sábado, 31 de janeiro de 2026

Grande professora Lourdinha

 

Diante da republicação, no Facebook, da crônica da minha lavra, em que eu prestei homenagem à professora Lourdinha Bastos, eu escrevi nova mensagem, reforçando o texto anterior, conforme pronunciamento a seguir.    

A professora Lourdinha Bastos não era somente linda fisicamente, mas também espiritualmente.

Ela tinha o coração puro, tendo a especial áurea das pessoas consagradas por Deus para a disseminação da bondade, da caridade e do amor.

Quanta satisfação de eu ter tido a oportunidade de ter vivido na época dessa pessoa maravilhosa e abençoada celestialmente, a quem foi distribuída a importante missão de fazer o bem e propiciar importante caridade no ensinamento de qualidade às pessoas, posto que ela exercia o seu nobre ofício com abnegação e disponibilidade plenas, sempre com muita alegria no coração, que era a sua marca peculiar de ser feliz de ter o dom da bondade em tudo que ela participava.

Os exemplos vindos da professora Lourdinha marcaram gerações, porque ela nasceu e viveu para ser feliz e fazer a felicidade do seu semelhante, por meio das melhores ações que estavam ao alcance dela, para a realização das obras de Deus, com o melhor do seu amor.

Querida professora Lourdinha, as suas lindas lições de bondade e amor se eternizaram e certamente se consolidaram em belos exemplos de pessoa especial e genial, por seus importantes feitos em prol do seu semelhante.

Agradeço a Deus por ter presenciado o maravilhoso trabalho desenvolvido por dona Lourdinha, lamentando apenas ter sido discípulo da bondade de seus ensinamentos, quando eu queria ter sido seu aluno, como eu realmente gostaria de ter sido.

Enfim, as saudades de dona Lourdinha se eternizam em nossos corações, diante de suas preciosas realizações de ternura, bondade e amor.

Em face dessa homenagem, o conterrâneo Edmilson Fernandes escreveu amável mensagem, dizendeo o seguinte: “Parabéns para Adalmir por falar tão bem de Lurdinha, você tem o dom de expressar as palavras que agente tem vontade e não sabe, tudo que você falou da professora Lurdinha Basto eu ratifico, na esperança que ela esteja ao lado de Deus com o seu esposo de também muitas qualidades, eu adorava visitar o casal, aquele cafezinho de manhã cedo, Deus no comando.”.

Em resposta, eu disse que agradecia a Deus, por eu dizer um pouco - que é o muito de mim - que sinto sobre a admirável professora Lourdinha, que realmente tinha todas as belezas possíveis do ser humano, com a naturalidade que lhe era peculiar, em termos de inteligência, delicadeza e, sobretudo, amor em ensinar tudo aquilo que o seu dom foi concedido por Deus.

Tão especial que era a sua áurea que as suas fantásticas lições de sabedoria ainda ressoam na atualidade, mostrando a enorme importância do seu talentoso legado, que é atestado de forma uníssona por todos aqueles que se beneficiaram das luzes advindas da sua divina erudição.

Espero que Deus me inspire sempre a falar sobre as eternas qualidades da querida professora Lourdinha Bastos, porque isso é sempre prazer que só me honra em enaltecê-las.

Brasília, em 31 de janeiro de 2026

O carinho de Ubiracy

Por ocasião do meu aniversário, o ilustre conterrâneo Ubiracy Veloso escreveu a carinhosa mensagem a seguir.

“Hoje celebramos mais um ciclo de vida do querido Ir. Adalmir Fernandes. Que o Divino Pai Eterno derrame abundantes bênçãos sobre sua jornada, concedendo-lhe vida longa, saúde plena, paz interior, harmonia no lar e prosperidade em cada passo. Que seu talento de escritor continue a florescer, inspirando e tocando corações. Receba, meu irmão, o abraço fraterno carregado de carinho, amizade sincera e votos de felicidade sempre renovada.”.

Em resposta à amável mensagem, eu disse ao querido irmão Ubiracy que o meu coração se enche de alegria em receber o carinho dos amigos, principalmente daqueles que moram nele, por predileção especial, como é o seu caso, por eu ser distinguido pelo alvejamento do seu carinho especial, com a honra da sua lembrança do meu aniversário e da carinhosa mensagem de afago ao meu ego, com palavras doces e amigas.

Acredito piamente que o bondoso Deus sabe muito bem agradecer, por mim, as suas palavras de amor fraternal.

Muito obrigado, com forte e fraterno abraço.

