quarta-feira, 18 de março de 2026

Crença em Deus

 

À toda evidência, ter fé em Deus é fundamental e da maior importância como remédio para o saneamento de tudo que se encontra errado, até mesmo impossível de ser corrigido, mas tudo isso no campo da espiritualidade, que é a especialidade Dele.

Agora, também se acredita que, no caso da maldição que predomina no Brasil, o mar de fé ainda se traduz como insuficiente para resolver os gravíssimos problemas nacionais, à vista da mediocridade imperativa do seu povo e do sistema dominante, que aderiram à pior maneira de governabilidade, com a colocação da enigmática esquerda no poder.

É evidente que não se poderia esperar nada mais trágico do que a prevalência desse quadro dantesco e retrógrado para a nação da grandeza do Brasil, à vista da clara e patente dominação da incompetência, da miséria, da tragédia, da devassidão, do desmazelo, enfim, do completo abandono à decência, à dignidade e à civilidade, algo notoriamente impossível e incapaz mesmo de ser resolvido somente por meio da fé religiosa, que é capaz até de mover montanhas.

Convém que os brasileiros criem vergonha e dignidade para o fim de se conscientizar sobre a urgência de mudança de mentalidade política, na forma mais radical possível de eliminação da vida pública dos políticos aproveitadores, insignificantes, desonestos, incompatíveis com a seriedade da administração pública.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 12 de março de 2026

Medalha

 

A Escola de Especialistas da Aeronáutica anuncia a comemoração de 80 anos da sua criação, em cujo evento foi introduzida uma medalha que custa o valor de R$ 50,00 para quem pretender adquiri-la, evidentemente como lembrança da efemeridade.

Não tenho nada contra quem ama medalha, porque isso pode haver algo especial que satisfaça pessoalmente quem gosta de possui-la, admirá-la ou simplesmente colecioná-la.

Ou seja, trata-se, como se vê, de forma de expertise pessoal por parte de quem a admira como algo para marcar a importância de evento na vida de alguém sobre fato histórico marcante.

Na minha avaliação, medalha e nada têm o mesmo significado, i.e.: nenhum, exatamente por não ter qualquer utilidade prática.

Tenho muitas medalhas recebidas dos governos da União e do Distrito Federal, mas a sua utilidade é nenhuma para alimentar o meu ego pessoal.

Na minha avaliação, o sistema medalha é totalmente supérfluo e dispensável, não justificando a despesa pertinente à sua confecção, diante da inexistência de importância e utilidade.

Frise-se que se trata de compreensão pessoal, respeitando quem pensa diferente.

Brasília, em 14 de março de 2026

Conscientização

 Na forma de mensagem mostrada em vídeo, o pastor de igreja evangélica sorteia bilhetes com relativos valores elevados, sugerindo o investimento do fiel segundo o seu desejo de ser merecedor das recompensas celestiais, à medida do valor investido no tempo, para onde deve ser destinada a doação em causa.

Imagina-se que a divulgação do vídeo em tela objetiva zoar a atitude do pastor, como forma de crítica à maneira como ele extra, mui espertamente, dinheiro dos fiéis da igreja sob a sua administração.

Sim, diferentemente disso, certamente que a imagem nem seria postada e partilhada nas redes sociais, como de maneira a se criticar a atitude bastante criativa de se amealhar dinheiro fácil.

Acontece que a censura recai exclusivamente sobre o líder do templo evangélico, pela astúcia da inusitada forma de arrecadação de fundos, que tem a aceitação das pessoas presentes ao sorteio dos bilhetes, todos aceitos.

Não obstante, é preciso se atentar que o pastor somente tem sucesso com o seu intento porque os fiéis aceitaram pacífica e voluntariamente as ofertas de contribuição, vale dizer, sem contestação aos apelos feitos, um por um, por ele.

Ou seja, em que pese o líder religioso tenha se tornado objeto de explícitas censura e crítica, se algo ou alguém que merece ser condenado seriam os fiéis, que concordaram plenamente com a ideia inusual e até milagrosa de se “tirar” dinheiro do bolso deles, sem trauma algum.

