terça-feira, 6 de setembro de 2022

O bom candidato

 

Discutia-se sobre o melhor candidato à Presidência da República, levando-se em conta as qualidades de empreendedor na gestão pública e o resultado do seu trabalho no Ministério da Infraestrutura, com resultados amplamente em venefício da sociedade.

Sem dúvida alguma, o ex-ministro desse órgão é a pessoa que merece ser defendida para o cargo de presidente da República, tendo em vista a excelência do seu trabalho à frente do tão importante órgão, quando ele teve oportunidade de demonstrar extremas competência e eficiência gerenciais, sob o primor dos resultados substanciais, mostrando que é realmente possível revolucionar a gestão pública, conforme os profícuos empreendimentos já realizados sob a batuta dele.

À toda evidência, o ex-ministro é realmente monstruoso empreendedor, que não merece de jeito nenhum ser candidato apenas para o cargo de governador, mesmo que seja do maior estado do país, no caso, São Paulo, ante a enorme capacidade realizadora compatível com a real grandeza do Brasil.

Sim, o cargo que se encaixa com o perfil do ex-ministro é o de presidente da República, uma vez que seriam notáveis, por certo, os avanços na gestão pública, de forma abrangente, ou seja, tanto na infraestrutura, como na educação, na saúde e nas demais áreas governamentais, diferentemente do que acontece agora, porque parece que somente tinha espaço para o Ministério da Infraestrutura trabalhar e o resto somente cumpre o dever de tocar a máquina.

A minha preferência é para o ex-ministro da Infraestrutura, que é o meu modelo de homem público completo, em capacidade empreendedora, competência e eficiência, exatamente o que o Brasil está precisando para ser transformado em verdadeira revolução gerencial e impulsionar o país ao rumo do progresso socioeconômico.

Brasília, em 1º de setembro de 2022

domingo, 4 de setembro de 2022

Decadência moral!

Em conversa entre duas pessoas, uma perguntou à outra o que ela achava que os pedófilos, estupradores, traficantes, usuário de drogas, ladrões, inclusive de celulares, invasores de propriedades particulares, os queimadores e rasgadores de bandeiras nacionais, os destruidores de imagens sagradas, os baderneiros da ordem pública, enfim, os integrantes da criminalidade em geral vão votar, no principal candidato presidencial da direita ou no da esquerda?

A resposta foi imediata e direta: no candidato da esquerda.

Vê-se aí que se trata, basicamente, de escolha bastante fácil e direta, dando a entender que a preferência é natural entre candidatos que têm aderência à identificação com as ideias voltadas para o bem, de um lado, e de quem tem posição e afinidade com as coisas do mal, de outro, conforme a disposição daquelas classes de pessoas, que mostram tendência normal de condutas fora da curva, em simpatia com o candidato da esquerda, certamente ante à sua índole na linha da vulgarização dos princípios de valorização da família, da religiosidade e da moralidade.

É impressionante como ainda há gente do bem que não se envergonham de se associar a esses recrimináveis grupos que representam a decadência moral da sociedade, que se identificam com quem não prima pela qualidade dos princípios humanitários, à vista do seu envolvimento em casos nebulosos de irregularidades na gestão pública, a exemplo dos escabrosos escândalos conhecidos pelos deploráveis mensalão e petrolão, que são símbolos de clara decadência da dignidade na vida pública.

Causa perplexidade que pessoas de bem não vejam qualquer anormalidade que político envolvido com casos de polícia e de Justiça, sem demonstrar a menor preocupação em limpar seu nome perante a sociedade, sabendo que a condição normal do homem público é ter e manter a ficha limpa, como forma da garantia de puder olhar cara a cara para os eleitores e vice-versa, uma vez que a implicação com processos penais não condiz com o exercício de cargo público eletivo.

A verdade é que essa forma indigna e deprimente de aceitação de político em plena decadência moral, ainda assim praticando atividades políticas, não tem cabimento nem nas piores republiquetas, uma vez que a única condição para tanto é que ele tenha condições de comprovar a sua imaculabilidade na vida pública, o que vale dizer que qualquer suspeita sobre prática de irregularidade já é motivo de incompatibilidade com o salutar exercício de cargo público.

À toda evidência, o homem de bem que se dispõe a defender e apoiar político nessas condições de visível deformação moral tornar-se verdadeiro cúmplice com a vulgarização com a decadência da administração pública, contribuindo decisivamente para a degeneração dos princípios e dos valores inerentes à grandeza do Brasil, fato este que evidência o nível da personalidade desses defensores impudentes.

Ante o exposto, vistos os fatos por esse ângulo mais aviltante das atividades políticas, pode-se intuir que o homem ainda precisa evoluir bastante para, enfim, satisfazer os verdadeiros anseios de desejável civilidade inerente ao desenvolvimento da humanidade.         

          Brasília, em 4 de setembro de 2022 

Salve Dom Pedro I!

 

O Brasil vai comemorar 200 anos da Independência político-administrativa, se desvinculando de Portugal, graças ao nosso bravo herói, dom Pedro I, que, ao berço do rio Ipiranga, em São Paulo, proferiu o mais importante grito em favor da liberdade dos brasileiros, que passaram, a partir de então, a viver em pátria livre.

