sexta-feira, 29 de maio de 2026

Classificação

 

Os Estados Unidos decidiram determinar que o Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) são organizações terroristas estrangeiras, por considerar que eles formam grupos que praticam o terrorismo em nível internacional. 

A decisão acontece após a visita do senador filho do último ex-presidente brasileiro, pré-candidato à Presidência da República, ao presidente dos Estados Unidos.

O Secretário de Estado norte-americano afirmou que “O Comando Vermelho e o PCC são duas organizações criminosas mais violentas do Brasil. Juntos, eles comandam milhares de integrantes e orquestram ataques brutais contra policiais brasileiros, autoridades públicas e civis. Sua influência e redes ilícitas se estendem muito além das fronteiras do Brasi, alcançando toda a nossa região e, também, o nosso país. A administração Trump continuará usando todas as ferramentas disponíveis para proteger nossos interesses de segurança nacional e negar o financiamento e recursos narcoterroristas.".

Essa medida contra o crime organizado tem por finalidade facilitar as ações dos Estados Unidos no combate aos grupos terroristas, fora daquele país, mas que representam ameaça à segurança nacional, à política externa e à economia dos EUA.

O governo brasileiro não se manifestou sobre a medida norte-americana, mas um importante assessor do Palácio do Planalto disse que essa iniciativa pode servir de “pretexto para intervenção no Brasil”, medo este que já havia sido esboçado como forma de preocupação pelo presidente brasileiro.

À toda evidência, o governo brasileiro se esforçava para evitar que esta designação fosse imposta pelos EUA, diante do receio de se permitir a influência indireta, segundo fontes seguras, nas eleições e interferência americana no Brasil.

Na verdade, a iniciativa norte-americana diz muito com a segurança interna daquele país, mais a sua abrangência e especialmente importante para a humanidade, de vez que essas organizações criminosas têm ramificações em todos os cantos do mundo, pois as suas drogas são enviadas para os mais remotos lugares do planeta.

É preciso ficar muito claro que o crime organizado é verdadeiro câncer que precisa ser combatido com todos os instrumentos e por todos os governos, principalmente por aqueles cujos países estejam sendo afetados pelos crimes praticados pelos grupos criminosos brasileiros.

A medida norte-americana é de suma importância como forma de combate à criminalidade que tanto prejudica a humanidade, de modo que isso, de algum modo, preenche a omissão criminosa do país tupiniquim, que prefere ignorar as maldades e as perversidades desses grupos fora da lei, que trafegam drogas e armas praticamente com a cumplicidade das autoridades, em detrimento da dignidade humana.

Enfim, os brasileiros nutrem a esperança de que a importante iniciativa adotada pelos Estados Unidos possa, de forma efetiva, contribuir para, ao menos, minimizar e frear a volúpia agressiva do crime organizado, que se apoderou do Brasil, diante da omissão e da complacência de quem deveria combatê-lo, na forma da lei.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 29 de maio de 2026

Alerta

 

Há notícias dando conta de que um juiz da corte maior do país teria sido alertado, por duas vezes, sobre a existência de pane nos aviões que ele já estava embarcado confortavelmente no assento, dando a entender sobre a possibilidade de sabotagem para assassiná-lo, o que, logicamente, o afastaria da relatoria de importantes processos naquela corte. 

Como se todo espectro estratégico fosse novidade, na República tupiniquim, em caso semelhante ao atual, porque não precisa ser inteligente para se compreender as artimanhas do sistema dominante, que sabe perfeitamente o atalho para o trabalho que pode vir a prejudicar os seus interesses políticos.

À toda evidência, esse juíz que vem sendo visado possivelmente pelo sistema, já pela segunda vez, precisa se conscientizar de que a terceira vez pode ser a última, na hipótese que as vezes anteriores serviram apenas como ensaios propositais, mas a próxima investida pode ser fatal, a depender da imprudência do juíz, que não consegue ficar sem viajar, porque isso poderá ser o seu fim, embora pareça que se trata de algo que não toca à sua sensibilidade, em termos de cuidados pessoais.

Aconselham-se que o juíz sortudo viaje somente entre a sua casa e o seu serviço, sob pena de haver algo absolutamente desagradável, à vista do quadro mais do que desenhado, que não pode ser ignorado, em se tratando da índole das pessoas contrárias envolvidas.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 29 de abril de 2026

Livre consciência

 

Uma mensagem trata de bom presságio,  no sentido do aconselhamento para a prática do bem, principalmente para se “enxergar o mundo com os olhos da fé e encarar cada felicidade.”.

Isso sim mostra o verdadeiro sentido da crença religiosa da bondade nas obras divinas, que precisa ser incutida no coração de quem acredita nos milagres vindos de outras galáxias, que são disponibilizados livres e espontaneamente para a construção do bem pessoal e de todos, segundo a ordem celestial.

Enquanto em outra mensagem leia-se: “Quando Deus não tira os obstáculos do caminho, Ele fortalece os nossos passos”.

A bem da verdade, não é correto o entendimento segundo o qual Deus tira nem coloca coisa alguma na vida de ninguém.

Os obstáculos na vida de alguém pode ser fruto do seu merecimento para o mal ou para o bem.

O Deus que existe dentro de nós é apenas o arquiteto da bondade que as nossas fé e crença construímos para servir de bondade em tudo aquilo que pensamos que pode existir de maravilhoso, segundo toda obra genial disponibilizada na mãe natureza espiritual em benefício do homem.

Quem fortalece os nossos passos somos nós mesmos, tendo em conta o nosso livre-arbítrio de agirmos com dignidade, caridade, bondade e amor, em consonância com as belezas da fé religiosa emanada pela magnanimidade Deus, que somente tem como princípio a construção do bem.

Ninguém se iluda que Deus vai tirar ou colocar alguma coisa, pois isso é missão que incumbida exclusivamente à livre consciência do homem, que deve ter a sabedoria de empreender o melhor para si, para o próximo e para Deus.

Ponha essa ideia na sua vida.

Amém!

Brasília, em 30 de abril de 2026

O bom exemplo

 

De maneira surpreendente, alguém de grupo de amigos postou vídeo impróprio para os costumes da família tradicional, que tem por hábitos o respeito à integridade da moralidade.

Diante disso, eu entendi que precisamos realizar a melhor forma de integridade moral que sempre imperou neste grupo, na forma da postagem de bons conteúdos, que primam pelo respeito aos costumes ínsitos no nosso seio de amigos.

Muito pelo contrário, não pretendo censurar absolutamente nada sobre o direito de manifestação e postagem nesta página, por entender que todos temos autossenso de compreensão sobre o que é importante, em termos de assuntos úteis ao grupo.

Apenas gostaria de alertar sobre o senso de equilíbrio quanto aos assuntos que devem circular tranquilamente nesta página, que devem se ater àqueles com teor próprio de conteúdo informativo, educativo e principalmente com noticiário atualizado de relevância.

