Infelizmente,
muitos brasileiros da direita ou simplesmente a sua maioria estão satisfeitos
com a indicação do nome do candidato para o cargo presidencial, por ter sido
derivada da vontade exclusiva do cacique-mor, sem consultar absolutamente
ninguém, como se ele fosse o dono do Brasil e tivesse o direito soberano de
dizer o que é bom para a nação.
Trata-se
de candidato, ao que parece, com indicação já consolidada e tanto isso é
verdade que já estão à procura do seu vice, em chapa que materializa o
sentimento incontestável do chefe do clã familiar, como única e definitiva
opção para o Brasil.
Ninguém
mostra preocupação para o estado falimentar predominante do país, que estar a
exigir competência, preparo e experiência gerencial do futuro mandatário, para o
enfrentamento dos gravíssimos problemas nacionais, que são predicativos
visivelmente inexistentes no filho do ex-presidente, que nunca esteve à frente
de governo, a exemplo do político cujo nome se cogita para a sua chapa, como
vice.
À toda
evidência, caso houvesse seriedade, consciência política e interesse em cuidar
com a dignidade de propósitos os assuntos inerentes ao Brasil, a chapa seria
encabeçada pelo político que se cogita para vice-presidente, ao invés do
contrário, precisamente por haver consonância com a situação predominante no
país, em termos de qualificação gerencial.
É
lamentável que brasileiros se deixem enganar por ideologia que apenas os
conduzem a enxergar a opinião do líder-mor, em detrimento dos interesses
supremos do Brasil, que sempre hão de ter prioridade nas decisões nacionais,
principalmente neste momento de crônicas crises nas instituições nacionais, em
que urge se pensar no melhor político em condições de enfrentá-las, com os
devidos preparos, competência, eficiência e responsabilidade, com a esperança
de que se pretende fazer o melhor para o Brasil, em forma de amor somente ao
país.
Diante
das enormes dificuldades de toda ordem, política, jurídica, econômica e
administrativa, prevalentes no Brasil, ainda há esperança de que os brasileiros
de verdade possam refletir mais precisamente para que o candidato da direita ao
cargo presidencial seja derivado do consenso emanado das lideranças políticas,
dos intelectuais e dos eleitores, como forma de se satisfazer todos os
segmentos dos brasileiros do bem que estão preocupados com a normalização do
país.
Acorda,
Brasil!
Brasília, em 4 de fevereiro de 2026
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