Nessa comemoração, importante órgão do grande imperador dom Pedro I está presente nas comemorações festivas, que é o seu coração, que é preservado há 187 anos, como verdadeira relíquia histórica, de altíssimo valor também para o Brasil, o país que ele tanto amou.

O coração de nosso herói fica exposto no salão nobre da Igreja da Irmandade da Lapa, na cidade do Porto, Portugal, desde a morte dele, em 24 de setembro de 1834, cuja visita dele ao Brasil é a primeira vez em que o órgão sai de Portugal, em homenagem especial aos 200 anos da nossa independência.

O coração de dom Pedro I foi preservado em atendimento ao pedido do próprio imperador, enquanto os demais restos mortais dele foram trazidos ao país em 1972, na comemoração dos 150 anos da independência, e estão depositados na Cripta Imperial do Parque da Independência, em São Paulo (SP).

O coração de dom Pedro I chegou ao Brasil em momento memorável, quando se acentuam a importância de cartas em defesa da democracia e o país se prepara para eleições presidenciais.

Sim é importante se reverenciar a relíquia que o responsável pela nossa independência destinou em testamento à cidade do Porto, mas convém, por ser oportuno, se concentrar nas atenções para outro magistral legado do primeiro imperador brasileiro, qual seja, a “Carta Póstuma”, ela que foi destinada aos brasileiros, que ele fez questão de ditar em seu leito de morte, menos de 24 horas antes de falecer de tuberculose.

Trata-se, na verdade, de importante carta que é simplesmente relegada, inexplicavelmente, ao esquecimento histórico, mas ela tem ensinamentos que podem ser da maior importância para os destinos do Brasil, em que pese ela ter sido escrita há quase 200 anos, como prova de muito amor ao Brasil.

Conhecida como “Carta Póstuma de dom Pedro, duque de Bragança, aos brasileiros”, esse importante documento foi publicada no Rio de Janeiro, no ano seguinte da sua elaboração e quis dom Pedro I, com a sinceridade de moribundo que se confessa, reconhecer erros e dá conselhos ponderados que contrastaram com a famosa impetuosidade jovial dele.

Eis excertos da carta de dom Pedro I, que disse o seguinte sobre o Brasil: “Embora nascesse eu em Portugal! É no Brasil que eu nasci ao sentimento de mim mesmo. É no Brasil … que a vida com seus mistérios, a mocidade com os seus encantos se manifestaram à minha alma… (declarou em dívida com o Brasil) Já estou quite com Portugal… regenerei suas instituições; dei-lhe uma Constituição e duas vezes a Liberdade e por ele morro na flor dos meus ano (ele tinha então 35 anos). Mas convosco, Brasileiros, a minha consciência não me outorga tão satisfatório testemunho… o foro interior me acusa de ter parado na metade da tarefa.”. 

O primeiro imperador do Brasil aproveitou o ensejo para dá três importantes conselhos aos brasileiros, conforme os textos a seguir.

1º – “Evitem-se os erros que perderam minha administração. Sem criar novos mananciais de rendimento, ela se antecipou por exagerados empréstimos de toda a sorte sobre o futuro e quando chegou a época em que não houve meio para fazer frente ao déficit anual; quando a bancarrota bateu à porta, ela caiu. Meu governo pereceu pelas Finanças como outros muitos Estados.”.

2º – Influência militar – “Também sob este lado minha Administração errou completamente. Depositei a minha confiança na tropa. Para sustentar numeroso Exército, eu dizimei a população e esgotei as riquezas do Brasil, e por fim de contas, a Tropa deu no meu Trono a última pancada.”.

3º – “Não posso deixar de vos dirigir uma advertência acerca da escravidão dos Negros. A escravidão é um mal e um atentado contra os direitos e a dignidade da espécie humana, mas as suas consequências são menos danosas aos que padecem o cativeiro do que à Nação cuja legislação admite a escravatura. É um cancro que devora sua moralidade.”.

Vejam-se que dom Pedro I enxergava a prevalência da imoralidade, há quase 200 anos atrás, mostrando que ele foi importante defensor dos direitos humanos, no que diz respeito “a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos…”, na forma como prescrita no preâmbulo da atual Constituição brasileira.

O amor de dom Pedro I ao Brasil era tão sublime que ele, à beira da morte, ainda reservou espaço para mostrar o seu verdadeiro sentimento à terra preferida dele, ao deixar escrito importante mensagem, com a síntese do seu desejo de correção dos atos na gestão pública, que têm a finalidade de contribuir para beneficiar os brasileiros.

As comemorações da Independência do Brasil devem incluir nos seus festejos, necessariamente, o reconhecimento à figura da maior importância de dom Pedro I, que nasceu em Portugal, mas adotou, de coração, o Brasil como a sua terra natal, tendo demonstrado o seu amor verdadeiro por meio do seu mais intrépido gesto de proclamar a alforria do Brasil das dependências de Portugal, que deixaria de usufruir das riquezas tupiniquins.