            Brasília, em 28 de janeiro de 2026 

Indignidade

Mesmo em plena campanha eleitoral à Presidência da República, o filho do principal político da oposição brasileira disse que desistiria da candidatura se o seu pai foi fosse liberado para se candidatar ao Palácio do Planalto.

Ao contrário de elevar a dignidade desse político, a sua imagem fica infinitamente denegrida com o posicionamento nitidamente chantagista como esse adotado na mensagem, que condiciona a desistência da sua candidatura pela troca da habilitação política do seu pai, dando a entender que se trata de jogo, em que a sua candidatura serve de moeda.

A pretensão dissimulada do político tem tudo de clareza e objetividade, quando condiciona a existência da sua candidatura a possível benefício direto para o seu pai, em forma de plenas liberdades das penas políticas impostas a ele.

Isso é próprio da malandragem inerente à velha política, com vistas à obtenção de indevida vantagem pessoal, por meio de maquiavélico artifício político.

Trata-se de algo completamente imaginável, em se tratando da falta de seriedade e decência na política, diante da impossibilidade de conflitos de interesses envolvendo a busca de vantagem senão somente para a satisfação do interesse público, contrariamente do que se patenteia na mensagem alardeada pelo pré-candidato presidencial da oposição.

É bastante lastimável que alguém seja lançado candidato presidencial, tendo por finalidade a protagonização de papel o mais vil possível, na política, em clara reafirmação da baixeza que somente menospreza a grandeza dos salutares princípios republicanos e democráticos.

Diante de espetáculo de tamanha vileza, compete aos brasileiros do bem repudiarem, com veemência, tentativa de desprezo à dignidade representada pelos pilares da democracia, dizendo em bom e alto som que discordam da excrescência anunciada pelo candidato da direita, pretendendo possíveis benefícios por vias antirrepublicanas.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 27 de janeiro de 2026


Firme e forte

 

Empunhando faixa de incentivo ao último ex-presidente do país, algumas pessoas desejam que ele tenha força para suportar o enorme sacrifício que vem enfrentando diante das decisões judiciais.

Trata-se de especial hipocrisia se pedir força para quem se encontra atolado até os cabelos na desgraça e no impiedoso sofrimento das injustiças dos homens, com a pueril incitação para ele ainda ter força, quando não existe a mínima esperança de mais nada, porque a pessoa já foi abandonada à própria sorte?

Não passa de demagogia barata se afirmar que a maioria dos brasileiros está firme e forte com o político, se esse apoio pode ser que esteja apenas no papel ou nas bocas desses falsos e mentirosos apoiadores, porque de efetivo mesmo não existe absolutamente nada.

Se alguém deseja manifestar alguma forma de apoio, que se mobilize e faça algo em forma de efetividade, qualquer ação concreta em favor da causa da liberdade do ex-presidente do país.

Não faz o menor sentido a disseminação de palavras vazias, sem nenhum conteúdo prático, somente por falar, porque tudo isso não passa de falácia e pura falsidade, quando o que prevalece mesmo é somente encenação, por meio de palavras inúteis, inexpressivas.

Se alguém quer realmente ajudar, deixe de dizer asneiras e parta para a ação efetiva, por meio de mobilização dos brasileiros, com a realização de algo concreto que justifique a força que vem sendo esboçada no papel, no gogó, sem nenhum efeito prático.

Basta de falsidade perante quem já vem sendo massacrado pelas medidas persecutórias, não merecendo mais o total abandono por parte de quem tem o dever de encontrar medida efetiva, em forma de ajuda como urgente socorro, porque já foram ultrapassados todos os limites de tolerância e complacência com os abusos.

Parece importante que alguém poste mensagem como essa de se pedir "Força Bolsonaro! A maioria está firme e forte com você", visto que isso somente mostra o vigoroso sentimento de falsidade e hipocrisia, porque, do contrário, se o povo realmente estivesse firme e forte com o ex-presidente do país, ele jamais estaria padecendo em pleno infortúnio, obrigado a pagar por pecados que não cometeu, por conta de meras narrativas que têm força de verdade absoluta, em que ele não tem como provar nada em contrário.

Se tivesse realmente a ajuda do poder do povo, o único juiz capaz e verdadeiro, o ex-presidente não estaria nessa triste situação, mas a verdade é que o povo simplesmente se omitiu e se omite e ainda tem o disparate de dizer que está firme e forte com o político.

Urge, sim, demonstrar firmeza e coragem para defender o ex-presidente, mas com a mobilização da sociedade, porque, do contrário, não faz sentido se empunhar faixa com dizeres mentirosos e oportunistas, sem sentido.