Nesse contexto, não tem cabimento, a meu juízo, assuntos relacionados à sexualidade e as suas derivações, como o belo vídeo que foi postado, porque o seu conteúdo é impróprio para a faixa etária até 100 anos.

Espero que as pessoas do grupo possam entender a minha ponderação, que falo em nome da preocupação com a minha esposa, que tem por hábito ver as notícias, logo cedinho, que circulam no meu celular, certamente para apreciar os assuntos sadios e apropriados para a família tradicional brasileira.

Com o meu costumeiro carinho!

Brasília, em 30 de abril de 2026

O bom conselho

 

Um ex-juiz da corte maior do país lamentou que o Senado Federal não tenha aprovado o nome indicado pelo presidente do país para o cargo de ministro dessa corte, por entender que o Brasil perde um grande magistrado.

Se é verdade que o Brasil perde grande ministro, com a desaprovação pelo Senado Federal de candidato à vaga da corte maior do país, é muito mais verdade que nunca alguém importante perdeu excelente oportunidade para ter ficado calado no seu quadradinho, porque isso certamente teria evidenciado a prática do bom senso e da sensatez.

Quando todas as pessoas sensatas e defensoras das causas do bem se uniram, em uníssono, com as forças da bondade e da racionalidade, para rejeitar e afastar pessoa perversa, traiçoeira e maldosa do convívio de onde só se espera o bem, aparece o suposto “anjo” da corte para tentar salvar a “dignidade” travestida de demônio.

Tem o velho adágio que diz que, de onde menos se espera, pode sim surgir inesperada surpresa, que pode ter sido exatamente o que houve com esse cidadão, cujo conceito navegava bem acima das nuvens, quando até então ainda não tinha cometido desvio de conduta tão gritante, como o de se se aliar, em opinião favorável, à pessoa indígena e indigesta, conforme ficou patente com a desaprovação dela pelo Senado Federal.

Do contrário disso, a pessoa indicada teria sido aprovada pelo Senado Federal, evidentemente sem qualquer ressalva.

Convém que, se a opinião atribuída à pessoa indicada for verdadeira, que o ex-magistrado repense, urgentemente, os seus conceitos, de modo a reconquistar a sua credibilidade como homem público íntegro.

Brasília, em 30 de abril de 2026

Indecência

 

Segundo se noticia, o governo teria liberado bilhões em emendas parlamentares para a sensibilização de senadores votarem favoravelmente à aprovação do nome indicado pelo presidente do país para o cargo vago na maior corte brasileira.

A imagem mostrada em vídeo expressa situação fidedigna à realidade atual do país, em que o monumental esforço do governo foi incapaz de jogar pessoa indigna dentro da maior corte do país.

Isso pode significar precisamente que prevaleceram o bom senso e a racionalidade na avaliação da medida pretendida pelo governo, que não correspondia precisamente ao sentimento ideal para a sociedade brasileira, assim sob a pensada avaliação final do Senado da República.

À vista de tão importante medida adotada pelo Senado Federal, por rejeitar o ingresso de pessoa indígena na corte maior da nação, bastam os aplausos à serenidade no resultado de importante medida, não havendo motivo algum para risada, que estar-se-ia se igualando aos canalhas, quando acontece algum fato contrário aos seus interesses.

Convém que os brasileiros aprendam simplesmente a aplaudir ou protestar conforme o acontecimento das situações, evitando o deboche próprio dos canalhas, mesmo que isso possa parecer desejável.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 30 de abril de 2026

Parabéns, Eugênio!

 

Hoje, temos a alegria de celebrar não somente mais um natalício do amigo Eugênio, mas especialmente uma linda vida inteira de ricas e lindas histórias, conquistas e sabedorias, em que ele, com o seu jeito doce e quietinho, sempre demonstrou o seu amor às pessoas queridas, como familiares e amigos.

Compreende-se que se completar 80 anos é sim muitíssimo privilégio pessoal, mas sobretudo verdadeira dádiva de Deus, que a concede às pessoas merecedoras do Seu acolhedor amor de viver feliz junto com seus familiares e amigos, que correspondem em carinho essa bondade celestial, como recompensa pela sabedoria de se viver segundo os sentimentos, bondade e amor compreendidos no Evangelho de Jesus Cristo. 

A presente comemoração festiva tem o sentido histórico do sublime presente divino ao querido aniversariante, que realmente merece ser festejado com as pompas e as honras que se harmonizam com o amor e a gratidão, em reconhecimento pelas conquistas e vitórias, que certamente suplantaram os naturais obstáculos enfrentados na longa trajetória da sua vida, espetacularmente digna da comemoração festiva.

Que o bondoso Deus permita que a fantástica jornada de vida do amigo Eugênio seja marco de novas e lindas oportunidades de vida, em que o novo ciclo seja repleto das graças divinas da saúde, da paz, do amor e das alegrias eternos, e que ela esteja sempre cercada do carinho dos familiares e amigos que tanto o admiram e o amam.

Ao ensejo, também concitamos para que a magnanimidade divina se faça presente neste maravilhoso evento, permitindo que os predicativos de bondade, carinho e amor inatas no aniversariante sejam motivadores de inspiração para todos nós.

Enfim, registre-se a incontida alegria em nossos corações, por termos a honra de comparticipar do usufruto de evento tão especial, oportunidade em que se presencia o pleno contentamento do aniversariante, que se deixa tomar completamente pelo sentimento de amor e carinho espargidos por todos os presentes.

Que os melhores augúrios conspirem pela vinda de muitos e felizes anos na sua vida, prezado e estimado amigo Eugênio!

Parabéns e feliz aniversário!

Brasília, em 1º de maio de 2026

O melhor presidente

 

Conforme mensagem postada na internet, alguém gostaria de saber quem concorda que o último ex-presidente do país tenha sido o melhor do Brasil.

Quando se menciona o "melhor presidente da história do Brasil", logo salta à imaginação sobre a importância do seu grandioso legado, na forma das suas majestosas obras de impacto, as impressionantes reformas político-administrativas e outras grandes e fantásticas realizações deixadas no histórico da sua gestão.

Tudo isso tem o poder de materializar o seu verdadeiro legado de homem público que passa para a história como notável empreendedor de incontestável reconhecimento como realmente o mais diferenciado dos presidentes do Brasil.

Acontece que absolutamente nada de importante aconteceu no seu governo, ressalvada a manutenção de todas as práticas de continuidade dos péssimos costumes da pouca vergonha política, como a colocação do recriminável Centrão no Palácio do Planalto.