Louve-se a real grandeza de dom Pedro I, que é considerado verdadeiro exemplo de amor ao Brasil, por ter se sacrificado a partir da audaciosa decisão de decretar a Independência do Brasil, a despeito de contrariar frontalmente os interesses da corte portuguesa, a sua origem natal.

Salve dom Pedro I e a Independência do Brasil!    

          Brasília, em 4 de setembro de 2022

sábado, 3 de setembro de 2022

Inocência?

 

O principal candidato da esquerda à Presidência da República decidiu  adotar estratégia para tratar do tema que vem incomodando bastante seus planos políticos, qual seja, a corrupção, que foi a cara do seu governo, à vista dos fatos alvo do mensalão e do petrolão.

Em entrevista a uma rádio, o político falou abertamente sobre as denúncias envolvendo a família do presidente da República, seu principal concorrente na corrida presidencial, e intensificou as críticas à operação Lava-Jato.

Ele disse que “Temos um presidente que sequer investigou a investigação do Queiroz, que sequer investigou a investigação de seus filhos, que sequer investigou as denúncias contra Pazuello. Nós temos um presidente que não apenas coloca a sujeira embaixo do tapete como transforma em sigilo de 100 anos tudo e qualquer denúncia contra eles (sic).”.

Nas últimas semanas, o político abordou o tema apenas citando as medidas de combate a corrupção feitas durante os governos petistas e tentando se contrapor ao presidente do país, ao afirmar que no seu governo as instituições tinham autonomia para investigar denúncias, o que até pode ter sido verdade, mas elas não evitarem a disseminação de desvios de recursos públicos, na forma dos esquemas do mensalão e do petrolão.

O político também atacou de forma mais incisiva a Operação Lava-Jato, dizendo que, contra ele, “foi levantado a maior calúnia da história do Brasil, possivelmente muito maior da que levou Getúlio Vargas a morte (sic)”, que pode até ser verdade, mas ele não conseguiu demovê-las, em se tratando de meras injúrias, que poderiam ser removidas facilmente, por meio de comprovação da verdade, com a apresentação de contraprovas juridicamente válidas.

O político também criticou o ex-juiz da Lava-Jato e o coordenador da força-tarefa, dizendo que a “A única justiça federal que me condenou foi a do Moro, a pedido do Dallagnol, porque havia interesse político de não permitir que eu fosse candidato em 2018. A impressa brasileira deveria reconhecer que foi enganada durante 5 anos por um juiz mentiroso e por um procurador que criou uma quadrilha de procuradores.”, assertiva essa que não condiz com a verdade, porque as sentenças condenatórias à prisão dele foram convalidadas pelas segunda e terceira instância, respectivamente por três desembargadores e cinco ministros, que as chancelaram por unanimidade.

O político ainda enfatizou o fato de que os processos penais contra ele foram anulados, dizendo ser “um cidadão inocente”, ao afirmar que “Eu sou o único cara condenado por ser inocente. É proibido eu ser inocente. Porque, com todas as decisões favoráveis a mim, ainda tem gente que fala ‘mas você não foi inocentado’. Então, eu sou um cara condenado por ser inocente.”, o que também não é verdade que os processos dele tenha sido anulados, porque eles foram apenas transferidos de jurisdição, ao tempo em que somente as sentenças condenatórias à prisão dele foram anuladas, sem exame de mérito das ações penais.

Ou seja, o político foi considerado culpado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro e condenado à prisão, por doze anos e meio, em face de ter se beneficiado de propinas com recursos oriundos da Petrobras, mas o Supremo Tribunal Federal, sem qualquer exame de mérito, anulou as sentenças pertinentes, por entender que a jurisdição de Curitiba não podia julgá-lo, determinando que os processos fossem enviados para Brasília, para novo julgamento, ficando claro que essa decisão manteve os objetos dos crimes intatos.

Hoje, o político menciona, sem respaldo algum, o fim das condenações como prova da sua inocência, sem que ele tenha conseguido refutar nem afastar a imputação sobre a autoria dos fatos irregulares cuja autoria é atribuída a ele e, quanto a eles, aguarda-se novo julgamento, o que vale dizer que ele continua implicado com a Justiça, enquanto ele não for novamente julgado pelos crimes referentes às denúncia ainda existentes nos autos.

De forma extremamente equivocada, o político disse que "Eu tinha certeza que esse dia chegaria. Esse dia chegou com o voto do Fachin, de reconhecer que nunca teve crime cometido por mim, de reconhecer que nunca teve envolvimento meu com a Petrobras. E todas as amarguras que eu passei, todo o sofrimento que eu passei, acabou", quando a determinação do ministro do Supremo  foi apenas no sentido de que os processos julgados em Curitiba fossem anulados e julgados por outro juiz, em Brasília, cuja decisão foi confirmada pela Segunda Turma do Supremo, mas jamais houve decisão de se “reconhecer que nunca teve crime cometido por mim”.

Á toda evidência, as sentenças foram anuladas por razões técnicas, embora sem base legal alguma, e tanto isso é verdade que o próprio Supremo já havia negado, por quatro vezes, o mesmo pedido nesse sentido, o que mostra o absurda dessa decisão, que, em absoluto, nada prova a inocência do político, mesmo porque não houve rejulgamento sobre o mérito das ações penais objeto das condenações à prisão dele.