Impende se lembrar que a omissão por parte de apoiadores é tão crucial e massacrante quanto as sanções propriamente ditas, porque existe nela a marca da falsidade no anúncio de apoio de coisa alguma, ou melhor, de algo inexistente, como se dizer que alguém é apenas solidário na dor, que só aumenta.

Enfim, a mensagem é importante e oportuna para despertar, com urgência, a consciência de brasileiros, no sentido de refletirem sobre a necessidade da sua efetiva ajuda a quem realmente está precisando dela.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 26 de janeiro de 2026

Mandacaru

 

Diante de magistral imagem tipicamente do Sertão de minhas saudáveis origens, emoldurada em foto publicada no Facebook, eu escrevi a mensagem a seguir.

Essa linda foto tem o condão de revelar a viva essência do torrão sagrado da exuberante caatinga do amado Nordeste, que sobressaem a imagem do célebre e altaneiro mandacaru, o chão de pedrinhas, as árvores rasteiras e o brilho do rei sol, em descendência no sossegado entardecer, no horizonte tranquila e serena da regão, anunciando mais uma noite de muita paz celestial.

Nada melhor para mostrar a beleza do Nordeste, com a sua autêntica natureza que sempre nos encanta com o seu esplendor, que é peculiar e atrai a atenção de todos que tiveram a felicidade de vivenciar a riqueza natural da região nordestina.

Pessoalmente, digo que tenho muita saudade dos tempos idos e vividos por mim, em que eu me embreava nas caatingas, à procura de caças, como preás e passarinhos, pois à época era prática normal de quem vivia na roça.

Salve a linda natureza da caatinga, especialmente o seu símbolo maior, que é o mandacaru ou o xique-xique, sempre na exuberância da sua autoridade entre o formidável cenário da caatinga.

Brasília, em 25 de janeiro de 2026

Bandeira Nacional

 

Diante da imagem de um pré-candidato à Presidência da República, que se fazia acompanhado da sua esposa, alegremente vestida com a roupa representando a bandeira nacional, eu escrevi a mensagem a seguir, para lembrar a real importância desse símbolo da pátria.

 É preciso que alguém tenha o mínimo de bom senso para alertar essa senhora que o símbolo sagrado do Brasil, representado pela bandeira brasileira, não pode servir de vestes, porque isso constitui ultraje e menosprezo ao pavilhão nacional.

E muito importante que alguém manifeste amor ao Brasil, mas que isso se faça sem agredir os símbolos nacionais, na forma de vestuário, salvo tão somente para o uso das cores, como o verde e o amarelo.

Ao contrário de se mostrar amor ao Brasil, usando vestes em forma da bandeira nacional, isso tem o condão de evidenciar falta de escrúpulo e ainda pode contribuir para a incitação de fanáticos brasileiros a cometerem crimes idênticos, com a imitação de prática proibida.

Ninguém está proibido de amar a pátria, mas isso deve ser feito sem agredir diretamente os símbolos nacionais.

Fica o veemente protesto diante desse absurdo, na esperança de que essa senhora seja devidamente alertada para evitar tamanho vexame de vestir a bandeira nacional como se isso pudesse servir de roupa, diante da existência de  realmente haver restrição legal, além de que isso ainda é péssimo exemplo, que precisa ser urgentemente evitado, como prova de amor à pátria.

Enfim, é muito importante a cultura de amor à pátria, em que isso se possa demonstrar normalmente, mas sem se agredir os princípios de cidadania que são aplicáveis como forma de reverência patriótica.

Brasília, em 29 de janeiro de 2026

Nordeste

Conforme mensagem publicada na internet, alguém disse que, “Se votar no (omiti o nome do partido) fosse bom negócio, o Nordeste seria uma Dubai. No entanto, é a região com maior índice de analfabetismo e miseráveis.”.

Sendo verdadeira a assertiva de que, no Nordeste, prevalecem os maiores índices de analfabetismo e miserabilidade, evidentemente tendo a confirmação pelos próprios fatos constatados, isso tem o respaldo popular de que os eleitores elegem os seus representantes políticos merecidos por eles, porque há forte tendência de votação em candidatos da esquerda, que praticamente decidem o destino dos nordestinos, por escolherem a preponderância de algo que somente condiz com o subdesenvolvimento e o retrocesso do seu povo.

Do contrário disso, os nordestinos se conscientizariam sobre a importância de defenderem a melhoria das condições de vida, somente votando em candidatos que tenham projetos destinados aos investimentos em obras públicas e financiamentos na produção, com vistas à geração de empregos e à realização de políticas públicas, evidentemente visando ao progresso da região nordestina.

