segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Indiferença

 

Em longa explanação, um político da oposição mostra a terrível situação política atual do Brasil, que refletiu direta e pesadamente no sistema econômico brasileiro, tendo o condão de evidenciar a realidade da crise crônica e preocupante implantada nas entranhas do país.

De tão grave que ela se apresenta que, por certo, não é com simples candidato filhinho do papai idolatrado pelo povo que tem senão o poder magistral de potencializá-la ainda mais , diante da falta de condições suficientes para o enfrentamento das dificuldades.

Ou seja, à vista das reais e gravíssimas crises mais do que abrangentes, por afetarem todas as estruturas do país, esperavam, em nome do chamado amor à pátria, que os políticos estivessem sintonizados e até mesmo preocupados em encontrar o nome ideal de alguém com os atributos que correspondessem mais precisamente às condições de experiência e competência com disposição para combater as precariedades preponderantes no país.

Não obstante, como se vê, certamente prevaleceu o instinto do vergonhoso e imundo jeitinho brasileiro, de se indicar o candidato que realmente está devidamente preparado para defender as causas não do país, mas sim do pai, que certamente, para esse grupinho político, estão muito acima, em termos de relevância e importância, do que os interesses nacionais.

Custa acreditar em situação esdrúxula como essa, em que o país totalmente atolado na desgraça generalizada, mereça, como solução emergencial, a apresentação de candidato presidencial para resolver questão pessoal do pai dele, porque foi assim que ele justificou a sua candidatura, que pode ser desistida pela liberdade do pai e o nome dele figurando na cédula presidencial, nas próximas eleições.

Ou seja, nada mais surreal do que isso poderia acontecer exatamente na política brasileira, em que o povo chamado conservador se conforma em apoiar o candidato apenas qualificado para defender interesses pessoais, enquanto o Brasil, se debate em agonia terminal, na UTI, em via da palavra final da morte, a continuar ávido clamando por socorro, que certamente nunca virá, a depender dos seus políticos e principalmente do seu desalmado povo indiferente ao caos do país.

Viva o amado Brasil, de povo que realmente aprendeu muito bem como amá-lo, com relação à sua rica inteligência política, que permite, passivamente, a continuidade das crises institucionais!

 Acorda, Brasil!

 Brasília, em 29 de dezembro de 2025

Publicação do meu 84º livro

 

A satisfação invade mais uma vez o meu coração, quando eu concluo outra obra literária, na forma do meu octogésimo quarto (84º) livro, que me  motiva e estimula por meio da energia vinda da literatura, que alimenta as minhas fontes criadoras e inspiradoras, na certeza de que necessito delas para a continuidade das importantes atividades de escrever textos que têm sido a razão maior do meu viver feliz.

Neste livro, decidi homenagear, com muito carinho, um local de Uiraúna que recordo com saudades, que diz especificamente sobre o mercado público, lugar com quem eu tenho muita intimidade, porque guardo na memória muitas histórias acontecidas nesse saudoso e saudável cantinho.

Sei o valor e a importância de resgatar um pouco a história do mercado, que realmente faz parte da minha vida, em Uiraúna, motivo do meu carinho por sua rica existência na minha vida, que justifica a dedicação do amor por lugar marcante que senti e vivi, até a minha juventude.

Sim, fico feliz e agradecido a Deus, pela lembrança desse lugar cujas ricas imagens ainda permanecem vivas em mim, evidentemente em forma de eternas saudades.

Em coerência com a dedicatória do livro, a capa tem a fotografia do amável mercado público de Uiraúna, em forma de homenagem e do amor que lhe dedico.

Transcrevo, a seguir, com muito carinho, um pouco do meu sentimento de amor ao saudoso e amado mercado de Uiraúna.

                                      “DEDICATÓRIA

É com alegria no coração que dedico este livro à memória do saudoso mercado público de Uiraúna, Paraíba, de quem guardo interessantes lembranças sobre fatos acontecidos em seus recintos.

Esse sagrado lugar já existia quando eu me entendi de gente, que sempre teve a função de acomodar, em especial, aos domingos, as bancas para a venda de roupas, miudezas, especiarias, cereais e uma variedades de outros produtos de utilidades para o lar, ou seja, ali no mercado cabia quase de tudo de interesse da população.

Lembro-me de atividades que se tornaram marcantes, como as bancas de doces, bolos e demais alimentos, sendo que a mais importante de todas, no meu sentir, sempre foi a de Antônio Rufino, que foi especialista no preparo de cachorro-quente, feito à base da requintada linguiça, cuja delícia dominava todo o mercado, com o seu aroma especial que espargia por todo o recinto.

Afora o apoio à feira tradicional propriamente dita, o famoso mercado era também importante palco para apresentações sociais, culturais, artísticas, como teatros, shows musicais e dançantes, como animados bailes da sociedade uiraunense, além de outras atividades de cunho sociocultural, com destaque para os leilões sob a batuta do genial Ganga, que foi o principal leiloeiro de Uiraúna.

Lembro-me que o famoso e inesquecível Rei do Baião, isso mesmo, o genial Luiz Gonzaga, fez importante show no velho mercado, que certamente deve ter sido a apresentação artístico-musical mais importante da história de Uiraúna, com todo respeito aos demais cantores e artistas.

Pessoalmente, a minha ligação com o mercado público está relacionada com o meu trabalho como balconista, na mercearia de Cosme de André, em cuja ocasião eu tive a oportunidade de aprender importantes lições de competência, honestidade, dignidade e respeito ao ser humano, à vista da integridade de propósitos que existia nessa admirável pessoa, que era entusiasta comerciante.

Importa frisar que os principais empresários da época tinham seus negócios estabelecidos no importante mercado, como Antônio Queiroga e família, Neném Barbosa, Zé de Lica, André, Cosme de André, Chico Batista, Joaquim Benevenuto, Anacleto, entre outros comerciantes de destaque de Uiraúna.

Como se percebe facilmente, o querido mercado sempre teve papel importante no desenvolvimento de Uiraúna, por ter sido estratégico cenário das principais atividades comerciais, artísticas e culturais da cidade, em forma do necessário apoio básico ao empreendedorismo.

