terça-feira, 30 de junho de 2026

Civilidade

 

É sempre de bom tom se noticiar os bons acontecimentos, porque isso pode servir de estímulo a benefício para a sociedade, exatamente em harmonia com as salutares finalidades buscadas nas atividades políticas.

Sim, a sociedade fica animada e feliz com as boas ações protagonizadas pelos bons políticos, que deveriam existir somente para a prática do bem, porque assim é o seu verdadeiro desiderato de atuação regular.

Agora, o que isso de importante tem a ver com a infortúnio dos adversários, que não conseguiram realizar algo em benefício da sociedade, a ponto de alguém, mui desnecessariamente, sugerir que se contente com o choro ou algo que conforte o seu desespero?

Na verdade, essa forma de comportamento expõe autêntica e retraída forma de ódio e vingança, na tentativa de mostrar a importância de determinado político e a irrelevância de outro, como se isso não somente denotasse sentimento visivelmente vil de personalidade.

À toda evidência, não é de bom tom, mas sim muito errado se denegrir a imagem do seu adversário político, sem a menor justificativa, pois bastava apenas enaltecer o fato relevante, sem qualquer referência ou desmerecimento aos opositores, porque isso faz parte da diplomacia inerente às saudáveis práticas políticas.

Além de que o comportamento de respeito e educação conspira em favor do bom relacionamento no âmbito das atividades políticas, inclusive contribuindo para se evitar o desgraçado e perverso antagonismo, que alimenta as permanentes agressões, como esse sentimento recriminável de se desejar o choro de adversário, pelo simples fato de alguém ter conseguido realizar boa ação em benefício da sociedade, que nada mais é do que o seu dever como pessoa pública, que existe para servir à população.

Enfim, é preciso se compreender que, especialmente na política, convém a perseguição à prática dos bons princípios de civilidade e cidadania. 

Acorda, Brasil!

Brasília, em 29 de maio de 2026

Outra visão!

 

Quando se escreve com muita clareza perguntando "mesmo depois do vídeo", se referindo à participação do senador e candidato à Presidência da República na negociação do empréstimo para a filmagem cinematográfica sobre a vida do pai dele, fica bastante explícito e evidente que o conteúdo constante dele tem algo esquisito e nebuloso, que não foi devidamente esclarecido nem justificado perante a sociedade, por parte do parlamentar.

Ou seja, para continuar a apoiá-lo implica que ele se digne a justificar o motivo pelo qual ele foi levado a afrontar o decoro parlamentar para negociar transação financeira que dissente das suas funções para o qual ele foi eleito para somente legislar e cumprir as funções inerentes ao cargo de senador.

Em se tratando que o dinheiro se destinou ao financiamento da filmagem contando a história política do pai dele, é sim algo que ele teria feito por pura conveniência pessoal, visto que, ao contrário, se o filme se tratasse da história do lavrador Manoel ou do açougueiro Joaquim, certamente que o nobre senador jamais teria se dignado a intervir na negociação, com o denodo empenho com a capacidade da obtenção dos recursos pretendidos, em milhões de reais.

A princípio, tudo indica que, sobre o dinheiro em si, não se tem notícia acerca de qualquer suspeita de irregularidade, por se tratar de mero empréstimo, na forma negocial do comércio com dinheiro.

Não obstante, a participação do senador em assunto particular ainda realmente carece de mais justificativas, para não restar a menor dúvida sobre a lisura que se espera dos verdadeiros políticos.

Enfim, é preciso se reconhecer que o envolvimento do senador/candidato, nesse imbróglio, precisa ser devidamente esclarecido, quando a exposição do texto escrito no painel assegura muito claramente isso.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 30 de maio de 2026

A grandeza do Brasil!

 

Conforme imagens mostradas em vídeo postado na internet, é bastante visível  que o presente vídeo é de clareza mediana, ao mostrar situações nitidamente antagônicas, em que a principal autoridade do país não consegue atrair a simpatia do povo, enquanto o candidato do papai à Presidência da República é abraçado efusivamente por multidão, em situação meramente circunstancial.

