segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

A ONU

 

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) “alerta para o colapso financeiro iminente da entidade, depois da saída dela dos EUA, à vista do fim dos repasses financeiros para o órgão.”.

A Organização das Nações Unidas foi instituída precisamente para promover a consolidação da paz entre os países membros, o que significaria a demanda de esforços para nunca existirem conflitos e muito menos guerras.

Ou seja, a existência dessa entidade tinha como especial pressuposto que tudo seria dedicado à preservação da paz mundial permanente, pelo menos em termos escritos literalmente no papel, obviamente na concordância dos seus integrantes.

Na prática, a história mostra que muitos conflitos e guerras aconteceram e acontecem mundo afora e não se tem notícia de que a ONU tenha conseguido impedir ou terminar, por força da sua autoridade, uma única guerra nem estabelecida a sonhada paz.

Como corolário disso, tudo leva a se concluir, diante dos fatos históricos, que esse importante órgão não tem nenhuma serventia para a importante finalidade para a qual ele foi instituído, que foi para a garantia da paz mundial, em que pese a disponibilização de suntuosos recursos para o custeio e a manutenção das suas pomposas estruturas orgânicas destinadas ao absolutismo vácuo do mero e inútil realismo fantástico.

À toda evidência, a ONU funciona como órgão extremamente inoperante e figurativo de apenas muita opulência e pompa, vistos os pífios resultados obtidos, em termos dos objetivos pretendidos de paz, diante da inexistência de algo concreto e palpável resultante do seu trabalho.

Como consequência natural, propõe-se a sua completa e efetiva reestruturação, caso se pretendam a existência de instituição competente e capaz de se assegurar a verdadeira paz mundial ou, ao contrário disso, a sua imediata extinção, já que o seu currículo histórico é de completa inutilidade, salvo melhor juízo.        

  Brasília, em 1º de fevereiro de 2026

A importância do homem

 

Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém disse que “Mulher que cria filho sem pai aprende, desde cedo, que não precisa de homem para nada.”.

Nesse caso específico, se pode afirmar, pela evidência, que a assertiva em referência tem todas as características originárias de sofisma, quando a existência do próprio filho depende do homem, fato este que põe por terra a afirmação segundo a qual a mulher "não precisa de homem para nada.", quando ela cria sozinha o seu filho.

Talvez se possa alegar que a mulher só depende do impulso inicial e depois, logo em seguida, ainda nos primórdios, não precisa de homem para nada, o que é verdade absoluta.

Sim, é preciso se compreender que, nesse caso, o homem é fundamental, porque, sem nada dele, também sequer existe o filho da mulher.

Ou seja, sem a participação do homem, nem existiria filho para ser criado.

Enfim, a mensagem em tela não reflete total realidade, salvo por mero eufemismo, quando apenas é verdade se afirmar que a mulher pode, sim, criar seu filho, sem a ajuda do homem, mas não é verdade que ela, na literalidade, "não precisa do homem para nada.", em se tratando da existência e da criação do seu filho.

  Brasília, em 31 de janeiro de 2026

Desprestígio

 

Conforme notícia veiculada na mídia, o governo vem liberando normalmente suntuosas quantias para a classe artística, com amparo na Lei Rouanet, em dissonância com o total desprezo à classe dos professores, que teve aumento salarial do pífio percentual 0,17%. 

A imagem mostrada em vídeo sinaliza a explícita realidade do atual governo, que privilegia abertamente a classe artística com gordas, graciosas e generosas verbas, enquanto os professores têm o valor do seu reajuste salarial em míseros e insignificantes 18 reais.

Agora, é preciso se imaginar que é também a principal classe profissional que mais prestigia e apoia os candidatos do partido das trevas, mas somente ela mereceu o quinhão de desprezível mixaria, em forma de reposição remuneratória, dando a entender o real valor merecido por ela, em termos da sua importância, no momento, ou seja, absolutamente nenhuma.

É exatamente isso que significa a concessão de aumento salarial, que tem tudo de extremo desprezo como recompensa ao apoio dos nobres professores, que nunca foram tão humilhados e desvalorizados, logo por quem merece enorme apoio e carinho, principalmente nas eleições, quando o seu voto é, basicamente, para os candidatos do partido do governo.

