Nesse
caso específico, se pode afirmar, pela evidência, que a assertiva em referência
tem todas as características originárias de sofisma, quando a existência do
próprio filho depende do homem, fato este que põe por terra a afirmação segundo
a qual a mulher "não precisa de homem para nada.", quando ela
cria sozinha o seu filho.
Talvez se
possa alegar que a mulher só depende do impulso inicial e depois, logo em
seguida, ainda nos primórdios, não precisa de homem para nada, o que é verdade
absoluta.
Sim, é
preciso se compreender que, nesse caso, o homem é fundamental, porque, sem nada
dele, também sequer existe o filho da mulher.
Ou seja,
sem a participação do homem, nem existiria filho para ser criado.
Enfim, a
mensagem em tela não reflete total realidade, salvo por mero eufemismo, quando
apenas é verdade se afirmar que a mulher pode, sim, criar seu filho, sem a
ajuda do homem, mas não é verdade que ela, na literalidade, "não
precisa do homem para nada.", em se tratando da existência e da
criação do seu filho.
Brasília, em 31 de janeiro de 2026
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