terça-feira, 30 de junho de 2026

Civilidade

 

É sempre de bom tom se noticiar os bons acontecimentos, porque isso pode servir de estímulo a benefício para a sociedade, exatamente em harmonia com as salutares finalidades buscadas nas atividades políticas.

Sim, a sociedade fica animada e feliz com as boas ações protagonizadas pelos bons políticos, que deveriam existir somente para a prática do bem, porque assim é o seu verdadeiro desiderato de atuação regular.

Agora, o que isso de importante tem a ver com a infortúnio dos adversários, que não conseguiram realizar algo em benefício da sociedade, a ponto de alguém, mui desnecessariamente, sugerir que se contente com o choro ou algo que conforte o seu desespero?

Na verdade, essa forma de comportamento expõe autêntica e retraída forma de ódio e vingança, na tentativa de mostrar a importância de determinado político e a irrelevância de outro, como se isso não somente denotasse sentimento visivelmente vil de personalidade.

À toda evidência, não é de bom tom, mas sim muito errado se denegrir a imagem do seu adversário político, sem a menor justificativa, pois bastava apenas enaltecer o fato relevante, sem qualquer referência ou desmerecimento aos opositores, porque isso faz parte da diplomacia inerente às saudáveis práticas políticas.

Além de que o comportamento de respeito e educação conspira em favor do bom relacionamento no âmbito das atividades políticas, inclusive contribuindo para se evitar o desgraçado e perverso antagonismo, que alimenta as permanentes agressões, como esse sentimento recriminável de se desejar o choro de adversário, pelo simples fato de alguém ter conseguido realizar boa ação em benefício da sociedade, que nada mais é do que o seu dever como pessoa pública, que existe para servir à população.

Enfim, é preciso se compreender que, especialmente na política, convém a perseguição à prática dos bons princípios de civilidade e cidadania. 

Acorda, Brasil!

Brasília, em 29 de maio de 2026

Outra visão!

 

Quando se escreve com muita clareza perguntando "mesmo depois do vídeo", se referindo à participação do senador e candidato à Presidência da República na negociação do empréstimo para a filmagem cinematográfica sobre a vida do pai dele, fica bastante explícito e evidente que o conteúdo constante dele tem algo esquisito e nebuloso, que não foi devidamente esclarecido nem justificado perante a sociedade, por parte do parlamentar.

Ou seja, para continuar a apoiá-lo implica que ele se digne a justificar o motivo pelo qual ele foi levado a afrontar o decoro parlamentar para negociar transação financeira que dissente das suas funções para o qual ele foi eleito para somente legislar e cumprir as funções inerentes ao cargo de senador.

Em se tratando que o dinheiro se destinou ao financiamento da filmagem contando a história política do pai dele, é sim algo que ele teria feito por pura conveniência pessoal, visto que, ao contrário, se o filme se tratasse da história do lavrador Manoel ou do açougueiro Joaquim, certamente que o nobre senador jamais teria se dignado a intervir na negociação, com o denodo empenho com a capacidade da obtenção dos recursos pretendidos, em milhões de reais.

A princípio, tudo indica que, sobre o dinheiro em si, não se tem notícia acerca de qualquer suspeita de irregularidade, por se tratar de mero empréstimo, na forma negocial do comércio com dinheiro.

Não obstante, a participação do senador em assunto particular ainda realmente carece de mais justificativas, para não restar a menor dúvida sobre a lisura que se espera dos verdadeiros políticos.

Enfim, é preciso se reconhecer que o envolvimento do senador/candidato, nesse imbróglio, precisa ser devidamente esclarecido, quando a exposição do texto escrito no painel assegura muito claramente isso.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 30 de maio de 2026

A grandeza do Brasil!

 

Conforme imagens mostradas em vídeo postado na internet, é bastante visível  que o presente vídeo é de clareza mediana, ao mostrar situações nitidamente antagônicas, em que a principal autoridade do país não consegue atrair a simpatia do povo, enquanto o candidato do papai à Presidência da República é abraçado efusivamente por multidão, em situação meramente circunstancial.

Impressiona que esse fato suscite tamanha inquietação, em forma de regozijo, diante de algo que, na realidade, nada representa, em termos políticos, salvo a patente expressão de satisfação pela notória decadência política do principal adversário.

À toda evidência, essa forma de atitude expõe perda de importante oportunidade de se comemorar momento alegre e feliz vivido pelo candidato da direita, sem necessidade de menosprezo a ninguém, precisamente porque isso só contribui para a inferioridade da efeméride, que deve ser comemorada apenas como ele se apresenta, sem nada de espetacular, senão a importância do aprazível encontro de correligionários.

Na realidade, tudo isso só mostra o engatinhamento das atividades políticas, por se imaginarem erroneamente que se convém mexer sempre com os brios dos adversários políticos, mesmo em momentos importantes que somente pertence a um dos lados.

Infelizmente, essa índole de nefasto antagonismo poderia servir de reflexão, para que as práticas políticas passem a efetivamente ser prazerosas para quem conseguiu o devido reconhecimento por seus méritos, sem necessidade do envolvimento de mais nada, muito menos de sublinhar a humilhação sofrida por outrem.