Esse deplorável grupo político foi considerado pelo então candidato eleito na campanha eleitoral de 2018, como o pior dos políticos da história republicana brasileira, quando ele disse, talvez com a finalidade de angariar votos, que não negociava com a “velha política”, se referindo exatamente ao Centrão, mas ele não teve o menor escrúpulo de moralidade em fazer aliança com ele.

Na verdade, pouco ou nada se pode lembrar de benéfico resultante do seu governo em benefício da população, que se possa contabilizar como sendo o melhor de todos, salvo a sua tentativa de popularização do seu estilo de trabalhar, que também causou enormes rejeições junto a parte de brasileiros descontentes com a sua administração.

A verdade é que falta bom senso e sensatez para se qualificar o último ex-presidente como ter sido o melhor de todos os presidentes da República, diante da inexistência de parâmetros de qualidade para assim haver unanimidade de opinião em torno de tamanha polêmica.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 1º de maio de 2026

Oitenta anos de Eugênio

 

Com a presença de familiares e amigos, foi festejado, ontem, o natalício de importantes oitenta anos de vida do admirável Eugênio, com a confraternização em almoço ambientado em local bastante aprazível, à beira do Lago Paranoá.

Como não poderia ser diferente, o aniversariante foi o destaque do evento, que não se continha em alegria e felicidade, em harmonização com a grandeza da cerimônia comemorativa das suas oitenta primaveras abençoadas por Deus, na sua misericordiosa bondade de amor paterno.

Sim, o ambiente estava dominado pelo espargir dos melhores fluidos vindos dos presentes, que ali foram levar ao aniversariante o carinho e o amor que sentem por ele, que correspondem à materialização da alegria e do contentamento pela concentração fraterna de familiares a amigos.

Na verdade, estava ali parcela expressiva de pessoas queridas e de muito importância na sua vida, que levaram o abraço de aconchego, com o reforço do desejo da realização, por ele, de todas as felicidades possíveis, em especial aquelas vindas das bênçãos celestiais, em especial, na maravilhosa continuidade da sua longa vida, cercada de paz, saúde e amor.

É possível se afirmar que os festejos alusivos aos oitenta anos de Eugênio transcorreram repletos de muita animação, com o acompanhamento de boas músicas ao vivo, que ajudaram a equilibrar a animação predominante por todo o evento, que foi sustentado pela grandeza da festa, por fartas bebidas, comidas e doces, cuja auge aconteceu com a entoação dos parabéns para o felicíssimo aniversariante, que até discursou em agradecimento pelo caminho dos presentes, a par de ter lembrado os ausentes queridos.

Em antecipação aos parabéns para o homenageado, foram lidas mensagens alusivas ao importante evento, especialmente elaboradas para mostrar o amor de todos ao aniversariante, que demonstrou alegria e agradecimento tanto pelas palavras carinhosas à sua pessoa como pela presença das pessoas queridas.

Por fim, ressalte-se a felicidade de todos os presentes no fantástico evento que homenageou à altura pessoa muito querida, pela honra da participação em festejo especial na vida do sempre festejado, que realmente fez e faz jus à nossa estima, por ser quem é digno de especial carinho.

Que a luz divina continue a iluminar a vida do mestre Eugênio, por ele ser merecedor da bondade celestial, ante os seus dons especiais de compaixão e amor ao próximo.

Brasília, em 2 de maio de 2026

Valorização do Brasil!

 

As previsões políticas não passam de miragem por parte de sonhadores que acreditam em milagres, que inexistem na política, à vista da observância dos fatos históricos.

Muitos vaticínios otimistas sobre os fracassos do governo nunca vicejaram e o resultado é a triste realidade brasileira, em que predomina a eterna decadência político-administrativa, à vista da situação periclitante imperante no Brasil.

A continuidade da atual gestão corresponde à mediocridade que é própria da predominância das gravíssimas crises institucionais, que se consolidam em benefício da incompetência generaliza, tanto do governo como dos políticos da oposição, que se beneficiam exatamente de seus despreparos, de modo que a aceitação do status quo se torna situação de preferência mútua

Do contrário disso, haveria mobilização destinada ao combate à degeneração político-administrativa, que impera por imposição da deformada classe política, infelizmente.

Convém que os brasileiros se conscientizem de que a moralização do Brasil depende essencialmente da renovação da representação política, que precisa, sobretudo, valorizar, como prioridade, os interesses maiores do Brasil.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 2 de maio de 2026

Incoerência

 

Tese de doutorado de um juiz da maior corte do país voltou ao centro das discussões políticas e jurídicas, em razão de ela abordar critérios mais rígidos para a indicação de ministros para aquela casa.

O trabalho acadêmico desse juiz foi apresentado na Universidade de São Paulo e defendia que pessoas ocupando cargos de confiança no Poder Executivo, exercendo mandato eletivo ou atuando como procurador-geral da República não deveriam ser indicadas àquela corte, durante o mandato do presidente responsável pela escolha.

Na tese, ele argumentou que essa restrição ajudaria a reduzir riscos de influência política, evitando relações de gratidão ou vínculos que pudessem comprometer a independência da corte.

O tema ganhou relevância anos depois, quando o próprio juiz passou a ser cotado para a corte.

Na época, ele ocupava o cargo de ministro da Justiça, o que, segundo o critério defendido em sua tese, poderia representar sério impedimento para sua nomeação.

Além disso, o estudo também sugeria mudanças estruturais no modelo de escolha dos ministros, como a implementação de mandatos por tempo determinado e a criação de mecanismos institucionais voltados ao fortalecimento da imparcialidade e da legitimidade da corte.

A repercussão recente ocorre após a divulgação do conteúdo da aludida tese, que reacende o debate sobre a incoerência entre pensamento acadêmico e prática institucional no Brasil.

Apesar da discussão, especialistas destacam que teses acadêmicas não possuem caráter vinculante, servindo como reflexão teórica e não como regra obrigatória para nomeações de juízes, que são feitas segundo os parâmetros legais.

Ou seja, a indicação de juízes para a corte constitucional obedece ao rito estabelecido por prerrogativa do presidente da República, com aprovação do Senado Federal, conforme previsto na Constituição.

No caso, fica patente a incoerência de quem defende tese acadêmica, mas é cediço a ignorar seus termos, especialmente quando a pessoa envolvida em caso real é o próprio ex-acadêmico, mostrando que realmente de nada adiante se imaginar ou sugerir mudança de nada, diante da sua inutilidade.

Brasília, em 2 de maio de 2026

Parabéns, igreja Jesus, Maria e José!

 

Hoje, a igreja matriz de Jesus, Maria e José, de Uiraúna, Paraíba, aniversaria, ao completar 103 anos de existência.

Em mais de um século, a reverenciada Paróquia Sagrada Família de Nazaré concentra, no seio maternal e paternal, a essência da religiosidade de povo que nasce, cresce e vive alimentado pelos bons fluidos da cristandade, sempre aprendendo os melhores ensinamentos da fé em Deus e se cuidando no caminhar da santidade, segundo as práticas do amor que é a base do Evangelho de Jesus Cristo.

