Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém indaga se votaria no
filho do ex-presidente do país para presidente da República.
Com toda sinceridade, esse político somente terá o meu voto se não
houver outro candidato que preencha os indispensáveis requisitos de
competência, experiência e capacidade comprovadas, na vida pública.
Por enquanto, ao que se sabe, esse político tem vida pública
aproveitando o nome do pai dele, pois não se conhece absolutamente nada que ele
já tenha feito ou conseguido realizar, na vida pública, em benefício da
sociedade ou do país.
Trata-se de político apenas conhecido por ser filho de pai prestigiado
em razão de ideologia política, à vista da polarização que sustenta a
mediocridade política, prevalente no Brasil.
Os brasileiros precisam se conscientizar de que a grandeza do Brasil
merece e exige ser presidido por alguém com notórios e comprovados atributos
compatíveis com a relevância da responsabilidade que é atribuída ao presidente
da República.
Convenhamos que, de sã consciência, abstraída a proximidade do candidato
ao nome do pai, restaria algo, em forma de predicado, para justificar a sua
indicação para governar o Brasil?
Independentemente das severas crises institucionais que assolam o país,
é de toda conveniência que o futuro presidente brasileiro não provenha do mero
apadrinhamento, como é o caso espúrio do candidato escolhido, pasmem, pelo
próprio pai, algo que somente tem ressonância em país de extrema mediocridade
política, afeitos ao clientelismo que prestigia a hereditariedade política,
como se isso não tivesse nada de inescrupuloso e indigno.
O candidato, realmente cônscio da relevância do cargo presidencial, precisa
se autoavaliar para ter a certeza de que ele estar em condições de atender aos
requisitos exigidos para o exercício de tão importantes funções de magistrado
da nação da grandeza do Brasil.
Por seu turno, os brasileiros do bem precisam se conscientizar de que o
Brasil implora por urgentes mudanças, principalmente de moralização e
modernização, caso em que se exige competência, altruísmo e independência para
agir exclusivamente em nome do amor à pátria, requisitos esses inexistentes no
candidato ora apresentado aos brasileiros.
Brasília, em 8 de dezembro de 2025
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