O aludido
painel não é gigante apenas por sua dimensão, mas especialmente por seu
conteúdo, em que se evidencia assombrosa a distinção dos temas indicados na
defesa das ideologias da direita e da esquerda, quando os temas indicados de um
lado trata da valorização e da dignificação humana, enquanto o outro lado deixa
evidente posição que se harmoniza com a degeneração dos princípios
humanitários, em forma de plena decadência como projeto que se coloca na
contramão do verdadeiro sentido da vida, que seria apenas em aproveitamento das
benesses próprias e essenciais ao ser humano.
Causa
enorme perplexidade que essa monstruosa dicotomia de filosofia que sinaliza
fator de índole política possa ainda prevalecer em sociedade que teria tudo
para evoluir e jamais adotar práticas degradantes como se as medidas em si
pudessem realmente ter aproveitamento como de fato tem para aqueles que se
beneficiam politicamente delas, como os integrantes dos partidos de índole
socialista.
A verdade
é que o socialismo pratica exatamente tudo aquilo que diz com a degradação da
família, com a defesa da ideologia de gênero, a banalização da criminalidade e
da violência, o desrespeito às crenças religiosas e aos símbolos sagrados,
entre outras deploráveis deformidades sociais que estão na sua cartilha de
defesa como sendo justificáveis para o fortalecimento da sua ideologia da
degradação, conforme mostram os fatos relacionados com as suas práticas
políticas.
Convém
que se registre a enorme perplexidade que a prevalência da ideologia da
regressão e da promiscuidade social, na forma assim defendida, somente seja
possível em razão do apoio recebido nas urnas, em que eleitores não têm o
devido cuidado ou mesmo por simpatia votam em representantes políticos
declaradamente socialistas, fato este que se confirma a cumplicidade consciente
de insensatos brasileiros, que ajudam à prevalência da indignificação e da
desvalorização da humanidade, com o voto de brasilei9ros.
Apelam-se
por que os brasileiros se dignifiquem por meio do seu voto, tendo o cuidado de
escolherem os representantes políticos que se comprometam com o trabalho em
defesa dos salutares princípios capazes de contribuírem para a valorização e
dignificação do ser humano.
Acorda, Brasil!
Brasília,
em 12 de junho de 2026
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