Em
primeiro lugar, esse político considerado o suprassumo do pau-oco não é herói
de coisa alguma, muito menos do Brasil.
Um herói
é sempre venerado por seu legado de atos verdadeiramente heroicos e, precisamente
por isso, ele se mantém vivo na memória do povo como tal, como modelo para a
nação e o seu povo.
Que herói
é esse que se encontra alijado das atividades políticas, preso e incomunicável,
pagando por erros atribuídos à pessoa dele, mesmo sem ter praticado os crimes
que ele nunca cometeu, mas isso pouco importa para o sistema que não o perdoou
por algo errado que ele tenha praticado contra os algozes dele?
A verdade
é que o herói somente consegue praticar bondade e nunca se envolve em polêmica,
porque isso não condiz com a natureza da sua índole.
Por seu
turno, não passa de pura e pueril imaginação se acreditar que o político vai
eleger o seu filho, tendo em vista que somente os fanáticos ideológicos vão
seguir essa ideia absurda de se eleger alguém do clã, por mero continuísmo político,
com base na ideologia.
Enfim, a
mensagem acima tem o condão de se tentar a disseminação de ideias que muito
convém à nefasta ideologia que alimenta interesses e conveniências de pessoas,
em notório detrimento das causas verdadeiramente nacionais, que deveriam ter
prioridade quando do momento do voto.
Apelam-se
por que os brasileiros reflitam sobre a importância de se eleger o futuro
presidente do país, na pessoa que se apresente com melhores preparo e
competência para o enfrentamento dos gravíssimos problemas nacionais.
Acorda,
Brasil!
Brasília,
em 14 de junho de 2026
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