segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

A força da união

 

O governador São Paulo disse que o candidato filho do último ex-presidente do país “tem qualidade que o torna um nome apto a reunir  a direita, no momento político atual.”.

Até possa ser verdade que o candidato da direita tenha qualidades suficientes para reunir e pacificar os conservadores, como ele vem realmente tentando, sob a influência, ao que tudo indica, da liderança do pai dele.

Isso é fato, porque até o governador de São Paulo, que não teve coragem de se tornar independente, quando poderia ter proclamada o legítimo candidato que realmente o Brasil mais precisa, porque não existe outro político com as melhores qualidades para o enfrentamento dos gravíssimos problemas nacionais.

À toda evidência, na atualidade, a principal questão não é ter alguém com capacidade somente para reunir a direita em torno de importante projeto político.

É preciso se compreender, sobretudo, que predomina no Brasil gravíssima crise institucional, exatamente devido à precariedade do gerenciamento imposto pelo sistema dominante, que exige a convocação de político que reúna atributos e qualidades suficientes para o enfrentamento das reais dificuldades que estão predominando na administração pública.

Aqui, nesse ponto, parece ser a maior dificuldade do candidato indicado pelo ex-presidente do país, porque ele, como predicativo, só tem o nome de família e nenhuma experiência como governante, que seria o ideal para competir entre aqueles com um pouco mais de experiência na administração pública, a exemplo do governador de São Paulo, que estaria bem melhor como candidato capaz de enfrentar os problemas nacionais.

Enfim, as lideranças políticas deveriam se preocupar com a qualidade gerencial do candidato à Presidência da República, que realmente esteja mais preparado para governar o Brasil e não que ele tenha condições para unir a direita.

Brasília, em 15 de fevereiro de 2026

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