Convém frisar que o Supremo anulou as sentenças e não os processos, e esse fato é aproveitado pelo político, de forma equivocada e esperta, para dizer que ele é inocente, o que não é verdade, uma vez que os mesmos assuntos vão ser julgados novamente, o que significa dizer que ele não é inocente, porque se fosse não haveria necessidade de novo julgamento.

Ele é tão culpado que os seus crimes por corrupção passiva e lavagem de dinheiro foram julgados e por três instâncias, a primeira, a segunda e a terceira, com juízes independentes, mais os ministérios públicos que atuavam perante essas instâncias, também de modo independente, cujas sentenças foram pela unanimidade, em razão do entendimento sobre a substancial materialidade da autoria dos atos delituosos atribuída a ele, conforme as fortes provas, não só de corrupção passiva, mas também de lavagem de dinheiro.

Ou seja, o Supremo não inocentou o político, precisamente porque não houve nessa corte o exame de mérito dos processos, mas sim apenas o reconhecimento que ele deveria ter sido julgado em outra instância da Justiça, tendo ficado assente que se tratava de mera formalidade processual, sem se adentrar no mérito das causas em si, o que é bem diferente do que ele alega que é inocente, porque os atos ilícitos em si. praticados por ele, pelo menos aqueles objeto dos julgamentos já realizados, permanecem válidos, o que significa dizer que ele deve prestação de contas à sociedade e à Justiça sobre seus atos, na vida pública.

À toda evidência, a Justiça brasileira não decretou a absolvição do político, o que vale se afirmar que a culpa que havia sido comprovada nos autos já julgados permanece integralmente, quanto aos atos ali indicados, exatamente porque ele foi incapaz de demovê-la dos autos.

O mais importante de toda essa história é que o próprio político reconhece que houve corrupção no governo dele, porque, segundo ele, as pessoas testemunharam e deletaram à Justiça, foto este que não teria como ser negado, em face da devolução aos cofres da Petrobras de mais de seis milhões de reais.

Agora, é muito estranho que o político invoque a condição de inocente, quando não há elementos plausíveis capazes para a sustentação dessa assertiva, o que vale dizer que seria muito mais justo que ele procurasse prestar contas à sociedade e à Justiça sobre os atos dele, na vida pública, porque é exatamente assim que procedem os verdadeiros homens públicos, sem necessidade da exploração de artifícios frágeis para o caso, em termos jurídicos, quanto à alegação de inexiste inocência.

À luz dos fatos e da verdade histórica, nada impede que o político se considere indevidamente inocente, porque ele bem sabe do que efetivamente aconteceu de maléfico contra os interesses do Brasil, desde que os brasileiros de verdade estejam cônscios sobre a real situação dos casos nebulosos, como, em especial, os escândalos do mensalão e do petrolão, que o envolvem e pendem de esclarecimentos e justificativas por parte dele, uma vez que as questionáveis irregularidades aconteceram no governo dele.

A questão da moralidade é algo da maior importância, no Estado Democrático de Direito, porque ela não se impõe, no grito nem na marra, mas, sim, a sua conquista se obtém com a natural observância dos princípios de conduta, em especial, na gestão pública.

No caso do político, ele tem todo direito de se considerar inocente e até de dizer que é caluniado, como ele afirma acima, mas, ele como homem público, não pode desprezar, como faz, de forma proposital, os processos referentes às graves denúncias contra ele, que estão aguardando julgamento na Justiça, os quais são aqueles objeto da decisão do Supremo que anulou as sentenças das prisões dele e, ato contínuo, determinou o envio deles para a Justiça de Brasília, para o fim de serem julgados novamente e somente se julga algo se houver matéria para tanto pendente, que é o caso desses processos.

Por consequência desses fatos, juridicamente falando, somente faz sentido se falar em inocência ou mais propriamente absolvição quando aqueles processos forem julgados, de modo que o político possa ter veredicto favorável e assim puder dizer que realmente ele está imune aos fatos criminosos objeto das denúncias suspeitas de irregularidades.

O certo é que não fica bem para o político dizer que  é “condenado por ser inocente”, uma vez que, a bem da verdade, existem, na Justiça e isso ele não pode ignorar, processos penais referentes às denúncias sobre suspeitas de prática de irregularidades, que pendem de julgamento.      

Ante todo o exposto, convém que os brasileiros honrados e dignos se conscientizem de que o Brasil precisa ser presidido por quem preencher os requisitos de conduta ilibada e idoneidade, na vida pública, de modo que sejam observados os salutares princípios republicano e democrático, aproveitando para a eliminação das atividades políticas quem mente e seja indigno para provar a sua inocência junto aos tribunais, como fazem normalmente os verdadeiros e honrados homens públicos.

          Brasília, em 3 de setembro de 2022

A bota que esmaga!