Enfim, tenho lindas e eternas lembranças desse lugar sagrado e abençoado por Deus, do qual guardo momentos inesquecíveis como lembrança, sendo que alguns contribuíram para a minha formação pessoal, com destaque para o meu trabalho como balconista.

Sim, como era bonito ver o mercado lotado de gente ávida para encontrar e comprar algo que queria e também pelo simples prazer de se encontrar com pessoas queridas, porque ali se concentrava o povo da cidade e de fora, que se satisfazia com as novidades dos produtos oferecidos à venda.

Na minha época, o mercado servia de ponto para encontro da sociedade uiraunense, por ter sido palco das movimentadas atrações culturais e comerciais, próprias de cidade pequena do Sertão.

Mutatis mutandis, o mercado fazia as vezes do shopping da minha época, evidentemente com os atrativos próprios daqueles bons tempos.

Com toda sinceridade, digo que sinto saudade de tudo de bom que acontecia no mercado, que era só alegria e animação.

Agora, vejo que o tempo passou tão depressa e quase sessenta anos se foram dos meus contados íntimos com o mercado sempre amado nas minhas lembranças, que são inesquecíveis, uma vez que seus encantos permanecem comigo, em forma de eterna saudade.

Sei perfeitamente da alegria e da felicidade que invadem o meu coração, pela maravilhosa oportunidade que tenho, agora, para dedicar este livro ao querido e saudoso mercado público de Uiraúna, por ter sido importante atrativo dos bons tempos da minha tenra idade.

Por fim. agradeço a bondade de Deus em me permitir que eu tivesse o prazer de ser partícipe de momentos felizes no querido mercado de Uiraúna, local especial para mim, diante de tantos momentos agradáveis vividos por mim, nos seus recintos.”.

Brasília, em 19 de dezembro de 2025

Incentivo ao Bolsa Família

 

Um político governista sugeriu a substituição da Carteira do Trabalho pelo Bolsa Família, em evidente demonstração de desprezo à dignidade do trabalhador, que passa a depender da assistência governamental, que tem por finalidade potencializar o curral eleitora em prol do governo.

Essa medida de estrita degradação social condiz perfeitamente com a ideologia que defende a mediocridade generalizada do Brasil, especialmente da classe pobre.

Isso certamente contribui para o incremento do desinteresse pela procura do emprego, diante da certeza do recebimento da migalha vinda do governo.

Essa excrescência social não somente contribui para a escravidão eleitoral, porque é exatamente essa a precípua finalidade da extinção da Carteira do Trabalho para a classe pobre, como efetiva a forma mais primitiva de inferioridade do ser humano, ao lhe tirar o direito de ter vida digna, por meio do trabalho que permite se viver independentemente como as pessoas normais.

A existência do programa assistencialista precisa da ajuda dos bestas dos contribuintes, que permitem, com o seu dinheiro, tamanha aberração, em pleno século XXI.

Na verdade, essa ideia absurda de potenciação do assistencialismo eleitoral se harmoniza perfeitamente com a inferiorização da classe política, que somente enxerga as oportunidades de fortalecimento dos meios para a viabilização de seus projetos voltados para todas as formas de aproveitamento das benesses oferecidas pelo poder público, que é dado pelo próprio povo, que o elege como maneira compensatória da ajuda propiciada pelo inescrupuloso assistencialismo.

Causa perplexidade que a própria sociedade se cala, em demonstração de complacência com a densidade de verdadeira tragédia social, quando a manutenção de programa de governo destinado à massificação da pobreza deveria ser motivo de vergonha nacional e veementes contestação, exatamente no sentido de oposição à sua existência, em razão dos efeitos prejudiciais à dignidade humana e ao desenvolvimento socioeconômico do país, por causa da sensível perda da mão de obra.

Esses fatos jamais seriam tolerados em país com o mínimo de seriedade e respeito aos princípios humanos, porque não tem o mínimo cabimento que políticos se mantenham no poder justamente defendendo medidas contrárias à dignidade humana e o progresso socioeconômico do Brasil, que é exatamente o que significa a existência do Bolsa Família, sem qualquer critério de real dependência financeira.

Ante o exposto, apelam-se por que os brasileiros do bem                                     se conscientizem sobre a urgente necessidade da substituição, na medida do possível, do programa Bolsa Família por investimentos em projetos de desenvolvimento regional, que visem ao incremento da produção e do emprego, de modo que os auxílios previstos nele tenham serventia exclusivamente aos casos realmente de comprovada necessidade de assistência financeira.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 2 de dezembro de 2025

Humanistas de Uiraúna!

 

Diante de mensagem da minha lavra, em que eu enalteci algumas qualidades de Bonifácio Fernandes, grande ser humano que se destacou como o maior humanista de Uiraúna, Paraíba, eu precisei fazer o esclarecimento a seguir.

É mais do que notório que eu já escrevi dezenas de crônicas sublinhando algumas das múltiplas qualidades de benevolência do querido e saudoso Bonifácio Fernandes.

A propósito, preciso esclarecer, por dever de justiça, que Seu Alexandre e Fernandinho, respectivamente pai e irmão de Bonifácio, foram generosos e caridosos, igualmente a ele para com o povo de Uiraúna, sendo merecedores do meu carinho e da minha admiração.

Eles praticavam trabalhos semelhantes ao que Bonifácio fazia, socorrendo com as mesmas intensidade, atenção e ferramentas as pessoas necessitadas de assistência na área médica.

Não obstante, o meu carinho especial por Bonifácio, com a manifestação por meio de muitas mensagens, expressa muito maior significado porque era somente a ele que eu recorria, e não foram poucas vezes, para o atendimento emergencial, até de madrugada, de meus amados pais, Vaneir e Dalila, principalmente nos casos de urgência e ele prontamente os socorria, com a maior presteza.

Muitas vezes e quase sempre nada cobrava nem recebia pagamento, nem por seu serviço e muito menos pelos remédios, mesmo porque meus país não tinham dinheiro disponível para pagar tamanha caridade cristã.

Diante da enorme gratidão que devoto a Bonifácio, quase sempre que ele é homenageado ou aparece a imagem dele nas redes sociais, Deus me dá inspiração para falar um pouco que seja sobre a maior criatura humana que Uiraúna já conheceu, evidentemente sob a minha visão.

