Salvo
equívoco gigantesco, não é verdade que o 22 já tenha salvado o Brasil, visto
que o país se encontra mergulhado em desgraçado e perigoso abismo exatamente
vindo do governo dele, que não teve competência para se reeleger no cargo que
ocupava, devido à monumental rejeição de brasileiros, tendo perdido a reeleição
justamente para candidato desmoralizado, vindo de cumprimento de pena
prisional.
Esse
fato, ao contrário, mostra muito bem a precisa realidade do desprestígio de
quem se diz que tenha salvado o Brasil, quando os fatos mostram a verdade que
aconteceu com o país, sendo agora presidido por adversário dele, cujo fato
indica precisamente que não houve salvamento de coisa alguma, mas sim
"derrotamento" da nação.
É
lamentável que os brasileiros ainda consigam enxergar situação desastrosa como
se ela fosse vitoriosa, como se existisse algo de bom em político desastroso e
incompetente, que sequer teve capacidade para a realização de governo que
somente agradou aos seus seguidores pelo grito e pela agressão, em claro desvio
da conduta litúrgica do estadista, que recomenda a estrita observância da
cartilha determinada para ser seguida pelo chefe do Executivo, sem se imiscuir
na competência dos demais poderes da República, à vista da autonomia
constitucional de cada qual.
Causa
perplexidade e muita estranheza que ainda tenham seguidores fanáticos
entendendo que político fracassado teria salvado a nação, quando o contrário
foi sim o que realmente aconteceu, porque, diferentemente disso. o país não
estaria mergulhado em plena miserabilidade de incompetência em todos os setores
da administração pública, que se encontram em eterno estado de agonia, com os
sufocos alimentadas pelas gravíssimas e continuadas crises.
A
terrível ideia que se tem é a de que, tendo a compreensão e a interpretação dos
fatos na forma enviesada como essa acima, em que a entrega do poder à
incompetência teria sido, ainda assim, a salvação da pátria, certamente que não
será nada fácil qualquer forma de mudança, para melhor, do Brasil.
Convém
que os brasileiros reflitam, conscientemente, sobre a importância de efetivas
mudanças da classe política, de modo que seja possível a escolha de alguém com
capacidade para pôr ordem na bagunça institucionalizada e adotar medidas capazes
e concretas para o soerguimento e o desenvolvimento da nação.
Acorda,
Brasil!
Brasília,
em 3 de julho de 2026