Em mensagem postada na internet, o governo
defende a continuidade de organizações
criminosas na forma como se encontravam, livres e impunes, prejudicando
normalmente comunidades onde elas estão devidas e comodamente instaladas, sob o
argumento de que o governo vem adotando medidas de combate à criminalidade.
O conteúdo da aludida mensagem se refere à
possibilidade de alguém que defende declaradamente organizações criminosas a
atuarem livremente, à margem da lei, mas isso, à toda evidência, não é verdade,
porque não há nada que possa comprovar medidas ou atos nesse sentido, em forma
de efetividade de demanda sob a sua batuta no comando das quadrilhas
delinquentes.
Não obstante, tudo leva a acreditar que a
autoridade que se diz entristecida, mostrando incômodo diante de importante e
preciosa atitude que visa ao combate das ações tipicamente terroristas de
indiscutíveis fora da lei tem tudo para ser comparada com propensão à
cumplicidade com os procedimentos de atrocidade e crueldade próprios desses
monstros que aterrorizam, muito à vontade e livremente, muitas comunidades
espalhadas pelo território nacional, evidentemente sem qualquer combate em
forma repressiva da violência contra a sociedade.
Assim, essa assertiva se confirma diante da
potencialidade de ação ativa e preponderante das organizações criminosas, em
que, em muitos casos, têm suas jurisdições protegidas por decisão judicial, por
meio de medida protetiva de se impedir a ação repressora da polícia, o que bem
mostra a importância da estrutura da criminalidade brasileira, que vem atuando
com a proteção fortalecida por decisão de autoridade pública.
Isso só evidencia os enormes descalabro e
promiscuidade que persistem na falta do combate ao crime organizado, sem o
mínimo de responsabilidade por parte das autoridades públicas incumbidas da
adoção das medidas de proteção à sociedade.
À toda evidência, neste exato momento, há
verdadeiro sentimento de gigantesca frustração da sociedade do bem, em saber
que a principal autoridade do país se entristece com medida vinda de fora do
Brasil, acenando pela possibilidade de efetivo combate à criminalidade
brasileira, mesmo diante da resistência da parte da principal autoridade do
país.
É muito estranho que a principal autoridade
brasileira confesse tristeza com o incômodo que as organizações criminosas
possam sofrer, por medidas providenciais, pasmem, vindas precisamente do
exterior, em forma de defesa da própria nação, que é também atingida pelas
ações maldosas e desumanas do crime organizado brasileiro, que merece, como
visto, a complacência das autoridades omissas quanto ao seu dever
constitucional de proteção da sociedade.
Na verdade, esse lamentável episódio de
autoridade pública reagir em defesa explícita de grupos criminosos, sem o menor
escrúpulo, precisa ser aproveitado como importante lição para que a sociedade
do bem possa refletir profundamente sobre a real situação que se encontra o
Brasil, sendo governado por pessoa que, sem o mínimo pudor ético, se põe na
linha de frente da defesa do trabalho facínora e cruel de organizações
criminosas, em completo detrimento da dignidade dos brasileiros, como se isso
fosse possível em plena luminosidade da evolução humana, que queda diante de
mentalidade insana e insensata, sob a égide da sua autoridade outorgada pelo
próprio povo que também é vítima das atrocidades emanadas das facções
criminosas.
Urge que os brasileiros se conscientizem
sobre a importância da valorização especialmente da sua dignidade, da grandeza
do Brasil, da relevância do seu voto e da moralização de povo, tendo vergonha
na sua alma de não votarem em políticos desprezíveis, insignificantes,
incompetentes e irresponsáveis, que demonstram empatia com organizações
prejudiciais aos interesse da sociedade.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 30 de maio de 2026
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