Que a magnanimidade divina sempre abençoe os inesquecíveis anjos da guarda do povo de Uiraúna, os amados Seu Alexandre, Fernandinho e Bonifácio, em razão da sua enorme obra de caridade cristã.

Amém!

Brasília, em 4 de dezembro de 2025

Gratidão, Bonifácio

 

Diante de homenagem prestada a importantes personalidades, no desfile cívico em comemoração à emancipação de Uiraúna, Paraíba, entre os quais consta o sempre saudoso e amado Bonifácio Fernandes, eu escrevi a mensagem a seguir.

 Trata-se de bonita e merecida homenagem aos humanistas da saúde, os “doutores” do povo de Uiraúna, com destaque que enlevo para o saudoso e inesquecível Bonifácio Fernandes, criatura abençoada por Deus, de quem teve a especial incumbência espiritual de praticar o bem em larga escala e sem limites.

O Bonifácio mereceu o dom sagrado de curar e salvar vidas, em nome do amor ao próximo, em forma de especial de dedicação e carinho.

A verdade é que qualquer homenagem que se faça ao magnânimo Bonifácio ainda é insuficiente para recompensar o seu amor dedicado ao seu semelhante, em forma de agradecimento e gratidão, em razão da sua grandiosa obra de caridade samaritana.

Deus foi muito além do que generoso em mandar o “santo” Bonifácio para praticar o mais puro amor ao povo de Uiraúna, que foi beneficiado com o trabalho iluminado da perfeição do amor, feito exatamente por quem se especializou na mais sublime arte de cuidar das pessoas, com carinho, compreensão e benevolência.

Prestar homenagem à Bonifácio significa tão somente demonstração de agradecimento a Deus, pela sabedoria de ter dotado essa criatura dos melhores dons divinos do amor ao próximo, em satisfação dos ensinamentos pregados pelo Mestre Jesus Cristo.

Agradeço a Deus por ter tido a felicidade de ter conhecido o trabalho caritativo e humanizado do saudoso Bonifácio, que se santificou com a prática do bem ao próximo.

Muito obrigado, Deus, pelas obras de amor desse formidável ser humano, que honrou, como poucos, em Seu nome, o seu semelhante.

Brasília, em 4 de dezembro de 2025

A moagem da cana-de-açúcar

 

Diante de belas imagens do recinto de engenho de cana-de-açúcar, mostrando os trabalhos com as caldeiras até a elaboração da rapadura, da lavra do competente repórter Chico Cobra D’água, eu escrevi a mensagem a seguir, que mostra um pouco de minhas lembranças das moagens no sítio Canadá.

Na minha infância, sempre estive envolvido, acompanhando de dentro do engenho e de perto das atividades desenvolvidas no duro e difícil trabalho do engenho, tendo vivido passo-a-passo as operações ali desenvolvidas, desde o corte da cana-de-açúcar, a sua moagem, o cozimento da garapa e a produção dos produtos pertinentes.

Não à toa que já me denominei, em muitos textos escritos por mim, de o "menino de engenho", por eu ter tido a alegria de participar ativamente, como espectador, obviamente, na qualidade de menino, de toda a engenhosidade da moagem da cana-de-açúcar.

Quem acompanha de dentro ou de perto do processo da moagem, sabe perfeitamente a importância dos produtos da cana, que são fruto de muita dedicação a essa importante e maravilhosa arte desenvolvida no fabrico do mel, cujo caldo que lhe dá origem passa por várias caldeiras, tudo dosado no tempo de permanência do caldo em cada local, até chegar na última delas, que é a única caldeira removível, para possibilitar a condução do mel pronto para a gamela, para o fim do processamento e da feitura da rapadura ou de outros produtos, que também passam por processo especial até se chegar ao ponto final.

Na minha avaliação, o trabalho mais penoso fica por conta do caldereiro, que fica o tempo todo sob intenso calor emanado do aquecimento das caldeiras, se movimentando no manejo de enorme concha para mover o caldo, em meticulosa permanência em cada local, cuja combinação de preparo resulta exatamente no mel, que serve para a feitura, no caso do engenho do sítio Canadá, da rapadura, da batida, do açúcar mascavo e do alfenim, que são as delícias resultantes da cana-de-açúcar.

No engenho do Canadá, tinha o saudoso Zé Alexandre, que, todo ano, com sua habilidade costumeira, se encarregava de manejar, pacientemente, a sua enorme concha, cuja qualidade do ponto ideal do mel tinha exatamente a marca ministrado por sua genialidade, no controle da sua concha mágica.

A verdade é que, vendo as imagens das caldeiras em efervescência com o caldo da cana, me reporto aos meus saudáveis tempos de infância, como menino de engenho que fui, e me deparo com as belezas propiciadas pelas inesquecíveis, saudáveis e divertidas temporadas da moagem, que foi marco de atividade tradicional do amado sítio Canadá, quando ali vivia-se em permanentes momentos de contemplação de múltiplas atividades próprias de importantes fazendas sertanejas.

Parabenizo e agradeço o relevante trabalho do competente e versátil repórter Chico Cobra D'água, por mais uma valorosa obra artístico-cultural, enaltecendo as árduas atividades dos engenhos da moagem da cana-de-açúcar, de grande importância cultural, social e econômica do Nordeste.

Saudades!

Brasília, em 5 de dezembro de 2025

A indicação

 

Conforme é do conhecimento geral, o último ex-presidente do país houve por bem indicar um de seus filhos para se candidatar ao cargo de presidente da República.

Antes da indicação do filho para representá-lo, o ex-presidente tinha o dever patriótico de pensar no Brasil, porque não é ético nem moral pessoa afastada da vida pública, por imposição da Justiça, ficar dizendo para os seus seguidores quem vai substituí-lo, ainda mais por pessoa da família, sem os necessários atributos exigidos para o exercício de tão relevante cargo de presidente da República.

Nas circunstâncias, diante de seus problemas perante a Justiça brasileira, o ex-presidente precisaria se afastar das atividades políticas enquanto não se desvencilhar totalmente dessa terrível e preocupante situação.