Do contrário disso, esse fantástico invento não teria o sucesso que foi mostrado no vídeo, quando os boletos ofertados tiveram total aceitação, sem qualquer restrição.

A conclusão que se pode ter é a de que as pessoas se preocupam indevidamente com que os outros fazem, mesmo que isso não seja da sua competência nem de nada que lhes diz respeito.

Vale dizer que cada qual precisa cuidar exclusivamente dos assuntos inerentes ao seu interesse.

            Brasília, em 15 de março de 2026

Retenção do voto

 Mediante mensagem publicada na internet, alguém propõe que sejam retidos os medíocres eleitores brasileiros, certamente na tentativa de não apoiamento de candidatos insignificantes, desonestos e desmoralizado.

A ideia de que é preciso segurar os burros brasileiros parece bastante inteligente.

Agora, será se alguém tem a fórmula mágica para executar esse complicado plano?

Na verdade, há a predominância de pessoas burras, no país, e segurá-las é ato extremamente complicado e impossível.

Bem, o campo minado que infesta a nação brasileira é de tal ordem que todo mundo sabe que ele existe de tal forma que, mais cedo ou mais tarde, vai chegar o momento que as minas vão explodir, levando de roldão toda a sociedade, que se mostra absolutamente conformista, aceitando a realidade imperante, como se esse estado de tragédia fosse normal, tanto para o Brasil como para os brasileiros.

O certo é que o país quase predominantemente constituído da burros, por sua preferência pelo esquerdismo, que ninguém nem se incomoda com esse flagelo social, merece todo conjunto de infortúnio, que se harmoniza em gênero e grau com a mediocridade do povo sem escrúpulos, sem caráter e sem dignidade.

Urge que os brasileiros se conscientizem de que a prevalência dá burrice depende da complacência da sociedade, quando a parte mais consciente e esclarecida, ao contrário, deveria se insurgir, como é do seu dever cívico, contra essa chaga social.

Acorda, Brasil!

            Brasília, em 11 de março de 2026

Salve Zé de Cunhó!

 Diante de fotografia de Zé de Cunhó e de menções à sua pessoa, , publicadas no Facebook, vieram à minha mente muitas lembranças dos bons tempos de Uiraúna, Paraíba, quando essa impoluta criatura centralizava as atenções de seus conterrâneos, com os causos protagonizados por ele, todos muito engraçados, que viralizaram na época.

Em princípio, parece grande eufemismo se dizer que Zé de Cunhó era pouco afobado, para quem conheceu as peripécias desse ícone de Uiraúna, que sempre se manteve no patamar das pessoas mais nervosas da cidade e tudo levava à imagem dele como referência de nenhuma paciência.

Eu me lembro da engraçada história atribuída ao envolvimento dele, em que ele estaria vendendo um galo e o pessoal combinou para se saber o preço do pato ou vice-versa, algo assim.

O certo é que alguém vinha e perguntava ao Zé o preço do pato e ele pacientemente dizia o preço do galo.

Mais adiante, outra pessoa aparecia e fazia a mesma pergunta e por aí foi, até que o Zé perdeu as estribeiras e se perguntou será se isso é realmente um pato?

E ali mesmo estraçalhou o pobre galo, que não tinha nada com a armação preparada para tripudiar o querido e inesquecível Zé de Cunhó e deixá-lo totalmente à flor da pele, como assim de fato foi o homem mais nervoso que conheci.

Enquanto a sua incontrolável fúria liquidava o galo, ele se perguntava em dúvida se a ave seria um pato mesmo, diante das perguntas feitas a ele?

Por sua fama como impaciente, o Zé era pessoa admirável e muito querida no seio dos amigos, porque ele era muito amável e nunca agrediu ninguém pelas brincadeiras “maldosas” aprontadas contra ele, que levava a vida muito serenamente, mesmo sendo o centro das atenções de muitos e engraçados momentos agradáveis.

