Ele é graduado
pela Universidade de Yonsei e membro de sociedades de alto QI, como a Mega
Society, o mencionado cientista utiliza a sua visibilidade avançada para analisar
e opinar sobre um dos temas mais complexos da humanidade, que diz respeito à
relação entre a lógica extrema e a existência de uma divindade suprema,
conhecida por Deus.
O
cientista conseguiu o recorde absoluto, tendo superado o recorde anterior e foi
premiado pelo World Mind Sports Council como o maior intelecto
do planeta.
Ao
contrário da ideia de que o alto intelecto afasta o indivíduo da
espiritualidade, a visão teológica do cientista defende que a perfeição das
leis matemáticas sugere um arquiteto.
O gênio
coreano entende que o universo não é apenas um conjunto de eventos aleatórios,
mas um sistema que exibe uma ordem profunda e intencional, em forma de
complexidade irredutível.
O
cientista garante que mais intensamente se mergulha nas camadas profundas da
física e da matemática, mais difícil se torna a sustentação da ideia de acaso
puro.
Em suas profundas
reflexões científicas, ele vislumbra que a inteligência humana é ferramenta
que, ao chegar ao seu ápice, inevitavelmente encontra evidências de inteligência
ainda maior que a precede.
O
cientista acredita que a existência de Deus é a conclusão lógica de sistema que
apresenta “ajuste fino”.
Ele
sustenta que a probabilidade de a vida e as leis da física terem se alinhado
perfeitamente para permitir a consciência é tão ínfima que o “projeto
inteligente” torna-se a explicação mais racional.
O
cientista sintetizou a sua ideia na seguinte frase: “A inteligência não é
apenas uma capacidade de resolver problemas, mas de perceber a harmonia
pré-existente no cosmos. Essa harmonia tem uma origem.”, evidentemente que
essa origem é representada pela figura de Deus.
Em que pese
o cientista ter QI do nível 276, ele busca democratizar o conhecimento e
incentivar a pesquisa sobre o potencial humano, por acreditar que sua
capacidade deve ser usada para unir pontes entre a ciência moderna e os
mistérios da existência.
A sua
trajetória científica tem inspirado importantes debates em universidades e
fóruns científicos, provocando o desafio sobre o preconceito de que a ciência e
a crença em uma fonte criadora são excludentes.
A lição
propalada pelo cientista sul-coreano serve de importante contribuição para
mostrar que dificilmente a perfeição do universo tem sim a mão de cientista ainda
mais inteligente que todos os outros surgidos por sua magnânima vontade
criadora, que todos o chamam de Deus.
É evidente
que nem precisa que genial e inteligente cientista, iluminado pelo próprio Criador
de todas as coisas, venha confirmar a existência de Deus, mas as suas firmes colocações
nos dão a garantia científica de que nada seria tão genial não fosse a mão
divina, que tem a genialidade da singular perfeição.
Brasília,
em 29 de dezembro de 2025
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