Convém que os brasileiros se conscientizem sobre a importância do respeito à dignidade política e à grandeza do Brasil, que precisa ser presidido por político do quilate compatível à sua importância, especialmente quanto aos princípios de competência, eficiência e responsabilidade.

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 30 de maio de 2026

Impunidade!

 

Em mensagem postada na internet, o governo defende a continuidade de  organizações criminosas na forma como se encontravam, livres e impunes, prejudicando normalmente comunidades onde elas estão devidas e comodamente instaladas, sob o argumento de que o governo vem adotando medidas de combate à criminalidade.

O conteúdo da aludida mensagem se refere à possibilidade de alguém que defende declaradamente organizações criminosas a atuarem livremente, à margem da lei, mas isso, à toda evidência, não é verdade, porque não há nada que possa comprovar medidas ou atos nesse sentido, em forma de efetividade de demanda sob a sua batuta no comando das quadrilhas delinquentes.

Não obstante, tudo leva a acreditar que a autoridade que se diz entristecida, mostrando incômodo diante de importante e preciosa atitude que visa ao combate das ações tipicamente terroristas de indiscutíveis fora da lei tem tudo para ser comparada com propensão à cumplicidade com os procedimentos de atrocidade e crueldade próprios desses monstros que aterrorizam, muito à vontade e livremente, muitas comunidades espalhadas pelo território nacional, evidentemente sem qualquer combate em forma repressiva da violência contra a sociedade.

Assim, essa assertiva se confirma diante da potencialidade de ação ativa e preponderante das organizações criminosas, em que, em muitos casos, têm suas jurisdições protegidas por decisão judicial, por meio de medida protetiva de se impedir a ação repressora da polícia, o que bem mostra a importância da estrutura da criminalidade brasileira, que vem atuando com a proteção fortalecida por decisão de autoridade pública.

Isso só evidencia os enormes descalabro e promiscuidade que persistem na falta do combate ao crime organizado, sem o mínimo de responsabilidade por parte das autoridades públicas incumbidas da adoção das medidas de proteção à sociedade.

À toda evidência, neste exato momento, há verdadeiro sentimento de gigantesca frustração da sociedade do bem, em saber que a principal autoridade do país se entristece com medida vinda de fora do Brasil, acenando pela possibilidade de efetivo combate à criminalidade brasileira, mesmo diante da resistência da parte da principal autoridade do país.

É muito estranho que a principal autoridade brasileira confesse tristeza com o incômodo que as organizações criminosas possam sofrer, por medidas providenciais, pasmem, vindas precisamente do exterior, em forma de defesa da própria nação, que é também atingida pelas ações maldosas e desumanas do crime organizado brasileiro, que merece, como visto, a complacência das autoridades omissas quanto ao seu dever constitucional de proteção da sociedade.

Na verdade, esse lamentável episódio de autoridade pública reagir em defesa explícita de grupos criminosos, sem o menor escrúpulo, precisa ser aproveitado como importante lição para que a sociedade do bem possa refletir profundamente sobre a real situação que se encontra o Brasil, sendo governado por pessoa que, sem o mínimo pudor ético, se põe na linha de frente da defesa do trabalho facínora e cruel de organizações criminosas, em completo detrimento da dignidade dos brasileiros, como se isso fosse possível em plena luminosidade da evolução humana, que queda diante de mentalidade insana e insensata, sob a égide da sua autoridade outorgada pelo próprio povo que também é vítima das atrocidades emanadas das facções criminosas.

Urge que os brasileiros se conscientizem sobre a importância da valorização especialmente da sua dignidade, da grandeza do Brasil, da relevância do seu voto e da moralização de povo, tendo vergonha na sua alma de não votarem em políticos desprezíveis, insignificantes, incompetentes e irresponsáveis, que demonstram empatia com organizações prejudiciais aos interesse da sociedade.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 30 de maio de 2026

 

A volta de Jesus!

 

Em mensagem que circula na internet, uma pessoa mostra a sua expectativa quanto à vinda de Jesus Cristo à Terra.

Sim, pode até ser que Jesus Cristo voltará à Terra, qualquer dia, mas somente para as pessoas que estão insatisfeitas e incompletas com os verdadeiros ensinamentos amplamente disseminados por Ele.

Quando Jesus esteve conosco, que foi a sua brilhante e histórica passagem entre os filhos de Deus, Ele realmente deixou gravado na  consciência das pessoas a importância do seu legado sagrado, conforme consta escrito no Evangelho praticado por Ele.

A Sua história é riquíssima e maravilhoso, além de suficientemente necessária para satisfazer, de forma substancial, a essência do que precisava ser dito e mostrado como lição de bondade, fraternidade, caridade e especialmente de amor, em harmonia com o propósito ensejador da Sua vinda que tanto se fazia anunciar, naqueles tempos que se prometiam a vinda do salvador da humanidade, exatamente na maneira como tudo efetivamente aconteceu, para a glória de Deus e dos homens.

Ou seja, quando se suscita o desejo de que Jesus Cristo se encontra prestes a voltar à Terra, resta precisamente o entendimento de que Ele viria para a realização de importante missão de conscientização dos homens, possivelmente na forma tal qual como fez quando esteve cumprindo a vontade divina, de se mostrar a verdade que se eternizou entre os homens.

