Em mensagem que circula na internet, foi escrito que Deus teria dito:
“(...) quando virem Jesus descer dos céus sobre nuvens brancas, com os seus
próprios olhos, isso será a aparição pública do Sol da Justiça (...). A
volta de Jesus é para a salvação daqueles que são capazes de aceitar a verdade
(...)”.
Na minha opinião, não precisa de muita inteligência para se compreender
que a aceitação da verdade e do amor nascidos dos ensinamentos bíblicos são
apenas a confirmação da crença na grandeza das palavras constantes do Evangelho
de Jesus Cristo.
Na verdade, a promessa da vinda ou da volta de Cristo tem apenas o
significado para quem acredita na existência do Filho de Deus, com os poderes
da geração da fé firme e inquebrantável nos seus ensinamentos sagrados e na sua
presença em tudo que se realiza em confirmação do Seu amor em nossos corações.
O sentido maior da crença em Jesus é que Ele vive permanentemente em
nossos corações, sem necessidade de se esperar a sua volta, por isso nem
precisa, à vista da existência da própria fé que já garante a presença Dele entre
nós, o que vale dizer que não passa de sonho ou mesmo ilusão se acreditar que
Jesus voltará, quando Ele já se encontra materializado na nossa crença de tê-Lo
conosco.
Em outras palavras, quem acredita que Jesus voltará para salvar os vivos
e os mortos, praticamente, denuncia a falta de fé na existência Dele em nós, ou
seja, como se fosse necessária a Sua presença por meio da volta Dele, como o
suficientemente necessário para se ter a certeza da Sua existência, quando ela
já é mais do que verdadeira, pelo fato da crença na perenidade do seu amor que
existe em nós.
Assim, parece existir maior validade ao sentimento realmente cristão, em
se acreditar que Jesus Cristo não precisa voltar coisa alguma, porque ele já
existe dentro do coração das pessoas que praticam o bem e a verdade, tendo por
base a sua crença e os ensinamentos segundo o Evangelho de Jesus Cristo.
Do contrário disso, realmente haveria necessidade que Jesus voltasse
para a sublimação das verdades apregoadas por Ele, em corpo presente.
Se temos a absoluta certeza da existência do amor de Jesus Cristo dentro
de nós, como então se falar em volta de algo que já existe com todas as forças
do amor divino?
Enfim, felizes são os cristãos que acreditam piamente nos ensinamentos e
nas promessas proferidos por Jesus Cristo e isso já é o suficiente para a
confirmação da glória espiritual.
Brasília, em 15 de dezembro de 2025
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