É evidente que a indicação do filho para representá-lo, na vida pública, tem explicação nada justificável, uma vez que a pessoa indicada já declarou que a sua prioridade condiz com a defesa da anistia para o pai dele.

Isso, por si só, tem o condão de conspirar contra essa espúria indicação, porque ela tem vinculação direta com interesse particular, quando se sabe que o cargo presidencial só tem única e exclusiva finalidade, qual seja, a defesa dos interesses da sociedade, sem qualquer vinculação particular, como tem explicitado o próprio filho do político, que também já declarou que desiste da candidatura em troca da anistia do pai e que ele possa se candidatar ao cargo de presidente do país.

Ou seja, a espúria candidatura se sustenta na barganha vergonhosa da aprovação da anistia, valendo se intuir que a candidatura jamais existiria se também não houvesse a necessidade da anistia para o pai do candidato.

Os brasileiros precisam se conscientizar de que o artificialismo da candidatura em tela se sustenta em completo desprezo aos princípios da ética, da moralidade e da dignidade, em que seu idealizador não tem o menor escrúpulo em formalizá-la, mesmo nas condições claras de conflito de interesse entre o particular e o público.

É preciso ficar muito claro que o apoio dos brasileiros a essa monstruosidade política não condiz com o amor patriótico, quando o Brasil clama pela prática da competência, da moralidade, da dignidade e de outros princípios, na vida pública.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 5 de dezembro de 2025

Feliz aniversário!

 

Hoje, estive no Plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília, a convite da professora da Universidade de Brasília - UnB, Aline Úrsula, minha querida filha.

A Câmara realizou sessão especial em homenagem ao aniversário de 45 anos do Curso de Odontologia da UnB.

Na ocasião, Aline, na qualidade de coordenadora do mencionado curso, proferiu importante e objetivo discurso, enaltecendo, como nem poderia ser diferente, a relevância e os excelentes resultados obtidos pelo curso que coordena.

Ela destacou o primor na formação de profissionais da maior importância para a sociedade, por cuidarem da saúde da boca das pessoas, além de promoverem a estética facial e a autoestima pessoal.

Pessoalmente, sinto-me muitíssimo satisfeito e grato a Deus em ter a querida Aline envolvida e participando ativamente de tão relevante atividade que contribui, de forma expressiva e essencial, para a melhoria da qualidade de vida da população brasiliense e brasileira.

Parabenizo o Curso de Odontologia da UnB, por tão longeva existência praticando ações efetivas em benefício da humanidade, com votos de que ele continue se aprimorando cada vez mais na formação de excelentes profissionais da área de odontologia, a par de ser merecedor dos melhores encômios da sociedade.

Igualmente, parabenizo, obviamente com o coração cheio de alegria e orgulho, a querida Aline, por seus imensuráveis empenho e dedicação no relevante ofício de professora e coordenadora de tão importante curso, enaltecendo o desejo de que a sua recompensa pelo ardor de tão meritório trabalho venha em forma de felicidade em propiciar o bem à humanidade.

Brasília, em 6 de dezembro de 2025

Concerto mágico

 

O já tradicional Recital de Gala, inspirado e comandado sob a orientação do versátil professor de canto, Joel Mesquita, aconteceu, ontem, no Teatro da Casa Thomas Jefferson, com o repertório maravilhoso de 22 músicas, compreendendo gêneros diversos gosto.

No espetáculo, foram executadas músicas lindíssimas, sob inspiração de notáveis canções nacionais e internacionais, com a eficiência de alunos treinados e preparados pelo renomado professor Joel Mesquita, responsável pela formação de muitos talentos musicais, que engrandeceram o evento musical.

Convém ser ressaltado que o aludido recital de canto foi ainda mais abrilhantado com o acompanhamento de magistral orquestra sob a batuta do maestro Moisés Pena, tornando a apresentação efetivamente fantástica.

Embora os cantores tivessem sido apresentados na qualidade de alunos, eles estão prontos e acabados em nível profissional, à vista da perfeição da sua performance, diante da apresentação de canções que exigiram elevado esforça de interpretação, em nível de experiência e dedicação, na compreensão do verdadeiro amor à arte de cantar, sob extremo desempenho.

À toda evidência, ficou patenteado que os ditos alunos corresponderam às expectativas de gigantesco recital, que pode sim ser cognominado de gala, quando a apresentação foi toda revestida de muita emoção, traduzida em todas as canções ali executadas.

O repertório foi dominado por músicas célebres da canção internacional, mas também tiveram músicas populares e canções eruditas, inclusive com tema de filmes consagrados pela crítica.

Com absoluta certeza, pode-se afirmar que as músicas cantadas estiveram no melhor nível de emoção, tendo proporcionado uma noite realmente coroada com o brilho de seus apresentadores, que se superaram, em nível de qualidade musical.

É evidente que não se trata mais de alunos, com apenas o dom de impressionar pelo que fazem, mas sim de cantores de altíssimo qualidade de desempenho, pela forma da excelente impressão que ficou no palco, deixando os expectadores extasiados com tanta emoção, pelo tanto se via da expressão dos presentes ao evento.

Por último, é possível e afirmar que o recital de gala mereceu realmente o título do evento com esse nome, na forma do show blindado pelos alunos de canto do professor Joel Mesquita, considerado de muitíssima qualidade musical também graças ao acompanhamento da excelente orquestra comandada pelo genial maestro Moisés Pena, que nos brindaram com especial musical de gala.

Parabéns!

Brasília, em 6 de dezembro de 2025

Legitimidade?

 

Um dos filhos do ex-presidente do país que foi escolhido, por seu pai, como candidato do grupo para disputar a Presidência da República, na próxima  eleição presidencial.

Ele disse que "É com grande responsabilidade que confirmo a decisão da maior liderança política e moral do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, de me conferir a missão de dar continuidade ao nosso projeto de nação. Eu me coloco diante de Deus e diante do Brasil para cumprir essa missão. E sei que Ele irá à frente, abrindo portas, derrubando muralhas e guiando cada passo dessa jornada.".