 

Circula nas redes sociais mensagem acerca de informações verdadeiras, na forma do seguinte texto, de autoria de Yuri Bezmenov, jornalista da União Soviética e ex-agente da KGB: “Graças à falta de padrões morais, a exposição ante informações verdadeiras já não fará mais diferença para a maioria. Uma pessoa que foi corrompida, que foi doutrinada pelo marxismo, é incapaz de ascender à verdade. Os fatos não significam nada para ela. Mesmo que ela seja soterrada por provas autênticas, documentos, fotografias, tudo, ela se recusará a acreditar. Somente quando a bota do regime estiver esmagando seu corpo... aí, ela irá entender.”.

O aludido texto é bastante esclarecedor e fala tudo direto e claro, com muita propriedade e lucidez, sobre a pessoa corrompida, doutrinada pelo marxismo, que não acredita em mais nada, senão nas crendices disseminadas pela nefasta ideologia, que tem o poder de deformar a mentalidade humana, não importando a revelação de elementos e informações autênticas e atualizadas, mostrando outra realidade, a verdade sobre os fatos.

Essa preciosidade de texto diz exata e precisamente o pensamento do esquerdista, que não consegue enxergar nada de maldade nem de desgraça existente nos países de  regime socialista, onde sempre predomina o totalitarismo exacerbado e o forte controle sobre a vida das pessoas, em que tudo é vigiado, censurado, fiscalizado e controlado, para o fim de absurdas, injustas e cruéis repressões disciplinares, tudo em prol do interesse do Estado, que se imiscui na vida do povo, sem a menor trégua, em desconfiança de tudo.

Na verdade, o socialismo tem como essência o sonho da igualdade social, em que todos são submetidos à escravidão da igualdade na miséria, na cruel e na desumanidade, sob o domínio ditatorial, em que prevalece o rígido controle do Estado, que decreta e mantém, sob rigor, a perda dos direitos humanos e das liberdades individuais e democráticas, sem direito a absolutamente nada, inclusive aos bens, aos valores e às propriedades, posto que tudo isso é privilégio exclusivo do Estado, senhor de tudo e da razão.

Exemplificando o pensamento esquerdista de ser, outro dia, por coincidência, me sentei ao lado de distinta e educada pessoa que se identificava com dois botons na blusa, indicando que ela era defensora do regime socialista.

Nossa conversa chegou até à política e então eu perguntei a ela sobre o regime comunista de Cuba, em especial o que de vantagem ela via na relação do governo ditatorial com o povo?

Ela me disse que enxergava muitas vantagens nessa relação e, com a boca cheia de satisfação, esclareceu que lá em Cuba tinha educação e muitos médicos.

Então, eu perguntei a ela e mais o que existia de bom em Cuba, quando se sabe que lá o povo é racionado com alimentos, distribuídos mensalmente por meio de caderneta alimentar, cujos produtos são insuficientes e limitados para a ração e às necessidades normais das famílias, que também não recebem todos os gêneros de primeira necessidade, além da inexistência de empregos, por falta de empresas privadas e do capitalismo, gerador de produção?

Além disso, os principais elementos essenciais à vida humana não existem em Cuba, que são a liberdade de expressão e de pensamento, o exercício de atividades comerciais e econômicas, o direito à cidadania, o direito de votar nos seus representantes políticos, a privacidade dos meios de comunicação e tantas outras privações inerentes aos direitos humanos e à cidadania, em especial os que permitem se ter a liberdade de se viver como gente, como normalmente acontece nos países civilizados, livres e desenvolvidos.

Finalizando a conversa, eu disse que lá a até a internet tem seu uso  limitado e ainda assim sob rigoroso controle, porém, por estranho que possa parecer, ela pegou o potente aparelho celular dela e lembrou que aqui ela consegue acessar as redes sociais do presidente brasileiro, como que confirmando integralmente a minha explanação sobre a falta de liberdade de expressão, no país caribenho.   

Diante disso, senti que essa pessoa ficou sem assunto e até desconfortada, mas é exatamente como diz a mensagem acima: “Uma pessoa que foi corrompida, que foi doutrinada pelo marxismo, é incapaz de ascender à verdade. Os fatos não significam nada para ela. Mesmo que ela seja soterrada por provas autênticas, documentos, fotografias, tudo, ela se recusará a acreditar. Somente quando a bota do regime estiver esmagando seu corpo...”.

O pior de tudo isso é que, quando acontecer o esmagamento da bota sobre as pessoas, em verdadeiras condições de igualdade, porque isso é sempre inevitável, já não se tem mais tempo algum para se evitar mais nada do pior, porque é o que se costuma dizer, no popular, que a vaca já foi literalmente para o brejo.

Ou seja, nada mais se pode fazer para se evitar o pior, a ocorrência das desgraças contra o povo, como têm sido os casos acontecidos na Venezuela, na Argentina, no Chile e em todos os outros países que se enveredaram pelo desgraçado regime socialista/comunista, com todas as suas infelicidades e desgraças, que são visíveis, quando o povo, inclusive no Brasil, resiste a acreditar que o pior pode realmente acontecer, quando poderia pensar melhor, enquanto ainda há essa possibilidade, em benefício da defesa dos saudáveis princípios democráticos e republicanos, que asseguram plenas liberdades para toda a sociedade de boa vontade e consciente sobre seus direitos de viver livre, feliz e prazerosamente.

