quarta-feira, 18 de março de 2026

Crença em Deus

 

À toda evidência, ter fé em Deus é fundamental e da maior importância como remédio para o saneamento de tudo que se encontra errado, até mesmo impossível de ser corrigido, mas tudo isso no campo da espiritualidade, que é a especialidade Dele.

Agora, também se acredita que, no caso da maldição que predomina no Brasil, o mar de fé ainda se traduz como insuficiente para resolver os gravíssimos problemas nacionais, à vista da mediocridade imperativa do seu povo e do sistema dominante, que aderiram à pior maneira de governabilidade, com a colocação da enigmática esquerda no poder.

É evidente que não se poderia esperar nada mais trágico do que a prevalência desse quadro dantesco e retrógrado para a nação da grandeza do Brasil, à vista da clara e patente dominação da incompetência, da miséria, da tragédia, da devassidão, do desmazelo, enfim, do completo abandono à decência, à dignidade e à civilidade, algo notoriamente impossível e incapaz mesmo de ser resolvido somente por meio da fé religiosa, que é capaz até de mover montanhas.

Convém que os brasileiros criem vergonha e dignidade para o fim de se conscientizar sobre a urgência de mudança de mentalidade política, na forma mais radical possível de eliminação da vida pública dos políticos aproveitadores, insignificantes, desonestos, incompatíveis com a seriedade da administração pública.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 12 de março de 2026

Medalha

 

A Escola de Especialistas da Aeronáutica anuncia a comemoração de 80 anos da sua criação, em cujo evento foi introduzida uma medalha que custa o valor de R$ 50,00 para quem pretender adquiri-la, evidentemente como lembrança da efemeridade.

Não tenho nada contra quem ama medalha, porque isso pode haver algo especial que satisfaça pessoalmente quem gosta de possui-la, admirá-la ou simplesmente colecioná-la.

Ou seja, trata-se, como se vê, de forma de expertise pessoal por parte de quem a admira como algo para marcar a importância de evento na vida de alguém sobre fato histórico marcante.

Na minha avaliação, medalha e nada têm o mesmo significado, i.e.: nenhum, exatamente por não ter qualquer utilidade prática.

Tenho muitas medalhas recebidas dos governos da União e do Distrito Federal, mas a sua utilidade é nenhuma para alimentar o meu ego pessoal.

Na minha avaliação, o sistema medalha é totalmente supérfluo e dispensável, não justificando a despesa pertinente à sua confecção, diante da inexistência de importância e utilidade.

Frise-se que se trata de compreensão pessoal, respeitando quem pensa diferente.

Brasília, em 14 de março de 2026

Conscientização

 Na forma de mensagem mostrada em vídeo, o pastor de igreja evangélica sorteia bilhetes com relativos valores elevados, sugerindo o investimento do fiel segundo o seu desejo de ser merecedor das recompensas celestiais, à medida do valor investido no tempo, para onde deve ser destinada a doação em causa.

Imagina-se que a divulgação do vídeo em tela objetiva zoar a atitude do pastor, como forma de crítica à maneira como ele extra, mui espertamente, dinheiro dos fiéis da igreja sob a sua administração.

Sim, diferentemente disso, certamente que a imagem nem seria postada e partilhada nas redes sociais, como de maneira a se criticar a atitude bastante criativa de se amealhar dinheiro fácil.

Acontece que a censura recai exclusivamente sobre o líder do templo evangélico, pela astúcia da inusitada forma de arrecadação de fundos, que tem a aceitação das pessoas presentes ao sorteio dos bilhetes, todos aceitos.

Não obstante, é preciso se atentar que o pastor somente tem sucesso com o seu intento porque os fiéis aceitaram pacífica e voluntariamente as ofertas de contribuição, vale dizer, sem contestação aos apelos feitos, um por um, por ele.

Ou seja, em que pese o líder religioso tenha se tornado objeto de explícitas censura e crítica, se algo ou alguém que merece ser condenado seriam os fiéis, que concordaram plenamente com a ideia inusual e até milagrosa de se “tirar” dinheiro do bolso deles, sem trauma algum.

Do contrário disso, esse fantástico invento não teria o sucesso que foi mostrado no vídeo, quando os boletos ofertados tiveram total aceitação, sem qualquer restrição.

A conclusão que se pode ter é a de que as pessoas se preocupam indevidamente com que os outros fazem, mesmo que isso não seja da sua competência nem de nada que lhes diz respeito.

Vale dizer que cada qual precisa cuidar exclusivamente dos assuntos inerentes ao seu interesse.