Nesse templo sagrado passaram grandes religiosos que merecem destaque e demorados aplausos, pela importância da sua relevante obra de amor a Deus.

Em especial, como não poderia ser diferente, cito o grande emérito fundador da matriz, o glorioso padre Jose Joaquim de França Coutinho, que tinha, na sua casa, o oratório dedicado à Sagrada Família de Jesus, Maria e José, que foi transformado em capela, por volta de 1874, mantendo-se o mesmo nome original.

Em 3 de maio de 1923, foi instituída oficialmente a Paróquia de Belém, com o mesmo nome de igreja matriz de Jesus, Maria e José.

À vista do seu amor à sua terra natal, o padre França é considerado, por justo mérito, o patrono fundador de Uiraúna, uma vez que as terras compreendidas do lugarejo foram doadas por sua família.

Outro religioso que chama atenção é o padre Costa, que teve a especial iniciativa da criação da banda de música Jesus, Maria e José, que tem sido orgulho permanente da cidade.

Muitos outros importantes vigários passaram como párocos dessa maravilhosa igreja, mas o que tenho especial prazer em comentar, com satisfação mesmo no coração, é o saudoso padre Antônio Anacleto, por eu ter sido contemporâneo dele e convivido com a sua linda pastoral que tinha a essência do vigário que se identificava verdadeiramente com as pessoas como autênticos cristãos uníssonos no caminhar de mãos dados nas searas de Jesus, posto que ele semeava o amor que precisava derivar de pessoa que dominada todas as sabedorias da palavra de Deus, que eram aprendidas e praticadas por todos.

Enfim, digo que sinto muita saudade dos meus velhos tempos de aproximação com tudo que me vincula à saudosa igreja matriz de Uiraúna, tanto pela importância do aprendizagem do verdadeiro amor às obras divinas como às suas festas religiosas, sempre as mais sublimes e marcantes.

Agradeço a Deus pela existência desse templo sagrado da maior importância para o altaneiro povo de Uiraúna, que tem a felicidade de comemorar os seus 103 anos de linda existência, certamente em merecidos festejos pela glória da sua relevância religiosa.

Salve a sagrada igreja matriz de Jesus, Maria e José, de Uiraúna.

Parabéns!

Brasília, em 3 de maio de 2026

Importância da obra

 

Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém ressalta a importância de o governo anterior ao atual ter concluído as obras de ponte que se encontrava paralisadas.

Como é maravilhoso ter o reconhecimento pela realização de importante obra, que é essencial ao bem comum da sociedade.

Na verdade, trata-se apenas do cumprimento da obrigação de fazer da competência do mandatário, que tem a incumbência de priorizar o atendimento das necessidades de interesse público.

Não se pretende minimizar a importância do empenho da mencionada gestão, mas sim de assinalar que a conclusão da construção em causa não tem nada de extraordinário, conquanto ela apenas tenha sido acabada em conformidade com o dever de todo estadista, que se elege precisamente para a realização de obras importantes para a sociedade.

Que bom que a ponte esteja em funcionamento, mas isso é apenas obra normal de qualquer governo, independentemente de ser bom ou não.

No caso, por sorte, essa obra foi concluída, quando, nos governos, muitas outras ficam encalhadas e inacabadas para sempre.

Infelizmente, a safra de bons gestores é tão escassa que a mera conclusão de ponte se torna motivo de veementes aplausos, como se isso fosse o suprassumo do serviço público, em termos de merecimento de destaque para pobre Brasil carente de grandes tocadores de obras de impacto e de desenvolvimento.

Concitam-se que os brasileiros resolvam eleger alguém para presidente da República que realmente compreenda a importância da construção de grandes obras, como forma prioritária da retomada do desenvolvimento do Brasil.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 3 de maio de 2026

Agradecimento de Eugênio

 

Diante de crônicas da minha lavra, em que homenageie o querido amigo Eugênio, por ocasião do seu octogésimo aniversário, ele me agradeceu com a mensagem a seguir.

“Meu querido amigo Adalmir. Preciosas são as suas palavras. Sei que não às mereço, mas as recebo em consideração a sua bondade. Me sinto muito feliz e honrado em tê-lo como amigo. Agradeço demais a sua presença e a da Aldenir ao evento. Muito obrigado. Grande abraço e que Deus abençoe a vida de vocês.”.

Em resposta à amável mensagem, eu disse ah, meu caro Eugênio, gostaria tanto de ter o dom de realmente dizer a grandeza de pessoa que você representa como meu amigo.

As minhas mensagens representam certamente o senso comum de todos seus familiares e amigos, que saberiam dizer mais ou menos o que eu escrevi, mostrando apenas um pouco da grandeza que existe em você, que realmente é pessoa feliz e vive para fazer a felicidade das pessoas que lhe são caras.

Fico muito feliz em escrever as mensagens sobre um pouco de você, para que momentos maravilhosos fiquem registrados, mesmo que em pinceladas, mas o suficiente para você sentir a amizade sincera das pessoas que lhe estimam de coração.

Enfim, sinto saudade da linda festa de seus oitenta anos, que realmente esteve à altura do homenageado, que demonstrou enorme alegria do convívio por momentos agradabilíssimos, principalmente pela reciprocidade do reencontro dos familiares e amigos.

Eu e Aldenir sentimos honrados por ter participado da sua finda festa.

Muito obrigado e longa vida para você, amigo!

Brasília, em 3 de maio de 2026

Bom dia!

 

Em mensagem postada na internet, aparece um casal de lavradores muito disposto e pedindo que as pessoas lhe enviassem “bom dia”.

Eu disse que enviava o meu bom dia para informar que eu também já convivi com os trabalhos pesados e enfadonhos da roça e sei perfeitamente a importância de se passar por herói ou heroína, por algo que é indispensável à vida: o trabalho do sertanejo, no seu roçado, cuidando das coisas saudáveis do campo.

Sei das dificuldades e da persistência existentes na roça, onde tudo depende do maior esforço possível das pessoas e a recompensa vem muito minguado e com muito sacrifício.

Infelizmente, mesmo reconhecendo o impiedoso trabalho da roça, é forma de vida honesta que garante a sobrevivência de muitas famílias, que ainda se dedicam ao trabalho pesado do campo, seguindo a tradição familiar, na forma permitida por Deus.

Como é lindo o trabalho na roça, onde as pessoas terminam se acostumando com a rotina interminável e repetitiva, tendo como recompensa a certeza da repetição dos mesmos esforços, no dia seguinte.

Sim, não existe alternativa para as condições do agricultor, que não seja o enfrentamento dos eitos determinados para o dia após dia, comparáveis ao verdadeiro e insuportável canto dos grilos, os companheiros inseparáveis.