Impressiona que esse fato suscite tamanha inquietação, em forma de regozijo, diante de algo que, na realidade, nada representa, em termos políticos, salvo a patente expressão de satisfação pela notória decadência política do principal adversário.

À toda evidência, essa forma de atitude expõe perda de importante oportunidade de se comemorar momento alegre e feliz vivido pelo candidato da direita, sem necessidade de menosprezo a ninguém, precisamente porque isso só contribui para a inferioridade da efeméride, que deve ser comemorada apenas como ele se apresenta, sem nada de espetacular, senão a importância do aprazível encontro de correligionários.

Na realidade, tudo isso só mostra o engatinhamento das atividades políticas, por se imaginarem erroneamente que se convém mexer sempre com os brios dos adversários políticos, mesmo em momentos importantes que somente pertence a um dos lados.

Infelizmente, essa índole de nefasto antagonismo poderia servir de reflexão, para que as práticas políticas passem a efetivamente ser prazerosas para quem conseguiu o devido reconhecimento por seus méritos, sem necessidade do envolvimento de mais nada, muito menos de sublinhar a humilhação sofrida por outrem.

Convém que os brasileiros se conscientizem sobre a importância do respeito à dignidade política e à grandeza do Brasil, que precisa ser presidido por político do quilate compatível à sua importância, especialmente quanto aos princípios de competência, eficiência e responsabilidade.

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 30 de maio de 2026

Impunidade!

 

Em mensagem postada na internet, o governo defende a continuidade de  organizações criminosas na forma como se encontravam, livres e impunes, prejudicando normalmente comunidades onde elas estão devidas e comodamente instaladas, sob o argumento de que o governo vem adotando medidas de combate à criminalidade.

O conteúdo da aludida mensagem se refere à possibilidade de alguém que defende declaradamente organizações criminosas a atuarem livremente, à margem da lei, mas isso, à toda evidência, não é verdade, porque não há nada que possa comprovar medidas ou atos nesse sentido, em forma de efetividade de demanda sob a sua batuta no comando das quadrilhas delinquentes.

Não obstante, tudo leva a acreditar que a autoridade que se diz entristecida, mostrando incômodo diante de importante e preciosa atitude que visa ao combate das ações tipicamente terroristas de indiscutíveis fora da lei tem tudo para ser comparada com propensão à cumplicidade com os procedimentos de atrocidade e crueldade próprios desses monstros que aterrorizam, muito à vontade e livremente, muitas comunidades espalhadas pelo território nacional, evidentemente sem qualquer combate em forma repressiva da violência contra a sociedade.

Assim, essa assertiva se confirma diante da potencialidade de ação ativa e preponderante das organizações criminosas, em que, em muitos casos, têm suas jurisdições protegidas por decisão judicial, por meio de medida protetiva de se impedir a ação repressora da polícia, o que bem mostra a importância da estrutura da criminalidade brasileira, que vem atuando com a proteção fortalecida por decisão de autoridade pública.

Isso só evidencia os enormes descalabro e promiscuidade que persistem na falta do combate ao crime organizado, sem o mínimo de responsabilidade por parte das autoridades públicas incumbidas da adoção das medidas de proteção à sociedade.

À toda evidência, neste exato momento, há verdadeiro sentimento de gigantesca frustração da sociedade do bem, em saber que a principal autoridade do país se entristece com medida vinda de fora do Brasil, acenando pela possibilidade de efetivo combate à criminalidade brasileira, mesmo diante da resistência da parte da principal autoridade do país.

É muito estranho que a principal autoridade brasileira confesse tristeza com o incômodo que as organizações criminosas possam sofrer, por medidas providenciais, pasmem, vindas precisamente do exterior, em forma de defesa da própria nação, que é também atingida pelas ações maldosas e desumanas do crime organizado brasileiro, que merece, como visto, a complacência das autoridades omissas quanto ao seu dever constitucional de proteção da sociedade.