            Brasília, em 15 de março de 2026

Retenção do voto

 Mediante mensagem publicada na internet, alguém propõe que sejam retidos os medíocres eleitores brasileiros, certamente na tentativa de não apoiamento de candidatos insignificantes, desonestos e desmoralizado.

A ideia de que é preciso segurar os burros brasileiros parece bastante inteligente.

Agora, será se alguém tem a fórmula mágica para executar esse complicado plano?

Na verdade, há a predominância de pessoas burras, no país, e segurá-las é ato extremamente complicado e impossível.

Bem, o campo minado que infesta a nação brasileira é de tal ordem que todo mundo sabe que ele existe de tal forma que, mais cedo ou mais tarde, vai chegar o momento que as minas vão explodir, levando de roldão toda a sociedade, que se mostra absolutamente conformista, aceitando a realidade imperante, como se esse estado de tragédia fosse normal, tanto para o Brasil como para os brasileiros.

O certo é que o país quase predominantemente constituído da burros, por sua preferência pelo esquerdismo, que ninguém nem se incomoda com esse flagelo social, merece todo conjunto de infortúnio, que se harmoniza em gênero e grau com a mediocridade do povo sem escrúpulos, sem caráter e sem dignidade.

Urge que os brasileiros se conscientizem de que a prevalência dá burrice depende da complacência da sociedade, quando a parte mais consciente e esclarecida, ao contrário, deveria se insurgir, como é do seu dever cívico, contra essa chaga social.

Acorda, Brasil!

            Brasília, em 11 de março de 2026

Salve Zé de Cunhó!

 Diante de fotografia de Zé de Cunhó e de menções à sua pessoa, , publicadas no Facebook, vieram à minha mente muitas lembranças dos bons tempos de Uiraúna, Paraíba, quando essa impoluta criatura centralizava as atenções de seus conterrâneos, com os causos protagonizados por ele, todos muito engraçados, que viralizaram na época.

Em princípio, parece grande eufemismo se dizer que Zé de Cunhó era pouco afobado, para quem conheceu as peripécias desse ícone de Uiraúna, que sempre se manteve no patamar das pessoas mais nervosas da cidade e tudo levava à imagem dele como referência de nenhuma paciência.

Eu me lembro da engraçada história atribuída ao envolvimento dele, em que ele estaria vendendo um galo e o pessoal combinou para se saber o preço do pato ou vice-versa, algo assim.

O certo é que alguém vinha e perguntava ao Zé o preço do pato e ele pacientemente dizia o preço do galo.

Mais adiante, outra pessoa aparecia e fazia a mesma pergunta e por aí foi, até que o Zé perdeu as estribeiras e se perguntou será se isso é realmente um pato?

E ali mesmo estraçalhou o pobre galo, que não tinha nada com a armação preparada para tripudiar o querido e inesquecível Zé de Cunhó e deixá-lo totalmente à flor da pele, como assim de fato foi o homem mais nervoso que conheci.

Enquanto a sua incontrolável fúria liquidava o galo, ele se perguntava em dúvida se a ave seria um pato mesmo, diante das perguntas feitas a ele?

Por sua fama como impaciente, o Zé era pessoa admirável e muito querida no seio dos amigos, porque ele era muito amável e nunca agrediu ninguém pelas brincadeiras “maldosas” aprontadas contra ele, que levava a vida muito serenamente, mesmo sendo o centro das atenções de muitos e engraçados momentos agradáveis.

Fico feliz em ver a imagem do amado Zé de Cunhó, por boas e importantes lembranças dessa pessoa maravilhosa que fez história em Uiraúna, com o seu jeito especial de ser, ao produzir muitos casos que fazem parte da cultura de nosso povo.

Saudades do querido Zé de Cunhó, a quem se atribui enorme protagonismo da genialidade de fazer ri por meio de assuntos absurdos do anedotário humano.

Salve Zé de Cunhó!

            Brasília, em 12 de março de 2026

Empolgação

 

Conforme mensagem que circula nas redes sociais, um ativista da direita acusa o atual sistema de incompetência, desonestidade e perseguição, na esperança de que haja urgente mudança para a normalidade democrática do Brasil.

À vista da entusiasta e empolgada manifestação desse bolsonarista, nem precisa ser inteligente para se intuir que o próximo governo, se eleito o candidato da direita, tem um dos principais objetivos a promoção da vingança, do revanchismo e da retaliação, seguindo exatamente o que vêm se criticando a atual oposição, quando reclama, com razão, das notórias perseguições políticas.

Essa é semelhante mentalidade vazia, medíocre e insignificante de quem se crítica, na atualidade, que já projeta a prática de desgraça para aqueles selecionados para a vingança, evidentemente com o mesmo instrumento de tortura posto em prática, no momento.

