Por simples curiosidade pessoal, eu resolvi consultar o Google sobre a existência dos escritores brasileiros que escreveram e publicaram a maior quantidade de livros.
Nessa
importante página que é acessível ao público em geral e presta valiosas
informações sobre o conhecimento do interesse humano, especialmente
compreendendo os assuntos da atualidade, fiquei sabendo sobre os dez escritores
que mais escreveram livros e os publicaram, que são os intelectuais a seguir,
na ordem da publicação do Google:
1º -
Ryoki Inoul – 1.127 livros, versando sobre romances, contos, crônicas e outros
assuntos.
2º - R.F.
Luchetti – fala-se vagamente de 1.500 livros, versando sobre gêneros diversos
(Não há explicação porque ele figura em segundo lugar, no Google, já que ele pode
ter publicado mais do que o primeiro escritor, a depender do conteúdo dos seus
escritos).
3º -
Chico Xavier – 450 livros originários de psicografia espiritual.
4º -
Câmara Cascudo – 190 livros, versando sobre histórias regionais.
5º - Ruth
Rocha – 180 livros, versando sobre literatura infantil.
6º -
Pedro Bandeira – 130 livros, versando sobre assuntos infanto-juvenis.
7º - Ana
Maria Machado – mais de 100 livros, versando sobre assuntos juvenis e adultos.
8º -
Lívia Gasparetto – 58 livros originários de psicografia espiritual.
9º -
Carlos Drumond de Andrade – mais de 50 livros, versando sobre poesia.
10º -
Marcos Rey – mais de 40 livros, versando sobre romances para jovens e adultos.
Para a minha
intensa alegria pessoal, esclareço que eu sou autor de 86 livros, versando
sobre crônicas que analisam fatos do dia a dia, todos publicados, cujo fato
comprova, à vista do inquestionável levantamento oficial organizado pelo
Google, conforme relação descrita acima, que eu sou, pasmem senhores, o oitavo
(8º) maior escritor brasileiro e o segundo do Nordeste, de todos os tempos, em
termos de quantidade de livros escritos e publicados.
Nessa
mesma linha de interpretação, de forma mais restritamente, eu sou o sargento
formado pela Escola de Especialistas de Aeronáutica com recorde de livros
elaborados e publicados.
É
evidente que o Google não registra o meu nome como sendo autor de tamanha
proeza literária, mas, para mim, isso em si tem muito pouca relevância, porque
o expressivo significado desse milagre literário diz precisamente que eu
escrevi todos esses livros e tenho como provar as suas existência e autoria,
por meio das crônicas todas catalogadas em arquivos próprios.
A
propósito, estou envidando esforços para que eu figure entre o top ten
dos maiores escritores publicadores de livros, embora reconhecendo as enormes
dificuldades para que isso se viabilize, em razão, em especial, da enorme
burocracia e também por eu ser pessoa sem nenhuma notoriedade literária, no
Brasil, especialmente no que diz respeito à falta de divulgação do meu intenso
trabalho literário.
O
importante é que eu saiba perfeitamente o que tudo isso significa pessoalmente
para o meu gigantesco currículo de mero menino de engenho, como assim eu me considero,
que sempre se empenhou ao máximo em fazer o melhor em tudo que se vislumbrava
no seu horizonte e essa epopeia comprova perfeitamente a minha assertiva de me
esforçar ao máximo nos empreendimentos, inclusive literários.
Agradeço
muitíssimo ao bondoso Deus, pelo dom da inspiração literária que certamente provém
da Sua magnanimidade, diante da facilidade que tenho tido para tanta
prolixidade para escrever sobre os fatos da vida, na mais singela maneira de
expressar os meus modestos sentimentos de análise e conclusão, sem a menor
pretensão senão de que os meus textos possam ter alguma serventia para a
sociedade.
Brasília,
em 19 de abril de 2026
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