A ácida
crítica às políticas sociais do governo tem, a bem de se vê, consistência e
plausibilidade, por enfocar tema que, à luz dos saudáveis princípios da gestão
pública, em termos de responsabilidade, competência e eficiência, condiz
precisamente com a deformação da finalidade pública da despesa pública.
Na
realidade, ela precisa atender à essencialidade do interesse estritamente
público e não às políticas relacionadas diretamente com os planos estratégicos
de partido político, que tudo executa para se angariar a preferência do eleitor
brasileiro, especialmente daquele das regiões mais carentes e necessitadas da
assistência de programas do governo.
Isso é
fato incontestável, mas é visivelmente inconcebível que não tenha outra forma
civilizada de representação diferente do envolvimento da figura do burrinho
nessa história, que não merece tamanho menosprezo.
A verdade
é que se trata de crítica que se engrandeceria se a sua concepção tivesse
apenas por propósito a evidência de fatos absolutamente absurdos, como
verdadeiramente são, sem o emprego de tratamento rudimentar de desrespeito à
dignidade do ser humano, para mostrar a sua insignificância com a equivalência
a animal irracional, que é algo que poderia ser evitado, em benefício do
relacionamento educado, respeitoso e civilizado aconselhável no seio da
sociedade.
A verdade
é que, diante do notório descalabro da gestão pública, nunca houve tanta
necessidade de críticas importantes mostrando os disparates e os abusos
praticados com o dinheiro público, que realmente exige a reação contraria dos
brasileiros do bem, como forma de não se permitir que a desgraça predomine de
vez na gestão pública.
Então,
nas circunstâncias, por que não aproveitar a genialidade da criatividade para
se criticar com inteligência e sabedoria, permitindo se atribuir alta
importância ao tema defendido em benefício da sociedade?
Acorda,
Brasil!
Brasília,
em 16 de março de 2026
Nenhum comentário:
Postar um comentário