De tão
grave que ela se apresenta que, por certo, não é com simples candidato filhinho
do papai idolatrado pelo povo que tem senão o poder magistral de
potencializá-la ainda mais , diante da falta de condições suficientes para o
enfrentamento das dificuldades.
Ou seja,
à vista das reais e gravíssimas crises mais do que abrangentes, por afetarem
todas as estruturas do país, esperavam, em nome do chamado amor à pátria, que
os políticos estivessem sintonizados e até mesmo preocupados em encontrar o
nome ideal de alguém com os atributos que correspondessem mais precisamente às
condições de experiência e competência com disposição para combater as
precariedades preponderantes no país.
Não
obstante, como se vê, certamente prevaleceu o instinto do vergonhoso e imundo
jeitinho brasileiro, de se indicar o candidato que realmente está devidamente
preparado para defender as causas não do país, mas sim do pai, que certamente,
para esse grupinho político, estão muito acima, em termos de relevância e
importância, do que os interesses nacionais.
Custa
acreditar em situação esdrúxula como essa, em que o país totalmente atolado na
desgraça generalizada, mereça, como solução emergencial, a apresentação de
candidato presidencial para resolver questão pessoal do pai dele, porque foi
assim que ele justificou a sua candidatura, que pode ser desistida pela
liberdade do pai e o nome dele figurando na cédula presidencial, nas próximas
eleições.
Ou seja,
nada mais surreal do que isso poderia acontecer exatamente na política
brasileira, em que o povo chamado conservador se conforma em apoiar o candidato
apenas qualificado para defender interesses pessoais, enquanto o Brasil, se
debate em agonia terminal, na UTI, em via da palavra final da morte, a
continuar ávido clamando por socorro, que certamente nunca virá, a depender dos
seus políticos e principalmente do seu desalmado povo indiferente ao caos do
país.
Viva o
amado Brasil, de povo que realmente aprendeu muito bem como amá-lo, com relação
à sua rica inteligência política, que permite, passivamente, a continuidade das
crises institucionais!
Acorda, Brasil!
Brasília, em 29 de dezembro de 2025
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