Até possa
ser verdade que o candidato da direita tenha qualidades suficientes para reunir
e pacificar os conservadores, como ele vem realmente tentando, sob a
influência, ao que tudo indica, da liderança do pai dele.
Isso é
fato, porque até o governador de São Paulo, que não teve coragem de se tornar
independente, quando poderia ter proclamada o legítimo candidato que realmente
o Brasil mais precisa, porque não existe outro político com as melhores
qualidades para o enfrentamento dos gravíssimos problemas nacionais.
À toda
evidência, na atualidade, a principal questão não é ter alguém com capacidade
somente para reunir a direita em torno de importante projeto político.
É preciso
se compreender, sobretudo, que predomina no Brasil gravíssima crise
institucional, exatamente devido à precariedade do gerenciamento imposto pelo
sistema dominante, que exige a convocação de político que reúna atributos e
qualidades suficientes para o enfrentamento das reais dificuldades que estão
predominando na administração pública.
Aqui,
nesse ponto, parece ser a maior dificuldade do candidato indicado pelo
ex-presidente do país, porque ele, como predicativo, só tem o nome de família e
nenhuma experiência como governante, que seria o ideal para competir entre
aqueles com um pouco mais de experiência na administração pública, a exemplo do
governador de São Paulo, que estaria bem melhor como candidato capaz de
enfrentar os problemas nacionais.
Enfim, as
lideranças políticas deveriam se preocupar com a qualidade gerencial do
candidato à Presidência da República, que realmente esteja mais preparado para
governar o Brasil e não que ele tenha condições para unir a direita.
Brasília,
em 15 de fevereiro de 2026
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