A imagem da senhora representa a autêntica trabalhadora da roça, que se dispõe ao enfrentamento, com coragem e disposição, das dificuldades que se apresentam diuturnamente e é exatamente isso que valoriza o homem do campo.

O meu carinho e a minha admiração à mulher e ao homem da roça, por tudo que vocês representam de bom do ser humano.

Muito bom dia!

Brasília, em 4 de maio de 2026

Adeus, Sérgio!

 

O amigo Sérgio foi acometido de morte súbita, pois não aparentava qualquer problema de saúde, tendo causado enorme surpresa aos familiares e amigos.

Foi com muita tristeza que recebi a notícia sobre a despedida do querido amigo Sérgio, pessoa que simbolizava a alegria como sentimento de vida, porque era assim que ele se mostrava, sempre feliz, motivado e otimista.

Lamenta-se profundamente a perda do amigo Sérgio, embora compreendendo que a sua missão terrena certamente foi cumprida da melhor forma possível, pois ele viveu em plena felicidade e conseguiu transmitir amor ao seu próximo.

Sem dúvida, o bem terreno construído por Sérgio, por certo, servirá de alicerce para a sua entrada triunfal no céu, onde ele terá a paz espiritual eterna concedida pelo amado Pai celestial.

Rogo a Deus que conforte a família e os amigos de Sérgio, amenizando a grande dor causada por sua sentida ausência.

Brasília, em 4 de maio de 2026

Hone3stidade

 

Em mensagem que circula na internet, alguém sugere que os brasileiros se manifestem dizendo se o último ex-presidente do país é honesto ou não.

A horrorosa situação da perda dos direitos políticos e da privacidade do ex-presidente do país mostra que não basta só a presunção de honestidade, em que pese ele ter se associado, em forma de aliança de gestão com o grupo fisiológico chamado Centrão, para ficar imune à desonestidade.

Isso porque o fator preponderante em tudo acontecido foi, induvidosamente, o entendimento segundo o qual ele seria golpista, diante das suas atitudes de intolerância, principalmente na forma mais explícita de agressão a integrantes de outro poder da República.

Sobre esse ângulo, isso sim é algo que teve efeito devastador para condená-lo aos piores sentimentos de segregação política, tal e qual como ele se encontra na atualidade, totalmente alijado das atividades públicas.

É possível que os atos de desonestidade não tivessem tanta representatividade a intolerância  à civilidade, salvo uma punição aqui e acolá, de menor gravidade, mas a intransigência comportamental teve, queira ou não, o condão de macular terrivelmente a sua índole de homem público, à vista da interpretação de que isso tem peso vital contra a existência do Estado Democrático de Direito, como tal assim considerado a pérola que simboliza a grandeza intocável da nação, mesmo que isso sirva apenas para justificar as medidas adotadas contra o principal político da oposição.

Ou seja, de nada adianta se alegar comportamento de honestidade perante a vida pública, quando nada disso tem interesse na avaliação dos fatores que pesam para a definição sobre a sua influência nos destinos do Brasil.

Isso nunca foi dito nem vai ser declarado, mas se o ex-presidente do país tivesse sido fiel à cartilha que estabelece as funções do chefe do Executivo, sem se imiscuir na competência de outro poder da República, a sua situação teria seguido o curso normal, inclusive com a tranquila reeleição no cargo e a continuidade da sua gestão, pois não haveria motivo algum para a mudança de rumo de nada, diante da normalidade predominante.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 4 de maio de 2026

A crença em Deus!

 

É incrível que alguém escreva mensagem, por mais certinha possível, certamente na esperança de que alguém vai acreditar na assertiva que consta nela, na forma e tal e qual como foi dito, precisamente de que “Deus te acordou, te colocou de pé e te deu a chance de recomeçar”.

Só sendo alienado religioso para acreditar em algo com esse teor, porque isso significaria que a divindade suprema acordaria, todo santo dia, ao amanhecer, bilhões de pessoas, as coloca cada uma de pé e ainda cuidaria de dar chance a todas, tudo simultaneamente.

Convenhamos que isso seria verdadeira epopeia só em se imaginar que um único ser imaginário seria capaz de tamanha proeza.

Fato é que sequer se tem absoluta certeza sobre de que Deus realmente existe, de vez que ele é figura do imaginário do homem, por força da sua fé religiosa de crer em algo superior espiritual.

Ou seja, não se sabe com convicção se Deus existe verdadeiramente na camada espacial ou universal, mas ninguém, de sã consciência, não consegue vê-Lo nem tocá-Lo.

Então, como se acreditar no poder mágico de alguém que acorda, põe de pé, a tempo e a hora multidão, tudo em perfeita harmonia inerentes a esses procedimentos?

Isso é materialidade impossível, segundo critérios de bom senso e razoabilidade, que não se deve se aceitar senão aquilo plausível de acontecer com naturalidade racional.

Na verdade, o acordar e tudo o mais que acontece com o homem é apenas fruto das causas circunstâncias estabelecidas pela própria natureza, com a vantagem do importante adjutório da crença religiosa, em que se acredita que Deus tudo pode, desde que o autor da crença se encarregue de agir e implementar o seu objetivo, na certeza de que Deus nada faz, em termos materiais.

Enfim, cuidem-se em se acordar, se levantar e criar as melhores chances, sem esperar que tudo isso seja feito por Deus, porque a Sua função é essencialmente espiritual, que tem a importância da crença de que, com Ele, tudo pode e tudo se resolver, desde que não conte com Ele para implementar absolutamente nada.

Brasília, em 4 de maio de 2026

Desprezo

 

Um importante congressista aparece em público parte de abóbora na mão, fazendo severas críticas ao desempenho do governo, ao meio de risos e piadinhas.

Talvez genialidade mesmo teria sido se o parlamentar tivesse, ao contrário, comentado cada inverdade atribuída ao mentiroso-mor, para que os fatos se tornassem ainda muito mais em evidência, de modo a se ressaltarem as gritantes incoerências do político impostor.

Na forma como apresentados os fatos mentirosos, a impressão que fica é que o congressista quis apenas aparecer, não tendo coragem para se manifestar de maneira objetiva e contundente. Isso não é construtivo, porque fica a ideia que o objetivo do vídeo é escancarar e potencializar o nefasto antagonismo, tão desnecessário quanto se negar a verdade.

À toda evidência, a imagem do político com abóbora nas mãos não poderia ser mais patética e maléfica à representação em si, porque fica patente o desejo de puro deboche, que não faz o menor sentido, ante à imperiosa importância do respeito à dignidade e à elevação dos princípios.

