quinta-feira, 30 de abril de 2026

O papa e o presidente

 

O presidente dos Estados Unidos voltou a atacar o papa, dizendo que "Alguém pode, por favor, dizer ao Papa Leão que o Irã matou pelo menos 42.000 manifestantes inocentes e completamente desarmados nos últimos dois meses, e que é absolutamente inaceitável que o Irã possua uma bomba nuclear? O pontífice não faz ideia do que está acontecendo no Irã”.

Antes, ele havia declarado que "Não compreende e não deveria andar a falar sobre a guerra, porque não faz ideia do que está a acontecer. Não compreende que 42.000 manifestantes foram mortos no Irão no mês passado".

O republicano foi incisivo ao afirmar que "O Papa Leão é FRACO no combate ao crime e péssimo em política externa. Fala do ‘medo’ da Administração Trump, mas não menciona o MEDO que a Igreja Católica, e todas as outras organizações cristãs, sentiram durante a Covid-19, quando estavam a deter padres, pastores e toda a gente por celebrarem missas, mesmo quando saíam ao ar livre e mantinham uma distância de três ou até seis metros".

Em outra ocasião, o mandatário norte-americano disse que “Não quero um Papa que ache que não há problema em o Irão ter uma arma nuclear. Não quero um Papa que ache terrível que a América tenha atacado a Venezuela, um país que estava a enviar quantidades massivas de droga para os Estados Unidos e, pior ainda, a esvaziar as suas prisões, incluindo assassinos, traficantes de droga e homicidas, para o nosso país. E não quero um Papa que critique o presidente dos Estados Unidos porque estou a fazer exatamente aquilo para que fui eleito, por maioria esmagadora, estabelecendo níveis de criminalidade historicamente baixos e criando o melhor mercado bolsista da história".

Por fim, o presidente disse que "Leão devia recompor-se como Papa, usar o bom senso, deixar de ceder à esquerda radical e concentrar-se em ser um grande Papa, não um político. Isto está a prejudicá-lo gravemente e, mais importante ainda, está a prejudicar a Igreja Católica!".

Em resposta, o papa afirmou que continuará defendendo a paz e que não pretende recuar em sua missão de “anunciar a mensagem do Evangelho e convidar todas as pessoas a procurarem formas de construir pontes de paz e reconciliação. Não vou entrar em debate. O que digo não pretende, de forma alguma, ser um ataque. A mensagem do Evangelho é muito clara: ‘Bem-aventurados os pacificadores’. Não tenho medo da Administração Trump.".

Não há menor dúvida de que a questão envolvendo vidas humanas, como os conflitos entre Estados Unidos e Irã condiz com a missão fundamental do papa, que tem total obrigação de se manifestar, com veemência, pelo fim da guerra, que somente serve para a destruição indiscriminada e cruel do ser humano, principalmente.

Agora, como somente criticar a crise propriamente da guerra, quando o Irã teria matado aproximadamente 42.000 iranianos, somente por terem se colocados contra o regime ditatorial daquele país, mas sobre isso o pontífice não se manifestou, pois também é fato que conspira, como o guerra, contrariamente aos princípios do Evangelho cristão, diante da matança na forma mais cruel possível?

Na verdade, o que o presidente norte-americano disse sobre o papa são muito fortes, em termos da diplomacia que se exige entre estadistas, mas há muita coerência no que ele defende a integridade do povo do seu país, no caso específico da influência das drogas e a ameaça nuclear, objetos dos conflitos liderados por ele, que realmente podem ter causado enorme prejuízo à humanidade, mas estariam dentro dos planos estratégicos dele, para o controle proposto nas metas de Estado, que não cabe ao papa se imiscuir, mesmo na forma imparcial como ele resolveu assim agir, em defesa da humanidade.

Sim, parece que é dever do papa buscar a harmonia e a pacificação entre os povos, procurando oferecer importantes mecanismos que possam viabilizar a paz mundial, mas o caminho para isso precisa ser palmilhado por meio estritamente estratégico e diplomático que levem ao entendimento e à compreensão das partes envolvidas, evidentemente sem demonstração de defesa de nenhum lado do conflito.

Isso porque, nunca será possível a pacificação quando os instrumentos usados são estritamente de acusação, que não leva a absolutamente nada.

Apelam-se por que tanto o presidente dos Estados Unidos como o papa se conscientizem de que o único e melhor caminho para se pôr fim à guerra é o diálogo, a compreensão e diplomaria, com embargo das farpas infrutíferas e inúteis.     