O povo jamais deveria aceitar a existência de políticos com a mentalidade medíocre de fomento às ações públicas com viés degradante das condições de vida da sociedade, como o incremento da miséria e da inferiorização social, que tem sido a marca imperante na região, conforme mostram  os índices pertinentes.

É preciso que os nordestinos se despertem para a urgente mudança de mentalidade, com vistas à transformação da barbárie que é o império da miséria e do desconhecimento da verdade, de modo que o Nordeste possa se desenvolver, com o emprego de políticas de investimentos por meio de recursos em projetos visando à produção e ao emprego.

Essas medidas precisam ser complementadas com ações necessárias à melhoria das condições de vida da sua população, com embargos de políticos aproveitadores e interesseiros, que estão apenas preocupados com a garantia do cargo público eletivo.

Apelam-se por que sejam escolhidos somente os políticos que se comprometam à defesa das causas capazes de contribuir para o progresso do povo nordestino, na forma de investimentos na expansão econômica e social da região.

Acorda, Nordeste!

            Brasília, em 27 de janeiro de 2026 

Cariri Cangaço

 

É com muito prazer que saúdo os patrocinadores, os organizadores, na pessoa do competente conterrâneo Rubismar, e os participantes do importante evento intitulado Cariri Cangaço, que ora se realiza em Uiraúna, Paraíba, que também tem abrangência na história vivida no amado Sítio Canadá.

Ao que tudo indica, o tema central cinge-se à bravura firmada com a resistência de homens valentes e destemidos que tiveram tamanha coragem para o enfrentamento, com indescritível determinação, do temido e selvagem bando de Lampião, que deixava muitos estragos, destruição e prejuízos por onde passava, em assombroso legado que foi evitado nas sagradas terras de Jesus, Maria e José, certamente graças à Sua magnânima proteção.

No ainda lugarejo, conhecido pelo nome de Vila Belém do Arrojado, a história foi ricamente registrada por homens imbuídos de muita coragem, disposição e terminação, forjados pela força da competência e do destemor dos heróis, que ousaram defender a dignidade do povo daquela vila, em ato que se tornou altruisticamente vitorioso, por terem impedido que a violência do cangaço ali perpetuasse e causasse enormes e irreparáveis danos à integridade da sua população.

Sim, trata-se de efeméride que, em essência, objetiva resgatar não somente a importância de fatos históricos de Uiraúna, mas sobretudo de colocar em relevo a grandeza e o heroísmo de pessoas que arriscaram a própria vida em nome do seu amor aos conterrâneos, como os seus familiares e amigos.

Em síntese, o fato em si procura, em especial, resgatar relevantes fatos históricos e pôr em evidência a valorização da cultura da cidade, além de suscitar motivação para o cultivo do amor humano e cristão entre as pessoas, pois, sem isso, jamais seria possível a importante celebração dos nossos heróis contra o cangaço, que tanto orgulho se nos proporcionam na atualidade.

Por último, concito que o encontro Cariri Cangaço receba os exatos reconhecimento e sucesso que dele se espera, por se tratar de algo da maior relevância para a cultura de Uiraúna.

Brasília, em 29 de janeiro de 2026

Carnaval

Conforme notícia veiculada em importante site de Uiraúna, Paraíba, um parlamentar destinou o valor de R$ 650 mil para a realização do carnaval.

Essa medida despertou em mim a lembrança da importante máxima popular segundo a qual governar é estabelecer prioridades.

Será então que entre as prioridades de Uiraúna estaria o carnaval ou não teriam outros projetos e obras na linha do que tem urgência para a satisfação dos interesses da população?

Que bom que o carnaval mereça a cobertura de substanciais recursos públicos, em quantia bastante representativa, evidentemente na certeza de que têm recursos sobrando para outros programas sociais do município, como a saúde, o saneamento, entre outros.

Não obstante, o momento é oportuno para se indagar se está havendo recursos suficientes para a conclusão do hospital, que vem se arrastando já há algum longo tempo, possivelmente por escassez de recursos?

Sim, não se pode olvidar que carnaval é o ópio do povão e faz parte da cultura de um povo, que até justifica a sua realização, como nos tempos idos, quando o povão fazia e bancava a própria folia, vale dizer, sem verbas públicas.

Na essência, carnaval é de suma importância para o povo, mas a prioridade, sem dúvida alguma, deve ser a conclusão do hospital, que, no momento, está acima de qualquer programa social de governo, à vista da carência da prestação de serviços médico-hospitalares de qualidade.