Imagina-se que o político apenas se diverte ingenuamente, no vídeo, mas ele precisa urgentemente aprender a pôr freios aos seus impulsos maquiavélicos, para o fim de amadurecer as suas ideias, de modo que elas possam se tornar objetivas e eficazes, em termos de efetividade política.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 4 de maio de 2026

A emoção

 

Diante da fotografia do casarão do Sítio Canadá, mais uma vez eu me emocionei, à vista de tamanha formosura de imagem, eu escrevi a mensagem a seguir.

Como não me emocionar com a visão majestosa do meu amado casarão, que muitas lembranças afloram em mim, neste exato momento, por eu ter nascido e florescido nos seus aconchegantes recintos, sendo merecedor do carinho eternizado por meus queridos pais, avós e tios, em ambiente o mais angelical possível de civilidade que vi nascer em mim, certamente com os melhores dos sentimentos humanos e cristãos.

Nesse lugar reinava a harmonia e a paz celestiais, como se ele fosse permanentemente iluminado e abençoado pelos cuidados divinos, cuja presença dos anjos dominava seus recintos, por onde o amor reinava e transbordava em tudo, na harmonia encantadora comandada pelos deuses.

Lembro-me da serenidade dominante em tudo e em todos os corações, em que as pessoas pareciam tocadas pelas mãos de Deus para se harmonizarem em uníssonos objetivos comuns, mas voltados para a construção da essência da esperança e do amor verdadeiros.

Nunca vi desavença de ninguém, pois nos seus corações residiam a fonte da união e da compreensão, que eram capazes da superação de qualquer dificuldade, que certamente até poderia ter existido, mas nunca explorada como motivo de discórdia entre as pessoas.

Meu coração se enche de alegria ao sempre ver a imagem do meu amado casarão, porque ele vive permanentemente em mim e eu dentro dele, como sendo algo que sobrevive um para outro e vice-versa, como verdadeira alma gêmea que têm idênticos sentimentos.

Salve o meu glorioso casarão do Sítio Canadá.

Amém!

Brasília, em 5 de maio de 2026

Dignificação social

 

O ex-governador de Minas Gerais, que é pré-candidato à Presidência da República, afirmou a pretensão de endurecer as regras de programas de transferência de renda e condicionar a manutenção de benefícios sociais à aceitação de empregos formais pelos beneficiários.

Ele disse que os "Programas sociais são importantíssimos. Nós vamos manter para quem precisa. Mas sabemos que tem muita fraude que eu vou combater e também não vou pagar auxílio do governo para os marmanjões. Estamos criando no Brasil uma geração de imprestáveis. Eu vou em cidades do interior do Brasil inteiro e vejo a mesma coisa: vagas com carteira assinada e marmanjão em casa, na internet, nas redes sociais, no Netflix, que prefere receber o auxílio governamental".

Os auxílios financeiros do governo fazem parte da mediocridade predominante de quem imagina que essa é a única forma de governar, sem a menor iniciativa sobre a criação de programas capazes de incentivar e fomentar o desenvolvimento, por meio da geração de emprego e da qualificação da mão de obra.

Enquanto se permitir a mediocridade na gestão pública, que somente visa à manutenção no poder, com a exploração precisamente dos recursos para o suposto beneficiamento da classe empobrecida, por meio de substanciais empregos de recursos públicos praticamente jogados nas valas da incompetência administrativa, em razão de nunca resolver os bolsões de miséria do povo.

Na verdade, a tendência é aumentarem as desigualdades sociais, com o incremento da falta de mão obra e comodismo das pessoas assistidas.

Com a identificação das principais degenerações sociais, à vista da deformidade crônica causada pelo próprio governo, o próximo presidente do país tem especial dever de cuidar da implantação de programa de governo que possa desenvolver o incentivo à produtividade e ao progresso regionalizado, por meio de incentivo à industrialização e ao emprego.

Isso tem por objetivo à valorização da dignidade humana, em que os programas de ajuda financeira do governo passem a ser apenas instrumento de apoio às famílias verdadeiramente carentes e não como indecente moeda de troca eleitoreira.

Trata-se da premência da implantação de programa de qualidade de vida que os brasileiros precisam apoiar, como forma de valorização do ser humano e de desprezo à vergonhosa mediocridade administrativa predominante no Brasil, por políticos inescrupulosos e aproveitadores, que estão interessados exclusivamente nas benesses do poder, com o voto recebido em recompensa dos programas oficiais assistencialistas.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 5 de maio de 2026

O trabalho do menor

 

Um integrante do governo afirmou que o ex-governador de Minas Gerais teria defendido o trabalho infantil e isso é um "ato de covardia".

Ele disse que "Defender o trabalho infantil é um ato de covardia. O cidadão que faz isso no Dia do Trabalhador vai além: dá sérios sinais de ser um psicopata.".

O político mineiro indicou que, caso eleito presidente em 2026, pode propor mudanças na legislação para ampliar as hipóteses em que jovens podem trabalhar no Brasil.

Atualmente, a idade mínima do trabalho do menor é de 16 anos, sendo permitida para 14 anos, nos casos dos jovens aprendizes.

Ao comentar sobre o assunto, o político mineiro utilizou o termo "criança" ao defender a medida, mas depois consertou a falha, para mencionar “adolescente”.

Ele disse que, "Quando eu era criança, era permitido tirar uma carteira de trabalho aos 14 anos. Infelizmente, no Brasil se criou essa ideia de que jovem não pode trabalhar. Sei que o estudo é prioritário, mas toda criança pode estar ajudando com questões simples, que estão ao alcance dela".

Ele lembrou que, quando era criança, ajudou o pai a contar parafusos e porcas e a embrulhar os produtos em jornal.

Ele disse que "A esquerda criou essa noção de que trabalhar prejudica a criança. Lá fora, nos Estados Unidos, criança sai entregando jornal, recebe lá não sei quantos cents por jornal entregue, no tempo que tem. Aqui, proibido, você está escravizando criança. Mas tenho certeza de que nós vamos mudar isso aí".

Por fim, o político mineiro declarou que, "No Brasil, isso já é permitido a partir dos 14 anos como aprendiz, mas precisamos ampliar essas oportunidades, com proteção e sem atrapalhar a escola".

Não há a menor dúvida de que o trabalho do menor é algo que precisa ser analisado à vista da realidade brasileira, sem qualquer influência de ideologia, mas sim da conveniência e da necessidade de oportunidade para os menores de idade.

Sim, essa medida é de suma importância, pois se trata de trabalho digno e tem também por finalidade a formação de caráter e disciplina do menor, além de evitar que os jovens ingressem em atividades deformadora da sua personalidade.

Apelam-se por que os brasileiros apoiem medida que precisa sim ser implantada, em benefício do menor de idade, porque ela condiz com a realidade brasileira, que pode beneficiar a dignidade e a personalidade de brasileirinhos.