Não obstante, a esquerda brasileira somente enxerga bondade no socialismo, tanto que fica defendendo político amigo de ditadores e usurpadores das liberdades humanas e a sua volta ao poder, além de ainda achar que isso é a salvação da pátria, o melhor para o Brasil, em que pese nada se assegurar que possa haver um pingo de esperança em quem ficou dezesseis anos no poder e conseguiu deixar os brasileiros em piores condições, em termos econômicos e sociais, conforme mostram os fatos.

É preciso que os brasileiros façam rigorosa avaliação sobre as vantagens de ainda puder viver no Brasil com os reais usufrutos dos salutares direitos humanos e liberdades individuais e democráticas, porque a volta da esquerda ao poder poderá trazer verdadeiro mar de incertezas para os destinos da sociedade, inclusive a perda do que é mais sagrado, qual seja, a autonomia de se puder viver como ser humano normal, que é algo inexistente nos países dominados pelo repulsivo regime socialismo.           

          Brasília, em 3 de setembro de 2022

sexta-feira, 2 de setembro de 2022

Reavaliação da candidatura?

 

Após o debate presidencial promovido por uma televisão, integrantes da campanha do principal candidato da esquerda estão reavaliando a ida dele a outros encontros, com a finalidade de não ter que enfrentar, com a exposição nacional, um dos principais temas que incomodam muitíssimo o político, que tem sido o seu calcanhar de Aquiles, ou seja, o tema da corrupção, que foi bastante explorado pelo presidente da República, no primeiro debate.

A equipe de campanha ainda irá decidir sobre a participação do candidato nos próximos debates presidenciais, com exceção do promovido pela principal rede de televisão do país, que será o último antes do primeiro turno das eleições.

A equipe de campanha alega que se trata de tema “espinhoso', mas a cúpula pretende levar o foco para as questões referentes à economia, no caso de comparecimento aos próximos debates.

De acordo com a equipe, o candidato não pretende levar o debate "ao pântano" que, na opinião dele, seria uma zona de conforto para o presidente do país, que tem como estratégia, que não poderia ser diferente, a exploração da corrupção, tanto nas redes sociais como nas entrevista.

Um dos integrantes da equipe, entende que a exploração do tema corrupção "Só interessa a quem não tem propostas ficar falando do passado", esquecendo ele que não seria nada diferente se essa configuração estivesse delineada em lado contrário.

Por seu turno, a presidente nacional do partido afirmou que achou "satisfatória" a resposta que o candidato deu ao presidente do país, dizendo que "Ele falou sobre os seus processos, falou o que aconteceu, que foi perseguido para não ser presidente da República. Acho que foi bem satisfatório.".

Ela afirmou ainda que a postura mais ofensiva do presidente do país "não surpreendeu" e que o seu candidato não foi ao debate para "ficar se confrontando" com o chefe do Executivo.

A presidente do partido concluiu, afirmando que "O que foi colocado no debate ele respondeu no tempo certo, na hora certa, sem fazer esse confronto que era o que nós não queríamos".

É importante se enfatizar que, em entrevista ao Jornal Nacional, o principal líder da esquerda brasileira, candidato à Presidência da República, admitiu a existência de corrupção na Petrobras, quando esteve no governo, mas procurou minimizar a gravidade do assunto, tentando demonstrar que as irregularidades só vieram à tona porque a gestão dele criou mecanismos de investigação de irregularidades.

Esse fato não é verdade, porque os esquemas criminosos no governo dele, em especial do petrolão, somente foram desvendados graças ao trabalho eficiente e competente da Operação Lava-Jato, independentemente dos referidos mecanismos de investigação.

Na verdade, esse tema chamado corrupção deveria mesmo massacrar o candidato, especialmente nesta campanha eleitoral, uma vez que, em nenhum outro momento, ele esteve na mesa de debate para encará-lo na forma como ele exige e merece, uma vez que é considerado um dos principais envolvidos, conforme mostram os resultados das investigações levadas a efeito pela Polícia Federal, coligidas em processos respaldados pelo Ministério Público Federal, sendo que alguns foram julgados pela Justiça, que proferiu importantes decisões, determinando a prisão de criminosos de colarinho branco e a devolução de dinheiro roubado aos cofres da Petrobras.

Em país com o mínimo de seriedade político-administrativa, esse tema precisa sim ser objetivo de exploração, com a maior minudência, não somente como forma de prestação de contas à sociedade e à Justiça, mediante os devidos esclarecimentos e justificativas sobre o modus faciendi, mas, em especial, sobre às medidas preventivas que ainda se fazem necessárias, com vistas à eliminação de casos semelhantes e futuros.

A verdade é que o resultado do debate mostrou que o candidato da esquerda foi realmente massacrado com as perguntas sobre a costumeira corrupção que grassava no seu governo, à vista, em especial, dos escândalos do mensalão e do petrolão, fazendo com que ele tenha se tornado perfeito “saco de pancada” dos demais candidatos, diante das acusações de promotor de atos corruptivos, tendo acontecido o mais grave que ele foi incapaz de refutá-las com argumentos plausíveis, salvo de apenas afirmar que existiam mecanismos de investigação, no seu governo, que, ao contrário, só contribuíram para a permissividade das monstruosas irregularidades com o uso do dinheiro público.