Brasília, em 14 de abril de 2026

A verdade

               Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém aconselha que se entregue a Deus suas ansiedades, sob a garantia de que Ele vai cuidar delas, devendo se entender que isso se trata de promessa composta da maior e mais pura enganação.

À toda evidência, é sabido que não é próprio de Deus cuidar de absolutamente nada, em termos materiais, visto que a sua real finalidade é instituto da manutenção da crença religiosa, na convicção de que se Deus quiser, algo ansiado há de ser concretizado, evidentemente se a pessoa for merecedora de alcançar os seus objetivos.

Melhor explicando, quem entrega seus anseios ou objetivos a Deus, precisa saber que de nada adianta se a própria pessoa não tiver condições de implementá-los, porque Deus não vai cuidar de coisa alguma, justamente porque isso não faz parte da índole espiritual Dele, que apenas serve como verdadeiro instrumento de fé religiosa, na crença que sustenta a sua autoridade celestial.

Enfim, como alguém supostamente com conhecimentos superiores do Evangelho de Jesus Cristo, com a experiência pastoral como pastor, se atreve a disseminar mensagem que não condiz com a realidade divina, quanto à sua verdadeira função espiritual, que se limita, que já é tudo para o ser humano, a servir de parâmetro para se acreditar?

A verdade é que Deus realmente tudo pode, em termos de crença, mas nada realiza, em termos materiais, o que significa se afirmar que nem adianta entregar nada a Deus, porque certamente Ele não irá cuidar de absolutamente nada.

Em conclusão, pode-se afirmar que as pessoas devem entregar as suas ansiedades a si próprias e terem esperança de que Deus há de ajudá-las à implementação delas.

             Brasília, em 14 de abril de 2026

Péssima gestão

 Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém descreveu o péssimo legado do último ex-governador do Distrito Federal, entre muitas mazelas figura a quebra do Banco de Brasília - BRB, devido aos investimentos em papéis podres do Banco Master.

Tem o ditado popular que diz que o povo tem o representante político que merece e nada melhor do que o exemplo vivo desse político competentíssimo na dominação político-administrativa, tendo conseguido enganar não somente a população candanga, mas também a classe política, à vista da sua saída ainda pela porta da frente do Buriti, sem levar consigo o sinete, na testa, como bem merecia de gestor incompetente e desonesto, por todos os méritos que fez jus de maldade ao povo Distrito Federal.

Em compensação, ele, pasmem, ainda pensa em ser senador da República, representando o povo de Brasília, evidentemente com o voto do “seu” povo, fruto da gigantesca destruição e da impunidade, à vista dos prejuízos causados ao patrimônio dos brasilienses, que certamente o recompensarão com a sua condução ao relevante cargo de senador, para selar, em definitivo, todas as maldades por ele causadas ao povo de Brasília.

A verdade é que de nada adiantam as grandes lições de incompetência, desonestidade e irresponsabilidade, como prova cabal da maldade na gestão pública, quando o povo se obstina com a malévola ideia de que o bom político é exatamente aquele que consegue deixar o seu nome marcado pela gestão devoradora dos princípios consagradores da incompetência, da destruição dos princípios do bom gestor e, enfim, do desprezo à integridade do patrimônio público.

Ao contrário do que se poderia imaginar, o majestoso legado desse político o “qualifica”, sim, à investidura de cargo da maior relevância da República, exatamente porque é assim que vem pensando o povo brasileiro, de privilegiar os políticos desonestos, insignificantes e irresponsáveis, na vida pública.

 Infelizmente, essa verdade tem sido comprovada seguidamente, nas urnas, com o apoio do povo a políticos da pior espécie que muito bem vêm o representando, nos importantes assuntos políticos, porque é precisamente assim que ele se satisfaz, com a ridicularização da administração do Brasil.

Acorda, Brasil!

            Brasília, em 15 de abril de 2026

Condenação

 

Circula, nas redes sociais, a seguinte frase, in verbis:Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com o bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência mais que pelo trabalho, que que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, a honestidade se converte em autossacrifício; então poderá afirmar, sem temor, que sua sociedade está condenada.”. Ayn Rand, 1920 

 O certo é que mais de um século se passou, mas infelizmente ainda é insuficiente para a medíocre mentalidade brasileira perceber a devastação predominante no Brasil, graças ao império de políticos gananciosos, desonestos, mentirosos, incompetentes, aproveitadores e enganadores,

Eles são apoiados às custas de benesses tiradas do bolso da outra parte dos brasileiros conformados com a desgraça imposta por quem tem a sabedoria de tudo praticar livremente de muitas e terríveis maldades, em benefício de seus projetos hegemônicos de dominação política, sem que nenhuma medida efetiva tenha condições de contrariar a fúria da plena aniquilação dos princípios de civilidade, democracia e humanismo.

