Existe o
dito popular que diz: “Os dias são longos, mas os anos são curtos”,
talvez para sintetizar o sentimento atual, em que mais um ano se foi tão rápido
e outro já se inicia cheio de esperanças de que estamos habilitados à realização
de novo e importantes projetos de vida.
Isso tem muito
a ver com a possibilidade de se vislumbrar que o tempo é o senhor da razão, cujo ditado acima
exemplifica a estranha passagem do tempo em nossas vidas de poder ser invisível
e transitório que muitas vezes impossibilita a realização de relevantes
projetos de vida.
Na realidade,
é comum que as pessoas fiquem tão preocupadas com as tarefas e problemas do cotidiano
que perdem a noção do tempo e deixam dias, meses de suas vidas escaparem por
entre os dedos, sem se aperceberem da importância de cada instante da vida,
principalmente agora sob o domínio da tecnologia moderna, que até já consegue
fazer múltiplas tarefas próprias do homem, evidentemente em seu benefício.
Nada é de
fundamental importância do que ver o efeito do tempo em nossas vidas, porque,
em muitas vezes, nem sentimos que já é mudança de ano, nos obrigando à alteração
ou mesmo à realização de novos projetos em nossas vidas.
Não
obstante, ainda que ninguém pretenda enxergar a passagem do tempo apenas pelo ângulo
filosófico, é definitivamente importante sentir no âmago e em primeira mão o
que os anos conseguem gravar em nossas vidas, porque nos permite o natural despertar
para a construção de algo que nos proporcione a sempre almejada felicidade
plena.
Tudo como
marcas que são capazes de contribuir para o balizamento de novos projetos,
evidentemente com a possibilidade do aproveitamento dos importantes resultados dos anos vividos, uns
positivos e outros nem tanto, mas certamente que todos são contributos relevantes
para a projeção do melhor que pensamos para a nossa vida.
Com essa
perspectiva para o futuro, não devemos nos despedir simplesmente de 2025, com
leve aceno de adeus, mas sim com a imposição de retrospectiva dando graças e
gratidão sobretudo do que foi vivido e experimentado durante todos os seus dias,
na esperança da reformulação de nossos projetos, em pensamento o melhor
possível.
Assim sendo,
com base nas experiência hauridas em 2025, rogamos a Deus que nossos corações
possam ser, em 2026, benignamente maleáveis aos princípios humanitários, em
devotamento às causas inerentes à compaixão, à caridade, à tolerância e ao amor,
que são atributos capazes da transformação do homem em ser humano de verdade,
no melhor pensamento condizente com a construção do caminho do bem comum.
Salve o
Ano Novo!
Brasília,
em 1º de janeiro de 2026
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