Essa
triste realidade, em que político insignificante, desonesto e incompetente se
torna a principal autoridade do país com a extensão territorial do Brasil, diz
muito mais também da péssima qualidade dos eleitores, que têm a incumbência
constitucional de escolher os seus representantes políticos.
Isso é
fato incontestável, o que vale se dizer que, de nada adianta, em termos claros,
se criticar a degradação predominante na República, em que o Brasil é presidido
por pessoa que é cognominada por algo extremamente horrível, comprometedora da
dignidade humana, completamente incompatível com a importância da administração
pública.
Tem-se,
nesse caso, algo indiscutivelmente impossível de acontecer em nação evoluída,
em termos políticos e de patriotismo, quando se permite, pela livre e soberana vontade
do povo, manifestada nas urnas, que pessoa destituída das necessárias
qualificações possa representá-lo politicamente.
É
evidente que essa gigantesca deformidade política somente ocorre por exclusiva
promiscuidade do povo, por não ter qualquer preocupação com a necessária observância
dos critérios inerentes às condutas e aos princípios exigidos como essenciais
na administração pública.
Enfim, de
nada adiantam as severas críticas a quem somente se beneficia da mediocridade
do povo, que decide colocar no poder político destituído dos imprescindíveis requisitos
à altura do relevante cago ocupado por ele.
É preciso
que os brasileiros do bem se conscientizem, com urgência, de que algo deve ser
feito com o objetivo da imperiosa mudança da mentalidade do eleitor, para que
ele somente vote em candidato que tenha atributos compatíveis com os princípios
da decência, da dignidade, da honestidade, da competência, entre outros que
possam engrandecer o ser humano.
Acorda,
Brasil!
Brasília,
em 8 de março de 2026
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