Na Sua especial vinda à Terra, Jesus Ele foi o mais objetivo e claro possível na condução dos seus ensinamentos voltados exclusivamente para as obras sagradas.

O conteúdo da Sua importante obra ficou registrado como especial e definitiva lição do verdadeiro amor que precisava ficar incutido nos corações dos filhos de Deus, porque é precisamente assim que precisa ser interpretada a passagem de Jesus Cristo entre nós, segundo o maravilhoso entendimento de que Ele disse exatamente o que era preciso ser dito e aprendido pelos seus verdadeiros fiéis que acreditam piamente nas Suas pregações e palavras sagradas.

Assim, à toda evidência, tem tudo de heresia se imaginar que Jesus Cristo viria nos visitar para fazer turismo, porque não faz o menor sentido a Sua aparição somente para a reafirmação do Evangelho sobre as benditas e bem-aventuranças obras sacramentadas nos Seus ensinamentos.

Viva o reino glorioso de Jesus Cristo.

Amém!

Brasília, em 31 de maio de 2026

Mão é mentira!

 

O parlamento do País de Gales aprovou lei descrita como sendo “globalmente pioneira”, por impor sanção para quem mentir intencionalmente em campanha eleitoral, prevendo inclusive o potencial da perda de mandato para parlamentares condenados.

A lei respeita a liberdade de expressão, mas obriga o governo galês a criar um novo crime especificamente focado em falsidades factuais (coisas que podem ser verificadas, tipo número, data, fato verificável), não opinião política ou exagero retórico.

A medida entrará em vigor a partir de 2030, o tempo necessário para possíveis denúncia, julgamento e recurso, embora o sinal já foi dado aos maus políticos.

Especialistas afirmam que nenhuma outro país do mundo tem mecanismo com essa abrangência focada na verdade e na sinceridade na política, cujo objetivo é realmente moralizar as atividades inerentes às campanhas eleitorais.

À toda evidência, já passou do tempo de o Brasil também implantar medida nesse sentido, uma vez que a mentira política deveria ser considerada crime gravíssimo punível com a perda do mandato, diante da perpetração da falsidade perante o eleitor;

Estou absolutamente pasmo que se chegue ao ponto de se precisar de lei para punir os políticos mentirosos, quando isso poderia ser medida automática e sem apelação.

Diante da gravidade da falha, quem mente precisa se afastar espontaneamente da vida pública, à vista da importância da dignidade que deve imperar nas atividades políticas.

Não obstante, a aprovação de lei tem o caráter de reafirmação, para se dizer que o mentiroso atingiu o limite de tolerância na convivência com as pessoas dignas e respeitadoras das salutares condutas que a civilidade aprova como aceitável nas relações sociais.

 Aqui, no país tupiniquim, mentir é regra sem necessidade de lei, em que os políticos não se envergonham de mentir como se isso fizesse parte normal e necessária das atividades políticas.

Seria interessante que fosse apresentado projeto de lei, no Congresso brasileiro, versando exatamente sobre a perda de mandato para quem mentisse, apenas para avaliar a repercussão da medida, pois a reação seria a mais violenta possível, porque isso afrontaria gravemente a índole da maioria dos desavergonhados políticos brasileiros.

Acredita-se que seria indignação geral dos congressistas, abominando essa desastrada medida, pois mentir é tudo que fortalece o ego dos políticos desonestos e irresponsáveis.

Em conclusão, resta-nos aplaudir a medida legislativa aprovada pelo país de Gales, reconhecendo que ela tem o condão de elevação, em forma de prestígio, do princípio da verdade, que é um dos alicerces não só da democracia, mas especialmente da humanidade.

Brasília, em 1º de junho de 2026

No lugar do outro

 

Em mensagem que circula na internet, o escritor Fernando Coelho teria escrito o texto a seguir, evidentemente preocupado com o aperfeiçoamento da grandeza social.

Todos os dias, a cada dia, cada pessoa deveria trocar de lugar, um deveria ficar na pele do outro. Cada um ia sentir o que o outro sente, na pele, no coração, na alma, no estômago. E os preconceitos, as hipocrisias, as ironias, as grosserias, as humilhações, as indelicadezas teriam fim.”.

Na verdade, o que o célebre Fernando Coelho poderia ter dito, em forma um pouco distinto do que disse, é que alguém deveria se colocar sempre no lugar de outrem em situação precária, mas não que isso seja feita genericamente.

Quem não gostaria facilmente de se colocar no lugar de quem vive no bem-bom do quotidiano, se esbanjando prazerosamente com o usufruto das melhores benesses proporcionadas para o homem, evidentemente na gloriosa plenitude da vida?

Assim nem sacrifício é, mas sim algo que a todos interessam, diante da realização dos desejos de felicidade que a todos são ansiados.

Agora, do contrário, quem seria capaz de se colocar no lugar de inferioridade, já sabendo sobre a dureza que é o enfrentamento das agruras das dificuldades incontornáveis, por mais que redobrados os esforços que se imprimam, que nada cedem em forma da esperança?

Ou seja, nunca vai faltar quem deseja se colocar no lugar de quem estar no bem-bom da vida, porque isso é justamente o que todos querem, mas, contrariamente, quem assim está, jamais pretenderá se colocar no lugar de quem se encontra em situação de inferioridade social, diante da certeza de que as agruras são elementos realmente insuportáveis e inadmissíveis para se viver condignamente?

