Nem o
principal político nem o seu clã familiar tem mérito algum para angariar a
simpatia dos brasileiros, em forma do merecimento nem o seu apoio.
Em
avaliação sobre o desempenho do político-mor, na vida pública, é possível se
enxergar resultados negativos e prejudiciais ao interesse nacional, por conta
da sua compostura deselegante à frente do governo brasileiro, que foi dominado
por celeumas e polêmicas que desaguaram na pior crise institucional da história
republicana brasileira, conforme mostram os fatos que contribuíram para a
prevalência dessa tragédia de governabilidade.
Todas as
avaliações sobre a gestão pública são as piores possíveis, em termos políticos,
sociais, econômicos e administrativos, evidentemente tudo por consequência das
trapalhadas vindas do governo anterior, que se permitiu ao engalfinhamento dele
em homéricas disputas por objetos fúteis e prescindíveis.
Na
verdade, o alvo das questões colocadas à mesa poderia ter sido resolvido por
meio de medida ao alcance do Executivo, na forma de instrumento legislativo
apropriado.
Diante
dessa lamentável realidade, comprovada por meio de decisões judiciais, nas
quais sobressaem a sua condenação à prisão, justa ou não, precisamente por
conta da sua caracterização como golpista, não importando senão os fatos
alegados para a medida judicial, porque esta existe.
A verdade
é que, queiram ou não, aceitem ou não, jamais haveria condenação judicial, na
forma como aconteceu, ou outras medidas judiciais, se o desempenho do então
presidente do país tivesse sido estritamente em observância à cartilha
presidencial, em consonância com a liturgia estabelecida para as funções
inerentes ao Executivo, sem necessidade de o mandatário se imiscuir em assuntos
de competência de outro poder e muito.
Sim, foi
enorme erro o ex-presidente ter se alinhado em disputa de poder, fazendo uso de
críticas e agressões impróprias para a relevância do cargo por ele ocupado,
algo notoriamente censurável para a grandeza e a seriedade do país com a
importância do Brasil.
Convém se
atentar sobre a competência presidencial, de ele se obrigar a ser zeloso,
educado, diplomático, responsável e extremamente cioso acerca das funções
próprias e inerentes ao Executivo, com embargo ao intromissão a atribuição de competência
de outros poderes da República.
Sobre
esse prisma, é possível se intuir que somente o péssimo exemplo de gravíssimo
desprezo à relevância da liturgia presidencial, que causaram enormes danos às
causas do Brasil e dos brasileiros, não importando os acertos no desempenho do
cargo de mandatário, porque estes fazem parte obrigatória da função
presidencial, o mencionado político não merece apoio dos verdadeiros
brasileiros, diante da incerteza quanto às medidas que ele poderá ser capaz de
realizar, até mesmo de forma desatina, evidentemente em prejuízo dos interesses
nacionais.
Acorda,
Brasil!
Brasília,
em 24 de dezembro de 2025
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