Diante dos fatos, é muito fácil se concluir, queira ou não, que a inteligência da degeneração e da maldade teve superior evolução, nesse mais de século de profecia do caos, logicamente no sentido favorável aos seus propósitos, como mostra a realidade dos acontecimentos, em que a inteligência do bem não consegue suplantar as ideias soberanas da destruição dos princípios da bondade.

A postagem da mensagem secular tem o propósito de instigação e provocação à urgente reflexão, precisamente no sentido da busca de mecanismos capazes de neutralizar as ideias progressistas da maldade, da degeneração e do caos que inexplicavelmente prevalecem sobranceiros no reino tupiniquim, sem esperança nem perspectiva de mudança de absolutamente nada, em termos da regressão das maldades em pleno curso, que somente contribuem para a potencialidade da regressão de brasileiros e, em última análise, do Brasil.

Urge que os brasileiros do bem reajam profundamente contra essa ideologia cancerosa, que vem dominando integralmente a mentalidade principalmente da ingênua pobreza brasileira, que não demonstra o mínimo interesse na aderência a outra maneira de viver sem o assistencialismo oficial e à dependência financeira do governo.

Trata-se de tarefa monumental, que exige ingente esforço intelectual, mas a relevância da causa justificaria todo e qualquer sacrifício para salvar a nação do império da degeneração e da desgraça, que são o marco do infortúnio e da desolação de um povo.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 15 de abril de 2026

Boas-vindas

 

Salve este lindo dia ensolarado, de nuvens claras discretamente ornando o céu majestoso de Brasília.

Envoltos nesse alegre e abençoado cenário da natureza, nossos corações se enchem de expectativa para o primeiro contato, logo mais, às 15h00, nas proximidades da sempre imponente Torre de Televisão de Brasília, com os queridos amigos de bancos escolares da saudosa Escola de Especialistas de Aeronáutica.

Certamente que cada qual vai repetir a mesma frase: que bom, amigo Alvimar, Mitchell, Gonzaga, em revê-lo e abraçá-lo, com carinho etc., quando aflora, no peito, alguma ou muitas lembranças de nossas atribuladas e corriqueiras atividades escolares.

No momento, tudo será rápido e passageiro, porque o tempo servirá para as boas-vindas e os desejos proveitos do salutar reencontro de velhos guerreiros de trincheiras escolares, onde nossos objetivos foram brilhantemente alcançados, com a glória que nos ajudou a blindar, com a graça divina, este dia especial, em nossas vida.

Até mais, amigos…

Brasília, em 16 de abril de 2026

Em defesa da ideologia

 

Em mensagem postada na internet, um político faz veemente apelo pela volta do último ex-presidente do país ao poder, sob o argumento de que ele teria aprendido a governo o Brasil, com competência, eficiência e responsabilidade, ao contrário do atual governo

Ao que tudo indica, a desgraça impingida ao Brasil tem nome, que é a nefasta ideologia, de direita ou de esquerda, conquanto quem a defenda somente tem noção de fanatismo, com arraigado apego ao seu líder político, não importando as suas qualidades e os seus defeitos e muito menos se ele tem competência para presidir o Brasil, porque importa mesmo é ter o seu líder no poder.

As crises que dominam as instituições brasileiras são tão complexas que os políticos de vitrines já mostraram que são incapazes e incompetentes para solucioná-las, pois eles apenas existem para satisfazerem os seus projetos políticos, sem a menor preocupação com os interesses maiores da nação, que fica em plano secundário.

De vez que eles já demonstraram, a seu modo, que são destituídos dos requisitos necessários à eliminação dos gravíssimos problemas nacionais, que se acumulam em precariedades insolúveis.

Os brasileiros precisam se conscientizar de que urge a implementação de medidas radicais e revolucionárias para a eliminação dos gravíssimos problemas nacionais, evidentemente com embargo da terrível ideologia política, que é responsável pela predominância do subdesenvolvimento generalizado.