Feliz é aquele que aceita a realidade da vida, sempre procurando não só compreender as dificuldades vividas por outrem, mas sempre procurando se elevar espiritualmente, visando à melhora das condições da própria vida e a do seu próximo. 

Brasília, em 2 de junho de 2026

Degeneração

 

A diferença entre princípios de civilidade/evolução e humanitária/iluminismo de consciência e ignorância/regressão social/trevas de pensamento chama-se ideologia política.

De um lado tem-se a ideia de que o bem da sociedade somente se materializa por meio do emprego dos salutares princípios, com a defesa da integridade dos valores e da grandeza inerentes ao ser humano, com a implantação de medidas de fortalecimento da família, da pátria e dos ensinamentos que possam consolidar as esteiras da dignidade humana.

Enquanto a ideologia da degeneração condiz naturalmente, sem nenhum escrúpulo, com a intransigência da defesa de princípios inerentes à degradação da dignidade humana, como o aberto, a ideologia de gênero, a cumplicidade com a criminalidade, a banalização da violência, a agressão à religiosidade e aos símbolos sagrados, entre tantas malignidades próprias e evidenciadas na prática por seus seguidores, conforme mostram os fatos da história política brasileira.

Esse diferencial, por mais horroroso que possa parecer, é realidade insofismável, mas, mesmo dessa forma, há legião de mentes insensatas que entende que isso ainda é o melhor para as suas consciências políticas, no sentido de quanto pior a situação social e política, melhor para a sociedade.

À toda evidência, é essa a realidade da situação política brasileira, em que as ideologias cuidaram de separar o joio do trigo, tendo como prevalência o pior sentimento filosófico imaginado para a nação chamada Brasil, que, infelizmente, atravessa o seu ciclo de influência maligna e perversa para os verdadeiros brasileiros, que são obrigados a conviver com a indecência, a falta de escrúpulos, a incompetência e a regressão de todos os princípios de benignidade facultados à humanidade evoluída.

De nada adianta se estrebuchar contra a realidade brasileira, conquanto reste apenas o caminho da recuperação, se isso ainda seja possível, da dignidade perdido por muitos brasileiros que optaram conscientemente para a ideologia da perdição e da regressão social.

Apelam-se por que os brasileiros reflitam, com urgência, sobre a importância da sua dignidade e da grandeza do Brasil, no sentido somente votarem em políticos que pensem efetivamente na imediata moralização dos princípios da competência, da dignidade, da moralidade e principalmente do desenvolvimento socioeconômico.

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 2 de junho de 2026

Saudades!

 

Diante de fotografia de amigos da Turma 162 da Escola de Especialistas de Aeronáutica, eu escrevi a mensagem a seguir, para mostrar o meu carinho aos companheiros de jornadas e lutas nesse educandário.

É sempre com alegria e emoção que nos deparamos com memorável fotografia como essa, que nos faz lembrar de pessoas especialmente queridas e amáveis.

Algumas delas chamam a atenção por sua índole com a sua áurea toda especial, diferenciada pela forma carinhosa com que se comportam naturalmente diante dos amigos, mostrando o seu tino distinto do verdadeiro valor humano.

Confesso que essas pessoas têm o dom divino de conquistar amigos e de manter e receber a reciprocidade em retribuição, porque isso faz muito bem ao coração.

Infelizmente, alguns amigos já não podem mais compor nova fotografia linda e maravilhosa como essa, que realmente é histórica e faz parte de nosso passado glorioso, mas isso é completamente compreensível, por ser o sequencial do nosso belo viver, que consiste nas alegrias e também nas tristezas, razão do que verdadeiramente somos.

Sim, olhei muitas vezes essa fotografia e em todas elas senti saudade diferente de alguns amigos, porque, como disse, cada qual tem a especificidade diferente e especial, mas todos têm identidade comum entre si, que são as fantásticas lembranças da sempre saudosa e amada Escola de Especialistas de Aeronáutica.

Cada um dos amigos constantes dessa fotografia especial receba não somente os meus carinho e amor, mas também forte abraço, evidentemente com relação àqueles que ainda estão conosco na jornada da vida.

Saudades… 

Brasília, em 2 de junho de 2026

Traição à pátria!

 

É possível se acreditar que pessoa de sã consciência, psicologicamente equilibrada, jamais faria acusação tão grave como essa que é feita pela principal autoridade do país, de traição à pátria, sem ter elementos substanciais e suficientemente capazes de provar o que ele afirma perante a nação.

Ele se atreve a intuir, certamente com base em narrativa criada da própria ideologia que defende, por achar que pode e tem o direito de acusar erros de adversários políticos, sem haver o menor fundamento de plausibilidade, como parece ser o presente caso.

E o pior da grave infâmia ainda vem associada com a inacreditável, cruenta e desumana proposição de enforcamento de adversários políticos, como forma de julgamento e condenação sumários, como a se confirmar fatos consumados e concretizados, tudo em evidente harmonia com a filosofia inerente ao repugnante regime totalitário e tirânico de cruel antagonismo que tem sido a razão predominante de quem age inconsciente e irresponsavelmente.