Se esses fatos são verdadeiros, resta a expressiva lição que precisa ser urgentemente aprendida logo por quem são os mestres no nobre ofício de ensinar os salutares princípios da dignidade e da grandeza humana, algo que acaba de ser elevado ao patamar da insignificância e da humilhação perante quem faz jus ao especial  e mais sublime respeito e consideração: os professores.

Ao contrário, eles foram duramente desvalorizados com a falta da devida avaliação sobre a importância do seu relevante e fundamental trabalho valorizado pela sociedade como os verdadeiros trabalhadores profissionais da educação.

Diante da demonstração de gigantesco desprezo à classe de professores, a sua dignidade precisa ser respeitada e resgatada, por meio do seu apoio a políticos que realmente apoiam e valorizem o fundamental trabalho do magistério, principalmente no que diz respeito ao seu salário, que precisa ser compatível com a importância do seu trabalho perante a sociedade.

Acordem, professores!

Brasília, em 1º de fevereiro de 2026

O vice na chapa

 

Em mensagem postada nas redes sociais, é feita a indagação quem votaria na chapa composta pelo filho do ex-presidente do país e o governador de Minas Gerais, para presidente e vice-presidente da República?

Infelizmente, muitos brasileiros da direita ou simplesmente a sua maioria estão satisfeitos com a indicação do nome do candidato para o cargo presidencial, por ter sido derivada da vontade exclusiva do cacique-mor, sem consultar absolutamente ninguém, como se ele fosse o dono do Brasil e tivesse o direito soberano de dizer o que é bom para a nação.

Trata-se de candidato, ao que parece, com indicação já consolidada e tanto isso é verdade que já estão à procura do seu vice, em chapa que materializa o sentimento incontestável do chefe do clã familiar, como única e definitiva opção para o Brasil.

Ninguém mostra preocupação para o estado falimentar predominante do país, que estar a exigir competência, preparo e experiência gerencial do futuro mandatário, para o enfrentamento dos gravíssimos problemas nacionais, que são predicativos visivelmente inexistentes no filho do ex-presidente, que nunca esteve à frente de governo, a exemplo do político cujo nome se cogita para a sua chapa, como vice.

À toda evidência, caso houvesse seriedade, consciência política e interesse em cuidar com a dignidade de propósitos os assuntos inerentes ao Brasil, a chapa seria encabeçada pelo político que se cogita para vice-presidente, ao invés do contrário, precisamente por haver consonância com a situação predominante no país, em termos de qualificação gerencial.

É lamentável que brasileiros se deixem enganar por ideologia que apenas os conduzem a enxergar a opinião do líder-mor, em detrimento dos interesses supremos do Brasil, que sempre hão de ter prioridade nas decisões nacionais, principalmente neste momento de crônicas crises nas instituições nacionais, em que urge se pensar no melhor político em condições de enfrentá-las, com os devidos preparos, competência, eficiência e responsabilidade, com a esperança de que se pretende fazer o melhor para o Brasil, em forma de amor somente ao país.

Diante das enormes dificuldades de toda ordem, política, jurídica, econômica e administrativa, prevalentes no Brasil, ainda há esperança de que os brasileiros de verdade possam refletir mais precisamente para que o candidato da direita ao cargo presidencial seja derivado do consenso emanado das lideranças políticas, dos intelectuais e dos eleitores, como forma de se satisfazer todos os segmentos dos brasileiros do bem que estão preocupados com a normalização do país.

Acorda, Brasil!

  Brasília, em 4 de fevereiro de 2026

Caminhada

 

Em momento de visível recaída intelectual, alguém houve por bem imitar a caminhada de iniciativa de congressista e imaginar a corrida de jumentos, sob o argumento de que seria integrantes de oposição ao parlamentar.

Nada contra quem é inteligente para criar ideias e ainda quem as dissemina, porque isso depende muito da sensibilidade criativa das pessoas.

Na verdade, a importância das criatividades deve ser o seu sentido imaginado como algo para se resultar algum atrativo em benefício da cultura, da educação, da história, da política ou de qualquer assunto, mas sempre com o objetivo que justifique a criatividade.

