segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

A existência de Deus!

 

Um cientista sul-coreano acaba de concluir os limites da inteligência humana, ao ser oficialmente reconhecido como a pessoa com o maior QI da história humana, por ter atingido a marca de 276.

Ele é graduado pela Universidade de Yonsei e membro de sociedades de alto QI, como a Mega Society, o mencionado cientista utiliza a sua visibilidade avançada para analisar e opinar sobre um dos temas mais complexos da humanidade, que diz respeito à relação entre a lógica extrema e a existência de uma divindade suprema, conhecida por Deus.

O cientista conseguiu o recorde absoluto, tendo superado o recorde anterior e foi premiado pelo World Mind Sports Council como o maior intelecto do planeta.

Ao contrário da ideia de que o alto intelecto afasta o indivíduo da espiritualidade, a visão teológica do cientista defende que a perfeição das leis matemáticas sugere um arquiteto.

O gênio coreano entende que o universo não é apenas um conjunto de eventos aleatórios, mas um sistema que exibe uma ordem profunda e intencional, em forma de complexidade irredutível.

O cientista garante que mais intensamente se mergulha nas camadas profundas da física e da matemática, mais difícil se torna a sustentação da ideia de acaso puro.

Em suas profundas reflexões científicas, ele vislumbra que a inteligência humana é ferramenta que, ao chegar ao seu ápice, inevitavelmente encontra evidências de inteligência ainda maior que a precede.

O cientista acredita que a existência de Deus é a conclusão lógica de sistema que apresenta “ajuste fino”.

Ele sustenta que a probabilidade de a vida e as leis da física terem se alinhado perfeitamente para permitir a consciência é tão ínfima que o “projeto inteligente” torna-se a explicação mais racional.

O cientista sintetizou a sua ideia na seguinte frase: “A inteligência não é apenas uma capacidade de resolver problemas, mas de perceber a harmonia pré-existente no cosmos. Essa harmonia tem uma origem.”, evidentemente que essa origem é representada pela figura de Deus.

Em que pese o cientista ter QI do nível 276, ele busca democratizar o conhecimento e incentivar a pesquisa sobre o potencial humano, por acreditar que sua capacidade deve ser usada para unir pontes entre a ciência moderna e os mistérios da existência.

A sua trajetória científica tem inspirado importantes debates em universidades e fóruns científicos, provocando o desafio sobre o preconceito de que a ciência e a crença em uma fonte criadora são excludentes.

A lição propalada pelo cientista sul-coreano serve de importante contribuição para mostrar que dificilmente a perfeição do universo tem sim a mão de cientista ainda mais inteligente que todos os outros surgidos por sua magnânima vontade criadora, que todos o chamam de Deus.

É evidente que nem precisa que genial e inteligente cientista, iluminado pelo próprio Criador de todas as coisas, venha confirmar a existência de Deus, mas as suas firmes colocações nos dão a garantia científica de que nada seria tão genial não fosse a mão divina, que tem a genialidade da singular perfeição.   

Brasília, em 29 de dezembro de 2025

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