E olha que o bom senso e a racionalidade acenam que o expressivo valor de R$ 650 mil, na pior das hipóteses, ajudaria de forma substancial, no adiantamento das importantes fases de construção do hospital ou na aquisição de equipamentos, salvo se já tenha recursos sobrando, que parece que até parece ser o caso, tanto que não falta recursos para os foliões se divertirem às custas dos conformados contribuintes.

Certamente que a população não ficaria magoada, com a gestão pública, se houvesse o honesto e devido esclarecimento sobre a verdade de que somente haverá recursos para a festa momesca quando o município estiver resolvido todas as pendências de prioridades elencadas da população, com destaque para a saúde pública, com a construção do hospital e o seu aparelhamento.

Não se quer dizer com essa manifestação, porque eu apenas disse o óbvio, que, pessoalmente, eu seja contra a realização do carnaval com recursos públicos, em absoluto, porque se trata da maior festa popular, mas quero afirmar que sou a favor da priorização da aplicação do dinheiro do explorado contribuinte, justamente à vista da realização da festa popular com emprego de recursos públicos que seriam, sob o prisma do bom senso, muito mais bem destinados para obras de interesse essencial da sociedade.

Salve a brincadeira, em pleno século XXI, de se torrar dinheiro público na fogueira dos festejos momescos!

Brasília, em 28 de janeiro de 2026

  

Ajuda externa?

 

Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém pergunta se o Brasil precisa da ajuda do presidente norte-americano

Embora o Brasil esteja nitidamente acéfalo e à deriva, demonstrando real e urgente carência de socorro, no que se refere à premente necessidade da retomada da imperiosa normalidade administrativa, jurídica e política, não há que se cogitar senão da ajuda dos brasileiros, que precisam se conscientizar de que a decadência, em forma da completa ruína das instituições brasileiras, tem como causa os próprios brasileiros, que elegeram seus representantes políticos precisamente com o perfil consonante com as maleficências implantadas no país.

Ou seja, quando se escolhe seus representantes para governá-los nas condições atuais, o resultado possível jamais seria diferente ao que se encontra o país, totalmente mergulhado em crises crônicas e gravíssimas.

Em absoluto, não compete senão aos brasileiros natos cuidarem dos escombros deixados pelas incompetência, ineficiência e irresponsabilidade, posto que nenhum estrangeiro tem interesse em salvar o Brasil dessa monstruosa situação de total calamidade pública, notadamente à vista da falta de recompensa.

A verdade é que a plena imprudência dos brasileiros contribuiu de forma decisiva para o caos que se encontra o Brasil, chegando ao ponto de se imaginar que precisa da ajuda de alguém de outro país para pôr ordem na situação  predominante no país, à vista do reconhecimento da incapacidade de os brasileiros, que é realmente notória, tanto que não se faz nada, estando a nação à beira da total falência, segundo a opinião de muitos analistas.

Urge que os próprios brasileiros criem vergonha e dignidade para assumir a responsabilidade sobre o socorro que o Brasil exige e precisa, com o máximo de urgência, diante do quadro gravíssimo inerente ao seu gerenciamento, prostrado em colapso e em via de letalidade.

Brasília, em 31 de janeiro de 2026

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

A semente!

 

Em canção que circula na internet, está escrito, com muita clareza, que: “… pois quem planta amor na Terra, sabe o que colher…”.

Quem planta amor também deve ter muito cuidado para se evitar a plantação de erva daninha, porque esta pode contaminar e estragar toda a lavoura.

Mutatis mutantes, não se pode garantir, por falta de elementos seguros, que o ex-presidente do país esteja colhendo os frutos referentes às sementes daninhas plantadas por ele.

Essas sementes podem ter relação com os acalorados embates travados com integrantes de outro poder da República, que tiveram implicação nada agradável para os planos do então presidente, porque o sistema dominante entendeu de qualificá-lo como golpista.

Isso certamente em razão de ele ter demonstrado incontrolável índole para os enfrentamentos, mesmo que os fatos nem justificassem o seu desempenho completamente enviesado das funções próprias do magistério presidencial, à vista da visível dissonância de atos inerentes às atribuições presidenciais, ferindo os limites dos princípios aplicáveis ao Executivo.

Na realidade, isso foi algo que deixou de ser devidamente observado, no governo anterior, à vista da sua facilidade de discutir em defesa das suas ideias.

A verdade é que essa situação contribuiu para causar sensível ruptura da normalidade democrática, passando a integrar projeto violento de vingança e perseguição jamais visto em toda história da República, conforme mostram os fatos históricos.

À toda evidência, a emocionante canção em causa evidencia revelações que poderiam servir apenas para o enaltecimento das qualidades da vida pública do ex-presidente do país, malgrados não fossem os nefastos atritos fora do script previsto na cartilha própria do verdadeiro magistrado republicano.

