sexta-feira, 3 de julho de 2026

Salvamento do Brasil

 

Conforme mensagem colocada em estádio de futebol da Copa do Mundo, alguém escreveu que “Mais uma vez o 22 salvando o Brasil.”, evidentemente se referindo ao último ex-presidente do país.

Salvo equívoco gigantesco, não é verdade que o 22 já tenha salvado o Brasil, visto que o país se encontra mergulhado em desgraçado e perigoso abismo exatamente vindo do governo dele, que não teve competência para se reeleger no cargo que ocupava, devido à monumental rejeição de brasileiros, tendo perdido a reeleição justamente para candidato desmoralizado, vindo de cumprimento de pena prisional.

Esse fato, ao contrário, mostra muito bem a precisa realidade do desprestígio de quem se diz que tenha salvado o Brasil, quando os fatos mostram a verdade que aconteceu com o país, sendo agora presidido por adversário dele, cujo fato indica precisamente que não houve  salvamento de coisa alguma, mas sim "derrotamento" da nação.

É lamentável que os brasileiros ainda consigam enxergar situação desastrosa como se ela fosse vitoriosa, como se existisse algo de bom em político desastroso e incompetente, que sequer teve capacidade para a realização de governo que somente agradou aos seus seguidores pelo grito e pela agressão, em claro desvio da conduta litúrgica do estadista, que recomenda a estrita observância da cartilha determinada para ser seguida pelo chefe do Executivo, sem se imiscuir na competência dos demais poderes da República, à vista da autonomia constitucional de cada qual.

Causa perplexidade e muita estranheza que ainda tenham seguidores fanáticos entendendo que político fracassado teria salvado a nação, quando o contrário foi sim o que realmente aconteceu, porque, diferentemente disso. o país não estaria mergulhado em plena miserabilidade de incompetência em todos os setores da administração pública, que se encontram em eterno estado de agonia, com os sufocos alimentadas pelas gravíssimas e continuadas crises.

A terrível ideia que se tem é a de que, tendo a compreensão e a interpretação dos fatos na forma enviesada como essa acima, em que a entrega do poder à incompetência teria sido, ainda assim, a salvação da pátria, certamente que não será nada fácil qualquer forma de mudança, para melhor, do Brasil.

Convém que os brasileiros reflitam, conscientemente, sobre a importância de efetivas mudanças da classe política, de modo que seja possível a escolha de alguém com capacidade para pôr ordem na bagunça institucionalizada e adotar medidas capazes e concretas para o soerguimento e o desenvolvimento da nação.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 3 de julho de 2026

Herói tupiniquim

 

Em mensagem que circula nas redes sociais, aparece a indagação se o último ex-presidente do país pode ser considerado herói nacional?

Em primeiro lugar, esse político considerado o suprassumo do pau-oco não é herói de coisa alguma, muito menos do Brasil.

Um herói é sempre venerado por seu legado de atos verdadeiramente heroicos e, precisamente por isso, ele se mantém vivo na memória do povo como tal, como modelo para a nação e o seu povo.

Que herói é esse que se encontra alijado das atividades políticas, preso e incomunicável, pagando por erros atribuídos à pessoa dele, mesmo sem ter praticado os crimes que ele nunca cometeu, mas isso pouco importa para o sistema que não o perdoou por algo errado que ele tenha praticado contra os algozes dele?

A verdade é que o herói somente consegue praticar bondade e nunca se envolve em polêmica, porque isso não condiz com a natureza da sua índole.

Por seu turno, não passa de pura e pueril imaginação se acreditar que o político vai eleger o seu filho, tendo em vista que somente os fanáticos ideológicos vão seguir essa ideia absurda de se eleger alguém do clã, por mero continuísmo político, com base na ideologia.

Enfim, a mensagem acima tem o condão de se tentar a disseminação de ideias que muito convém à nefasta ideologia que alimenta interesses e conveniências de pessoas, em notório detrimento das causas verdadeiramente nacionais, que deveriam ter prioridade quando do momento do voto.

Apelam-se por que os brasileiros reflitam sobre a importância de se eleger o futuro presidente do país, na pessoa que se apresente com melhores preparo e competência para o enfrentamento dos gravíssimos problemas nacionais.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 14 de junho de 2026

Investigação

 

Em mensagem que circula na internet, alguém questiona por quais motivos o último ex-vice-presidente do país não consta em nenhuma investigação entre tantas abertas com relação aos fatos pertinentes ao governo anterior ao atual?

