quarta-feira, 18 de março de 2026

O herói?

 

Como é fácil explicar os motivos pelos quais o Brasil se encontra mergulhado nas profundezas do abismo, em termos de subdesenvolvimento político e administrativo, quando brasileiros têm a insensatez de elevar ao patamar dos heróis pessoa totalmente inutilizada do mundo político, que se encontra impedida de praticar atividades públicas, estando inclusive inelegível.

Sim, tudo isso por razões sem que haja qualquer fundamento para justificar razoavelmente a deplorável situação, que é totalmente dissonante das qualidades de herói, que certamente jamais estaria plenamente cercado de extremos empecilhos de natureza completamente intransponível. Como se compreender a existência de herói em político que não teve capacidade para competir com político desonesto e insignificante, à vista do passado bem nebuloso dele, conforme revelavam os fatos?

O certo é que ele foi derrotado impiedosamente nas urnas e depois afastado do poder, em razão de enorme refeição por parte de brasileiros, fato este que também não se compatibiliza com herói.

Em princípio, o sentido de verdadeiro herói somente se harmoniza com algo que resulta em obras realmente significativas para a humanidade, que é algo visível e completamente inexistente nesse político a quem se tenta cognominá-lo de herói sem causa.

A verdade é que o herói, assim considerado, deve ser compreendido aquele que tem legado proativo, em benefício da população, algo que existe ao contrário, quando ele foi incapaz de se evitar a retomada do poder pelos piores políticos brasileiros, à vista da precária situação político-administrativa do Brasil, que poderia ser bem diferente se realmente esse político tivesse alguma qualidade capaz de se evitar a derrocada da sua vida pública, que é precisamente inexistente nele, na atualidade, conforme mostram os fatos.

Diante dos fatos indiscutíveis e devassadores da história brasileira, ao que tudo indica, à vista da mensagem em tela, não há demonstração do mínimo interesse e muito menos preocupação com os gigantescos efeitos deformadores da consciência nacional, quanto às inconsequentes e terríveis intolerâncias, agressões e interferência nas atribuições de outros poderes da República, fatos estes que, queira ou não, certamente foram a principal causa da reação violenta e desproporcional contra quem se achava o absoluto dona da razão, evidentemente sem pensar na resposta com medidas duras e expressivas com tamanhas repercussão, abrangência e destruição política de quem ainda, sem a menor explicação plausível, merece figurar no cenário político como se herói fosse de causa meritória alguma, conforme mostra a sua atual história de insignificância política, mesmo que ela tenha sido escrita por caminhos e vias injustos, persecutórios e contestáveis, mas isso também é forma absoluta de se mostrar a inexistência de nenhum heroísmo, quando ele próprio nem sobrevive mais, em termos políticos.

Enfim, para o bem do Brasil e dos brasileiros, convém que o povo se conscientize de que urge a renovação política como imperiosa forma de mudança da mediocridade política, de modo a se privilegiar a verdadeira capacidade de realização do bem comum dos brasileiros, afastando em definitivo o nefasto fanatismo ideológico.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 17 de março de 2026

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