Na verdade, esse lamentável episódio de autoridade pública reagir em defesa explícita de grupos criminosos, sem o menor escrúpulo, precisa ser aproveitado como importante lição para que a sociedade do bem possa refletir profundamente sobre a real situação que se encontra o Brasil, sendo governado por pessoa que, sem o mínimo pudor ético, se põe na linha de frente da defesa do trabalho facínora e cruel de organizações criminosas, em completo detrimento da dignidade dos brasileiros, como se isso fosse possível em plena luminosidade da evolução humana, que queda diante de mentalidade insana e insensata, sob a égide da sua autoridade outorgada pelo próprio povo que também é vítima das atrocidades emanadas das facções criminosas.

Urge que os brasileiros se conscientizem sobre a importância da valorização especialmente da sua dignidade, da grandeza do Brasil, da relevância do seu voto e da moralização de povo, tendo vergonha na sua alma de não votarem em políticos desprezíveis, insignificantes, incompetentes e irresponsáveis, que demonstram empatia com organizações prejudiciais aos interesse da sociedade.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 30 de maio de 2026

 

A volta de Jesus!

 

Em mensagem que circula na internet, uma pessoa mostra a sua expectativa quanto à vinda de Jesus Cristo à Terra.

Sim, pode até ser que Jesus Cristo voltará à Terra, qualquer dia, mas somente para as pessoas que estão insatisfeitas e incompletas com os verdadeiros ensinamentos amplamente disseminados por Ele.

Quando Jesus esteve conosco, que foi a sua brilhante e histórica passagem entre os filhos de Deus, Ele realmente deixou gravado na  consciência das pessoas a importância do seu legado sagrado, conforme consta escrito no Evangelho praticado por Ele.

A Sua história é riquíssima e maravilhoso, além de suficientemente necessária para satisfazer, de forma substancial, a essência do que precisava ser dito e mostrado como lição de bondade, fraternidade, caridade e especialmente de amor, em harmonia com o propósito ensejador da Sua vinda que tanto se fazia anunciar, naqueles tempos que se prometiam a vinda do salvador da humanidade, exatamente na maneira como tudo efetivamente aconteceu, para a glória de Deus e dos homens.

Ou seja, quando se suscita o desejo de que Jesus Cristo se encontra prestes a voltar à Terra, resta precisamente o entendimento de que Ele viria para a realização de importante missão de conscientização dos homens, possivelmente na forma tal qual como fez quando esteve cumprindo a vontade divina, de se mostrar a verdade que se eternizou entre os homens.

Na Sua especial vinda à Terra, Jesus Ele foi o mais objetivo e claro possível na condução dos seus ensinamentos voltados exclusivamente para as obras sagradas.

O conteúdo da Sua importante obra ficou registrado como especial e definitiva lição do verdadeiro amor que precisava ficar incutido nos corações dos filhos de Deus, porque é precisamente assim que precisa ser interpretada a passagem de Jesus Cristo entre nós, segundo o maravilhoso entendimento de que Ele disse exatamente o que era preciso ser dito e aprendido pelos seus verdadeiros fiéis que acreditam piamente nas Suas pregações e palavras sagradas.

Assim, à toda evidência, tem tudo de heresia se imaginar que Jesus Cristo viria nos visitar para fazer turismo, porque não faz o menor sentido a Sua aparição somente para a reafirmação do Evangelho sobre as benditas e bem-aventuranças obras sacramentadas nos Seus ensinamentos.

Viva o reino glorioso de Jesus Cristo.

Amém!

Brasília, em 31 de maio de 2026

Mão é mentira!

 

O parlamento do País de Gales aprovou lei descrita como sendo “globalmente pioneira”, por impor sanção para quem mentir intencionalmente em campanha eleitoral, prevendo inclusive o potencial da perda de mandato para parlamentares condenados.

A lei respeita a liberdade de expressão, mas obriga o governo galês a criar um novo crime especificamente focado em falsidades factuais (coisas que podem ser verificadas, tipo número, data, fato verificável), não opinião política ou exagero retórico.

A medida entrará em vigor a partir de 2030, o tempo necessário para possíveis denúncia, julgamento e recurso, embora o sinal já foi dado aos maus políticos.

