A
Organização das Nações Unidas foi instituída precisamente para promover a
consolidação da paz entre os países membros, o que significaria a demanda de esforços
para nunca existirem conflitos e muito menos guerras.
Ou seja,
a existência dessa entidade tinha como especial pressuposto que tudo seria dedicado
à preservação da paz mundial permanente, pelo menos em termos escritos
literalmente no papel, obviamente na concordância dos seus integrantes.
Na
prática, a história mostra que muitos conflitos e guerras aconteceram e
acontecem mundo afora e não se tem notícia de que a ONU tenha conseguido
impedir ou terminar, por força da sua autoridade, uma única guerra nem estabelecida
a sonhada paz.
Como
corolário disso, tudo leva a se concluir, diante dos fatos históricos, que esse
importante órgão não tem nenhuma serventia para a importante finalidade para a
qual ele foi instituído, que foi para a garantia da paz mundial, em que pese a
disponibilização de suntuosos recursos para o custeio e a manutenção das suas
pomposas estruturas orgânicas destinadas ao absolutismo vácuo do mero e inútil
realismo fantástico.
À toda
evidência, a ONU funciona como órgão extremamente inoperante e figurativo de
apenas muita opulência e pompa, vistos os pífios resultados obtidos, em termos
dos objetivos pretendidos de paz, diante da inexistência de algo concreto e
palpável resultante do seu trabalho.
Como
consequência natural, propõe-se a sua completa e efetiva reestruturação, caso
se pretendam a existência de instituição competente e capaz de se assegurar a
verdadeira paz mundial ou, ao contrário disso, a sua imediata extinção, já que
o seu currículo histórico é de completa inutilidade, salvo melhor juízo.
Brasília, em 1º de fevereiro de 2026
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