A presente escolha mantém o sobrenome da família em evidência, de modo a afastar o temido receio de o ex-presidente de ser esquecido pelo povo, enquanto ele cumpre pena em regime fechado.

Em entrevista a importante jornal brasileiro, em junho último, o filho do ex-presidente afirmou que, para receber o apoio do pai, ele deveria não só conceder indulto ao pai dele, mas brigar com a corte maior do país, nesse sentido, caso isso seja preciso.

O filho do ex-presidente disse que "Estou fazendo uma análise de cenário. Bolsonaro apoia alguém, esse candidato se elege, dá um indulto ou faz a composição com o Congresso para aprovar a anistia, em três meses isso está concretizado, aí vem o Supremo e fala: é inconstitucional, volta todo mundo para a cadeia. Isso não dá".

É como enorme perplexidade que o ex-presidente anuncia seu filho como candidato presidencial, por ficar escancarada a confirmação da falta de caráter e de ética de político brasileiro, que não o menor escrúpulo em mostra a dificuldade da imparcialidade e da dignidade na vida pública.

Isso fica bastante patente diante da declaração de que o filho vai defender, a todo custo, a anistia do pai, em clara evidência de algo comprometer e espúrio, por previamente visar ao aproveitamento do cargo para beneficiar o pai.

Na verdade, essa pouca-vergonha jamais poderia ser objeto de cogitação, porque, só em se pensar nisso, já expõe a indignidade que isso representa, na vida pública, que somente condiz com práticas inerentes às atividades públicas, conquanto a anistia aventada até deva ser tratada por ele, caso seja eleito, mas apenas no contexto da própria dinâmica administrativa, mas jamais com o objetivo adredemente pensando.

É preciso que os brasileiros se conscientizem sobre a urgente necessidade da criação de vergonha e dignidade pessoal, para se enxergar que essa escancarada falta de caráter e de respeito aos sagrados princípios da administração pública não pode ser tolerada, de maneira alguma, como se isso fosse normal à luz da ideologia seguida do líder inescrupuloso.

Inescrupuloso, sim, principalmente pela falta de ética da indicação do próprio filho para se candidatar ao cargo presidencial, tendo por finalidade a sua própria defesa, conforme isso já foi divulgado como sendo um seus objetivos no cargo.

Aqui, nesse caso, nem importa tanto se ele será eleito, mas fica, desde já, a péssima impressão de muito ruim presságio de que ele está nem um pouco interessado em projetos relacionados com os altos objetivos nacionais, como deveria ser a maior preocupação de todos os candidatos ao principal trono do país, mas sim na defesa particular da situação difícil do pai, que carece se livrar das condenações judiciais.

Essa triste realidade parece sequer preocupar o seu eleitorado, diante dos calorosos aplausos com a indicação do filho para protegê-lo, independentemente dos gravíssimos problemas nacionais.

Nesse ponto, importa lembrar aos brasileiros do bem a sua importante responsabilidade perante a nação, que nunca será moralizada enquanto se apoiar políticos desonestos e aproveitadores, que estão muito mais preocupados com os seus projetos políticos, como no caso em comento.

Urge que os verdadeiros brasileiros somente apoiem candidato à Presidência da República que esteja comprometido exclusivamente com a normalização e moralização do Brasil.   

Brasília, em 7 de dezembro de 2025

Exercício da cidadania

 

Todo brasileiro tem todo direito de se candidatar a qualquer cargo político, porque a Constituição faculta essa possibilidade, não sendo nenhuma novidade que o ex-presidente do país indique um filho seu para disputar a Presidência da República.

Na verdade, a essa indicação, se confirmada, tem o propósito apenas de aproveitar o prestígio político do chefe do clã, em clara demonstração de aproveitamento das benesses do poder, para se beneficiar das oportunidades oferecidas por ele.

Vejam que o filho do ex-presidente já se manifestou que a sua principal bandeira será anistiar o seu pai, ou seja, antes de qualquer projeto para o Brasil, o candidato do clã já pensa em salvar a pele do pai.

Em qualquer país minimamente decente, sério e evoluído, em termos políticos, o candidato ao mais relevante cargo já apresentava a sua plataforma tendo como prioridade os assuntos de interesse social e econômico, em clara demonstração de que os interesses do país estariam em primeiro lugar.

No caso do novo candidato, o seu principal projeto é salvar a pele do pai, que até isso seja possível, mas apenas por mera questão circunstancial, mas jamais como a sua principal prioridade.

Infelizmente, isso não constitui nenhuma novidade, porque, ultimamente, o Brasil tem servido de campo fértil para aproveitadores, graças à ingenuidade dos brasileiros, que, sob a índole ideológica, têm servido de massa de manobra de políticos interesseiros, aproveitadores, desonestos, despreparados ou desqualificados, tendo como consequência isso que se encontra o Brasil.

Como se vê, o país totalmente mergulhado em crises institucionais crônicas e profundas, sem a menor perspectiva da retomada da normalidade administrativa e democrática, fica cada vez mais difícil da recuperação se realmente a direita indicar candidato sem experiência gerencial e administrativa, que tem como principal plataforma, como ele já anunciou, a anistiar política para o seu pai.

Diante dessa triste realidade, de o povo apoiar o candidato indicado pelo líder político, não importando as suas qualidades, em termos de preparo para o enfrentamento de crises, quando têm outros políticos em melhores condições, em especial, o governador de São Paulo, não faz o menor sentido se criticar quem apoia candidato desonesto, desmoralizado, desqualificado e insignificante, visto que se trata da mesma forma de ideologia quem apoio candidato aproveitador e despreparado, igualmente se baseando na ideologia política.

Apelam-se por que os brasileiros criem vergonha e dignidade e resolvam somente apoiar candidato à Presidência da República que assegure que vai se sacrificar para trabalhar exclusivamente em defesa das pautas referentes aos assuntos prioritários e de interesse do Brasil e dos brasileiros.

Acordo, Brasil!

Brasília, em 7 de dezembro de 2025

Inexistência de mérito?

 

Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém indaga se votaria no filho do ex-presidente do país para presidente da República.

Com toda sinceridade, esse político somente terá o meu voto se não houver outro candidato que preencha os indispensáveis requisitos de competência, experiência e capacidade comprovadas, na vida pública.

