sábado, 28 de fevereiro de 2026

Adeus, Nicácio!

 Diante da notícia sobre a despedida definitiva do conterrâneo Nicácio Duarte, eu escrevi a mensagem a seguir, mostrando o meu carinho por essa pessoa memorável.

Guardo no coração excelentes lembranças do lendário Nicácio de Zé Daniel, pelo exemplo de decência que ele transmitia para os amigos, sempre com a postura de integridade e respeito, que eram a sua marca peculiar de boa convivência em ciclo de amizade.

Eu sempre o admirei como pessoa muito digna e de alto valor humano.

Lembro-me que ele era um dos ases da sinuca, que dominava o taco com impressionante habilidade, sendo capaz de realizar jogadas espetaculares e muitas vezes impossíveis.

Ele tinha fã-clube de admiradores, pois ele jogava sinuca como verdadeiro mestre.

Enfim, é com muita tristeza que Uiraúna perde um de seus filhos mais dignos e nobres, que muito honrou o seu glorioso berço, com os melhores exemplos de cidadania e de amor ao seu semelhante.

Associo-me, em solidariedade, aos familiares de Nicácio, neste momento de muita dor, por sua inevitável partida, sob o consolo de que a sua alma há de merecer a acolhida dos justos e dos filhos amados do Criador.

Salve o grande amigo Nicácio, que deixa muita saudade!

            Brasília, em 17 de fevereiro de 2026

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Mistério

 

Sem a indicação da fonte segura, uma mensagem gravada em vídeo noticia a eliminação da Terra o principal e mais importante assessor do dono do banco que se encontra no olho do furacão das investigações pela Polícia Federal sobre o calote que ele protagonizou contra investidores brasileiros. 

Não se pode acreditar na fidelidade da notícia constante do vídeo em tela, que informa a morte de pessoa que era a principal fonte onde estavam armazenados todos os elementos e informações referentes à vida orgânica do banco quebrado.

Trata-se, no jargão policial, do começo da queima de arquivo, em que se apaga definitivamente o manancial extremamente importante desse banco.

De logo, se verdadeira a notícia, fica muito evidente que o mandante do crime é ninguém diferente dos tubarões já mencionados pela Polícia Federal, envolvidos diretamente nas irregularidades que levaram ao fechamento do banco.

A narrativa da notícia condiz perfeitamente com o mundo da bandidagem, em que procura dificultar as investigações e, consequentemente, a conclusão dos trabalhos pertinentes, bem como a indicação das responsabilidades pelos prejuízos causados ao patrimônio dos brasileiros.

Enfim, a eliminação de peça-chave e da maior importância aumentar em muito o quebra-cabeça que passou a constituir a extinção do banco em questão, além de passar a ser mais um relevante ingrediente que a Polícia Federal terá que se esforçar para investigar e descobrir a sua autoria, de modo a se averiguar a real motivação do assassinato, que, aliás, ela já não é mais novidade para ninguém, à vista do enorme imbróglio para novas investigações.

Brasília, em 17 de fevereiro de 2026

Saudades

 

Eu disse olá, com muito carinho à querida tia Terezinha, diante da fotografia em que ela e eu estávamos comemorando o lançamento do meu 30º livro, contendo linda homenagem ao Grupo Escolar Jovelina Gomes, de Uiraúna, Paraíba.

A referida foto foi tirada, se não me engano, em 23 de fevereiro de 2018, quando tive a alegria de lançar o meu 30º livro (Hoje, eu concluo o meu 85º livro) dedicado ao amado Grupo Escolar Jovelina Gomes, em cuja ocasião eu fiz importante e inusitada homenagem, em forma de estrito amor a esse educandário que o guardo com muito carinho no meu coração, por ele ter sido o primor de ensinamentos quando as suas lições se transformaram seguramente em alicerce para toda a minha vida estudantil.

A verdade é que aquele dia foi um dos mais felizes da minha vida, por eu sentir que humilde e até desconhecido ex-aluno estava ali presente para lançar importante livro em homenagem à casa que lhe ensinou a ler e escrever com tanto amor que o levou a se tornar um dos maiores literatas da atualidade, evidentemente em quantidade de livros já publicados ou concluídos.

Agradeço, em forma de gratidão, por Deus ter me proporcionado a elaborar a absurda quantidade de 85 livros, fruto da Sua magnânima inspiração nascida nos bancos escolares do Jovelina Gomes.

