segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Desprestígio

 

Conforme notícia veiculada na mídia, o governo vem liberando normalmente suntuosas quantias para a classe artística, com amparo na Lei Rouanet, em dissonância com o total desprezo à classe dos professores, que teve aumento salarial do pífio percentual 0,17%. 

A imagem mostrada em vídeo sinaliza a explícita realidade do atual governo, que privilegia abertamente a classe artística com gordas, graciosas e generosas verbas, enquanto os professores têm o valor do seu reajuste salarial em míseros e insignificantes 18 reais.

Agora, é preciso se imaginar que é também a principal classe profissional que mais prestigia e apoia os candidatos do partido das trevas, mas somente ela mereceu o quinhão de desprezível mixaria, em forma de reposição remuneratória, dando a entender o real valor merecido por ela, em termos da sua importância, no momento, ou seja, absolutamente nenhuma.

É exatamente isso que significa a concessão de aumento salarial, que tem tudo de extremo desprezo como recompensa ao apoio dos nobres professores, que nunca foram tão humilhados e desvalorizados, logo por quem merece enorme apoio e carinho, principalmente nas eleições, quando o seu voto é, basicamente, para os candidatos do partido do governo.

Se esses fatos são verdadeiros, resta a expressiva lição que precisa ser urgentemente aprendida logo por quem são os mestres no nobre ofício de ensinar os salutares princípios da dignidade e da grandeza humana, algo que acaba de ser elevado ao patamar da insignificância e da humilhação perante quem faz jus ao especial  e mais sublime respeito e consideração: os professores.

Ao contrário, eles foram duramente desvalorizados com a falta da devida avaliação sobre a importância do seu relevante e fundamental trabalho valorizado pela sociedade como os verdadeiros trabalhadores profissionais da educação.

Diante da demonstração de gigantesco desprezo à classe de professores, a sua dignidade precisa ser respeitada e resgatada, por meio do seu apoio a políticos que realmente apoiam e valorizem o fundamental trabalho do magistério, principalmente no que diz respeito ao seu salário, que precisa ser compatível com a importância do seu trabalho perante a sociedade.

Acordem, professores!

Brasília, em 1º de fevereiro de 2026

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