Não tenho
nada contra quem ama medalha, porque isso pode haver algo especial que
satisfaça pessoalmente quem gosta de possui-la, admirá-la ou simplesmente
colecioná-la.
Ou seja, trata-se,
como se vê, de forma de expertise pessoal por parte de quem a admira como algo
para marcar a importância de evento na vida de alguém sobre fato histórico
marcante.
Na minha
avaliação, medalha e nada têm o mesmo significado, i.e.: nenhum, exatamente por
não ter qualquer utilidade prática.
Tenho
muitas medalhas recebidas dos governos da União e do Distrito Federal, mas a
sua utilidade é nenhuma para alimentar o meu ego pessoal.
Na minha
avaliação, o sistema medalha é totalmente supérfluo e dispensável, não
justificando a despesa pertinente à sua confecção, diante da inexistência de
importância e utilidade.
Frise-se
que se trata de compreensão pessoal, respeitando quem pensa diferente.
Brasília,
em 14 de março de 2026
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