Ali não poderia ter sido melhor berço para o atingimento de obra tão fantástica e extraordinária jamais vista na história da literatura brasileira, em que um menino de engenho - como assim me considero, por eu ter nascido junto a engenho de cana-de-açúcar -, tenha ousado enfrentar diversos obstáculos e atingir o píncaro, como assim imagino, para escrever essa montanha de obras literárias, tão somente pela eterna vocação de resumir em crônicas os fatos da vida, considerados, de alguma forma, de importância para a sociedade.

Sim, fico muito feliz em rever a fotografia com a admirável tia Terezinha, ladeada pela prezada professora Cristina Duarte, por se tratar de recordação marcante na minha vida, principalmente pela importância materializada no meu gesto de carinho ao saudoso Grupo Escolar Jovelina Gomes.

Em apologia à importante passagem bíblica, digo que voltar à fonte, mesmo que por mera imagem de recordação, é reencontrar quem eu realmente sou: eterno menino de engenho.

Saudades!

Brasília, em 17 de fevereiro de 2026

 

Aperfeiçoamento democrático

Um candidato derrotado à Presidência dos Estados Unidos da Amárica se pronunciou, logo imediatamente à sua derrota, nas urnas, que “Ontem, ele era meu adversário. A partir de agora ele é o meu presidente.”.

Quando o político se dispõe a entender que aceita o resultado das urnas, como o fez o candidato derrotado americano, isso significa, em princípio, a existência do aperfeiçoamento da prática democrática, na forma da aceitação da vontade popular, evidentemente na compreensão de país evoluído e civilizado, em termos políticos, porque isso se coaduna perfeitamente com as regras do jogo democrático, sem qualquer questionamento de qualquer ordem.

É evidente que nos países com histórico político de predominância da nefasta polarização, o mínimo que se pode esperar, depois da eleição, é a clássica mensagem nestes termos: "Ontem, ele era meu adversário, a partir de hoje ele é meu pior adversário político.".

Isso porque, na prática, há o resídio do nefasto antagonismo vicejado pela desgraçada polarização, que vem se confirmando reacionariamente no país tupiniquim, que tem sido modelo dos piores exemplos de atividades políticas, em que a prioridade é sempre a defesa dos objetivos políticos pessoais.

Essa deplorável realidade acontece em detrimento das causas nacionais, como fazem normalmente, em contrário, os políticos de nações desenvolvidas, em termos políticos e democráticos.

A importante lição vinda dos Estados Unidos da América mostra que a política brasileira precisa evoluir muito para o atingimento do nível de civilidade necessária e desejável.

Infelizmente, com os políticos do nível predominante, no Brasil, há pouquíssima esperança de mudança de mentalidade para o fim da eliminação do deplorável instituto da degradante polarização, que somente permite a consolidação do antagonismo político, com notáveis espetáculos tendentes à insignificância das práticas políticas.

Acorda, Brasil!

            Brasília, em 26 de fevereiro de 2026 

Apelo ao socorro!

 

Em mensagem publicada no Facebook, o último ex-presidente do país faz apelo para que ele não seja abandonado pelos brasileiros.

Infelizmente, o apelo melancólico de "Não me abandone, Brasil", feito pelo último ex-presidente do país, por meio de mensagem segurada por ele, já vem com bastante atraso e seguramente não surtirá o efeito cogitado por ele.

A toda evidência, os fatos mostram que ele foi eternamente abandonado por quem o aplaudia como se fosse verdadeiro herói nacional, por apenas haver vozes , aqui e acolá, apelando inutilmente por liberdade, que não chega a ser ouvido pelo sistema responsável pelas decisões sancionarias contra a pessoa dele.

A triste imagem do político não poderia ter sido a pior possível para mostrar a dureza da realidade prisional, como uma cama fria de aço, sem roupas, ao lado de pia e vazo sanitário, em recinto reduzidíssimo, para quem viveu em palácio suntuoso, com as pompas da relevância do cargo presidencial.

Também representa a rigidez do abandono a roupa alaranjada do presídio, vestida por ele, que mostra a situação verdadeiramente de quem se encontra totalmente isolado, sozinho na mais deplorável das amarguras da vida para quem já foi o principal político do Brasil, em passado recente.

Não que ele tenha sido impiedoso e malvado criminoso, senão por não ter sabido controlar os seus impulsos de agressão, quando a liturgia do cargo presidencial aconselhava o caminho da sabedoria, da temperança e do respeito à dignidade inerente à função presidencial de não interferência na competência institucional de outros poderes da República.