O certo é que o candidato ficou absolutamente extasiado, sem palavras, tendo sido massacrado com as perguntas do presidente do país, que aproveitou para jogar todos os podres dele para os telespectadores, tendo dito, mais de uma vez, que ele não tinha moral alguma para acusar ou se referir aos erros dos outros, pois não passava de “ex-presidiário”. 

É evidente que o tema referente à corrupção precisa sim ser sempre debatido em todos os encontros de presidenciáveis, com a devida profundidade e especificidade, enquanto as suas finalidades políticas, as suas verdadeiras causas e os seus detalhamentos operacionais não forem completamente colocados à luz solar, como forma de transparência que é própria da gestão pública, para que isso sirva de prestação de contas para a sociedade, que precisa compreender toda a malignidade intrínseca da engenhosidade empreendida por seus mentores, de modo que os eleitores possam se inteirar sobre tamanha estratégia criminosa empregada para o desvio de montanhas de recursos públicos, em prejuízo dos interesses da sociedade.

A verdade é que não se percebe, de forma clara, a menor sensibilidade por parte do candidato para a gravidade do problema que representou a corrupção no governo dele, quanto à sua compreensão no sentido que isso faz parte da essência da desonestidade na gestão pública, quando o homem público de verdade precisa se envergonhar de ser acusado de ser corrupto, quando carrega no ombro processos penais, à vista das várias denúncias na Justiça, sob suspeitas de prática de irregularidades com dinheiro público, conquanto há casos que ainda pendem de julgamento.

Essa grave situação é fator preponderante para macular a participação de qualquer candidato em debate presidenciais que esteja sendo acusado de malversação de dinheiro público, porque a única alternativa dele é provar o contrário, que é algo dificílimo para quem já foi até julgado e condenado à prisão, por conta da imputação a ele da prática dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Na realidade, a única condição básica para o homem público não ser acusado de nada é ter a ficha limpa, evidentemente sem qualquer implicação com a Justiça, por conta de suspeitas da prática de atos irregulares, na vida pública, porque isso é indiscutivelmente incompatível com o exercício de cargo público eletivo, sob o prisma dos princípios republicano e democrático.

Enfim, é muito importante sim que o candidato da esquerda seja sempre lembrado, em especial, nos debates, dos atos de corrupção no governo dele, exatamente para se avivar, de forma enfática, que é condição sine qua non do candidato a cargo público eletivo estar em situação de imaculabilidade perante a sua consciência cívica e a sociedade.

Isso vale dizer que ele não pode ter qualquer processo na Justiça para participar de atividades políticas nem com pendência de julgamento de ações penais, porque isso é visível aceno de impedimento quanto à necessidade da apresentação da ficha corrida de bom cidadão, em especial, com relação à vida pública.

Enfim, diante de tudo que condiz com a falta de explicações e justificativas sobre os esquemas criminosos havidos no governo do principal candidato da esquerda, na verdade, não se trata em se reavaliar a ida do candidato a outros encontros presidenciáveis, com a finalidade de não ter que enfrentar questões relacionadas com a corrupção, mas sim de avaliar a condição dele como candidato à Presidência da República, enquanto ele não apresentar detalhada e minudente prestação de contas à sociedade e à Justiça sobre seus atos na vida pública, uma vez que é do seu dever como homem público provar a licitude de seus atos, na vida pública.   

À vista do exposto, urge que os verdadeiros brasileiros se conscientizem de que é importante que seja eleito o presidente da República que satisfaça plenamente os requisitos de conduta ilibada e idoneidade, na vida pública, como forma de valorização da grandeza do Brasil e dos brasileiros, sob o prisma dos princípios republicano e democrático. 

          Brasília, em 2 de setembro de 2022

quinta-feira, 1 de setembro de 2022

Ore e vote como cristão

 

Vem circulando nas redes sociais vídeo em que um sacerdote faz veemente apelo aos brasileiros, em mensagem que ele implora pela reflexão sobre a necessidade da valorização do voto, em benefício, especialmente, da fé cristã, no sentido do esforço na oração dos fiéis como verdadeiros cristãos, procurando também votar com o mesmo sentimento de cristandade e não como ateus, conforme o texto a seguir.

          Queridos, o sofrimento dos cristãos da Nicarágua, desses dias, perseguidos por governo comunista, não pode deixar de despertar a consciência do nosso Brasil, nesta hora tão dramática das próximas eleições. Como pastor e padre, não posso ficar omisso, pois sei que a ousadia dos maus é devido à omissão dos bons. Este apelo à nação traz palavras que não são minhas, no entanto, são profundamente verdadeiras e urgentes, pois a Nicarágua não é exceção, pelo menos em 50 países do mundo, mais de 360 milhões de cristãos são perseguidos atualmente. É inútil orar como cristão e depois votar como ateu, rezar pela vida e depois votar a favor do aborto, orar para que Deus liberte a igreja da perseguição dos países comunistas e votar em candidatos comunistas o que apoia quem persegue a própria igreja, orar pedindo a Deus a expansão do Evangelho e depois votar em candidatos que querem fechar as igrejas. Que sentido tem orar pela família e depois votar em candidatos que defendem ideologias que destroem as famílias? Orar pedindo a Deus pelos filhos e votar em quem defende a pedofilia e a ideologia de gênero. Orar que Deus defenda os jovens das drogas e votar para quem quer a liberação das drogas. Não adiante orar como cristão e votar como ateu. Que Deus abençoe o Brasil e que o nome de Jesus seja exaltado na terra de Santa Cruz!”.   