Especialistas afirmam que nenhuma outro país do mundo tem mecanismo com essa abrangência focada na verdade e na sinceridade na política, cujo objetivo é realmente moralizar as atividades inerentes às campanhas eleitorais.

À toda evidência, já passou do tempo de o Brasil também implantar medida nesse sentido, uma vez que a mentira política deveria ser considerada crime gravíssimo punível com a perda do mandato, diante da perpetração da falsidade perante o eleitor;

Estou absolutamente pasmo que se chegue ao ponto de se precisar de lei para punir os políticos mentirosos, quando isso poderia ser medida automática e sem apelação.

Diante da gravidade da falha, quem mente precisa se afastar espontaneamente da vida pública, à vista da importância da dignidade que deve imperar nas atividades políticas.

Não obstante, a aprovação de lei tem o caráter de reafirmação, para se dizer que o mentiroso atingiu o limite de tolerância na convivência com as pessoas dignas e respeitadoras das salutares condutas que a civilidade aprova como aceitável nas relações sociais.

 Aqui, no país tupiniquim, mentir é regra sem necessidade de lei, em que os políticos não se envergonham de mentir como se isso fizesse parte normal e necessária das atividades políticas.

Seria interessante que fosse apresentado projeto de lei, no Congresso brasileiro, versando exatamente sobre a perda de mandato para quem mentisse, apenas para avaliar a repercussão da medida, pois a reação seria a mais violenta possível, porque isso afrontaria gravemente a índole da maioria dos desavergonhados políticos brasileiros.

Acredita-se que seria indignação geral dos congressistas, abominando essa desastrada medida, pois mentir é tudo que fortalece o ego dos políticos desonestos e irresponsáveis.

Em conclusão, resta-nos aplaudir a medida legislativa aprovada pelo país de Gales, reconhecendo que ela tem o condão de elevação, em forma de prestígio, do princípio da verdade, que é um dos alicerces não só da democracia, mas especialmente da humanidade.

Brasília, em 1º de junho de 2026

No lugar do outro

 

Em mensagem que circula na internet, o escritor Fernando Coelho teria escrito o texto a seguir, evidentemente preocupado com o aperfeiçoamento da grandeza social.

Todos os dias, a cada dia, cada pessoa deveria trocar de lugar, um deveria ficar na pele do outro. Cada um ia sentir o que o outro sente, na pele, no coração, na alma, no estômago. E os preconceitos, as hipocrisias, as ironias, as grosserias, as humilhações, as indelicadezas teriam fim.”.

Na verdade, o que o célebre Fernando Coelho poderia ter dito, em forma um pouco distinto do que disse, é que alguém deveria se colocar sempre no lugar de outrem em situação precária, mas não que isso seja feita genericamente.

Quem não gostaria facilmente de se colocar no lugar de quem vive no bem-bom do quotidiano, se esbanjando prazerosamente com o usufruto das melhores benesses proporcionadas para o homem, evidentemente na gloriosa plenitude da vida?

Assim nem sacrifício é, mas sim algo que a todos interessam, diante da realização dos desejos de felicidade que a todos são ansiados.

Agora, do contrário, quem seria capaz de se colocar no lugar de inferioridade, já sabendo sobre a dureza que é o enfrentamento das agruras das dificuldades incontornáveis, por mais que redobrados os esforços que se imprimam, que nada cedem em forma da esperança?

Ou seja, nunca vai faltar quem deseja se colocar no lugar de quem estar no bem-bom da vida, porque isso é justamente o que todos querem, mas, contrariamente, quem assim está, jamais pretenderá se colocar no lugar de quem se encontra em situação de inferioridade social, diante da certeza de que as agruras são elementos realmente insuportáveis e inadmissíveis para se viver condignamente?

Feliz é aquele que aceita a realidade da vida, sempre procurando não só compreender as dificuldades vividas por outrem, mas sempre procurando se elevar espiritualmente, visando à melhora das condições da própria vida e a do seu próximo. 

Brasília, em 2 de junho de 2026