segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Devaneio

  

Diante da carinhosa publicação de minha fotografia, no Facebook, instintivamente, eu escrevi o texto abaixo, que versa sobre mim mesmo.

Gosto e amo muito essa criatura, que tem tudo de mim e se identifica plenamente com tudo que sou, me conduzindo aos meus melhores propósitos de viver em paz e harmonia com o universo, sob o que penso e ajo, segundo a melhor maneira de viver.

Nada faço na vida senão por meio dele, que é o meu norte e o meu tudo.

É por meio dele que consigo ser a pessoa mais feliz de todos os viventes, segundo a aminha versão de vida, justamente porque ele me inspira e me diz o que realmente é o melhor para mim, sempre  praticando o bem. Certamente que a audácia de escrever muitas textos literários é o plus da motivação além dos meus conhecimentos, porque as ideias brotam espontaneamente em nome do amor ao próximo, que se sustenta agradavelmente em mim, como verdadeira seiva que alimenta a minha vida.

Ah, como eu gosto de mim, de ser o que sou, porque, só assim, posso ter a certeza de que sou feliz por existir em mim, sem precisar depender de nada para atrair todas as maravilhas suficientes e necessárias para o domínio das benesses e dos bons fluidos que preciso para a minha em plena felicidade.

Ah, meu caríssimo Adalmir, como te amo, não importando as suas deficiências e carências, porque elas são compensadas por algumas qualidades e virtudes existentes em você, que, mesmo raras, resultam em saldo que se mostra positivo em mim, a meu juízo, no sentido de me ajudar a compreender que vale a pena seguir caminhando serenamente sempre perseguindo a construção das melhores ideias que se ajustam em mim, em forma do ardente desejo de sempre amar o meu próximo, segundo o evangelho da vida.

Te amo, Adalmir!  

Brasília, em 9 de dezembro de 2025

Nenhum comentário:

Postar um comentário