É notoriamente triste e lamentável a situação de governabilidade do
Brasil, que atravessa momento angustiante de instabilidade administrativa, com
rombos nas contas públicas e enormes déficits em estatais, graças à
predominância da incompetência, da ineficiência e da irresponsabilidade,
conforme atestam os especialistas das áreas política e econômica.
Diante desse desolador e periclitante quadro, anuncia-se o candidato do
futuro presidente do Brasil, na pessoa do filho do político que imagina ser o
único dono da ala da direita e ainda ter o poder para empurrar de goela abaixo
dos brasileiros, sem precisar consultar ninguém, político da sua preferência
familiar, em forma de continuidade do feudo político, exatamente para
satisfazer à vontade de seus projetos político-pessoal.
Isso fica muito evidente em dissonância com os interesses do Brasil,
que, ao contrário, merece ser presidido por alguém preparado com a devida
experiência do traquejo com as questões de ordem administrativa, em reais
condições de enfrentamento das gravíssimas crises institucionais implantadas
desde o governo anterior ao atual.
À toda evidência, não se tem como avaliar o desempenho do candidato da
direita que foi colocado na disputa do cargo presidencial, exclusivamente pela
imposição do pai dele, porque ele nada tem para mostrar, senão o DNA de
importante clã familiar com larga vida política.
A verdade é que esse fato nada representa diante das ingentes
dificuldades que assoberbam profundamente o país, com a imensidão de problemas
inerentes ao seu gerenciamento, exigindo a indicação de candidato com as
qualificações reconhecidas por seus atributos à altura das dificuldades
existentes na administração do Brasil.
Por certo, isso os melhores atributos de competência e preparo não estão
presentes no político indicado por quem deveria ter tido o devido respeito aos
princípios republicanos e democráticos, quanto ao entendimento que o bom
candidato é aquele escolhido livremente pelas lideranças políticas e o povo, em
se tratando da prevalência do país.
Apelam-se por que os brasileiros do bem se conscientizem de que o Brasil
tem urgência na mudança da sua administração e isso somente poderá ser possível
com alguém capacitado com os atributos de competência, eficiência e
responsabilidade, com embargo de indesejável favorecimento pessoal.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 19 de abril de 2026
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