Diferentemente disso, alguma mentalidade deformada houve por bem se inspirar em ideia maravilhosa da caminhada em curso, para atiçar o espírito de porco, tendo a infeliz ideia de provocar, desnecessária e injustificadamente, com o propósito de turbinar ainda mais o nefasto antagonismo, ao formalizar o trote dos jumentos, em alusão aos seguidores da esquerda, que têm total razão não apenas de repudiar a forma de atrevimento e insultos como o respeito à dignidade humana.

Ao comparar pessoas com animais, fica mais do que explícita a forma de ódio ao ser humano, como forma de materializar o sentimento de vingança e humilhação, porque é exatamente assim que pensam o idealizador da ideia e os que se associam a ele, imaginando que eles são seres irracionais.

Sim, o bom senso e a sensatez acenam claramente que essa maneira de se comportar não condiz em nada com os princípios de civilidade e humanismo, em especial no que se refere ao sentimento pessoal segundo o qual não se deve desejar para outrem aquilo que não se quer para si.

Enfim, convém que a sensibilidade humana não permita que as pessoas que os brasileiros se animalizem, simplesmente por conta de suas convicções políticas, que precisam ser aprovadas para o seu aperfeiçoamento como pessoa educada e civilizada.

Acorda, Brasil!

  Brasília, em 14 de fevereiro de 2026

Carnaval?

 

Mensagem publicada na internet indaga se “Você é a favor de cancelar o carnaval e investir tudo em saúde?”.

Qual seria o verdadeiro sentido de se cancelar o carnaval, em prejuízo da alegria do povo?

O carnaval ainda é considerado um dos principais festejos populares e por isso mesmo precisa ser, ao contrário, incentivado e festejado, com muita moderação.

Convém, por isso, se manter e apoiar cada vez mais a participação das pessoas nas festas momescas, porque se trata de importante oportunidade de diversão para o povão.

Acontece que a sua promoção deve ser arcada por quem se interessar na sua realização, pagando as despesas pelo divertimento com o dinheiro do próprio bolso.

Agora, nunca o dinheiro público deveria ser destinado para evento que poucos se beneficiam, em prejuízo do resto da sociedade, sem participar da festa.

É importante que o administrador público tenha muita sensibilidade para compreender que os recursos públicos devem, sempre, merecer a devida priorização, somente sendo aplicados em obras e serviços que possam resultar em benefício para a sociedade, especialmente na melhoria da assistência dos serviços de incumbência do poder público.

O poder público existe exatamente para cumprir com a eficiência e a competência inerentes ao gerenciamento da coisa pública, estando sempre atento às principais necessidades da população e não permitindo a farra com os escassos recursos dos sacrificados contribuintes.

A propósito de se propor o cancelamento do carnaval com dinheiro público, eu me lembro, com muita saudade, que os carnavais da minha existência em Uiraúna, nos idos dos anos 60, eram os mais animados e felizes do mundo, em que todos brincavam à exaustão, sem haver um tostão de dinheiro senão dos próprios foliões, que cumpriam e acompanhavam rigorosamente o ritmo dos festejos comandados pelo Rei Momo.

Bons tempos aqueles que não existiam recursos públicos, mas os carnavais eram sempre os melhores em cada ano, todos patrocinados precisamente por quem quisesse brincá-los, evidentemente nos limites das suas posses, em que ia para o salão, com a animação de orquestra, quem tinha dinheiro e os outros brincavam na rua mesmo, onde a folia rolava a todo vapor e na maior animação.

Enfim, a ocasião sugere, muito a propósito, que seja lembrado aos bons e ciosos gestores públicos que os recursos públicos, pelo próprio nome, devem ser vinculados, na sua essência, às atividades que gerem benefício geral para a sociedade e que qualquer outra destinação deles, no caso específico do carnaval, constitui discricionariedade gerencial indevida que caracteriza, em princípio, segundo a avaliação social, gravíssima irregularidade, sob o prisma de não haver resultado em proveito da sociedade, no seu conjunto.