À toda evidência, essa infeliz e insensata sugestão de eliminação de opositores políticos calha nos propósitos da nefasta ideologia defendida por essa autoridade, que se harmoniza com o sentimento de deplorável antagonismo que alimenta a permanente sede potencialmente de vingança contra os declarados inimigos políticos.

Diante de gravíssima situação que envolve inclusive a perda de vidas humanas, pela mais cruel forma de enforcamento, emerge a importância de imediatos esclarecimentos por parte dos acusados, em sua defesa, no sentido de mostrar tudo sobre os fatos denunciados e que serviram da inacreditável e brutal condenação por parte daquela autoridade.

Ou seja, ganha notória importância, neste momento, a transparência sobre o que realmente possa ter acontecido, como forma de se colocar sobre a mesa toda verdade, de modo que a sociedade possa avaliar precisamente se existiu ou não traição à pátria, doa a quem doer, desde que a verdade prevaleça nesse deplorável episódio, que de uma forma ou de outra, o Brasil precisa se salvar.

Apelam-se por que os fatos sejam devidamente esclarecidos, evidentemente mostrando-os às claras, levando-se em conta, em especial, a grandeza do Brasil e dos brasileiros.

Acorda, Brasil!   

Brasília, em 3 de junho de 2026

Soberania!

 Diante da classificação de organizações criminosas como grupos terroristas, um advogado afirmou que “O Brasil tem suas próprias leis e que a aplicação de punições severas aos integrantes dessas facções criminosas resultará em forte impacto na economia brasileira, além de representar uma violação da soberania nacional.”.

Ele também disse que “o Brasil jamais deve ficar de joelhos diante dos Estados Unidos.”.

Sábias palavras do inteligente causídico que também reconhece a soberania do Brasil, que realmente não pode ficar de joelhos para ninguém, muito menos para os norte-americanos.

Agora, estranha-se que o Brasil goza realmente do direito de soberania sobre a influência externa, que precisa ser rechaçada, à vista dos princípios jurídicos internacionais, mas se permite, mui estranhamente, ser dominado por facções criminosas, em quase todo o território nacional.

À toda evidência, a atuação livre e soberana das organizações criminosas é gravíssima afronta à legislação penal e criminal brasileira, mas, ao que tudo indica, isso pode ser aceito normalmente, com a tolerância das autoridades públicas incumbidas da segurança pública, que permitem, nas suas barbas, a operação pacífica de tais facções, em que pesem os transtornos e as interferências prejudiciais à população.

O povo das comunidades dominadas pelas organizações criminosas é obrigado ao jugo dos rígidos costumes estabelecidos pelos narcotraficantes, que impõem as suas leis e normas nas comunidades delimitadas por eles.

Segundo se sabe, as duas organizações criminosas brasileiras visadas têm importantes "negócios" em 12 estados norte-americanos, e isso já seria motivo suficiente para justificar a intervenção dos Estados Unidos, nas operações fora da lei dessas facções.

É curioso e até estranho que o cerne desse tema giza em torno da população dominada e sacrificada pela prepotência e práticas violentas dessas organizações criminosas.

Os moradores dessas comunidades são obrigados a suportarem a dura e cruel realidade imposta pela insensibilidade do tratamento que lhes é dispensado, conquanto, mesmo tendo a incumbência constitucional da proteção do Estado, ex-vi do disposto no artigo 144 da Lei Maior do país, inexiste notícia sobre combate à criminalidade, o que vale dizer que as quadrilhas de narcotraficantes podem atuar e dominar as pessoas livremente nos territórios sob  o seu domínio, na maneira que bem entenderem, sem qualquer incômodo em termos da repressão legalmente prevista.

Por certo, sobressai, nesse affair, maior importância à soberania nacional do que a defesa dos direitos humanos e da dignidade das pessoas, quando estas dizem respeito à vida humana e à liberdade inerente à cidadania, que deveriam ser assegurados regularmente pelo Estado, na forma da lei, o que dispensaria a indevida intervenção externa.

Acorda, Brasil! 

            Brasília, em 3 de junho de 2026

Insanidade

 Em vídeo que circula nas redes sociais, a principal autoridade do país incita a morte de dois filhos do último ex-presidente brasileiro, sob a suspeita de eles terem traído a pátria, por eles defenderem junto ao governo norte-americano a classificação de organizações criminosas como grupos terroristas.

A insinuação maldosa, perversa, cruel e desumana da principal autoridade brasileira demonstra o extremo do desequilíbrio psicológico, associado ao sentimento de vingança e ódio incompatíveis com as normais condições humanas.

A declaração tresloucada e irracional dessa autoridade leva-nos a acreditar que o Brasil está sendo presidido por pessoa sem juízo, que, sem o menor escrúpulo, sugere o enforcamento de quem ele julga ter traído o Brasil, apenas por mera intuição, porque não existe prova de absolutamente nada disso.

Custa a acreditar que, nesse estado de cristalina loucura, os brasileiros não se insurjam contra situação de extrema gravidade, quando o governante deixou de raciocinar com normalidade, passando a fazer dedução sobre fatos sem plausibilidade, como visto no presente vídeo, quando ele afirma sobre algo sem o menor fundamento, fazendo acusações inverídicas e irresponsáveis.