Brasília, em 16 de abril de 2026

Publicação do meu 86º livro

 

É com muito prazer que informo a conclusão de mais uma obra literária, que representa o meu octogésimo sexto (86º) livro, fato este que me  motiva e estimula por meio da energia vinda de meus textos, que alimentam as minhas fontes criadoras e inspiradoras, na certeza de que necessito delas para a continuidade das importantes atividades de escrever textos que têm sido a razão maior do meu viver feliz.

Nesse livro, homenageio, como forma de carinho, a inesquecível Base Aérea de Brasília, lugar sagrado para mim, pois foi ali que dei início à minha história de vida profissional, nos idos de 1º de julho de 1966.

Na Base, eu tive amplas condições para trabalhar e estudar e foi lá que praticamente tudo começou, em termos profissionais, pois a vida militar me fascinava e estimulava à luta com muita bravura por objetivos bem claros e definidos.

Fico bastante feliz e agradecido a Deus, ainda mais pela oportunidade de registrar a minha eterna gratidão de amor que nutro à Base Aérea de Brasília, o verdadeiro esteio do início do que construí na vida.

A fotografia da capa do livro é vista panorâmica da Base Aérea, que mostra o dia dedicado ao aviador, em que os seus portões ficam abertos ao público. 

Transcrevo, a seguir, forma de gratidão e admiração que tenho pela Base Aérea de Brasília, que homenageio no meu livro, mostrando um pouco da minha história vivida ali.

                                          “DEDICATÓRIA

Tenho a maior alegria em dedicar este livro à memória da Base Aérea de Brasília, local onde ingressei no serviço militar da Aeronáutica, para servir como soldado, em 1º de julho de 1966.

É curioso que, quando eu ingressei na Base, ali só existiam dois prédios, o velho e saudoso hangar, onde muitas atividades se realizavam ali, inclusive o meu alojamento ficava dentro dente, onde ficava também existia uma televisão, que era a nossa diversão.

No outro edifício, ficavam o comando da Base, os alojamentos de oficiais e sargentos, o rancho para todos e a unidade de saúde.

Inicialmente, comecei a trabalhar na unidade de hospitalar da Base até ingressar no curso de Cabo Escrevente, quando concluído, fui designado para servir na Tesouraria.

Depois de algum tempo eu fui transferido para a 6º Zona Aérea Regional, que ficava no outro lado da pista, em local chamado de Apache, que mais tarde foi transferida para o Ministério da Aeronáutica, na Esplanada dos Ministérios.

Lembro-me que foi, na Base que comecei os meus estudos, indo toda noite para a escola na Asa Sul, sob as maiores dificuldades, porque o ônibus somente passava no Aeroporto, distante mais de quilômetro dobrado, de ida e volta, muitas vezes sob chuvas.

Tudo era muito difícil, pois eu ficava em atividade o dia inteiro e, parte da noite, se destinava aos estudos, mas somente por conta do sacrifício é que seria possível se vislumbrar a possibilidade de progresso na carreira, que sempre foi o meu sonho.

Sempre reconheci que o meu ingresso na Base foi marco fundamental de tudo, desde a minha morada e a alimentação, que ficavam ali, além de eu ter tido as melhores iniciativas necessárias principalmente aos estudos, que foram a base de tudo na minha vida.

A oportunidade que tenho agora me faz muito feliz, pela alegria de dedicar este livro à sempre amada Base Aérea de Brasília, que considero o berço da minha vida profissional e me ter dado as melhores condições para eu crescer nos estudos e na vida como um todo.

Agradeço a Deus, por eu ter começado a vida profissional na Base Aérea de Brasília, onde tive não só a oportunidade, mas especialmente a felicidade de iniciar todas as bases de inspiração para o meu projeto de vida, onde acumulei muitos conhecimentos e forças necessárias ao enfrentamento das dificuldades naturais de quem tinha esperança de alcançar os melhores objetivos de vida, que felizmente se realizaram.

Ah que saudades da minha eterna Base Aérea, de onde dei início praticamente a tudo que realizei na vida, sendo responsável pela estruturação dos meus propósitos.

Resta a minha eterna gratidão a Deus, por ter permitido o meu ingresso na Base Aérea de Brasília, no exato momento em que floresciam em mim  os verdejantes sentimentos e ideias sobre o que realmente faria sentido na minha vida, em termos de futuro.”.

Brasília, em 28 de abril de 2026