Por enquanto, ao que se sabe, esse político tem vida pública aproveitando o nome do pai dele, pois não se conhece absolutamente nada que ele já tenha feito ou conseguido realizar, na vida pública, em benefício da sociedade ou do país.

Trata-se de político apenas conhecido por ser filho de pai prestigiado em razão de ideologia política, à vista da polarização que sustenta a mediocridade política, prevalente no Brasil.

Os brasileiros precisam se conscientizar de que a grandeza do Brasil merece e exige ser presidido por alguém com notórios e comprovados atributos compatíveis com a relevância da responsabilidade que é atribuída ao presidente da República.

Convenhamos que, de sã consciência, abstraída a proximidade do candidato ao nome do pai, restaria algo, em forma de predicado, para justificar a sua indicação para governar o Brasil?

Independentemente das severas crises institucionais que assolam o país, é de toda conveniência que o futuro presidente brasileiro não provenha do mero apadrinhamento, como é o caso espúrio do candidato escolhido, pasmem, pelo próprio pai, algo que somente tem ressonância em país de extrema mediocridade política, afeitos ao clientelismo que prestigia a hereditariedade política, como se isso não tivesse nada de inescrupuloso e indigno.

O candidato, realmente cônscio da relevância do cargo presidencial, precisa se autoavaliar para ter a certeza de que ele estar em condições de atender aos requisitos exigidos para o exercício de tão importantes funções de magistrado da nação da grandeza do Brasil.

Por seu turno, os brasileiros do bem precisam se conscientizar de que o Brasil implora por urgentes mudanças, principalmente de moralização e modernização, caso em que se exige competência, altruísmo e independência para agir exclusivamente em nome do amor à pátria, requisitos esses inexistentes no candidato ora apresentado aos brasileiros.

Brasília, em 8 de dezembro de 2025

Devaneio

  

Diante da carinhosa publicação de minha fotografia, no Facebook, instintivamente, eu escrevi o texto abaixo, que versa sobre mim mesmo.

Gosto e amo muito essa criatura, que tem tudo de mim e se identifica plenamente com tudo que sou, me conduzindo aos meus melhores propósitos de viver em paz e harmonia com o universo, sob o que penso e ajo, segundo a melhor maneira de viver.

Nada faço na vida senão por meio dele, que é o meu norte e o meu tudo.

É por meio dele que consigo ser a pessoa mais feliz de todos os viventes, segundo a aminha versão de vida, justamente porque ele me inspira e me diz o que realmente é o melhor para mim, sempre  praticando o bem. Certamente que a audácia de escrever muitas textos literários é o plus da motivação além dos meus conhecimentos, porque as ideias brotam espontaneamente em nome do amor ao próximo, que se sustenta agradavelmente em mim, como verdadeira seiva que alimenta a minha vida.

Ah, como eu gosto de mim, de ser o que sou, porque, só assim, posso ter a certeza de que sou feliz por existir em mim, sem precisar depender de nada para atrair todas as maravilhas suficientes e necessárias para o domínio das benesses e dos bons fluidos que preciso para a minha em plena felicidade.

Ah, meu caríssimo Adalmir, como te amo, não importando as suas deficiências e carências, porque elas são compensadas por algumas qualidades e virtudes existentes em você, que, mesmo raras, resultam em saldo que se mostra positivo em mim, a meu juízo, no sentido de me ajudar a compreender que vale a pena seguir caminhando serenamente sempre perseguindo a construção das melhores ideias que se ajustam em mim, em forma do ardente desejo de sempre amar o meu próximo, segundo o evangelho da vida.

Te amo, Adalmir!  

Brasília, em 9 de dezembro de 2025

Sem projetos

 

Conforme foi noticiado pela mídia, o ex-presidente do país confirmou que um de seus filhos é candidato à Presidência da República.

É preciso se compreender que qualquer candidato à Presidência da República precisa apresentar plataforma política, em forma de planejamento de realização do que pretende executar, no governo, de modo a atender às melhores expectativas para a solução dos problemas nacionais.

Alguém sabe exatamente quais são os projetos e as metas de governo desse candidato, senão lutar em defesa da anistia para o pai dele, conforme isso foi a justificativa apresentada para a sua candidatura?

Não passa de muita ingenuidade alguém se candidatar tendo por objetivos definidos a defesa de causa pessoal, como é o caso da presente candidatura, que não se sustenta, por falta de pressupostos que justifiquem o seu propósito maior senão em benefício das causas do Brasil, que tanto clama por medidas capazes de resolver os gravíssimos problemas nacionais.

Diante das terríveis crises institucionais e estruturais do Brasil, não tem como se aceitar candidatura que não seja voltada exclusivamente para o enfrentamento das questões nacionais, conquanto esse candidato nada mais é do que a sombra do próprio pai, que se apresenta para buscar a anistia dele, em completo detrimento das causas do Brasil, que padece pela predominância de perversas e preocupantes crises sobre crises.

À toda evidência, o candidato ora apresentado sequer mencionou a difícil situação político-administrativa do Brasil, com o propósito de tranquilizar os brasileiros sobre as medidas que ele pode adotar para solucionar os problemas nacionais, precisamente porque essa é única iniciativa de esperança vinda de candidato à Presidência da República, que tenha capacidade para oferecer medidas apropriadas ao combate às mazelas do Brasil, com embargo do privilegiado propósito de defesa de causa pessoal, que é o seu caso e isso é o que tem sido justificado para a sua candidatura.

Os brasileiros precisam se conscientizar, independentemente de ideologia política, de que o Brasil se encontra mergulhado em ferrenha e aterrorizadora situação gerencial, que precisa, com urgência, de alguém com competência e capacidade para comandar processo revolucionário, no bom sentido, com vistas à normalização da administração pública brasileira, com embargo de aproveitadores na política.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 9 de dezembro de 2025

Adeus, Severino Moreira!

 

O querido primo e amigo Severino Moreira se despediu, definitivamente, de seus familiares e amigos, indo para junto do Pai eterno, a quem ele amava acima de tudo e sempre mereceu viver sob as graças do amor e da bondade, tendo vivido por mais de 93 anos.