Como se pode notar, trata-se de poderoso e sincero apelo, que tem endereço específico para as pessoas que têm amor aos princípios e aos ensinamentos do Evangelho de Jesus Cristo, levando-se em conta mais especificamente os fatos que estão acontecendo, presentemente, na Nicarágua, que é país governado por comunista, que declarou guerra aos religiosos daquele país, por meio de intimidação às liberdades religiosas e ao exercício da prática do Evangelho, mediante a prisão de autoridades da Igreja Católica, além da expulsão de freiras que exerciam atividades de caridade e apoio cristão à sociedade daquele país.

Na verdade, a veemente mensagem do religioso vem em momento precioso para os brasileiros, que realmente carecem, com urgência, de ser tocados com a lança no seu coração, no sentido do despertar para possíveis futuros transtornos e contratempos, no caso da volta da esquerda brasileira ao poder, uma vez que as suas lideranças comungam com as mesmas ideologias vigentes nos países que maltratam os religiosos que praticam a disseminação do Evangelho de Jesus Cristo e isso pode sinalizar para a grande possibilidade de o Brasil também se tornar perseguidor dos cristãos, especialmente por não se ter garantia de coisa alguma.

A despeito dos rumores sobre a índole comunista do principal candidato da esquerda, convém que os brasileiros se liguem na importante manifestação dele, uma vez que, em discurso de apoio às demoníacas doutrinas do regime comunista chinês, ele se mostrou completamente favorável às práticas comunistas, exatamente nos termos desse pronunciamento: “É a China um partido que tem poder, que tem um Estado forte, que toma decisões que as pessoas cumprem, coisa que não temos aqui no Brasil. Por exemplo, a China, ela somente conseguiu combater o coronavírus com a rapidez que ela combateu porque tem um partido forte, porque tem um Estado forte, porque tem pulso, tem voz de comando. Nós não temos isso aqui no Brasil. Eu pensava muito grande na minha relação com a China. Eu achava que a gente deveria ter construído uma parceria estratégica. A China é um exemplo para o mundo. Mas tenho muita fé e muita esperança de que nós vamos fazer isso a partir de 2023.”.

Ou seja, o político que se atreve a adiantar seu pensamento em sintonia com o nefasto e maligno regime comunista chinês, pode sim ser capaz de qualquer medida condutora da demonização da vida dos cristãos brasileiros, porque o que importa para ele é a satisfação da sua satânica ideologia, pouco se preocupando com os sentimentos da população cristã, como fazem normalmente os brutamontes ditadores comunistas, que não têm o menor remorso em perseguir os cristãos, como vem acontecendo, na atualidade, na Nicarágua, com as injustificáveis prisão de religiosos e restrição de atividades inerentes à disseminação do Evangelho de Jesus Cristo.

À toda evidência, os alertas do sacerdote têm absoluta pertinência, porque o cristão não pode se descurar do compromisso de fiel defensor dos ensinamentos do Evangelho de Jesus Cristo, que é essencial à consolidação das estruturas e fundamentos da Igreja Católica, o que vale dizer que realmente não se pode orar como cristão e votar como ateu, porque isso poderá ser fatal para os destinos do cristianismo, à vista do seu natural antagonismo com o socialismo/comunismo, como vem acontecendo em vários países, em visível prejuízo para o desenvolvimento da humanidade.

No caso brasileiro, é possível até se imaginar que nada de pior possa vir a acontecer entre o Estado e os cristãos, mas também não se pode garantir absolutamente nada, ante a diversidade de sentimentos da ideologia socialista, que é capaz de congregar no seu seio as mais elementares formas de desprezo aos princípios familiares e religiosos, a exemplo da banalização de filosofias a favor do aborto, que apoiam perseguição à igreja e aos cristãos, que defendem ideologias que destroem as famílias, que defendem a pedofilia e a ideologia de gênero, que são a favor da liberação das drogas, entre tantas outras deformidades que são contrárias aos princípios humanitários.  

Em razão do momento delicado por que passa o mundo, com o avanço do socialismo, especialmente nos países da América Latina, apelam-se para que os verdadeiros cristãos brasileiros reflitam sobre a importância do seu voto, de modo que não apoiem a volta da esquerda brasileira ao poder, sob pena de o Brasil vir a se deparar com os mesmos conflitos de interesses entre o Estado e os cristãos, religiosos e templos religiosos.

Ante o exposto, convém que os verdadeiros religiosos orem com a fé cristã e, do mesmo modo, votem imbuídos com os sentimentos de pura cristandade, para que os ensinamentos do Evangelho de Jesus Cristo não venham a sofrer prejuízos quanto à continuidade de seus benefícios aos seus seguidores.

Brasília, em 1º de setembro de 2022