Infelizmente, de nada adianta se criticar a irracionalidade da maldade, porque ela existe e vai continuar a existir, porque a sua índole perversa interage com o próprio homem, não importando a sua ideologia política, quer de direita, quer de esquerda ou de outra qualquer, uma vez que todas têm no seu íntimo o arraigado e inato instinto de vingança e perseguição, à vista do que se evidencia no dia a dia.

Por mais que o candidato seja devotado ao governo de união e paz, não tem como conciliar a vocação de eleitores com ideologia favorável à acerbação da afronta e do antagonismo, que divergem da concepção de civilidade e tolerância, algo que mais poderia convergir para a construção da pacificação e da harmonia entre os brasileiros.

A verdade é que a busca da vingança prejudica, de antemão, como claro objetivo político, qualquer outra motivação para a prática do bem, inclusive o principal de todos, tendo como cerne as mudanças estruturais e orgânicas que tanto o país precisa e exige.

Desde logo, convém que os brasileiros do bem se conscientizem de que a próxima eleição servirá, basicamente, para o início de nova mentalidade política, tendo como meta exclusivamente a salvação do Brasil, sob a égide de ideias revolucionárias de mudanças benéficas para todas as dimensões sociais, com começo na mentalização de políticas voltadas para o bem comum dos brasileiros.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 14 de março de 2026

Sem provas

 

Conforme texto divulgado nas redes sociais, alguém revela nomes de pessoas que estariam vinculadas ao gravíssimo crime perpetrado contra o último ex-presidente do país, apenas mencionando, sem apresentar nada, que existe prova sobre os fatos alegados.

Sim, nada mais importante que a verdade seja mostrada, para o fim de se passar a limpo lamentável episódio da história brasileira, em que praticamente se consolida escandaloso caso de visível impunidade.

Embora, na mensagem em tela, fala-se, apenas de passagem, sem anexar nada sobre a existência de provas fidedignas, na realidade é como se não houvesse prova alguma.

Ou seja, nada foi juntado ao presente texto, fato este que inviabiliza, na prática jurídica, qualquer credibilidade ao texto em comento, diante de se estar disseminando possível notícia fake news.

O texto que trata de assunto de suma importância somente deve ser postado sob a garantia das suas credibilidade e segurança, em termos da fonte das informações constantes da mensagem de que se trata, para justificar, na forma jurídica, a sua revelação.

Do contrário, é prudente se evitar o compartilhamento de mensagem que não passa de desejo que a notícia fosse verdadeira, que até pode ser, mas não há provas seguras e suficientes para a sua divulgação.

Enfim, assunto da importância desse versado na mensagem em apreço exige o máximo cuidado, diante da falta de provas consistentes, conquanto isso não contribui para o esclarecimento dos fatos delituosos.

Brasília, em 14 de março de 2026

Desumanidade

 

O governador de Minas Gerais afirmou que, em eventual segundo turno das eleições presidenciais, ele, caso a disputa fosse entre o atual presidente do país e “um cachorro”, a sua escolha seria pelo animal.

A fala reforça o posicionamento crítico do político mineiro em relação ao governo federal e ao atual presidente da República.

Aliado do campo político de direita, o governador mineiro tem adotado discurso de oposição ao Palácio do Planalto, inclusive com críticas frequentes nas áreas econômicas, além de decisões administrativas.

A grandeza que precisa predominar na política diz respeito precisamente ao respeito aos seus fundamentos e aos seus princípios que devem nortear o desempenho daqueles que militam sob a sua égide.

Isso significa que não é de bom tom o político fazer juízo de valor que permita menosprezar publicamente a imagem de ninguém, mesmo que ela nem a tenha, uma vez que se trata visivelmente de se atribuir a alguém o direito de se imiscuir na dignidade ou não honradez das pessoas, porque isso não condiz exatamente com o direito disponibilizado pela política, de se desvalorizar ou valorizar ninguém.

Em termos de ética política, exige-se que cada homem público se conscientize de que é do seu dever procurar ser ético em tudo, tanto na obrigação de ter conduta ilibada como mostrar maculabilidade perante a sociedade, mas jamais acusar os defeitos de seus adversários políticos, como forma de desprezo humano.

Sob a luz dos princípios éticos vigentes, talvez comportasse ao político dizer apenas que não votaria em determinado candidato, por razões de foro íntimo, sem qualquer necessidade do envolvimento, na história, de animal irracional como forma de parâmetro, por também não haver qualquer plausibilidade ao caso em discussão.