Enfim, a canção em apreço mostra a necessidade da fidelidade aos limites dos saudáveis princípios democráticos e republicanos, obviamente para se evitar surpresas desagradáveis como aquelas que estão acontecendo com o ex-presidente do país, que até teria tentado fazer o melhor para o Brasil, mas é forçoso se reconhecer que algo foi desviado do seu curso normal.

Brasília, em 11 de janeiro de 2026

 

Novas lideranças

Em mensagem postada na internet, o último ex-presidente do país manda o seguinte recado para os seus apoiadores: “Você vai ficar conosco até o fim? Mostre isso: 22!”.

A meu juízo, a mensagem apresentada pelo político, sugerindo que as pessoas fiquem com ele até o fim, tendo por base o número indicado por ele, tem tudo de propaganda política que não convém para quem se encontra alijado momentaneamente da prática de atividades públicas.

A verdade, queira ou não, o político se encontra inelegível, não podendo se candidatar a cargo público eletivo, e preso, recolhido ao cárcere, o que vale se afirmar que ele inexiste para o mundo da política, na essência da palavra.

Em termos de princípios éticos, com vistas à decência e à dignidade ínsitas dos verdadeiros homens públicos, seria muito mais representativo, com vistas à pureza política, que ele compreendesse a importância de se afastar dos assuntos políticos, enquanto ele se encontra inabilitado para tanto e procurar cuidar exclusivamente da sua saúde, de forma prioritária, e das questões inerentes aos fatos que resultaram nesse alijamento das atividades políticas.

Essa conclusão é mais do que natural e se explica pelo fato de que pessoa completamente envolvida em gravíssimos assuntos, como é bastante visível, como o tratamento da própria saúde e a existência de fatos impeditivos e contrários ao salutar interesse da sociedade, certamente que jamais teria condições de conciliar, de forma benigna, os conflitos de interesses particulares e públicos.

A verdade é que a margem de conflitos resulta sempre em prejuízos para ambos os lados, por se tratar de assuntos relevantes que nunca vão se encontrar, de maneira satisfatória, de mãos dadas no mesmo caminho e isso somente contribui para se intuir que a insistência do político de tentar influenciar na vida política brasileira tem tudo de gravíssimo erro estratégico por parte dele, que demonstra somente se preocupar com os seus interesses pessoais, em detrimento das causas maiores do Brasil.

A verdade é que quem deveria decidir sobre o futuro de seus representantes públicos era o povo, mas esse, fanatizado pela ideologia, alimentada pela deplorável polarização, não tem o menor escrúpulo em apoiar políticos que se encontram alijados das atividades públicas, em razão de notórios fatos, justos ou não, mas eles existem e têm o condão de impedir que o político continue tentando mostrar a sua influência na política, sem ao menos refletirem sobre os gravíssimos danos que isso pode causar aos interesses do Brasil.

O ideal, diante das circunstâncias e especialmente por ser mais conveniente para os interesses do Brasil e dos brasileiros, é que o povo se conscientize, com urgência, sobre a importância de renovação da liderança política, de modo que essa mudança objetive a harmonização sábia e salutar mentalidade política com a aceitação de candidatos com ideias arejadas, sadias, inteligentes e desinteressadas nas benesses públicas, com pensamento exclusivamente voltado para as relevantes causas nacionais.

Acorda, Brasil!

            Brasília, em 10 de janeiro de 2026 

À espera da humildade!

 

A idiossincrasia é algo complicado para a compreensão humana, que, em muitas situações, isso se torna completamente insolúvel e ainda mais incompreensível.

O caso envolvendo o ex-presidente é cada vez ainda mais complexo, porque seus seguidores, na maioria, têm muita dificuldade para compreendê-lo, de vez que se imaginam que ele somente se comportou com fidelidade aos princípios democráticos e republicanos, vale dizer que ele teria observado rigorosamente a liturgia prescrita para o relevante cargo presidencial.

Pois bem, o seu erro capital e vital, que deu origem a toda a gigantesca tragédia impingida ao Brasil e a ele próprio, foi o seu enrosco, em forma de debate direto com integrantes de outro poder da República, envolvendo críticas e agressões severas e desnecessárias, não compatíveis com as funções de magistrado.

Na verdade, esse notório desvio de conduta funcional culminou com a ira do sistema dominante, que, em forma de vingança e perseguição, o classificou como autêntico golpista, a ponto de o julgá-lo e condená-lo à prisão, precisamente pelo crime de ato golpista, mesmo que ele nunca tenha praticado qualquer ação capaz de a sua caracterização.

