segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

A lição!

 

Em texto publicado na interna, um jornalista resume a atual gestão do Brasil, tendo afirmado que ela representou mais repetição de discursos vazios do que execução de mudanças estruturais em prol do desenvolvimento socioeconômico, sob o contexto das mesmas promessas de sempre de combater a fome, reduzir desigualdades e promover crescimento, enquanto setores estratégicos como infraestrutura, desenvolvimento industrial e planejamento de longo prazo permaneceram no centro das críticas pela falta de avanços e resultados.

Ele disse que há ausência de projeto nacional claro de desenvolvimento estratégico, principalmente para a industrialização, o desenvolvimento regional, a inovação tecnológica e competitividade global, dificultando ciclos de crescimento econômico.

O jornalista tem opinião que houve intensificação da polarização política, além do aprofundamento de divisões sociais e ideológicas, com a exposição de disputas internas e a ampliação de debates ideológicos, em detrimento da união nacional,

Em conclusão, o jornalista afirma que o país continua debatendo problemas básicos e adiando decisões estratégicas capazes de impulsionar o crescimento econômico, a modernização industrial e a projeção internacional.

Não há a menor dúvida de que o texto em referência aborda com bastante precisão e propriedade a situação da atual gestão, sendo absolutamente fiel aos detalhes compreendidos na análise que merece a opinião sincera e autêntica sobre o que realmente vem acontecendo com as políticas públicas executadas em estrita sintonia com a filosofia do governo, de modo a atender aos seus propósitos, principalmente com a visão política direcionada exclusivamente para o aspecto social, sem que isso tenha contribuído para tirar a pobreza da vida dos brasileiros.

À toda evidência, essa é a presunção de que as políticas vigentes correspondem aos seus desideratos de gestão pública caótica e míope, que valoriza as questões meramente sociais, sem qualquer preocupação com as estratégias que vislumbrem o desenvolvimento do país, em termos de investimentos em importantes obras públicas, como forma de incentivo à produção e à expansão em setores regionais, que possibilitem não somente o seu progresso, tendo a oportunidade para a criação de empregos, com o aproveitamento da mão de obra que é bastante ociosa nas áreas carentes.

Na verdade, o modelo arcaico, improdutivo e subdesenvolvimentista em vigor, diante da sua execução que somente oferece resultados negativos e  regressivos, com enormes desperdícios de investimentos públicos, em que pese a existência de excelente fertilidade de elementos produtivos propícios aos investimentos em benefício do progresso, se mostra bastante atrativo para quem pretende ascender ao poder, por puder contar com importante visão do que não se deve fazer nem realizar na gestão pública, diante dos pífios resultados em benefício da sociedade.

Isso por que permanecem engessadas, nessa forma de gestão, a arraigada miséria e a falta de perspectivas, por ela apenas se valer de programas assistencialistas que mantém o povo dependente das ajudas paliativas do governo, na imaginação de que seus programas são vitais para a população.

Na verdade, eles não passam de solução provisória para problema social gravíssimo, cuja causa poderia ser resolvida com a implantação de programas concretos de desenvolvimento nacional e regional, por meio de investimentos na industrialização e na realização de obras de impacto, nos lugares mais densamente povoado pela pobreza.

É exatamente essa importante lição que precisa ser aprendida e decorada, com o propósito de melhorar as condições de vida da população, que se encontra sem alternativa, diante da mediocridade da gestão atual, que se preocupa apenas com a sua manutenção no poder, imaginando que as suas ações são as melhores propostas para a sociedade, que apenas permanece subjugada à incompetência e ao aproveitamento das benesses públicas.

Enfim, é preciso ter inteligência política para aproveitar os resultados gravíssimos evidenciados na administração pública, de modo que isso sirva de excelente lição para a montagem de notável programa de governo, com capacidade para se oferecer as melhores condições socioeconômicas para os brasileiros.

Brasília, em 13 de fevereiro de 2026

Nenhum comentário:

Postar um comentário