A verdade é que, quanto maior a importância da autoridade envolvida no caso, certamente que maior será a repercussão das consequências negativas ou positivas, sobrelevando o entendimento de que a declaração infeliz do político mineiro reverberou muito deploravelmente diante de quem aspira a melhor qualidade dos políticos, que precisam se pautar em agendas capazes da disseminação de atitudes dignas e produtivas do aproveitamento dos princípios ensejadores da Ciência Política.

Enfim, esperam-se que a péssima lição protagonizada pelo político mineiro seja marco que não frutifique como padronização necessária ao desempenho exemplar dos políticos, que precisam se valorizar por meio de atitudes de estrita observância aos salutares princípios éticos e de dignidade nos seus atos.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 15 de março de 2026

Insensatez

 

Infelizmente, um burrinho é mostrado como o fiel eleitor do partido das trevas, em história que representa a precariedade da gestão pública, que potencializa o assistencialismo como forma de populismo eleitoreiro.

A ácida crítica às políticas sociais do governo tem, a bem de se vê, consistência e plausibilidade, por enfocar tema que, à luz dos saudáveis princípios da gestão pública, em termos de responsabilidade, competência e eficiência, condiz precisamente com a deformação da finalidade pública da despesa pública.

Na realidade, ela precisa atender à essencialidade do interesse estritamente público e não às políticas relacionadas diretamente com os planos estratégicos de partido político, que tudo executa para se angariar a preferência do eleitor brasileiro, especialmente daquele das regiões mais carentes e necessitadas da assistência de programas do governo.

Isso é fato incontestável, mas é visivelmente inconcebível que não tenha outra forma civilizada de representação diferente do envolvimento da figura do burrinho nessa história, que não merece tamanho menosprezo.

A verdade é que se trata de crítica que se engrandeceria se a sua concepção tivesse apenas por propósito a evidência de fatos absolutamente absurdos, como verdadeiramente são, sem o emprego de tratamento rudimentar de desrespeito à dignidade do ser humano, para mostrar a sua insignificância com a equivalência a animal irracional, que é algo que poderia ser evitado, em benefício do relacionamento educado, respeitoso e civilizado aconselhável no seio da sociedade.

A verdade é que, diante do notório descalabro da gestão pública, nunca houve tanta necessidade de críticas importantes mostrando os disparates e os abusos praticados com o dinheiro público, que realmente exige a reação contraria dos brasileiros do bem, como forma de não se permitir que a desgraça predomine de vez na gestão pública.

Então, nas circunstâncias, por que não aproveitar a genialidade da criatividade para se criticar com inteligência e sabedoria, permitindo se atribuir alta importância ao tema defendido em benefício da sociedade?

Acorda, Brasil!

Brasília, em 16 de março de 2026

Insensibilidade

 

Em mensagem postada na internet, foram mostradas imagens de pessoas importantes fazendo o indicativo que representa apoio ao titular do governo, em demonstração de satisfação pelo desempenho dele, na administração do país.

Em 2026, diante de todas as precariedades e desmazelo da coisa pública, é preciso sim que haja inteligência por parte de quem defende a renovação na direção da administração pública.

Essa paupérrima caricatura de ele (L) chega a ser ridícula, porque evidencia enorme falta de criatividade e gigantesca pobreza de iniciativa.

No nível de intelectualidade das pessoas que aparecem no vídeo, chega a ser decepcionante que elas apareçam em público para a repetição de chavão delirante, diante da sua obviedade de incompetência na execução das políticas públicas.

Como a participação desses intelectuais poderia ser de grande valia para a sensibilização de pessoas, valeria a pena ter ideia com compacidade para causar real impressão, com impacto mesmo perante o eleitorado, sem essa bobagem patética de ele não, por ser algo super manjado e que nada significa, em forma marcante de mudança.

Enfim, como ainda falta muito tempo para a eleição, roga-se que até lá algo de criativo e importante seja inventado para realmente contribuir em favor da sensibilização dos eleitores, mostrando o verdadeiro desastre que assola sobre o Brasil, em termos de gestão incompetente, deficiente e irresponsável, que precisa ser mudada com o máximo de urgência.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 13 de março de 2026

Boas-vindas ao padre Dalmir!

 

Diante da notícia de que havia ido celebrada missa em ação de graça pela formalizar a recepção, na paróquia de Jesus, Maria e José de Uiraúna, Paraíba, do padre Dalmir Cornélio, como novo integrante responsável pela missão evangelizadora sob a sua incumbência pastoral, eu escrevi o texto a seguir, muito mais com o propósito de transmitir a alegria e as boas-vindas ao religioso.  

Foi com sentimento muito bom que recebi a importante notícia sobre o aparecimento do padre de nome Dalmir, para ajudar na difícil e relevante condução do rebanho dos cristãos católicos de Uiraúna à Casa do Senhor.

