A decisão
acontece após a visita do senador filho do último ex-presidente brasileiro,
pré-candidato à Presidência da República, ao presidente dos Estados Unidos.
O Secretário
de Estado norte-americano afirmou que “O Comando Vermelho e o PCC são duas
organizações criminosas mais violentas do Brasil. Juntos, eles comandam
milhares de integrantes e orquestram ataques brutais contra policiais brasileiros,
autoridades públicas e civis. Sua influência e redes ilícitas se estendem muito
além das fronteiras do Brasi, alcançando toda a nossa região e, também, o nosso
país. A administração Trump continuará usando todas as ferramentas
disponíveis para proteger nossos interesses de segurança nacional e negar o
financiamento e recursos narcoterroristas.".
Essa medida
contra o crime organizado tem por finalidade facilitar as ações dos Estados Unidos
no combate aos grupos terroristas, fora daquele país, mas que representam
ameaça à segurança nacional, à política externa e à economia dos EUA.
O governo
brasileiro não se manifestou sobre a medida norte-americana, mas um importante
assessor do Palácio do Planalto disse que essa iniciativa pode servir de “pretexto
para intervenção no Brasil”, medo este que já havia sido esboçado como
forma de preocupação pelo presidente brasileiro.
À toda
evidência, o governo brasileiro se esforçava para evitar que esta designação
fosse imposta pelos EUA, diante do receio de se permitir a influência indireta,
segundo fontes seguras, nas eleições e interferência americana no Brasil.
Na
verdade, a iniciativa norte-americana diz muito com a segurança interna daquele
país, mais a sua abrangência e especialmente importante para a humanidade, de
vez que essas organizações criminosas têm ramificações em todos os cantos do
mundo, pois as suas drogas são enviadas para os mais remotos lugares do
planeta.
É preciso
ficar muito claro que o crime organizado é verdadeiro câncer que precisa ser
combatido com todos os instrumentos e por todos os governos, principalmente por
aqueles cujos países estejam sendo afetados pelos crimes praticados pelos
grupos criminosos brasileiros.
A medida
norte-americana é de suma importância como forma de combate à criminalidade que
tanto prejudica a humanidade, de modo que isso, de algum modo, preenche a
omissão criminosa do país tupiniquim, que prefere ignorar as maldades e as
perversidades desses grupos fora da lei, que trafegam drogas e armas
praticamente com a cumplicidade das autoridades, em detrimento da dignidade
humana.
Enfim, os
brasileiros nutrem a esperança de que a importante iniciativa adotada pelos
Estados Unidos possa, de forma efetiva, contribuir para, ao menos, minimizar e
frear a volúpia agressiva do crime organizado, que se apoderou do Brasil,
diante da omissão e da complacência de quem deveria combatê-lo, na forma da
lei.
Acorda, Brasil!
Brasília,
em 29 de maio de 2026