sexta-feira, 3 de julho de 2026

Herói tupiniquim

 

Em mensagem que circula nas redes sociais, aparece a indagação se o último ex-presidente do país pode ser considerado herói nacional?

Em primeiro lugar, esse político considerado o suprassumo do pau-oco não é herói de coisa alguma, muito menos do Brasil.

Um herói é sempre venerado por seu legado de atos verdadeiramente heroicos e, precisamente por isso, ele se mantém vivo na memória do povo como tal, como modelo para a nação e o seu povo.

Que herói é esse que se encontra alijado das atividades políticas, preso e incomunicável, pagando por erros atribuídos à pessoa dele, mesmo sem ter praticado os crimes que ele nunca cometeu, mas isso pouco importa para o sistema que não o perdoou por algo errado que ele tenha praticado contra os algozes dele?

A verdade é que o herói somente consegue praticar bondade e nunca se envolve em polêmica, porque isso não condiz com a natureza da sua índole.

Por seu turno, não passa de pura e pueril imaginação se acreditar que o político vai eleger o seu filho, tendo em vista que somente os fanáticos ideológicos vão seguir essa ideia absurda de se eleger alguém do clã, por mero continuísmo político, com base na ideologia.

Enfim, a mensagem acima tem o condão de se tentar a disseminação de ideias que muito convém à nefasta ideologia que alimenta interesses e conveniências de pessoas, em notório detrimento das causas verdadeiramente nacionais, que deveriam ter prioridade quando do momento do voto.

Apelam-se por que os brasileiros reflitam sobre a importância de se eleger o futuro presidente do país, na pessoa que se apresente com melhores preparo e competência para o enfrentamento dos gravíssimos problemas nacionais.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 14 de junho de 2026

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