A situação é gravíssima e inaceitável, cabendo aos brasileiros do bem reagirem e protestarem, com veemência, e exigirem o imediato afastamento do poder de quem perdeu o senso da racionalidade e da sensatez, como forma de proteção da integridade da República.

Acorda, Brasil! 

            Brasília, em 3 de junho de 2026

A paz perfeita

 Um rei amante das artes resolveu realizar concurso para incentivar a salutar prática da pintura, com vistas à escolha do melhor trabalho artístico, de modo que fosse capaz de retratar, na tela, a paz desejável da alma.

Concluídas as pinturas, todas de altíssima qualidade artística, que foram obviamente avaliadas e valorizadas por sua majestade, que observou e admirou atentamente todas as pinturas com cuidado, mas apenas duas realmente chamaram sua especial atenção.

A primeira era uma verdadeira e maravilhosa paisagem que mostrava impressionante imagem, sobressaindo belo lago tão perfeito que parecia fantástico espelho na água, onde se refletiam formidáveis e plácidas montanhas que o rodeavam.

As montanhas eram emolduradas com o céu azul com discretas nuvens brancas, que transmitiam o real poder da paz como fonte da inspiração objetivada pelo rei, pois o seu cenário traduzia esse sentimento instantâneo.

A segunda pintura também versava sobre cenário de estonteantes montanhas, cujos contornos mostravam enormes rochas e estavam despidas de vegetação.

Ao seu redor pesava a imagem de céu revolto e cinza, com precipitação de fortes tempestades, ao meio de relâmpagos e trovões e ainda transparecendo descer, montanha abaixo, turbulenta torrente de água, dando a ideia, à primeira vista, de que nada disso poderia se interpretar como pacífico, na forma pretendida pelo rei.

Não obstante, quando observada a pintura com a devida atenção, poderia se verificar, atrás da cascata, havia arbusto crescendo da fenda de uma rocha e, nele, podia-se ver um ninho de pombinhos.

Exatamente ali, em meio ao ruído e à violência da cena construída na pintura, estava aquela ave na maior calma a chocar seus ovinhos, prestes a darem vida a novos ocupantes da Terra.

Foi daí que o rei concluiu que seria aquela a pintura escolhida por ele, diante da sábia explicação de que a “Paz não significa estar em um lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor. A paz significa que, apesar de estar no meio de tudo isso, nosso coração deve e pode permanecer calmo.”.

À toda evidência, o verdadeiro significado da paz perfeita reside na pacificação do coração, mesmo que o ambiente ao seu redor esteja tumultuado por tempestades e incômodos ruídos, que precisam ser isolados daquela consciência que diz estar em sintonia com o seu bem-estar.

Parte inferior do formulário

            Brasília, em 4 de junho de 2026

Comercial 107 Sul

 

Em síntese, uma mensagem de cunho bíblico, que circula nas redes sociais, diz que “Deus irá entregar enorme paz aos homens e esmagará os sofrimentos.”.

Quem realmente acredita em Deus, sabe perfeitamente que não é verdade que Ele entregará coisa alguma, o que vale se afirmar que ninguém espere algo por meio da entrega por Deus, porque isso é absolutamente impossível, sob a ótica da materialidade.

Também não tem nada de verdadeiro se dizer que Deus esmaga coisa alguma, pelo mesmo motivo da impossibilidade material.

A obtenção da paz pode sim ser possível, inclusive com a ajuda de Deus, por meio do merecimento da fé, no sentido de que se tem a infinita crença de que tudo seja possível, porque o Ser supremo tudo pode, por meio da Sua intercessão espiritual, fazendo que isso se efetive pela crença, mas sob o prisma dos exclusivos esforço e mérito da própria pessoa, sem que tenha qualquer participação direta de Deus, nos seus intentos.

Do mesmo modo acontece com o esmagamento do sofrimento, que depende exclusivamente das condições pessoais, na forma do merecimento de quem pretende ficar livre das dificuldades, sempre contando com a crença de que Deus quer que aconteça o melhor para todos seus filhos.

Enfim, ninguém espere que Deus vai entregar paz nem coisa alguma e muito menos Ele esmaga sofrimento, porque o seu poder é infinitamente espiritual, que, por isso mesmo, a experiência mostra que Ele nada faz, em termos materiais.

Vivam na esperança da paz espiritual, aquela construída por méritos próprios, tendo como princípio a fé inabalável em Deus, que tudo pode, na esfera espiritual. 

Brasília, em 4 de junho de 2026

Desumanidade

 

Em vídeo que circula nas redes sociais, a principal autoridade do país vem a público para incitar o enforcamento de dois filhos do último ex-presidente do país, sob a acusação de que eles teriam traído a pátria.

Nada poderia ser mais incrivelmente desumano e cruel que alguém sequer imaginar o enforcamento do seu semelhante, por mais ódio que se acumule em forma de maldade no seu coração, por conta do extremo antagonismo predominante.

Isso só demonstra o grau de inferioridade de sentimento, desamor e falta de compaixão, exatamente pelo desprovimento de qualquer instinto humanitário.

