A imagem mostrada
em vídeo sinaliza a explícita realidade do atual governo, que privilegia
abertamente a classe artística com gordas, graciosas e generosas verbas,
enquanto os professores têm o valor do seu reajuste salarial em míseros e
insignificantes 18 reais.
Agora, é
preciso se imaginar que é também a principal classe profissional que mais
prestigia e apoia os candidatos do partido das trevas, mas somente ela mereceu
o quinhão de desprezível mixaria, em forma de reposição remuneratória, dando a
entender o real valor merecido por ela, em termos da sua importância, no
momento, ou seja, absolutamente nenhuma.
É
exatamente isso que significa a concessão de aumento salarial, que tem tudo de
extremo desprezo como recompensa ao apoio dos nobres professores, que nunca
foram tão humilhados e desvalorizados, logo por quem merece enorme apoio e
carinho, principalmente nas eleições, quando o seu voto é, basicamente, para os
candidatos do partido do governo.
Se esses
fatos são verdadeiros, resta a expressiva lição que precisa ser urgentemente
aprendida logo por quem são os mestres no nobre ofício de ensinar os salutares
princípios da dignidade e da grandeza humana, algo que acaba de ser elevado ao
patamar da insignificância e da humilhação perante quem faz jus ao especial e mais sublime respeito e consideração: os
professores.
Ao
contrário, eles foram duramente desvalorizados com a falta da devida avaliação
sobre a importância do seu relevante e fundamental trabalho valorizado pela
sociedade como os verdadeiros trabalhadores profissionais da educação.
Diante da
demonstração de gigantesco desprezo à classe de professores, a sua dignidade
precisa ser respeitada e resgatada, por meio do seu apoio a políticos que
realmente apoiam e valorizem o fundamental trabalho do magistério,
principalmente no que diz respeito ao seu salário, que precisa ser compatível
com a importância do seu trabalho perante a sociedade.
Acordem,
professores!
Brasília,
em 1º de fevereiro de 2026
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