quinta-feira, 30 de abril de 2026

Péssima gestão

 Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém descreveu o péssimo legado do último ex-governador do Distrito Federal, entre muitas mazelas figura a quebra do Banco de Brasília - BRB, devido aos investimentos em papéis podres do Banco Master.

Tem o ditado popular que diz que o povo tem o representante político que merece e nada melhor do que o exemplo vivo desse político competentíssimo na dominação político-administrativa, tendo conseguido enganar não somente a população candanga, mas também a classe política, à vista da sua saída ainda pela porta da frente do Buriti, sem levar consigo o sinete, na testa, como bem merecia de gestor incompetente e desonesto, por todos os méritos que fez jus de maldade ao povo Distrito Federal.

Em compensação, ele, pasmem, ainda pensa em ser senador da República, representando o povo de Brasília, evidentemente com o voto do “seu” povo, fruto da gigantesca destruição e da impunidade, à vista dos prejuízos causados ao patrimônio dos brasilienses, que certamente o recompensarão com a sua condução ao relevante cargo de senador, para selar, em definitivo, todas as maldades por ele causadas ao povo de Brasília.

A verdade é que de nada adiantam as grandes lições de incompetência, desonestidade e irresponsabilidade, como prova cabal da maldade na gestão pública, quando o povo se obstina com a malévola ideia de que o bom político é exatamente aquele que consegue deixar o seu nome marcado pela gestão devoradora dos princípios consagradores da incompetência, da destruição dos princípios do bom gestor e, enfim, do desprezo à integridade do patrimônio público.

Ao contrário do que se poderia imaginar, o majestoso legado desse político o “qualifica”, sim, à investidura de cargo da maior relevância da República, exatamente porque é assim que vem pensando o povo brasileiro, de privilegiar os políticos desonestos, insignificantes e irresponsáveis, na vida pública.

 Infelizmente, essa verdade tem sido comprovada seguidamente, nas urnas, com o apoio do povo a políticos da pior espécie que muito bem vêm o representando, nos importantes assuntos políticos, porque é precisamente assim que ele se satisfaz, com a ridicularização da administração do Brasil.

Acorda, Brasil!

            Brasília, em 15 de abril de 2026

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