Ele disse
que há ausência de projeto nacional claro de desenvolvimento estratégico,
principalmente para a industrialização, o desenvolvimento regional, a inovação
tecnológica e competitividade global, dificultando ciclos de crescimento econômico.
O
jornalista tem opinião que houve intensificação da polarização política, além
do aprofundamento de divisões sociais e ideológicas, com a exposição de disputas
internas e a ampliação de debates ideológicos, em detrimento da união nacional,
Em
conclusão, o jornalista afirma que o país continua debatendo problemas básicos
e adiando decisões estratégicas capazes de impulsionar o crescimento econômico,
a modernização industrial e a projeção internacional.
Não há a
menor dúvida de que o texto em referência aborda com bastante precisão e
propriedade a situação da atual gestão, sendo absolutamente fiel aos detalhes
compreendidos na análise que merece a opinião sincera e autêntica sobre o que
realmente vem acontecendo com as políticas públicas executadas em estrita
sintonia com a filosofia do governo, de modo a atender aos seus propósitos,
principalmente com a visão política direcionada exclusivamente para o aspecto
social, sem que isso tenha contribuído para tirar a pobreza da vida dos
brasileiros.
À toda
evidência, essa é a presunção de que as políticas vigentes correspondem aos
seus desideratos de gestão pública caótica e míope, que valoriza as questões
meramente sociais, sem qualquer preocupação com as estratégias que vislumbrem o
desenvolvimento do país, em termos de investimentos em importantes obras
públicas, como forma de incentivo à produção e à expansão em setores regionais,
que possibilitem não somente o seu progresso, tendo a oportunidade para a
criação de empregos, com o aproveitamento da mão de obra que é bastante ociosa
nas áreas carentes.
Na
verdade, o modelo arcaico, improdutivo e subdesenvolvimentista em vigor, diante
da sua execução que somente oferece resultados negativos e regressivos, com enormes desperdícios de
investimentos públicos, em que pese a existência de excelente fertilidade de
elementos produtivos propícios aos investimentos em benefício do progresso, se
mostra bastante atrativo para quem pretende ascender ao poder, por puder contar
com importante visão do que não se deve fazer nem realizar na gestão pública,
diante dos pífios resultados em benefício da sociedade.
Isso por
que permanecem engessadas, nessa forma de gestão, a arraigada miséria e a falta
de perspectivas, por ela apenas se valer de programas assistencialistas que
mantém o povo dependente das ajudas paliativas do governo, na imaginação de que
seus programas são vitais para a população.
Na
verdade, eles não passam de solução provisória para problema social gravíssimo,
cuja causa poderia ser resolvida com a implantação de programas concretos de
desenvolvimento nacional e regional, por meio de investimentos na
industrialização e na realização de obras de impacto, nos lugares mais
densamente povoado pela pobreza.
É
exatamente essa importante lição que precisa ser aprendida e decorada, com o
propósito de melhorar as condições de vida da população, que se encontra sem
alternativa, diante da mediocridade da gestão atual, que se preocupa apenas com
a sua manutenção no poder, imaginando que as suas ações são as melhores
propostas para a sociedade, que apenas permanece subjugada à incompetência e ao
aproveitamento das benesses públicas.
Enfim, é
preciso ter inteligência política para aproveitar os resultados gravíssimos
evidenciados na administração pública, de modo que isso sirva de excelente
lição para a montagem de notável programa de governo, com capacidade para se
oferecer as melhores condições socioeconômicas para os brasileiros.
Brasília,
em 13 de fevereiro de 2026
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