A completa ausência do mencionado militar nas investigações promovidas por iniciativa da maior corte do país pode ter por consequência a de que ele não tenha participado, pelo menos assim sob a ótica da avaliação do sistema dominante, de nada contra os adversários de então, na forma da interpretação de que ele em nada corroborou com o que tenho dito o seu superior, que teria sido abatido pela boca, exatamente pelo que disse em forma de agressão ao sistema.

Na verdade, o citado sistema aproveitou as palavras do então presidente do país para transformá-lo em golpista-mor, mesmo que ele não tenha participado de nenhum crime, salvo, evidentemente, o de ter feito acusações sem provas e criticado agressivamente integrantes de outro poder da República.

Ao que se sabe, o general entrou e saiu calado, exatamente como assim determinava a sua relevante função de mero coadjuvante do presidente do país.

A verdade é que não se têm conhecimento de que o vice-presidente tivesse agredido ninguém nem se envolvido em esquema visando alguma forma golpista, segundo a avaliação feita pelo sistema, o que poderia justificar a inclusão desse militar em investigação e julgamento.

De qualquer forma, não se tem elementos de convicção para qualquer avaliação, salvo de que realmente o militar/parlamentar se mantém à margem das investigações e dos julgamentos e ainda se encontra em plena atividade, ao contrário do que acontece com o seu ex-superior, que se encontra cumprindo a pior condenação de confinamento político, apenas por ter dito a sua desaconselhável verdade, que melhor teria sido se ela fosse evitada.

Apelam-se por que as avaliações sobre os fatos políticos sejam feitas tendo por base os reais acontecimentos.

Acorda, Brasil,

Brasília, em 14 de junho de 2026

Humor

 

Em mensagem que circula nas redes sociais, uma pessoa faz piada procurando humilhar a dignidade humana, no sentido de comparar importante político a animal irracional.

Acredita-se que o humor tem o propósito de contribuir para o riso e a alegria, como forma humana necessária de divertimento.

Sobre isso é preciso se reconhecer a capacidade criadora de seus autores, que têm a sensibilidade intelectual para provocar o riso espontâneo.

São sempre bem-vindas as piadas engraçadas, mas isso não tem a menor graça quando o seu teor envolva forma de humilhação, de discriminação, porque isso tem o condão de menosprezo, que não condiz com o salutar princípio humanitário, que tem como fundamento primordial a elevação do ser humano.

Ou seja, nada justifica a construção do humor tendo como cerne a sentimento de desdém ou menosprezo do ser humano, porque isso não se harmoniza com o verdadeiro sentido do riso, de satisfazer a alegria de uns, com a humilhação proposital de outrem.

Pessoalmente, me entristeço quando vejo piada que se destina a tirar sarro desnecessariamente de pessoas, pois vejo isso como não condizente com o elevado sentimento que deveria ser próprio das pessoas, indistintamente.

Apelam-se por que os brasileiros reflitam sobre a importância se valorizarem, evitando a disseminação de conteúdos contrários aos princípios humanitários.

Brasília, em 15 de junho de 2026

Assistencialismo

 

Em mensagem que circula na redes sociais, importante jornalista diz que, “Se o (omiti o nome do partido) governa, por vinte anos, por que tanta gente ainda depende de assistencialismo?”.

Muitos brasileiros dependem dos programas assistencialistas do governo por motivos fundamentais, que levam inexoravelmente a esse estado de completa incompetência da gestão pública, que tem gravíssimo reflexo diretamente nas pessoas carentes, que, abandonadas pelas circunstâncias da vida, são obrigadas à aceitação da submissão ao assistencialismo vegetarista e vergonhosos.

A ajuda tanto se harmoniza com a indignificação humana, diante da impossibilidade de melhor alternativa de se dispensar as migalhas do governo, que não passam de paliativos extremamente necessário, nas circunstâncias, em que pese  isso constituir visível desvalorização do ser humano, por viver permanentemente na dependência de assistência governamental, sem nenhuma contraprestação.

A dependência do assistencialismo governamental também tem explicação pela notória falta de investimentos públicos e privados nas áreas mais necessitadas, onde os bolsões de pobreza são acentuados, justamente pela inexistência de emprego e oportunidade de expansão econômica.

Outro ponto da maior importância para a extrema penúria da multidão de carentes brasileiros diz respeito diretamente à maldosa filosofia maquiavelicamente mantida pela esquerda de investir recursos públicos maciçamente em programas sociais, ao invés de investimentos em obras e projetos de incentivo ao progresso, porque isso que existe tem retorno garantido de dividendos eleitorais, em conformidade com estratégia política de conquista e manutenção no poder.

