Imagina-se
que a divulgação do vídeo em tela objetiva zoar a atitude do pastor, como forma
de crítica à maneira como ele extra, mui espertamente, dinheiro dos fiéis da
igreja sob a sua administração.
Sim,
diferentemente disso, certamente que a imagem nem seria postada e partilhada
nas redes sociais, como de maneira a se criticar a atitude bastante criativa de
se amealhar dinheiro fácil.
Acontece
que a censura recai exclusivamente sobre o líder do templo evangélico, pela
astúcia da inusitada forma de arrecadação de fundos, que tem a aceitação das
pessoas presentes ao sorteio dos bilhetes, todos aceitos.
Não
obstante, é preciso se atentar que o pastor somente tem sucesso com o seu
intento porque os fiéis aceitaram pacífica e voluntariamente as ofertas de
contribuição, vale dizer, sem contestação aos apelos feitos, um por um, por
ele.
Ou seja,
em que pese o líder religioso tenha se tornado objeto de explícitas censura e
crítica, se algo ou alguém que merece ser condenado seriam os fiéis, que
concordaram plenamente com a ideia inusual e até milagrosa de se “tirar”
dinheiro do bolso deles, sem trauma algum.
Do
contrário disso, esse fantástico invento não teria o sucesso que foi mostrado
no vídeo, quando os boletos ofertados tiveram total aceitação, sem qualquer
restrição.
A
conclusão que se pode ter é a de que as pessoas se preocupam indevidamente com
que os outros fazem, mesmo que isso não seja da sua competência nem de nada que
lhes diz respeito.
Vale
dizer que cada qual precisa cuidar exclusivamente dos assuntos inerentes ao seu
interesse.
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