonha na sua alma de não votarem em políticos desprezíveis, insignificantes, incompetentes e irresponsáveis, que demonstram empatia com organizações prejudiciais aos interesse da sociedade.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 30 de maio de 2026