terça-feira, 30 de junho de 2026

Impunidade!

 

Em mensagem postada na internet, o governo defende a continuidade de  organizações criminosas na forma como se encontravam, livres e impunes, prejudicando normalmente comunidades onde elas estão devidas e comodamente instaladas, sob o argumento de que o governo vem adotando medidas de combate à criminalidade.

O conteúdo da aludida mensagem se refere à possibilidade de alguém que defende declaradamente organizações criminosas a atuarem livremente, à margem da lei, mas isso, à toda evidência, não é verdade, porque não há nada que possa comprovar medidas ou atos nesse sentido, em forma de efetividade de demanda sob a sua batuta no comando das quadrilhas delinquentes.

Não obstante, tudo leva a acreditar que a autoridade que se diz entristecida, mostrando incômodo diante de importante e preciosa atitude que visa ao combate das ações tipicamente terroristas de indiscutíveis fora da lei tem tudo para ser comparada com propensão à cumplicidade com os procedimentos de atrocidade e crueldade próprios desses monstros que aterrorizam, muito à vontade e livremente, muitas comunidades espalhadas pelo território nacional, evidentemente sem qualquer combate em forma repressiva da violência contra a sociedade.

Assim, essa assertiva se confirma diante da potencialidade de ação ativa e preponderante das organizações criminosas, em que, em muitos casos, têm suas jurisdições protegidas por decisão judicial, por meio de medida protetiva de se impedir a ação repressora da polícia, o que bem mostra a importância da estrutura da criminalidade brasileira, que vem atuando com a proteção fortalecida por decisão de autoridade pública.

Isso só evidencia os enormes descalabro e promiscuidade que persistem na falta do combate ao crime organizado, sem o mínimo de responsabilidade por parte das autoridades públicas incumbidas da adoção das medidas de proteção à sociedade.

À toda evidência, neste exato momento, há verdadeiro sentimento de gigantesca frustração da sociedade do bem, em saber que a principal autoridade do país se entristece com medida vinda de fora do Brasil, acenando pela possibilidade de efetivo combate à criminalidade brasileira, mesmo diante da resistência da parte da principal autoridade do país.

É muito estranho que a principal autoridade brasileira confesse tristeza com o incômodo que as organizações criminosas possam sofrer, por medidas providenciais, pasmem, vindas precisamente do exterior, em forma de defesa da própria nação, que é também atingida pelas ações maldosas e desumanas do crime organizado brasileiro, que merece, como visto, a complacência das autoridades omissas quanto ao seu dever constitucional de proteção da sociedade.

Na verdade, esse lamentável episódio de autoridade pública reagir em defesa explícita de grupos criminosos, sem o menor escrúpulo, precisa ser aproveitado como importante lição para que a sociedade do bem possa refletir profundamente sobre a real situação que se encontra o Brasil, sendo governado por pessoa que, sem o mínimo pudor ético, se põe na linha de frente da defesa do trabalho facínora e cruel de organizações criminosas, em completo detrimento da dignidade dos brasileiros, como se isso fosse possível em plena luminosidade da evolução humana, que queda diante de mentalidade insana e insensata, sob a égide da sua autoridade outorgada pelo próprio povo que também é vítima das atrocidades emanadas das facções criminosas.

Urge que os brasileiros se conscientizem sobre a importância da valorização especialmente da sua dignidade, da grandeza do Brasil, da relevância do seu voto e da moralização de povo, tendo vergonha na sua alma de não votarem em políticos desprezíveis, insignificantes, incompetentes e irresponsáveis, que demonstram empatia com organizações prejudiciais aos interesse da sociedade.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 30 de maio de 2026

 

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