A
completa ausência do mencionado militar nas investigações promovidas por
iniciativa da maior corte do país pode ter por consequência a de que ele não tenha
participado, pelo menos assim sob a ótica da avaliação do sistema dominante, de
nada contra os adversários de então, na forma da interpretação de que ele em
nada corroborou com o que tenho dito o seu superior, que teria sido abatido
pela boca, exatamente pelo que disse em forma de agressão ao sistema.
Na
verdade, o citado sistema aproveitou as palavras do então presidente do país para
transformá-lo em golpista-mor, mesmo que ele não tenha participado de nenhum
crime, salvo, evidentemente, o de ter feito acusações sem provas e criticado
agressivamente integrantes de outro poder da República.
Ao que se
sabe, o general entrou e saiu calado, exatamente como assim determinava a sua
relevante função de mero coadjuvante do presidente do país.
A verdade
é que não se têm conhecimento de que o vice-presidente tivesse agredido ninguém
nem se envolvido em esquema visando alguma forma golpista, segundo a avaliação feita
pelo sistema, o que poderia justificar a inclusão desse militar em investigação
e julgamento.
De
qualquer forma, não se tem elementos de convicção para qualquer avaliação,
salvo de que realmente o militar/parlamentar se mantém à margem das
investigações e dos julgamentos e ainda se encontra em plena atividade, ao
contrário do que acontece com o seu ex-superior, que se encontra cumprindo a
pior condenação de confinamento político, apenas por ter dito a sua desaconselhável
verdade, que melhor teria sido se ela fosse evitada.
Apelam-se
por que as avaliações sobre os fatos políticos sejam feitas tendo por base os
reais acontecimentos.
Acorda,
Brasil,
Brasília,
em 14 de junho de 2026
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