Nada
contra quem é inteligente para criar ideias e ainda quem as dissemina, porque
isso depende muito da sensibilidade criativa das pessoas.
Na
verdade, a importância das criatividades deve ser o seu sentido imaginado como
algo para se resultar algum atrativo em benefício da cultura, da educação, da
história, da política ou de qualquer assunto, mas sempre com o objetivo que
justifique a criatividade.
Diferentemente
disso, alguma mentalidade deformada houve por bem se inspirar em ideia
maravilhosa da caminhada em curso, para atiçar o espírito de porco, tendo a
infeliz ideia de provocar, desnecessária e injustificadamente, com o propósito
de turbinar ainda mais o nefasto antagonismo, ao formalizar o trote dos
jumentos, em alusão aos seguidores da esquerda, que têm total razão não apenas
de repudiar a forma de atrevimento e insultos como o respeito à dignidade
humana.
Ao
comparar pessoas com animais, fica mais do que explícita a forma de ódio ao ser
humano, como forma de materializar o sentimento de vingança e humilhação,
porque é exatamente assim que pensam o idealizador da ideia e os que se
associam a ele, imaginando que eles são seres irracionais.
Sim, o
bom senso e a sensatez acenam claramente que essa maneira de se comportar não
condiz em nada com os princípios de civilidade e humanismo, em especial no que
se refere ao sentimento pessoal segundo o qual não se deve desejar para outrem
aquilo que não se quer para si.
Enfim,
convém que a sensibilidade humana não permita que as pessoas que os brasileiros
se animalizem, simplesmente por conta de suas convicções políticas, que
precisam ser aprovadas para o seu aperfeiçoamento como pessoa educada e
civilizada.
Acorda,
Brasil!
Brasília, em 14 de fevereiro de 2026
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