Digo isso porque eu sou chamado de Adalmir e há bastante semelhança do nome dele com o meu, que até tomo a liberdade para chamá-lo de meu xará.

Acompanhado dessa alegria pessoal, formulo especiais votos de boas-vindas ao pároco Dalmir, rogando que as bênçãos celestiais sejam no sentido de que ele se conjugue em perfeita união com o povo cristão de Uiraúna, com vistas à feliz comunhão dos melhores propósitos de amor na busca da plena realização dos fins evangélicos de amor ao Senhor Cristo.

Que Deus ouça esta minha oração.

Amém!

Brasília, em 11 de março de 2026

Coeficiente eleitoral

 

Em mensagem postada na internet, liderança política da direita do Paraná preconiza varrer o partido das trevas e de uma deputada federal das atividades político-eleitorais desse estado.

Embora o estado do Paraná possa se intitular essencialmente de direita, isso, em absoluto, não garante que alguém deixe de se eleger ao cargo de deputado federal, mesmo que ele seja de ideologia esquerdista.

Isso porque o deputado federal se elege, na atualidade, pelos votos da legenda, tendo por base o coeficiente eleitoral.

Ou seja, vale dizer que, a depender da votação da legenda, um único candidato bem votado pode eleger tantos outros deputados quanto forem os seus votos formadores de coeficientes necessários à eleição do parlamentar.

Explicando melhor, caso o coeficiente seja cem mil votos e um único candidato tiver conseguido quinhentos votos, ele tanto se elege como ainda elege mais quatros candidatos, mesmo que estes tenham conseguido poucos votos, observado, evidentemente, também os seus votos, pela ordem na legenda.

Então, parece tremenda ingenuidade se garantir que alguém vai ser excluído ou eliminado da vida pública, sob o argumento de que ele não terá votos para se eleger, porque essa afirmação não pode ser assegurada tranquilamente como verdade, visto que o coeficiente eleitoral pode muito mostrar outra situação bem diferente disso.

Há estatísticas mostrando que a absoluta maioria dos atuais deputados federais em atuação foram eleitos graças ao coeficiente eleitoral, porque aproveitaram os votos da legenda e simplesmente se elegeram.

A importante lição precisa ser aprendida, no sentido de que somente se elimina candidatos de determinada ideologia se votar em candidato filiados a ela, justamente pela impossibilidade de formação de quociente eleitoral mínimo.

No caso do estado do Parará, acredita-se que os partidos da esquerda conseguem eleger muitos deputados exatamente pela união de alguns importantes candidatos esquerdistas, que conseguem bons coeficientes eleitorais.

Brasília, em 13 de março de 2026

Preferência eleitoral

 

Pesquisa nacional realizada por instituto especializado aponta o pré-candidato da direita à Presidência da República na dianteira da corrida ao Palácio do Planalto, evidentemente se as eleições fossem agora.

O aludido levantamento foi realizado com 9 mil entrevistados, em todo o país, tendo mostrado vantagem do mencionado candidato tanto no primeiro turno quanto em um eventual segundo pleito.

Na simulação de primeiro turno, o candidato da direita teria a preferência de 44,04% das intenções de voto, enquanto o seu principal opositor registra a escolha de 36,32%.

Já no cenário de segundo turno, entre ambos os candidatos, o líder do primeiro turno também aparece na frente, com 49,02% das intenções, contra 40,40% do seu opositor, enquanto há indecisão em percentual de 10,58 pontos, que podem servir de parâmetro para a proclamação do eleito.

O levantamento em tela indica ainda diferenças regionais, enquanto o líder das pesquisas lidera nas regiões Sul, Norte e Centro-Oeste, além do recorte que reúne Rio de Janeiro e Espírito Santo, o outro candidato mantém a tradicional vantagem no Nordeste.

As pesquisas foram realizadas entre 27 de fevereiro e 2 de março, com nível de confiança de 95%, segundo afirmação do referido instituto.

Embora se possa imaginar que já existe a preferência eleitoral por dois principais candidatos à corrida presidencial, ainda tem longo caminho a ser percorrido e muita coisa pode acontecer até lá, de modo a mudar completamente o quadro político, inclusive com a participação de outros importantes candidatos.

Outro aspecto que exige menção, por despertar preocupação, diz respeito à plena falta de transparência dos procedimentos operacionais do sistema que cuida de eleger os representantes do povo, porque isso pode suscitar dúvidas sobre a lisura do processo em si, a exemplo do que houve no último pleito eleitoral, quando não ainda não se tem absoluta certeza sobre o verdadeiro resultado das eleições.