Brasília, em 5 de abril de 2026

Discordância

 

Diante de crônica da minha lavra, em que eu criticava, no bom sentido, o desempenho do último ex-presidente do país, uma pessoa, discordando do meu texto, escreveu a mensagem a seguir.

E os outros, inclusive, o atual Presidente da República, nunca cumpriram e nunca apresentaram plano, a não ser mentindo que iria tirar os brasileiros da pobreza!”.

Em resposta, eu disse, infelizmente, quer queira ou não, a lastimável memória do eleitor brasileiro se restringe à nefasta ideologia política, em que, nesse caso, até o DNA familiar serve de fundamento para a escolha de candidato, mesmo em evidente detrimento dos interesses maiores da pátria.

Nessa mesma linha de raciocínio, apelam-se pelo desprezível parâmetro de governante decadente, incompetente é desonesto, que não serve para nada, como justificativa para a ausência de programa ideal de trabalho.

Há a expectativa de que os brasileiros reflitam sobre a importância dos valores e interesses do Brasil, de modo que se possa eleger o próximo presidente pelos critérios de competência e experiência gerenciais, com embargo de tudo que diz com a famigerada ideologia.

Brasília, em 5 de maio de 2026

Estagnação

 

Noticia-se que o presidente do país teria manifestado o desejo de se candidatar à reeleição ao cargo que ocupa, na esperança de realizar o seu quarto governo.

É possível que muitos brasileiros estejam satisfeitos com o atual governo, como também certamente há pessoas desejosas de mudanças, sob a perspectiva de renovação da classe política que tem por exclusivo e notório propósito da manutenção no poder.

É evidente que isso não se permite a menor alternativa de mudança para melhor, à vista da predominância do status quo, quanto às medidas adotadas pelo atual governo, todas de cunho social, em forma de eterna consolidação do mesmismo, sem a menor possibilidade de reestruturação desse modelo que até pode agradar e servir a alguns brasileiros, mas, por certo, não a todos.

O Brasil precisa de urgentes mudanças e reformas estruturais e conjunturais, de modo a possibilitar avanços em todas as áreas social, econômica, educacional, administrativa, previdenciária, tecnológica e em tudo que possa acenar para o caminho do dinamismo capaz de gerar perspectivas de progresso.

Isso é algo bastante diferente da estratificação consolidada como forma ideal de governo, que ainda promete continuidade, na certeza dos mesmos programas sociais do atraso e da falta de esperança de evolução do Brasil ao rumo do progresso, o mais rápido e amplo possíveis.

Na forma imaginada de renovação, se vislumbra avanços socioeconômicos em benefício para todos os brasileiros, principalmente com novas formas de investimentos financeiros em regiões menos desenvolvidas, com a implantação de grandes projetos públicos e privados, com o fomento à industrialização e ao emprego, permitindo a dignificação do trabalho e do cidadão.

Diante da viabilidade de verdadeira mudança de governança, para fins realmente que interessa a uma nação que aspira o progresso, como entender um povo que ainda defende a cômoda estagnação em todos os programas de governo, sem a menor perspectiva de evolução, como se isso de eterno atraso seja suficiente para satisfazer apenas parte da sociedade embebecida pela decadência gerencial e administrativa, conforme mostram claramente os fatos de gestão pública?

Concitam-se aos verdadeiros brasileiros que se despertem urgentemente dessa desgraçada letargia que domina e empobrece seus sentimentos de brasilidade, para o fim de ser percebida a magistral importância da alternância do poder, sob a possibilidade da implantação de projetos e programas voltados para a evolução em todos os setores indispensáveis ao progresso e ao desenvolvimento do Brasil.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 6 de maio de 2026

Adeus, José Milton!

 

Lamenta-se profundamente a despedida definitiva do ilustre doutor José Milton, pessoa de grande valor humano, que dedicou sua vida aos cuidados do seu semelhante, com a especial vocação recebida de Deus para salvar vidas humanas, pois ele se interessou pela carreira de médico, onde poderia exercer, na prática, o seu amor ao próximo.

Conheci-o jovem rapaz, na fase acadêmica, e lembro-me que ele já havia se transformado em pessoa admirável, que impressionava por sua postura de muito respeito aos seus semelhantes e assim foi por toda a sua vida, de pessoa que privilegiava o amor ao próximo como o seu bem maior, porque assim era a sua bela índole.

A verdade é que Uiraúna acaba de perder um de seus filhos mais ilustres, que tanto honrou o seu torrão sagrado, com bons exemplos de humanismo e de amor cristão.

Que o Deus de amor acolha no seu reino celestial a alma santa de José Milton, que foi exemplo de bondade e caridade, além de ter sido Seu fiel discípulo em tudo que se tratava dos ensinamentos do Evangelho de Jesus Cristo.

Há esperança de que a bondade divina cuide de confortar os familiares e amigos de José Milton, pela dor de grande perda.

Amém!

Brasília, em 6 de maio de 2026

Esperança

 

O Brasil em plena decadência gerencial e administrativa, extremamente carente de competência e eficiência, tem a disputa, ainda bem que em fase bastante antecedente das eleições, de dois candidatos que certamente pouco ou nada tem a oferecer para mudar a situação caótica do país, à vista das mazelas predominantes que são o reflexo da incompetência gerencial dos negócios do país.

Isso mostra a mediocridade do povo, que tem a competência constitucional de eleger seus representantes políticos, mas não tem a menor preocupação com a qualidade de seus candidatos, quanto à qualificação e ao preparo para conduzir os interesses nacionais.

Em se tratando de país mergulhado em notória crise político-administrativa, melhor seria a escolha de candidato ao Palácio do Planalto que estivesse à altura do enfrentamento dessa situação de instabilidade, na esperança de se promover a normalidade da nação e, enfim, as políticas indispensáveis ao crescimento do país, que são algo muito difícil por parte desses candidatos, diante do que já se sabe sobre os seus predicativos políticos.

Como ainda está distante da eleição presidencial, resta a esperança dos brasileiros de que surja o candidato que realmente tenha condições de trabalhar em prol da moralização e da modernização do país, como forma essencial à promoção do saneamento administrativo e do seu desenvolvimento socioeconômico.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 6 de maio de 2026

Parcimônia

 

Conta-se que o então presidente da França, famoso Charles de Gaulle, que residia no Palácio do Eliseu, cercado de muitos luxos, mas ele rejeitava qualquer uso de dinheiro público para despesas pessoais, sob o argumento de que ser presidente não era para se beneficiar do erário, mas responsabilidade que exigia absoluta integridade.

A primeira-dama francesa controlava tudo o que a família consumia, desde energia elétrica, refeições, roupas e até o sabonete usado no dia a dia, para o fim de providenciar o devido ressarcimento dos gastos devidos e pertinentes.

Ela justificou tamanho rigor, dizendo que “Tudo o que não é público é privado e o que é privado, nós pagamos.”.