O desejo mórbido como esse de morte de pessoas representa total perda da credibilidade e do respeito, precisamente porque isso não condiz com a dignidade humana e muito menos com a relevância de chefe de Estado, de quem se exige e espera atos nobres de equilíbrio emocional e psicológico, que são visivelmente abandonados quando não se tem o menor escrúpulo em incitar a eliminação de adversários políticos, quando isso contraria frontalmente todos os sentimentos humanitários.

O certo mesmo é que não existe absolutamente nada que possa justificar atitude extrema de irracionalidade e desumanidade, que tenha por propósito a execução da vida do seu próximo, quanto mais apenas quando tudo se contextualiza no âmbito de disputa política, mesmo que houvesse a prova material de algum dano comprovado contra alguém.

A verdade é que este é o pior momento da vida política brasileira, em que o país pode estar sendo presidido por desequilibrado mental, que acha que tem o direito de sugerir e incitar a morte de pessoas, decorrente de sentença de monstruosidade sem limite das suas insanas autoria e vontade.

Queira Deus que os brasileiros percebam, o mais rapidamente possível a gigantesca gravidade de estar sendo presidido por pessoa visivelmente desequilibrada emocionalmente, que se permite propugnar impunemente pelo enforcamento de seus semelhantes, por simples motivação de puros ódio e antagonismo, quando isso tem a total desaprovação de todos os princípios humanitários. 

Brasília, em 5 de junho de 2026

A ex-primeira-dama

 

Em mensagem postada na internet, que aparece a imagem da última ex-primeira-dama do país, encimada de texto que diz que ela representa as mulheres brasileiras.

Não se sabe exatamente como se definiria melhor quais as mulheres que a ex-primeira-dama brasileira realmente representa, à vista das questões de ordem ideológi9ca.

Só há margem de interpretação de que ela jamais representa as mulheres socialistas, que também são brasileiras, mas certamente não se sentem representadas por ela, por mais boa vontade possível nesse sentido.

Há certas expressões que são preferíveis nem as mencionar, porque elas não passam de frases sem efeito, como essa de "Ela representa todas as mulheres do Brasil.", se referindo à ex-primeira-dama, porque isso não tem o mínimo fundo de verdade.

É possível, por óbvio, até que ela represente as mulheres que confessam a sua mesma ideologia, mas nunca as suas declaradas adversárias.

A verdade é que urge se mudarem os conceitos, precisamente para se evitar saia-justa como a que significa a expressão acima, para se evitarem interpretações distorcidas.

À toda evidência, a ex-primeira-dama é cidadã especial, mas apenas no âmbito restrito aos seus admiradores, pois ela tem enorme rejeição por parte das suas adversárias políticas e isso é bastante compreensível, nas circunstâncias.

Na realidade, o bom senso e a sensatez recomendam que essa forma de propaganda política deveria ser evitada, precisamente porque o que consta do texto não condiz com a realidade, porque é bem possível que a ex-primeira-dama do país somente represente a própria pessoa.

Apelam-se por que as propagandas políticas somente sejam feitas quando isso se tornar realmente imprescindível e tenha por objeto fatos lógicos e factíveis, sob pena de se incorrer em ridículo. 

Brasília, em 5 de junho de 2026

Humanização do mundo

 

Em entrevista cujo texto foi postado na internet, importante sociólogo mostrava linha da sua consolidada e pacífica índole ideológica, a sua completa aversão ao regime capitalista, como sendo a causa das perdições mundiais, mas tem a expertise de exaltar as revolucionarias qualidades do notável regime socialista, como a verdadeira fonte de Iluminismo da sociedade.

Como conclusão da sua entrevista, ele, sem o menor pudor, disse que Cuba se presta como o moderno socialismo, porque nessa ilha existe o “socialismo humanizando o mundo. Em Cuba, eu vi o socialismo mais próximo do socialismo. Cuba é uma coisa formidável, o mais próximo da justiça social.”.

Como compreender pessoas que enaltecem regime que oprime o povo e o priva dos direitos humanos e das liberdades individuais e democráticas, o submete ao pior regime desumano e cruel de completa escravidão do totalitarismo e da tirania ditatorial?

Um povo que vive há mais de meio século isolado dos avanços e do desenvolvimento científico e tecnológico, em plena miserabilidade de fome, pois tudo é racionado e controlado sob a mão-de-ferro da insensatez do Estado totalitário.

Que socialismo formidável é esse que só produz desgraça e sofrimento social, como seria a marca festejada de justiça social, que só oferece maldade às pessoas, à vista dos fatos que são normalmente denunciados pelos organismos internacionais?

Pelo menos no mundo civilizado, o normal entendimento de justiça social condiz com plenas liberdades de expressão e do usufruto de todos os direitos humanos, com total direito de ir e vir, como acontece normalmente nos países evoluídos que têm aderência ao capitalismo, onde todas as pessoas indistintamente são livres e donas das suas vontades e liberdades de pensamento e opinião.

Nesses países, o povo pode se expressar na forma que bem quiser, exatamente com a salutar e verdadeira justiça social do capitalismo e da democracia que realmente precisa ter validade em todos os lugares do mundo, em respeito e valorização dos direitos e princípios humanitários.

Impressiona bastante que as condições desumanas e até cruéis próprias de países de regime socialista causem impressão maravilhosa, mesmo conhecendo a crueza da realidade ali vivida, como é o caso existencial de Cuba, que é símbolo de país em completa ruína, em todos os sentidos.