Não que os atos agressivos do então presidente justificassem qualquer medida em forma de vingança e sanções, mas isso tem o condão de se intuir que nada mais poderia respaldar tamanha agressividade por parte do sistema dominante.

Seria importante que o próprio político tivesse a humildade de reconhecer as suas fraquezas e os seus erros, se manifestando perante seus seguidores que ele somente deveria ter cuidado dos assuntos inerentes ao poder Executivo, sem se imiscuir em matéria de competência de outros poderes da República.

Não obstante, em se tratando de político aproveitador da situação, mesmo que em se tratando de medida simplória, mas de altíssima impotência como essa, ela se torna impensável nas circunstâncias, porque é preferível que os fanáticos seguidores acreditem na figura da perseguição política, como parece bem caracterizar isso a história corrente.

Por derradeiro, frise-se que, no enfrentamento entre poderes, sempre há o vencedor e o perdedor, sendo vitorioso aquele que tem mais controle dos instrumentos e da competência, cabendo ao perdedor apenas o louro do reconhecimento do resultado da contenda inglória.

Enfim, importa que os brasileiros sempre avaliem o ex-presidente do país pelo conjunto da sua obra, não somente pelos sucessos e bondades por ele alcançados, mas também por outros atos por ele praticados contrariamente à conduta do verdadeiro estadista, principalmente no que se refere à imperiosa observância da independência dos poderes da República.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 12 de janeiro de 2026

Capitania?

 

Já se encontra pacificado que o último ex-presidente do país indicou um de seus filhos para sucedê-lo na candidatura à Presidência da República, no próximo pleito eleitoral. sem necessidade de consultar ou ouvir ninguém para a sua decisão, em clara demonstração de que ele decide sozinho, em nome do Brasil.  

Em princípio, até pode parecer normal que o ex-presidente do país indique quem ele quiser, inclusive o filho dele para candidatar-se ao cargo mais importante do país, de presidente da República.

Isso sim tem a ver com o império sem o menor sentido, dando a entender que ele é o único dono do cercadinho chamado Brasil, algo que condiz precisamente como se o país fosse uma capitania hereditária, em que a sua direção passa de pai para filho, sem precisar dar satisfação nem respeitar os princípios democráticos, onde neles prevalecem o salutar direito de consulta, opinião e manifestação dos integrantes do partido ou grupo político ao qual ele integra e deve obediência programática.

Em melhor dizendo, a indicação, de moto próprio, do seu filho, o político mostra total desprezo aos saudáveis princípios democráticos e republicanos, quando simplesmente ele ignora todos os conceitos de civilização e cidadania exigido em casos que tais.

Ainda mais quando ele alega essa pérola, segundo a qual: “Trata-se de uma decisão consciente, legítima e amparada no desejo de preservar a representação daqueles que confiaram em mim.”.

Com isso, fica muito claro, na mensagem da lavra do político, que ele assume a indicação do filho e justifica, dizendo que ela atende à confiança manifestada por seus admiradores, em ao menos se atentar que, na política, a melhor decisão precisa atender aos anseios dos integrantes partidários.

Ou seja, o político mostra que ele é o centro do poder e acredita que os seus seguidores confiam na indicação de dele, não importando se o candidato preenche os atributos de experiência compatível com as exigências de competência, eficiência e demais capacitação à altura da importância do cargo presidencial.

Como o autor dessa maravilhosa ideia de empurrar de goela abaixo o seu candidato, sem precisar respeitar quaisquer outros interesses ou opiniões, mesmo o mais próximo de todos, que são as causas do Brasil, porque, inexplicavelmente, prevalece a vontade soberana do patriarca.

Com isso, todos os seus “súditos” o aplaudem e ainda o saúdam, na absurda compreensão que teria sido a melhor escolha, em que pese haver nomes com potencial condições de disputar o cargo presidencial.

Isso que aconteceu tem o nome de deformidade política, reprovável e repudiável por aqueles que valorizam e respeitam os saudáveis princípios democráticos, próprios dos países sérios e evoluídos, em termos políticos e republicanos, à vista da imperiosa necessidade do respeito à vontade da maioria dos integrantes partidários.

Em se tratando de candidatura à Presidência da República, é preciso que, como primazia, se leve em conta os interesses nacionais, precisamente o contrário do que fez o ex-presidente do país, que preferiu se antecipar e assegurar, pasmem, a candidatura logo de um filho, sem consultar ninguém, em termo partidário, em clara demonstração de inversão dos sagrados princípios democráticos.

