Diante da mensagem que escrevi em demonstração
de desagravo pelo indevido uso de roupa feita com a bandeira nacional, uma
pessoa se manifestou em demonstração de insatisfação contra o meu texto, tendo
se expressado na maneira que se segue.
“Quem prega e destroem os valores da ordem, da
razão e da moral, são seus ídolos da extrema esquerda, a exemplo das invasões
de terras, habitações e outros bens públicos e privados, a luta incessante dos
sindicalistas que promovem terrorismo para manutenção do sistema, dentre
outros, e por último, pelos militares covardes que arquitetaram juntos às
organizações criminosas o caos instalado em nosso país.
Em seguida, eu disse que tem gente que tenta se passar por ignorante de
carteirinha e cego ideológico, que somente enxerga o que lhe é conveniente.
Na imagem mostrada, as madames estão vestidas com a bandeira nacional,
mas essa forma de ultraje à lei não tem a menor importância negativa para esse
cidadão, porque, estranhamente, elas fazem parte da mesma legenda da direita.
É inacreditável, mas, não importa, neste caso específico, exemplos de
erros de outras ideologias, porque cada caso é outra situação e assim precisa
ser analisada de per si.
Isso mostra a falta de justificativa para o desrespeito claro à conduta
cívica, que é inafastável simplesmente para quem tem princípios e os prezam.
Na verdade, a minha crítica tem o sentido de alerta e se alguém tivesse
o mínimo senso crítico entenderia que o meu objetivo é o de mostrar que não
fica bem senhoras de fino trato ficaram se exibindo como verdadeiras fora da
lei, se mostrando de exacerbado amor à pátria, quando a lei proíbe encenação
patética como elas estão vestidas.
Procuro sempre ter o maior respeito na abordagem dos assuntos, evitando,
na medida da conveniência cívica, a intitulação indevida das pessoas, porque
isso faz parte de pessoas despreparadas, que não têm o menor escrúpulo em
classificar alguém de extrema esquerda, justamente por absoluta falta de
motivação para tanto.
Enfim, convém que os temas sejam discutidos em nível de civilidade,
respeitando-se sempre o cerne dos princípios elevados de conduta de cidadania.
Logo depois do meu texto, aquela mesma pessoa disse o seguinte: “Não faço comentário alusivo a você, primeiro porque não tenho relação de
amizade com você, quando público alguma coisa ou comento, não diz respeito a
você, e se lhe tocou, não foi minha intenção, você fez alusão ao meu
comentário, e me tratou de ignorante, desta forma sou obrigado a lhe responder
com a mesma moeda, afirmando que não conheço sua capacidade intelectual, e
pouco importa tecer comentário a seu respeito, afirmo ainda que você parece ser
míope no campo das ideias e desconexo com as diversas correntes filosóficas e
sociológicas que vc faz referência. Nada mais a tratar e dispenso sua amizade.”.
Em resposta, eu disse chamei aquela pessoa de incoerente, ao negar
comentário à minha pessoa, quando a mensagem anterior escruta por ele foi em
resposta ao que eu escrevi sobre o aparecimento das senhoras vestidas da
bandeira brasileira.
Se meus textos não têm valia, então por que os critica sempre, embora
não tenha dignidade para assumir?
Os assuntos que escrevo mostram exatamente que não sou míope nem preciso
seguir correntes filosóficas nem sociológicas, mas tenho visão bem expressiva
que os intelectuais como você desprezam porque certamente pensam diferentemente,
o que é normal, ou isso é consequência da cegueira ideológica, porque eles somente
enxergam os fatos que sejam convenientes à seita da ideologia, à vista das críticas
ao referido texto sobre o uso de roupas feitas com a bandeira nacional.
Quanto a você dizer que dispensa a minha amizade, isso é outra
incoerência, porque foi você que pediu para entrar no meu ciclo de amizade, na
internet, e não o contrário, porque nunca tive interesse em acompanhar as suas
postagens, que são próprias de arraigado fanatismo ideológico, algo que eu
simplesmente detesto.
Sim, não vou dizer que dispenso a sua amizade, mas fique à vontade para
não mais participar do meu grupo de amigos, já que você se considera não ser meu
amigo.
Passe bem!
Brasília, em 21 de março de 2026