Nessas circunstâncias, há a esperança de que as autoridades públicas se conscientizem sobre a necessidade de aperfeiçoamento do sistema que cuida da incumbência da escolha constitucional dos representantes políticos, preferencialmente no que se refere ao aperfeiçoamento e à transparência.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 11 de março de 2026

Denúncia

 

Ainda em plena atividade política, o último ex-presidente do país denunciou, com veemência, a contratação da esposa de juiz da maior corte do país, dando a entender sobre a existência de irregularidade, em forma de conflito de interesses.

É impressionante como a medíocre mentalidade de muitas pessoas não percebe que essa maneira de ficar acusando publicamente os erros dos outros não contribui efetivamente para absolutamente nada, principalmente com o envolvimento de pessoas importantes do sistema dominante, salvo para potencializar o nefasto antagonismo que se consolida cada vez que vem à tona, em forma de novas denúncias como essa.

É mais do que evidente que as notórias perseguições não são mais do que a clara resposta pela acusação sobre fatos contrários à normalidade praticada por parte de quem tem o poder de reação para tentar calar quem denuncia.

A verdade é que, nesses casos de denúncia ou acusação contra malfeitos ou irregularidades, não se resolvem por meio agressivo de se dizer diretamente, em público, como levianamente fez o político, que se expôs perigosamente contra o seu mais agressivo algoz.

Segundo os princípios do bom senso, da sensatez e da civilidade, há o aconselhamento de que a medida correta precisa seguir, necessariamente, a via judicial legalmente prevista, evidentemente fazendo-se juntada das provas pertinentes aos fatos suspeitos de ilícitos, de vez que é por via dela que se consegue a busca da verdade, por meio dos devidos investigações e julgamentos.

Ao se  denunciar, especialmente na forma espalhafatosa como fez o político, fica muito claro que ele só pretendia manchar, perante a opinião pública, a imagem do "todo-poderoso", possivelmente para mostrar ao mundo que ele não era tão puro e insuspeito na vida pública, sendo, por isso, incapaz de julgar ninguém.

Especialmente nesse caso, o político se superou em termos de menosprezo aos consagrados princípios de civilidade, tolerância e cidadania, quando ele poderia ter evitada a exposição pública de tamanhos ódio e agressividade, na tentativa de denunciar o que ele considerava algo errado, à luz da conduta funcional do denunciado.

Ao contrário disso, ele poderia mostrar, mesmo que nada disso aconteça com relação à pessoa dele, competência, diplomacia, inteligência, tolerância, evolução e civilidade, apenas ingressando com ação pertinente na Justiça, com demanda contra os atos inquinados por ele de incompatíveis com as atividades do denunciado.

Enfim, é possível se intuir que os políticos e seus seguidores de índole irracional, agressiva e incivilizada precisam se conscientizar de que existe regramento de padronização de civilidade a ser seguido em se tratando de anormalidade da conduta humana, que existe precisamente para ser observado por todos os brasileiros, evidentemente para se mostrar a necessidade e a importância do respeito aos direitos humanos, quanto aos atributos da ampla defesa e do contraditório, nos casos de acusações, que precisam ser discutidas somente na via judicial, na forma da lei vigente, ao contrário do que fez indevidamente o político.

É preciso ficar muito claro que não se trata aqui de se discutir a procedência ou não do tema denunciado, mas sim o procedimento normal da busca da verdade.

O certo é que, em mais um caso, o político perdeu excelente oportunidade para se evitar a resposta violenta aos seus atos impensados e atrapalhados, por exclusiva falta de experiência, competência, civilidade e até mesmo vontade de ação em respeito aos direitos humanos, à civilidade e à cidadania.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 10 de março de 2026

Fim de processo

 

A mídia informa que o processo referente à doação de joias ao último ex-presidente do país foi encerrado, no âmbito da Justiça.

O principal título da notícia é muito claro, quando menciona que “um dos casos mais absurdos contra (omiti o nome do político) finalmente chega ao fim”.

O que foi chamado de caso absurdo diz respeito ao processo que tramitava na Justiça acerca do recebimento de objetos valiosos pelo então presidente da República.

Pode até realmente se tratar de absurdo o questionamento, na Justiça, sobre a legitimidade do recebimento das joias, mas não se pode olvidar que há limite previsto legalmente para o valor máximo de presente para servidor público, que é de módicos cem reais.

Ou seja, o valor das joias doadas ao então mandatário brasileiro ultrapassou absurdamente esse limite, na casa de milhares.

Vale lembrar que até pode não ter tido havido má fé no recebimento das joias em causa, mas o mínimo da ética no exercício do relevante cargo da República jamais teria permitido o recebimento dessas joias, diante dos princípios da decência, da moralidade e da dignidade, que foram completamente ignorados nesse vergonhoso affair, tanta que houve até a venda de peças com o dinheiro entregue ao político.