Fico feliz em ver a imagem do amado Zé de Cunhó, por boas e importantes lembranças dessa pessoa maravilhosa que fez história em Uiraúna, com o seu jeito especial de ser, ao produzir muitos casos que fazem parte da cultura de nosso povo.

Saudades do querido Zé de Cunhó, a quem se atribui enorme protagonismo da genialidade de fazer ri por meio de assuntos absurdos do anedotário humano.

Salve Zé de Cunhó!

            Brasília, em 12 de março de 2026

Empolgação

 

Conforme mensagem que circula nas redes sociais, um ativista da direita acusa o atual sistema de incompetência, desonestidade e perseguição, na esperança de que haja urgente mudança para a normalidade democrática do Brasil.

À vista da entusiasta e empolgada manifestação desse bolsonarista, nem precisa ser inteligente para se intuir que o próximo governo, se eleito o candidato da direita, tem um dos principais objetivos a promoção da vingança, do revanchismo e da retaliação, seguindo exatamente o que vêm se criticando a atual oposição, quando reclama, com razão, das notórias perseguições políticas.

Essa é semelhante mentalidade vazia, medíocre e insignificante de quem se crítica, na atualidade, que já projeta a prática de desgraça para aqueles selecionados para a vingança, evidentemente com o mesmo instrumento de tortura posto em prática, no momento.

Infelizmente, de nada adianta se criticar a irracionalidade da maldade, porque ela existe e vai continuar a existir, porque a sua índole perversa interage com o próprio homem, não importando a sua ideologia política, quer de direita, quer de esquerda ou de outra qualquer, uma vez que todas têm no seu íntimo o arraigado e inato instinto de vingança e perseguição, à vista do que se evidencia no dia a dia.

Por mais que o candidato seja devotado ao governo de união e paz, não tem como conciliar a vocação de eleitores com ideologia favorável à acerbação da afronta e do antagonismo, que divergem da concepção de civilidade e tolerância, algo que mais poderia convergir para a construção da pacificação e da harmonia entre os brasileiros.

A verdade é que a busca da vingança prejudica, de antemão, como claro objetivo político, qualquer outra motivação para a prática do bem, inclusive o principal de todos, tendo como cerne as mudanças estruturais e orgânicas que tanto o país precisa e exige.

Desde logo, convém que os brasileiros do bem se conscientizem de que a próxima eleição servirá, basicamente, para o início de nova mentalidade política, tendo como meta exclusivamente a salvação do Brasil, sob a égide de ideias revolucionárias de mudanças benéficas para todas as dimensões sociais, com começo na mentalização de políticas voltadas para o bem comum dos brasileiros.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 14 de março de 2026

Sem provas

 

Conforme texto divulgado nas redes sociais, alguém revela nomes de pessoas que estariam vinculadas ao gravíssimo crime perpetrado contra o último ex-presidente do país, apenas mencionando, sem apresentar nada, que existe prova sobre os fatos alegados.

Sim, nada mais importante que a verdade seja mostrada, para o fim de se passar a limpo lamentável episódio da história brasileira, em que praticamente se consolida escandaloso caso de visível impunidade.

Embora, na mensagem em tela, fala-se, apenas de passagem, sem anexar nada sobre a existência de provas fidedignas, na realidade é como se não houvesse prova alguma.

Ou seja, nada foi juntado ao presente texto, fato este que inviabiliza, na prática jurídica, qualquer credibilidade ao texto em comento, diante de se estar disseminando possível notícia fake news.

O texto que trata de assunto de suma importância somente deve ser postado sob a garantia das suas credibilidade e segurança, em termos da fonte das informações constantes da mensagem de que se trata, para justificar, na forma jurídica, a sua revelação.

Do contrário, é prudente se evitar o compartilhamento de mensagem que não passa de desejo que a notícia fosse verdadeira, que até pode ser, mas não há provas seguras e suficientes para a sua divulgação.

Enfim, assunto da importância desse versado na mensagem em apreço exige o máximo cuidado, diante da falta de provas consistentes, conquanto isso não contribui para o esclarecimento dos fatos delituosos.

Brasília, em 14 de março de 2026