Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém pergunta quem acredita
que o pré-candidato da direita à Presidência da República é capaz de salvar o
Brasil?
À toda evidência, a expressão "salvar o Brasil" é muito forte,
porque se trata de vontade que exige extremas competência, sabedoria e
altruísmo, que, aparentemente, são atributos não totalmente existentes no
político indicado na imagem mostrada.
Sem margem de dúvida, esse político tem como principal predicativo
apenas ser filho do maior líder político da oposição brasileira, dando a
entender, por isso, que tudo não passa de estratégia pessoal do pai dele, que
levou em conta os interesses particulares do clã familiar, como forma de
proteção dos projetos políticos por ele construídos.
Isso demonstra completo e claro detrimento das causas nacionais, que têm
predominância na escolha de candidato ao Palácio do Planalto, notadamente no
que diz respeito à tentiva de salvamento de alguma coisa, muito menos do
Brasil.
O certo é que o Brasil, nesse caso, não mereceu a mínima consideração no
importante momento da indicação do candidato ideal para efetivamente salvá-lo,
quando o ideal teria sido a indicação do melhor candidato ao cargo de
presidente da República que melhor preenchesse os atributos de experiência,
competência e preparo o mais próximo para o enfrentamento dos gravíssimos
problemas nacionais.
O lançamento dessa ideia de salvamento do Brasil pode até despertar, nos
verdadeiros brasileiros, o real interesse de mobilização da sociedade para se
encontrar o candidato que possa preencher as melhores condições para presidir o
país, evidentemente sob as qualificações necessárias ao enfrentamento das
terríveis crises generalizadas e predominantes.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 20 de abril de 2026
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