Queira ou não, o então presidente teria se beneficiado com dinheiro de chamada origem fácil, embora tudo que se refere ao escândalo em comento foi entregue ao patrimônio da União, mas somente depois do questionamento judicial e do gigantesco desgaste causado ao político, que certamente teria ficado com as joias, em definitivo, não fossem as suspeitas de irregularidades havidas, principalmente perante a Justiça.

Enfim, nesse caso, não se trata de nenhuma vitória do político, em razão do encerramento de processo, na Justiça, que certamente aconteceu por falta de objeto, que é nada mais a ser examinado, uma vez que todos os objetos foram entregues ao patrimônio da União.

Espera-se que esse desgastante episódio resulte em importante lição, em que os servidores públicos, inclusive os políticos, somente aceitem presentes em valores módicos, observada a legislação vigente.

Brasília, em 7 de março de 2026

O chumbo contra a vida

 

Em mensagem publicada no Facebook, consta a notícia de que último ex-presidente do país teria sido envenenado com substância contendo chumbo, segundo informação de que os “Médicos estão espantados com a rapidez da infecção e a paralisação de seus pulmões, de forma progressiva.”.

Se isso tudo for confirmado, como de mais do que horroroso, em forma da mais pura e cruel perseguição humana e política, há que se pensar na culpa não somente dos algozes desse político, mas especialmente dos demais brasileiros que apenas ficam se lamuriando e criticando o estado progressivo de massacre de importante ser humano, sem terem coragem, minimamente, para agir em defesa dele.

De que adianta protestos e mais protestos inúteis e improdutivos, somente para acentuarem a incidência de desgraça contra a vida do político, se isso apenas mostra o altíssimo nível de perversidade que insiste em maltratá-lo lentamente até o seu desfecho, que se encaminha amiúde, de uma forma ou de outra, conforme mostram os fatos?

Não chega a ser nenhuma novidade a notícia sobre a tentativa para matá-lo, mas é muito estranho que alguém tenha conseguido atingir tamanha façanha de dificílima possibilidade, justamente diante das medidas preventivas colocadas justamente em prática para se evitar que isso possa ter acontecido com tamanha facilidade!

Daí não se acreditar senão que o organismo dele esteja conspirando contra si, na produção do chumbo, que também é algo improvável!

O certo é que a situação pelo vida do político se complica em escala aparentemente incontrolável, quando nada tem sido possível para se evitarem os abalos da sua saúde, que se fragiliza potencialmente por conta também do total abandono de seus seguidores, que demonstram enorme amor por ele, mas apenas da boca para fora, à vista do pleno desprezo...

Urge que os brasileiros do bem se conscientizem de que a vida do político precisa ser valorizada e defendida com unhas e garras, mas desta vez com medidas efetivas e concretas.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 15 de março de 2026

O bem social?

 

Em vídeo que circula nas redes sociais, a principal autoridade do país mostra a uma pessoa travestida de asno a forma correta do uso dos programas assistenciais do governo.

Diante de propaganda negativa do governo, que mostra a face cruel da realidade do povo, na dura mendicância pela sobrevivência, que representa a face obscura enfrentada pelas famílias carentes e desestruturadas, seria sim motivo para se louvarem e se aplaudirem todas as iniciativas nesse sentido, por serem de cunho esclarecedor sobre a síntese da crueldade protagoniza por quem tem o dever institucional de promover exatamente o contrário, ou seja, o bem social da população.

No caso, salta aos olhos a forma ainda desumana de tratar o preocupante assunto, com o emprego de animal irracional, no caso, o jumento, que é algo inusual e inadequado para a representação de ser humano, em demonstração de completo desprezo aos sagrados princípios da dignidade humana, sem que, para tanto, tenha qualquer nexo de plausibilidade, salvo o fim de mostrar o sentimento de antipatia extrema aos integrantes do partido considerado das trevas, que é algo dissonante com os princípios da dignidade e do humanismo.

Sim, é da maior relevância que sejam feitas severas críticas aos fatos que precisam ser denunciados e principalmente saneados, mas isso exige, sobretudo, seriedade e respeito aos princípios inerentes ao ser humano, de modo que seja preservada a essência de seus objetivos maiores, que são a elevação e a valorização da dignidade humana.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 9 de março de 2026

Melhor compreensão

 

Em mensagem que circula na internet, alguém faz crítica veemente contra a incompetência e insignificância da principal autoridade brasileira, lamentando que o Brasil se encontre em situação de extrema penúria, em termos de gerenciamento dos negócios brasileiros.