Como se vê, Severino Moreira teve o merecimento da vida longa, por ele ter sido verdadeiro símbolo que melhor representava a alma da bondade que irradiava no coração das pessoas de bem, tendo o sublime poder de inspirar a prática do amor ao próximo, em perene demonstração de alegria de viver feliz, na agradável companhia da sua família e dos amigos.

        Fico muito feliz em relembrar tão importante convivência com esse grande homem, que sempre me inspirou como pessoa inigualável de instinto imbuído de serenidade, humanidade e irmandade, pois, como ser humano, a sua áurea era a mais do límpida e acolhedora, que instigava o desejo de admirá-lo como ser de integridade ímpar.         

Tenho enorme satisfação, como forma de admiração e gratidão, pelo inesquecível primo Severino Moreira, conterrâneo de Uiraúna, Paraíba.

Severino Moreira foi pessoa singular e divina, criada por Deus, com a finalidade da instigação e da sublimação do bem ao seu semelhante, como modelo de pessoa excepcional e de qualidades singulares, em termos de bondade, cordialidade, paciência, serventia, educação, amizade, inteligência e de muita nobreza, embora tudo em si era só simplicidade.

Acredito mesmo que a sua cordialidade pode ter contribuído para que eu decidisse vir embora para Brasília, pois ele, indo de férias a Uiraúna, sempre visitava meus saudosos pais, de quem era muito amigo, em cuja ocasião explanava, com entusiasmo, as belezas que existiam na futura capital do Brasil.

Quando cheguei em Brasília, nos idos de 1966, passei a visitar a casa dele, onde eu dormia e me alimentava, sempre na sua agradável e carinhosa companhia e nossos contatos se estreitaram nos finais de semana.

O tempo transcorreu e eu me distanciei, tendo ficado sem notícias do meu herói Severino Moreira, mas, em um belo dia, a sua fotografia foi publicada no Faceboox e eu escrevi a mensagem a seguir: “Meu Deus! Que amor de pessoa, Severino Moreira, com a mesma carinha. Meu amado e querido, eu estou com o olhos cheios de lágrimas em rever você, por fotografia. Eu considero você, Severino Moreira, um amor de pessoa. Você, Severino Moreira, e sua esposa, Evanilze foram pessoas maravilhosas, que me deram o maior apoio quando eu cheguei em Brasília. Tratavam-me com o maior carinho e consideração. Tenho enorme gratidão pela amizade e por tudo o que vocês fizeram por mim. A bondade de vocês para comigo certamente foi recompensada por Deus, porque ele prestigia as pessoas com o coração bondoso como os que vocês têm, que eram dominados completamente pelo sentimento do amor e da bondade. Que Deus abençoe Severino Moreira, Evanilze e sua família. Mando beijo de gratidão para você Severino Moreira e Evanilze. Parabéns para Severino Moreira, pelo Dia dos Pais, que é pouco para a grandeza de homem maravilhoso como você, que tem lugar eterno dentro do meu coração. Brasília, 12/08/2019.”.  

Essa cortesia de acolhimento saudável à minha pessoa durou por muito tempo e se consolidou com inesquecível amizade que resultou na minha eterna gratidão.

Somente agradecer com palavras não condiz verdadeiramente ao sentimento que guardo no meu coração sobre as pessoas maravilhosas de Severino Moreira e sua esposa, dona Evanilze, porque são lembranças que se eternizam para nunca mais serem esquecidas, por seus exemplos de amabilidade ao ser humano, motivo pelo qual peço a Deus que, na sua generosidade, continue protegendo e abençoando esse casal divinal, a quem rendo singela homenagem de gratidão, lembrando que os seus carinho e acolhimento à minha pessoa ficaram marcados, de forma indelével, na minha vida.

Com forte sentimento no coração, transmito a vocês, Severino  e Evanilze, o amor que sempre esteve guardado comigo, para dizer agora e sempre em bom e alto som, na graça de Deus, na imaginação de que Ele quis que fosse exatamente assim que eu fizesse esta declaração sincera, que é a prova verdadeira do meu reconhecimento por sua gentileza para comigo.

Confesso que não exagerei em nada, ao sublinhar um pouco da personalidade de Severino Moreira, porque ele realmente foi aquele pessoa especialmente distinguida por Deus para amar o seu próximo e ser amada na melhor forma que ele realmente mereceu.

Agradeço a Deus por eu ter sido beneficiado pelo carinho de Severino Moreira e, por extensão, de Deus, tendo a certeza, agora, que a sua partida satisfaz plenamente a vontade divina, na pessoa que completou a missão celestial de amar e ser amada. 

Sim, a saudade de Severino Moreira vai fazer companhia eterna na minha vida, porque ele, como vimos acima, faz parte intrínseca dela.

Que Deus, na sua infinita generosidade, acolha a bondosa alma do querido Severino Moreira, porque ele foi verdadeiro discípulo de amor aos ensinamentos do bem e do amor.

Amém!

Brasília, em 11 de dezembro de 2025

A volta de Jesus!

 

Em mensagem que circula na internet, foi escrito que Deus teria dito: “(...) quando virem Jesus descer dos céus sobre nuvens brancas, com os seus próprios olhos, isso será a aparição pública do Sol da Justiça (...). A volta de Jesus é para a salvação daqueles que são capazes de aceitar a verdade (...)”.

Na minha opinião, não precisa de muita inteligência para se compreender que a aceitação da verdade e do amor nascidos dos ensinamentos bíblicos são apenas a confirmação da crença na grandeza das palavras constantes do Evangelho de Jesus Cristo.

Na verdade, a promessa da vinda ou da volta de Cristo tem apenas o significado para quem acredita na existência do Filho de Deus, com os poderes da geração da fé firme e inquebrantável nos seus ensinamentos sagrados e na sua presença em tudo que se realiza em confirmação do Seu amor em nossos corações.

O sentido maior da crença em Jesus é que Ele vive permanentemente em nossos corações, sem necessidade de se esperar a sua volta, por isso nem precisa, à vista da existência da própria fé que já garante a presença Dele entre nós, o que vale dizer que não passa de sonho ou mesmo ilusão se acreditar que Jesus voltará, quando Ele já se encontra materializado na nossa crença de tê-Lo conosco.