A verdade é que o abandono do povo ao ex-presidente do país se encontra mais que configurado e isso ficou bastante caracterizado com a sua figura em apelo em sentido contrário, que não passa de perda de tempo, porque aqui fora do presidio ninguém mostra a mínima preocupação em defendê-lo.

Ante à lastimável situação em que se encontra o ex-presidente do país, visivelmente abandonado e ainda sem a menor perspectiva de reversão da sua condição de presidiário, resta a sabedoria humana para a reflexão, principalmente com a avaliação do que foi feito indevidamente à estrita competência presidencial, que poderia ter sido evitado, evidentemente se ainda restar tempo para a sua volta às atividades políticas, mesmo que seja junto às mesmas pessoas que lhe negaram o apoio necessário à sua liberdade.

Brasília, em 25 de fevereiro de 2026

Equipe negra

 

Conforme notícia publicada na mídia, pela primeira vez, equipe de médicos residentes negros lidera serviço de trauma no Hospital Johns Hopkins dos Estados Unidos, os quais assumiram a liderança de uma das áreas mais exigentes da instituição, responsável por cirurgias emergenciais e atendimento a casos críticos.

Os médicos residentes consideram que se trata de importante feito, por representar mais do que liderança temporária em um serviço hospitalar e simbolizar avanço na representatividade médica e amplia as referências para futuras gerações na cirurgia acadêmica.

Embora fique claro que a mensagem exalta a proeza da união de equipe constituída por pessoas da cor negra, com o destaque para a situação em si, é preciso ficar muito claro que os cérebros, a massa pensante e inteligente, responsável, no caso, pelo hábil trabalho de cirurgia não é negra, mas sim cinzenta.

O cérebro, o invólucro misterioso da inteligência, tem a mesma cor do homem da raça branca e de outras raças, apenas diferenciando quanto ao grau de inteligência medido pelo QI, mas a capacidade intelectual desenvolvida é absolutamente assemelhada em ambas as cores negra e branca.

Em termos fisiológicos, não há a menor dúvida de haver forte inclinação discriminatória para o destaque para negros ou para brancos, porque isso não faz o menor sentido, para o fim de distinção em relação entre si, como se as raças fossem, por natureza, mais ou menos inteligentes e capazes ou o inverso disso.

A verdade é que há muitos avanços da humanidade, mas essa questão racial insiste como destaque, para sublinhar a verdadeira discriminação que não se justifica, por haver condições iguais de aprendizagem, inteligência, criatividade e de todas as iniciativas da incumbência do homem, independentemente da cor racial.

Brasília, em 24 de fevereiro de 2026

O amor de Deus

 

A verdade pode ser transmitida sem nunca se deixar de amar as coisas divinas, como reafirmação da crença em entidade suprema que tem o poder que alimentar a fé inabalável do homem.

Ou seja, faz parte primacial o amor devotado a Deus, como o criador universal de todas as coisas, que certamente nem existiriam sem a presença Dele como o genial inventor de tudo que existe.

Agora, o bom senso e a racionalidade mostram com muita clareza que não é função de Deus insistir ou desistir de ninguém, porque isso não corresponde à realidade espiritual nem condiz com a religiosidade, que sustentam a existência do ser maior que é parâmetro do fortalecimento dos sentimentos confiáveis para todos aqueles que creiam na sua força de bondade e amor quanto à construção das magníficas obras terrenas, mas exclusivamente por meio da crença religiosa.

Quem realmente acredita na existência divina somente deve persistir na crença de nunca desistir de Deus e não o contrário, porque é a fé que diz e assegura que quanto mais se confia nos poderes celestiais, mais forças se adquire para se evoluir espiritualmente e ser merecedor das graças divinas.

É evidente que não se pode imaginar que Deus vai fazer algo por alguém, porque isso não faz parte do seu reino, conquanto quem faz valer o poder do alto é a fé pessoal que tem a capacidade de mover montanhas, segundo afirmação das escrituras sagradas, obviamente em nome de Deus.

Enfim, é importante que o cristão nunca desista de Deus, porque a vocação da fé religiosa aumenta o sentimento de amor às coisas divinas e o interesse na realização das saudáveis obras que agradam o coração do homem, pela felicidade da paz espiritual da crença, que se fortalece quando se acredita na existência de Deus em nós.

Brasília, em 22 de fevereiro de 2026