Essa regra valia para todos da família presidencial, que não usufruía  de qualquer privilégio inerente ao cargo.

É surpreendente que, além de pagar as despesas da família, o presidente francês teve a ousadia, no bom sentido, de dispensar o salário inerente ao cargo que ocupava, tendo preferido viver apenas com sua aposentadoria militar, mostrando que seu compromisso com o país não tinha preço.

Quando Charles de Gaulle morreu, não deixou fortuna nem grandes contas bancárias, como herança.

O presidente francês passou para a história universal esse lindo e maravilhoso legado como exemplo muito claro de homem público digno,  honrado e íntegro, no sentido de que “O poder não é sobre o que você pode tirar, mas sobre o que você escolhe respeitar.”.

Trata-se de caso raro e magnífico de integridade que continua merecendo ser divulgado e esfregado na cara dos políticos desavergonhados, indignos e aproveitadores dos chamados homens públicos brasileiros.

Acredita-se que, no país tupiniquim, seguiu-se precisamente o excelente exemplo da dignidade e do extremo respeito ao emprego do dinheiro público pelo presidente francês, Charles de Gaulle, para a implantação das regras ao contrário, com a prevalência da depravação, da instituição da esbórnia e do exagero nas mordomias palacianas, sem nenhum escrúpulo.

Em todos os palácios e governos brasileiros, há tudo transparente, às claras, as mais explícitas e incontroláveis gastanças com o dinheiro do explorado contribuinte, que cobre todas as despesas pessoais dos aproveitadores, desonestos e desavergonhados políticos.

A exploração do dinheiro público pelos políticos não só ridiculariza a dignidade da nobreza da res publica como inferioriza moralmente os ocupantes dos cargos públicos, pela evidência do exagerado abuso dos gastos notoriamente indevidos, diante de dispêndios que são feitos para a manutenção pessoal dos representantes políticos, diferentemente dos recursos destinados ao atendimento do interesse público, em obras e serviços para o bem comum da sociedade.

Na verdade, é preciso que se diga que essa inadmissível deformidade moral e ética dos políticos tem muito com a mediocridade do povo, que tem o poder constitucional de eleger os seus representantes políticos, mas ele não tem a menor preocupação na escolha deles, principalmente quanto à imperiosa necessidade de se exigir rigor e moderação, como forma de parcimônia na aplicação dos orçamentos públicos, especialmente no emprego dos recursos, que precisam se destinar exclusivamente aos fins públicos, proibidas, em quaisquer hipóteses, as despesas de caráter personalistas.

Aqui, abrem-se parêntesis para citar os excelentes exemplos do príncipe brasileiro, Dom Pedro II, que deve ter sido pioneiro em exemplo de austeridade com o emprego do dinheiro público, pois ele mantinha tudo dele e da sua família às suas expensas, como os empregados e as despesas pessoais e da sua residência, tendo sempre o compromisso com o bom e o regular emprego do dinheiro público.

Enfim, apelam-se por que os aproveitadores e desavergonhados políticos brasileiros se conscientizem sobre a importância da dignificação pessoal, se comprometendo publicamente que os recursos públicos possam ser aplicados exclusivamente em finalidades públicas, no atendimento das necessidades da população.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 7 de maio de 2026

Amor ao Brasil!

 

O candidato ao cargo de presidente da República precisa corresponder, em princípio, às exigências de muita competência e larga experiência no gerenciamento da coisa pública, de modo a atender aos ingentes desafios que ele terá, necessariamente, que enfrentar ao assumir o relevante cargo de mandatário do país.

Diante disso, indagam-se quais são os predicativos do filho do ex-presidente do país, senão o DNA do pai, pois ele não tem experiência no gerenciamento de absolutamente nada, na vida pública?

Os brasileiros conscientes da importância sobre a grandeza do Brasil precisam entender que o país mergulhado em gravíssima crise institucional não merece ser presidido por quem tem como principal atributo a confiança hereditária e nada mais.

Como se acreditar em mudanças de rumo da nação nessas condições, em que alguém surge do nada, sem o devido preparo gerencial, para comandar a nave que se encontra completamente à deriva?

Caso o Brasil fosse levado a sério, certamente que a indicação do candidato presidencial da direita seria feita por todas as forças partidárias, políticas e populares envolvidas na questão, depois de devidamente avaliados os elementos mais importantes sobre o caso, principalmente os interesses do Brasil e não os de única pessoa, como terminou assim produzindo a figura desse candidato que vem sendo anunciado de goela abaixo dos brasileiros, que não representa senão a vontade soberana de líder político que decidiu impor o seu candidato e ponto final.

Os verdadeiros brasileiros, que realmente amam o Brasil, precisam reagir contra essa aberração imposta pelo cacique-mor e lutar por candidato com o mínimo de competência, experiência e preparo em gestão pública, como forma de se mostrarem as verdadeiras integridade e independência de amor ao Brasil e à sua grandeza.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 7 de maio de 2026

Meu amor ao casarão!

 

Diante da imagem do casarão do Sítio Canadá, eu resolvi escrever a mensagem a seguir, como forma de amor que sempre dedico a ele quando o vejo exposto na internet.

É sempre motivo de muita alegria tudo que diz respeito ao amado casarão do Sítio Canadá, em especial a sua fotografia, porque ele me transporta para momentos vividos na minha infância, que foi a mais feliz que poderia me ter acontecido precisamente nos recintos maravilhosos do meu "castelo", onde reinava a paz, sob a áurea dos bons fluidos, com o renascimento permanente dos melhores sentimentos de compreensão, amizade e amor em nossos corações.

Quanta alegria só em ver a imagem do casarão, porque isso tem o condão de transbordar lembranças saudáveis, como seiva que alimenta as saudades próprias de quem realmente vive do passado que foi especial e precisa permanecer comigo para sempre.

A verdade é que penso como teria sido a minha vida se eu tivesse nascido e vivido em outro lugar, porque tenho certeza absoluta de que a fortaleza da minha estrutura orgânica e psicológica se consolidou precisamente nesse lugar sagrado, quando aí, sem que eu soubesse, tive todas as condições para adquirir as bases sólidas para o resto da minha vida.

Sim, quis Deus que o casarão tivesse sido o meu aconchego e o porto seguro, na importante fase da vida, que é a infância, quando a gente mais precisa de apoio, carinho e amor e tudo isso existia em abundância nesse paraíso, tudo naturalmente, em harmonização própria com o ambiente sadio e divino.

Saúdo sempre as belezas do amado casarão, devido às benesses proporcionados por ele à minha pessoa, sendo o meu dever ressaltar sempre o que sinto em agradecimento e gratidão ao bondoso Deus, por Sua magnanimidade em me colocar nesse sagrado lugar.

O meu amor ao casarão do Sítio Canadá!

Brasília, em 7 de maio de 2026