Em outras palavras, quem acredita que Jesus voltará para salvar os vivos e os mortos, praticamente, denuncia a falta de fé na existência Dele em nós, ou seja, como se fosse necessária a Sua presença por meio da volta Dele, como o suficientemente necessário para se ter a certeza da Sua existência, quando ela já é mais do que verdadeira, pelo fato da crença na perenidade do seu amor que existe em nós.

Assim, parece existir maior validade ao sentimento realmente cristão, em se acreditar que Jesus Cristo não precisa voltar coisa alguma, porque ele já existe dentro do coração das pessoas que praticam o bem e a verdade, tendo por base a sua crença e os ensinamentos segundo o Evangelho de Jesus Cristo.

Do contrário disso, realmente haveria necessidade que Jesus voltasse para a sublimação das verdades apregoadas por Ele, em corpo presente.

Se temos a absoluta certeza da existência do amor de Jesus Cristo dentro de nós, como então se falar em volta de algo que já existe com todas as forças do amor divino?

Enfim, felizes são os cristãos que acreditam piamente nos ensinamentos e nas promessas proferidos por Jesus Cristo e isso já é o suficiente para a confirmação da glória espiritual.

Brasília, em 15 de dezembro de 2025

A ação de Deus!

 

Em mensagem que circula na internet, um pastor escreveu na tentativa de transmitir força ao último ex-presidente do país, evidentemente comovido com a lamentável situação vivida por ele, que “Deus irá agir”.

O apelo que se faz a Deus, na mensagem, é muito claro, no sentido de livrar o ex-presidente do país da prisão, a par de que possa prevalecer a justiça divina.

Em princípio, o senso comum é o de que o Senhor não age, não tem ação nem poder material para agir nem atuar para tirar alguém do cárcere, em atendimento ao pedido em causa e, segundo a prevalência espiritual, a justiça celestial corresponde exatamente ao merecimento do condenado, ou melhor dizendo, não se conhece se a condenado aplicada ao político se não já estaria em consonância com o merecimento do apenado.

Isso sob o prisma da luz celestial, posto que ela, a nosso juízo, pode ser injusta para os humanos, mas, para Deus, ela pode ser justa, em sustentação de possível controvérsia entre a compreensão do material e do espiritual.

Em síntese, na minha modesta avaliação espiritual, o pedido ao Senhor precisa ter objetividade e precisão, para que haja alguma possibilidade de ele ser atendido exatamente como se imagina que a prece pode ser atendida, repita-se, em termos apenas espirituais.

Dessa forma, parece que o apelo a Deus, para a ajuda em forma de esperança e de benefício espiritual com a interferência direta de Deus, nesse terrível episódio que envolve o ex-presidente do país, precisa ser mais específico e objetivo, no sentido de se esperar que as mentes humanas revejam seus sentimentos de vingança e perseguição, para o fim de somente tratar seus semelhantes com o melhor senso de justiça e amor, de modo que todo julgamento seja orientado sob a pálio da bondade, da caridade e da compreensão humanitária.

Do contrário, na forma do apelo constante da mensagem em tela, dificilmente haverá o atendimento dos assuntos na forma ali especificada, por parte do Senhor, porque a experiência mostra que Deus não tem condição material de livrar ninguém da prisão e isso é fato incontestável.

 Dizem que a fé é a última que morre, mas de nada adianta ter fé sobre fato impossível, porque Deus é apenas instrumento por meio do qual se consegue alcançar determinados objetivos, conquanto Ele próprio não atua diretamente para livrar alguém da prisão.

É preciso sim que os brasileiros de bom coração orem a Deus, na firme e fervorosa esperança de que os casos envolvendo o ex-presidente do país sejam julgados e conduzidos com o melhor senso de compreensão, amor e justiça, de modo que ele tenha reais condições de se livrar de todas as acusações contra à pessoa dele, evidentemente com a ajuda espiritual de Deus.

Brasília, em 20 de dezembro de 2025

O carinho da Zelinha!

 

Por ocasião da publicação sobre a conclusão do meu 84º livro, a querida prima Zelinha, a par de me parabenizar, me qualificou de grande escritor.

Em agradecimento, eu disse que saiba, querida prima, que fico muito honrado com a sua bondosa avaliação sobre o meu trabalho literário, ao me qualificar de grande escritor, título este que termino aceitando exclusivamente pela espantosa quantidade de livros da minha lavra, no total de 84 já concluídos e publicados, que realmente impressiona até mesmo à minha pessoa.

Acredito que tenho merecido a inspiração divina de ter a capacidade de reunir letras, palavras e crônicas, sendo que estas já se aproximam de sete mil, todas relacionadas com os fatos da vida, de interesse da sociedade.

Fico muito feliz que você, querida prima, perceba a meu instinto de dedicação e amor à arte de escrever, pois o faço porque gosto e penso que seja maneira especial de agradecimento a Deus, pelos dom e inspiração do desenvolvimento dos meus textos.

Penso que escrevo sob o elevado sentimento de bem-estar de fazer o que realmente gosto, pois imagino que presto, de alguma forma, relevante serviço à sociedade, quando elaboro texto que analisa, esclarece e informa sobre fatos da vida.

Tudo na vida tem o seu propósito e o meu é o de escrever na melhor forma possível de interação com a sociedade, que é ávida por informação de qualidade e objetividade, que é algo que procuro imprimir nos meus textos, embora o meu esforço se traduza nisso que elaboro e publico.

É evidente que eu gosto do que escrevo, que procuro ser o mais simples, claro e objetivo possíveis.

Tudo isso é para dizer, querida Zelinha, que eu não sou grande escritor, mas grande fazedor de livros, talvez um dos maiores do Nordeste e quiçá do Brasil, à vista da minha enorme coleção, repita-se, de 84 obras escritas e publicadas.

Aliás, a propósito, aproveito o ensejo para lançar o importante desafio para se saber quem, na atualidade, já escreveu mais livros do que eu, em todo Nordeste!

Com beijos de carinho e agradecimento.

Brasília, em 21 de dezembro de 2025