Isso mostra que compete à sensibilidade do gestor público a avaliação sobre a priorização dos recursos existentes, que devem ser canalizados exclusivamente para fins que demandam a satisfação social.

Sim, é preciso se comemorar a alegria do carnaval, diante do vislumbre do extravasar da alegria da maior folia popular da Terra, mas restringindo a participação de recursos públicos, que devem se destinar, com exclusividade, segundo os princípios do bom senso e da sensatez, às obras e aos serviços que possam satisfazer ao interesse da população.

Acorda, Brasil!                  

  Brasília, em 9 de fevereiro de 2026

Salvadores?

 Em mensagem postada na internet, foi escrito o seguinte texto: “Os lendários salvadores da nossa pátria.”, em alusão ao último ex-presidente do país e aos seus três filhos que militam na política, visto que foi mostrada a fotografia deles.

Na definição do dicionário de português, o dígrafo "salvar" significa afastar a ruína, o acidente, o dano, a desgraça, o infortúnio, de modo a se preservar e contribuir para algo realmente benéfico, enfim, pôr algo a salvo das precariedades, no caso, o Brasil.

Pois bem, eis que aparece, no Facebook, em fotografia, a imagem de importantes políticos, integrantes de não menos relevante clã familiar, acompanhada, pasmem, da expressão: "Os quatro salvadores do Brasil".

Gente, a que ponto se permite que o Brasil tenha chegado em momento tão vexatório de poder se afirmar a existência de salvadores da pátria, sem nunca terem realizado, na prática, nada, absolutamente nada capaz de justificar tamanha proeza, posto que não existe registro senão de família que forma carreiristas na profissão política, sem nunca terem feito algo expressivo e notório, em termos de salvamento de nada, em prol do Brasil e dos brasileiros.

Muito pelo contrário, se o Brasil se encontra mergulhado em perigosa tragédia, isso se deve à omissão referente à falta de verificação sobre a regularidade das últimas eleições presidenciais, quando as vozes levantaram insinuando possíveis irregularidades na operacionalização das urnas, quando, sobre isso, houve a indevida e ilegal decretação do seu sigilo, contrariando o princípio constitucional que obriga a transparência dos atos da administração pública.

A implantação da garantia da lei e ordem tinha respaldo no disposto do art. 142 da Lei Magna, cuja finalidade era apenas verificar a regularidade das últimas eleições.

Não obstante, a omissão permitiu a volta da banda podre da política brasileira ao poder, com todos os seus predicativos de incompetência, desonestidade, ineficiência, maldades e irresponsabilidades próprias dos regimes socialistas, conforme isso vem acontecendo no Brasil, que registra todas as mazelas possíveis de péssima gestão pública, conforme os reflexos acumulados nas contas públicas, com acentuados déficits orçamentários, em forma de gigantescos rombos nos resultados financeiros, devido aos gastos abusivos e incontroláveis.

Não passa de propaganda enganosa e maquiavélica, essa assertiva da indicação de salvadores da pátria, quando se tem o registro do contrário, que é exatamente o rastro de estragos e danos ao país e aos brasileiros, em forma de gestão absolutamente pernicioso aos interesses do Brasil, conforme mostram os fatos, evidentemente por conta da inadmissível omissão que, do contrário, poderia ter evitado toda essa tragédia vivida pelo Brasil.

Na verdade, é exatamente por conta de falsas afirmações como essa que o Brasil se encontra encastelado até a alma nesse infinito abismo, sem perspectivas de saída, eis que o sistema dominante se apoderou da situação e não deverá permitir a volta de outros igualmente aproveitadores ao poder, tão cedo.

Pobre Brasil, que conta com salvadores da pátria inúteis políticos integrantes de clã familiar que se passam por heróis de coisa alguma, precisamente por nunca terem feito nada, em termos substanciais e de verdade, em nome da salvação do país da tragédia nem dos danos causados aos brasileiros.

Enfim, os brasileiros de verdade precisam criar vergonha e dignidade, quanto à consciência sobre a necessidade da eliminação da vida da pública dos aproveitadores da ingenuidade dos eleitores que ainda acreditam em milagre inexistente, na forma de falsos salvadores da pátria.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 7 de fevereiro de 2026