Estranha-se que, mesmo assim, ele é mostrado como padrão internacional de justiça social, como se essa triste e deplorável inversão de valores sociais fosse realmente desejável para a humanidade, que não merece tamanha atrocidade.

Na verdade, ainda bem que existem os princípios do bom senso e da sensatez, por meio dos quais o homem ainda pode discernir o joio do trigo, somente nos países não socialistas.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 5 de junho de 2026

Culpa conjunta

 Uma parlamentar norte-americana aponta o dedo para a maior corte do Brasil e diz que ali tem autoridade que pratica abuso em prejuízo dos interesses da sociedade.

Ao que tudo indica, a parlamentar norte-americana foi mal-informada sobre a real situação do que se passa no país das “maravilhas” tropicais.

Não é totalmente verdade a existência de único totalitário onde ela diz que há um com essa índole malévola.

Ali, no local dito por ela, se decide em forma de colegiado, fato esse que implica à ilação automática de que todos os integrantes desse órgão são igualmente solidários nas decisões adotadas por um deles, por consequência do dever institucionalizado, em que as sentenças têm o sinete de todos que compõem o poderoso organismo.

É evidente que isso não diminui em nada a autoria nem a autoridade dos atos liderados por seu principal mentor, mas a eficácia deles é afiançada e assegurada por todos aqueles que formam a maioria no respaldo das ações adotadas por aquele.

Talvez a finalidade da exposição ruidosa feita pela congressista americana tenha sido a de veemência condenação por abusos de autoridade, como se se deduzir normalmente.

Nesse caso, que isso seja feito com a devida justiça, contemplando igualmente, por inteira justiça, todos aqueles que têm participação indireta, porém efetiva, nas questionadas decisões prejudiciais aos interesses da sociedade.

Enfim, embora seja incompleta e não totalmente correta, a crítica em apreço, ela tem a importância de denunciar ao mundo que tem muita coisa errada no reino tupiniquim e que compete a nós brasileiros envidar urgentes esforços para neutralizá-la e implantar medidas com as correções necessárias ao rumo da civilização.

Acorda, Brasil!

Parte inferior do formulário

            Brasília, em 6 de junho de 2026

Gratidão

 

Diante da fotografia da professora Espedita Veloso, uma das minhas professoras de infância, acompanhada de dedicatória em sua homenagem, da minha autoria, que fora publicada no Facebook, eu escrevi a mensagem a seguir, mostrando a minha satisfação em revê-los.

Fico feliz em rever texto da minha autoria, onde eu prestei merecida homenagem à querida e inesquecível professora Espedita Veloso, formidável mestra que pontificou a sua cátedra de sabedoria e competência no Grupo Escolar Jovelina Gomes, de Uiraúna, Paraíba.

A mensagem que se refere o texto acima é linda homenagem prestada por mim à especial professora Espedita Veloso (agora, in memoriam), a quem eu tenho e sempre tive enorme admiração, em forma de gratidão pela importante contribuição dela à minha formação educacional, logo na frase tenra dos meus estudos.

A professora Espedita é pessoa que a gente guarda, no cantinho do coração, por toda a vida, diante da importância da sua memória de muita dedicação e amor à arte de ensinar, que foi certamente a sua especial vocação pelo magistério.

Muito obrigado, amando Deus, por eu ter a oportunidade de ter a professora Espedita como minha orientadora.

Brasília, em 6 de junho de 2026

Mistérios de Deus!

 

Em importante reportagem, alguém faz maravilhoso histórico sobre o surgimento de várias igrejas, a partir da Igreja Católica, mostrando a sua evolução a partir das divergências havidas por parte de grandes filosóficos católicos, que normalmente se sentiam insatisfeitos com a teoria fundamentalista da igreja de Jesus Cristo.

É bastante curioso que essa miscelânea de interpretações dos homens sobre a espiritualidade religiosa, tudo no mais altíssimo requinte de inteligência espiritual, se volta para a tentativa da definição e identificação do exato sentido da existência de Deus, que, de tão misterioso que tem sido a sua existência, se mostra passível de estudos e pesquisas sobre o seu verdadeiro sentido espiritual.

É evidente que a sucessiva instituição de igrejas, inclusive as da linha evangélica, a partir daquela fundamentada na vontade mentalizada por Jesus Cristo, representada pela Igreja Católica, nada mais é do que o esforço e a tentativa dos religiosos de altíssima intelectualidade de se encontrar a pacificação sobre quem é realmente Deus, obviamente dando clara ideia de que o seu mistério sempre foi desconhecido, além de ser infinito.

A verdade é que, quanto mais se tentem decifrar os mistérios de Deus, maiores são as profundezas sobre a sua verdadeira existência e os seus mistérios, suscitando, com isso, ainda a criação de muitas outras igrejas e certamente nunca ninguém terá o privilégio e a primazia de descobri-Lo, por completo, diante da gigantesca especificidade da sua supremacia religiosa e espiritual, que nunca poderá ser totalmente interpretada pelos homens, que hão de se esforçar ao máximo, mas tudo resultará em vão, diante do poderoso e infinito mistério da existência divina. 

Brasília, em 6 de junho de 2026