Diante da carinhosa publicação de minha fotografia, no Facebook,
instintivamente, eu escrevi o texto abaixo, que versa sobre mim mesmo.
Gosto e amo muito essa criatura, que tem tudo de mim e se identifica
plenamente com tudo que sou, me conduzindo aos meus melhores propósitos de
viver em paz e harmonia com o universo, sob o que penso e ajo, segundo a melhor
maneira de viver.
Nada faço na vida senão por meio dele, que é o meu norte e o meu tudo.
É por meio dele que consigo ser a pessoa mais feliz de todos os
viventes, segundo a aminha versão de vida, justamente porque ele me inspira e
me diz o que realmente é o melhor para mim, sempre praticando o bem. Certamente que a audácia de
escrever muitas textos literários é o plus da motivação além dos meus
conhecimentos, porque as ideias brotam espontaneamente em nome do amor ao
próximo, que se sustenta agradavelmente em mim, como verdadeira seiva que
alimenta a minha vida.
Ah, como eu gosto de mim, de ser o que sou, porque, só assim, posso ter
a certeza de que sou feliz por existir em mim, sem precisar depender de nada
para atrair todas as maravilhas suficientes e necessárias para o domínio das
benesses e dos bons fluidos que preciso para a minha em plena felicidade.
Ah, meu caríssimo Adalmir, como te amo, não importando as suas
deficiências e carências, porque elas são compensadas por algumas qualidades e
virtudes existentes em você, que, mesmo raras, resultam em saldo que se mostra
positivo em mim, a meu juízo, no sentido de me ajudar a compreender que vale a
pena seguir caminhando serenamente sempre perseguindo a construção das melhores
ideias que se ajustam em mim, em forma do ardente desejo de sempre amar o meu
próximo, segundo o evangelho da vida.
Te amo, Adalmir!
Brasília, em 9 de dezembro de 2025
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