Diante de mensagem da minha lavra, em que eu
enalteci algumas qualidades de Bonifácio Fernandes, grande ser humano que se
destacou como o maior humanista de Uiraúna, Paraíba, eu precisei fazer o
esclarecimento a seguir.
É mais do que notório que eu já escrevi
dezenas de crônicas sublinhando algumas das múltiplas qualidades de
benevolência do querido e saudoso Bonifácio Fernandes.
A propósito, preciso esclarecer, por dever
de justiça, que Seu Alexandre e Fernandinho, respectivamente pai e irmão de
Bonifácio, foram generosos e caridosos, igualmente a ele para com o povo de
Uiraúna, sendo merecedores do meu carinho e da minha admiração.
Eles praticavam trabalhos semelhantes ao que
Bonifácio fazia, socorrendo com as mesmas intensidade, atenção e ferramentas as
pessoas necessitadas de assistência na área médica.
Não obstante, o meu carinho especial por
Bonifácio, com a manifestação por meio de muitas mensagens, expressa muito
maior significado porque era somente a ele que eu recorria, e não foram poucas
vezes, para o atendimento emergencial, até de madrugada, de meus amados pais,
Vaneir e Dalila, principalmente nos casos de urgência e ele prontamente os
socorria, com a maior presteza.
Muitas vezes e quase sempre nada cobrava nem
recebia pagamento, nem por seu serviço e muito menos pelos remédios, mesmo
porque meus país não tinham dinheiro disponível para pagar tamanha caridade
cristã.
Diante da enorme gratidão que devoto a
Bonifácio, quase sempre que ele é homenageado ou aparece a imagem dele nas
redes sociais, Deus me dá inspiração para falar um pouco que seja sobre a maior
criatura humana que Uiraúna já conheceu, evidentemente sob a minha visão.
Que a magnanimidade divina sempre abençoe os
inesquecíveis anjos da guarda do povo de Uiraúna, os amados Seu Alexandre,
Fernandinho e Bonifácio, em razão da sua enorme obra de caridade cristã.
Amém!
Brasília, em 4 de dezembro de 2025
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