segunda-feira, 27 de abril de 2026

Salvar o Brasil

 

Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém pergunta quem acredita que o pré-candidato da direita à Presidência da República é capaz de salvar o Brasil?

À toda evidência, a expressão "salvar o Brasil" é muito forte, porque se trata de vontade que exige extremas competência, sabedoria e altruísmo, que, aparentemente, são atributos não totalmente existentes no político indicado na imagem mostrada.

Sem margem de dúvida, esse político tem como principal predicativo apenas ser filho do maior líder político da oposição brasileira, dando a entender, por isso, que tudo não passa de estratégia pessoal do pai dele, que levou em conta os interesses particulares do clã familiar, como forma de proteção dos projetos políticos por ele construídos.

Isso demonstra completo e claro detrimento das causas nacionais, que têm predominância na escolha de candidato ao Palácio do Planalto, notadamente no que diz respeito à tentiva de salvamento de alguma coisa, muito menos do Brasil.

O certo é que o Brasil, nesse caso, não mereceu a mínima consideração no importante momento da indicação do candidato ideal para efetivamente salvá-lo, quando o ideal teria sido a indicação do melhor candidato ao cargo de presidente da República que melhor preenchesse os atributos de experiência, competência e preparo o mais próximo para o enfrentamento dos gravíssimos problemas nacionais.

O lançamento dessa ideia de salvamento do Brasil pode até despertar, nos verdadeiros brasileiros, o real interesse de mobilização da sociedade para se encontrar o candidato que possa preencher as melhores condições para presidir o país, evidentemente sob as qualificações necessárias ao enfrentamento das terríveis crises generalizadas e predominantes.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 20 de abril de 2026

 

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