Essa triste realidade, em que político insignificante, desonesto e incompetente se torna a principal autoridade do país com a extensão territorial do Brasil, diz muito mais também da péssima qualidade dos eleitores, que têm a incumbência constitucional de escolher os seus representantes políticos.

Isso é fato incontestável, o que vale se dizer que, de nada adianta, em termos claros, se criticar a degradação predominante na República, em que o Brasil é presidido por pessoa que é cognominada por algo extremamente horrível, comprometedora da dignidade humana, completamente incompatível com a importância da administração pública.

Tem-se, nesse caso, algo indiscutivelmente impossível de acontecer em nação evoluída, em termos políticos e de patriotismo, quando se permite, pela livre e soberana vontade do povo, manifestada nas urnas, que pessoa destituída das necessárias qualificações possa representá-lo politicamente.

É evidente que essa gigantesca deformidade política somente ocorre por exclusiva promiscuidade do povo, por não ter qualquer preocupação com a necessária observância dos critérios inerentes às condutas e aos princípios exigidos como essenciais na administração pública.

Enfim, de nada adiantam as severas críticas a quem somente se beneficia da mediocridade do povo, que decide colocar no poder político destituído dos imprescindíveis requisitos à altura do relevante cago ocupado por ele.

É preciso que os brasileiros do bem se conscientizem, com urgência, de que algo deve ser feito com o objetivo da imperiosa mudança da mentalidade do eleitor, para que ele somente vote em candidato que tenha atributos compatíveis com os princípios da decência, da dignidade, da honestidade, da competência, entre outros que possam engrandecer o ser humano.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 8 de março de 2026

Fechamento

 

Em mensagem publicada na internet, uma entidade escreveu dizendo que está fechada com o último ex-presidente do país, na esperança de que ele volte o mais cedo possível e ainda mais forte.

A princípio, o significado de fechado com alguém pressupõe algo que condiga com o melhor sentimento que traduza em verdadeiro benefício para ele, em termos de se alcançar os melhores propósitos pessoas, mas, ao que tudo indica, a dita expressão "Eu voltarei mais forte" pode indicar que ele estaria mais fortalecido para a prática das atividades políticas.

Se isso e verdadeiro, existe nisso enorme presunção de desprezo à dignidade pessoal do político, quando se percebe que ele precisa primeiramente recuperar a sua saúde, bastante abalada pela intervenção orgânica do seu corpo de mais de dez cirurgias, todos de enorme risco.

Isso, por si só, somente aconselharia que o político se preocupasse exclusivamente com o tratamento da sua saúde.

Em termos de bom senso e sensibilidade humanos, todas as cautelas médicas aconselham que o político somente se preocupasse com a plena recuperação da sua saúde, de modo que a volta às atividades políticas esteja condicionada ao seu perfeito estado de sanidade físico, inclusive psicológico.

Isso realmente condiz com o verdadeiro sentido de fechado com o político, que seja somente no sentido de que ele possa voltar às atividades públicas depois de absolutamente comprovada a sua total higidez de saúde.

Brasília, em 18 de março de 2026

Sarcasmo?

 

Diante das investigações sobre o escândalo referente ao Banco Master, importante advogado ainda se dispõe à brincadeira com indagação de qual seria a casa mais importante do país, terminando por indicar a principal corte brasileira.

 Causa perplexidade que importante causídico entendedor das causas do mundo jurídico, especialmente das nacionais, fique indagando questões de ordem inúteis, exclusivamente com a finalidade instintiva de provocação, apenas para indicar o órgão público que ele pretende acusar de desvio de finalidade institucional.

Sim, por pura e clara implicação com os malfeitos predominantes na República tupiniquim.

Ou seja, o importante parecerista dos assuntos jurídicos se arvora à criação de narrativas diversas e assemelhadas, com viés até absurdos sobre questionamentos acerca de provas de absolutamente nada, senão para a conclusão do envolvimento de culpa pelo escândalo do affair Master.

A inteligência do jurista comporta melhor desempenho da sua sabedoria jurídica, em especial em assuntos em discussão, de modo que a sua contribuição nessa área seja a mais proativa possível, em forma de ensinamentos e lições orientadoras de medidas capazes de ajudar na compreensão dos fatos, além de se permitirem possíveis soluções.

Enfim, todo e qualquer pronunciamento jurídico é importante para o esclarecimento à opinião pública e até aos trabalhos de investigação sobre os fatos suspeitos de irregulares, desde que o sarcasmo sirva apenas como tentativa de mera gozação improdutiva, como se depreende do comentário em apreço.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 13 de março de 2026