segunda-feira, 27 de abril de 2026

Desonestidade

 

Diante do encerramento das investigações sobe as irregularidades constatadas nos cofres do INPS, com graves lesões aos interesses dos idosos, houve manifestação de repúdio em favor de sansão ao partido considerado das trevas.

Se o real entendimento da indagação é o de avaliação do partido em si, parece não fazer o pleno sentido, diante da sua índole, que condiz normalmente com práticas contrárias aos sagrados princípios da moralidade, da honradez e da dignidade, à vista de inúmeros escândalos protagonizados por importantes integrantes dessa agremiação. a exemplo dos estragos causados aos cofres públicos pelo mensalão, petrolão e outras irregularidades que até se tornaram impunes.

Diante da representação ruidoso da comemoração do encerramento das investigações sobre roubalheiras dos aposentados, supostamente com o maior envolvimento de pessoas defendidas pelo partido das trevas, ganha importância se perguntar "o que dizer de pessoas que apoiam partido que não se envergonha em aplaudir a comprovada esculhambação com o dinheiro público?

Isto sim tem muito mais plausibilidade em se avaliar também a falta de dignidade e honradez de quem tem sido contumaz no envolvimento de irregularidades e escândalos, ainda mais a mediocridade dos eleitores que têm absoluta consciência da aderência de políticos à prática de costumeira maldade aos cofres públicos, conquanto nada disso os impedem de elegerem políticos deformados, aproveitadores, insignificantes e desonestos.

O certo é que fatos e imagens mostram que congressistas desavergonhados aplaudem o encerramento de investigações, que poderiam levar à apuração de prejuízos milionários, à imputação de responsabilidades e à possibilidade de reparação dos danos causados aos aposentados.

Apelam-se por que os brasileiros se conscientizem de que a moralização do Brasil depende da eliminação da vida pública de políticos desonestos, desavergonhados, indignos e insignificantes, i.e., não votando de forma alguma neles.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 18 de abril de 2026

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