Por fim, a dependência ao assistencialismo governamental se consolidou, no Brasil, também pelo desgraçado conformismo dos brasileiros beneficiários dos programas assistencialistas, que poderiam exigir investimentos públicos e privados nas suas regiões de muita carência, como forma de fomentar o desenvolvimento socioeconômico, que poderia contribuir para a necessária reversão desse terrível quadro de miserabilidade crônica.

Apelam-se por que os brasileiros se despertem da letargia dominante, de modo que haja interesse das pessoas carentes financeiramente por investimentos nas suas regiões, em troca dos programas sociais, que permaneceriam somente aqueles realmente indispensáveis.

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 11 de junho de 2026

Jogo limpo?

 

Na tentativa de mostrar inocência em tudo praticado pelo último ex-presidente do país, uma pessoa diz que muitas das ações praticadas por ele foram transformadas em jogo sujo por seus adversários políticos.

Data vênia, o político mencionado acima não praticou qualquer erro inocente e também não só jogou limpo.

Acredita-se piamente que todos os lances no tabuleiro desse político foram tudo muito bem planejados, evidentemente visando à colheita de bons frutos em seu benefício político.

Se o jogo pode ter se transformado em sujo, isso teve enorme contribuição pessoal dele, que se imiscuiu onde havia limite constitucional quanto à autonomia de competência institucional, quando ele resolveu cogitar sobre fraudes em sistema de incumbência constitucional de outro poder da República sobre assunto que ele poderia muito bem ter simplesmente solucionado com o envio de medida legislativa para o saneamento de possíveis falhas.

Não obstante, ele preferiu criar gigantesca polêmica sobre questão eleitoral, para mostrar o seu poder presidencial, deixando enorme flanco aberto para futura exploração de seus potenciais adversários, aqueles mesmos que ele preferiu cutucar com vara curta e judiar com agressões e críticas de incompetência e omissão, quando o omisso terminou sendo ele próprio, que poderia ter ficado calado e providenciar as medidas da sua exclusiva competência constitucional.

Aquele político poderia sim ter jogado limpo se ele tivesse tido a dignidade de apenas cumprir com fidelidade a liturgia prevista na cartilha do chefe do Executivo, executando estritamente o dever do verdadeiro mandatário, sem intervir na autonomia de outro poder da República, quando ele teria, isto sim, jogado limpo e respeitado a competência institucional de outrem.

É preciso ficar muito claro para os seguidores cegos e fanatizados pela ideologia que o político não errou inocentemente, mas ele incorreu em gravíssima falha absolutamente consciente do que estava fazendo, ao agredir integrantes de outro poder da nação, para mostrar valentia perante os seus seguidores.

O certo é que a sua prodigiosa estratégia saiu pela culatra, quando ela simplesmente resultou na conceituação de que ele seria enquadrado como golpista, agressivo atentador dos princípios democráticos e potencial causador de ameaça à estabilidade republicana.

Enfim, tudo o que teria sido muito bem planejado pelo político astuto resultou em verdadeiro desastre, exatamente como mostram muito claramente os fatos históricos.

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 11 de junho de 2026

A mídia

 

Circula na internet notícia segundo a qual o presidente norte-americano estaria pensando em interferir na operacionalização do Pix, de iniciativa exclusivamente brasileira, por entender que a existência desse sistema monetário estaria influenciando no desempenho do dólar, tendo também criticado a mídia brasileira, com palavras de desprezo.

Pode-se até se acreditar que o presidente dos Estados Unidos tenha realmente negado qualquer ameaça ao Pix, extraordinária invenção brasileira no funcionamento do sistema bancário, mas isso de se dizer que "O Brasil tem a mídia mais porca e mentirosa do mundo" não pode ter fundo de verdade, porque isso ofende a soberania da imprensa brasileira, em evidente demonstração de menosprezo à independência da liberdade de expressão.

Essa predição atribuída àquela autoridade colocaria a mídia brasileira na cercania do submundo, em lugar de menor posição para profissionais que somente refletem a realidade brasileira, de se dizerem a verdade sobre os fatos que realmente acontecem na mídia. a verdade é que o presidente americano não seria tão ingênuo de ser tão estúpido, diante da sua indelicadeza perante profissionais absolutamente cônscios da sua responsabilidade de bem informar os fatos do quotidiano.

É preferível se imaginar que aquela autoridade apenas rechaçou a notícia sobre a ameaça ao Pix, por possível invenção da imprensa, algo nunca cogitado naquele país. 

Brasília, em 12 de junho de 2026