Muitos
brasileiros dependem dos programas assistencialistas do governo por motivos
fundamentais, que levam inexoravelmente a esse estado de completa incompetência
da gestão pública, que tem gravíssimo reflexo diretamente nas pessoas carentes,
que, abandonadas pelas circunstâncias da vida, são obrigadas à aceitação da
submissão ao assistencialismo vegetarista e vergonhosos.
A ajuda tanto
se harmoniza com a indignificação humana, diante da impossibilidade de melhor
alternativa de se dispensar as migalhas do governo, que não passam de
paliativos extremamente necessário, nas circunstâncias, em que pese isso constituir visível desvalorização do ser
humano, por viver permanentemente na dependência de assistência governamental,
sem nenhuma contraprestação.
A
dependência do assistencialismo governamental também tem explicação pela
notória falta de investimentos públicos e privados nas áreas mais necessitadas,
onde os bolsões de pobreza são acentuados, justamente pela inexistência de
emprego e oportunidade de expansão econômica.
Outro
ponto da maior importância para a extrema penúria da multidão de carentes
brasileiros diz respeito diretamente à maldosa filosofia maquiavelicamente
mantida pela esquerda de investir recursos públicos maciçamente em programas
sociais, ao invés de investimentos em obras e projetos de incentivo ao progresso,
porque isso que existe tem retorno garantido de dividendos eleitorais, em
conformidade com estratégia política de conquista e manutenção no poder.
Por fim,
a dependência ao assistencialismo governamental se consolidou, no Brasil,
também pelo desgraçado conformismo dos brasileiros beneficiários dos programas
assistencialistas, que poderiam exigir investimentos públicos e privados nas
suas regiões de muita carência, como forma de fomentar o desenvolvimento
socioeconômico, que poderia contribuir para a necessária reversão desse
terrível quadro de miserabilidade crônica.
Apelam-se
por que os brasileiros se despertem da letargia dominante, de modo que haja
interesse das pessoas carentes financeiramente por investimentos nas suas
regiões, em troca dos programas sociais, que permaneceriam somente aqueles
realmente indispensáveis.
Acorda, Brasil!
Brasília,
em 11 de junho de 2026
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