Nas atuais circunstâncias, em que o Brasil atravessa enormes dificuldades estruturais e instituições, seria necessário e importante que fosse escolhido o melhor candidato, por meio de critério o mais justo e imparcial possível, de modo que tivesse a participação nesse processo dos principais nomes com potencial capacidade para melhor contribuir para a superação dos problemas nacionais, mesmo que o escolhido fosse o filho do ex-presidente do país, que teria a justificativa da escolha realmente consciente, legítima e amparada nos princípios democráticos e republicanos.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 13 de janeiro de 2026

Adeus, Zé de Ló!

 

Diante da notícia da despedida definitiva do conterrâneo José de Ló, a par de demostrar o meu pesar por tamanho infausto, eu deixei o meu sentimento escrito na mensagem abaixo, desejando que o novo lar dele seja muito feliz e aconchegante. 

Eu ainda era menino quando conheci essa pessoa notável de cognome Zé de Ló.

Eu morava a poucos metros do seu primeiro negócio, uma bomba de gasolina, a única de Uiraúna, e poucas peças, com comércio instalado no prédio conhecido por “Ferro de Engomar”.

Ali se reuniam, diariamente, pessoas em busca de piadas e divertimento, por ser palco de grandes humoristas, especialistas na arte de fazerem rir.

Lá estava o já grande homem, sempre com o seu semblante sereno, alegre, feliz e acolhedor, sinalizando que ele se tornaria um dos maiores filhos de Uiraúna, como de fato foi assim toda a sua vida como empresário bem-sucedido, que tanto honrou o seu berço sagrado, por meio do seu incansável trabalho em benefício da causa defendida por ele, na prática incessante do bem comum.

Ele se dedicou, com muito amor, em tudo que empreendia, sempre liderando pessoas e contribuindo para o progresso da nossa terra natal, tendo construído memorável patrimônio humano e material.

Vai-se um grande, honrado, bravo e digno homem e leva consigo a marca indelével das boas ações e do amor ao próximo, que foram o seu melhor legado deixado para a sua família e os seus amigos.

Solidarizo-me com a sua família e amigos na enorme dor, em razão da irreparável perda do querido José Enéas de Alencar, que deixa muita saudade por seus lindos exemplos de verdadeiro cristão, na certeza de que o céu brilha ainda mais com a sua luz de bondade e amor.

Seja feliz, amigo, agora sob o usufruto da benfazeja amizade do nosso amado Pai celestial.

Amém!

Brasília, em 12 de janeiro de 2026

Abandono?

  

Em mensagem postada na internet, é mostrada a imagem do último ex-presidente do país, deitado em cama de hospital e segurando uma folha de papel em que está escrita frase bastante preocupante, nestes termos: “Não me abandone, Brasil!”.

O apelo feito pelo ex-presidente é muito forte e revestido do puro realismo, posto que ele foi literalmente abandonado por seus seguidores, em que pesem as manifestações de apoio de brasileiros à pessoa dele, no passado, quando tudo estava às mil maravilhas, que eram realmente só de entusiasmos por onde ele passava.

Agora, quando o político se encontra fragilizado, diante de muitos casos adversos, inclusive de saúde, quando ele mais precisa de apoio das pessoas, não se enxerga uma só alma incentivando ajuda à causa essencial que ele precisa para ter o mínimo de paz espiritual.

Infelizmente, o apelo para não abandonar o ex-presidente parece que vem muito tarde, porque ele não encontra ressonância por parte de ninguém, nem mesmo daqueles que foram eleitos graças ao prestígio eleitoral dele.

Não existe espécie mais ingrata do que essa brasileira, que sabe aplaudir ou apoiar alguém somente por puro interesse pessoal.

É mais do que visível que o ex-presidente não somente foi abandonado por seus seguidores como também vem sendo submetido a processo de lenta crucificação, por meio de terrível e injustificável maldade vingativa, cuja cruel expiação ele foi condenado a padecer sozinho, uma vez que o seu abandono é mais do que visível e também imperdoável.

A verdade é que ninguém aparece para se apiedar pelo sofrimento do político, que tem a saúde sendo consumida e tragada aos poucos, em processo de flagelação programada e até consentida por seus seguidores.

Isso que vem acontecendo com o ex-presidente jamais poderia ser permitido com tamanha irracionalidade por parte de seus apoiadores, não somente pela importância dele como político, mas sim como ser humano, que não merece ser tratado com tamanha vilania, mesmo que ele tivesse feito todas as maldades para merecer o pagamento de castigo desumano como vem sendo obrigado a suportar.

Enfim, apelam-se que Deus se apiede da causa de intenso sofrimento do ex-presidente do país, dando-lhe forças e energias capazes para suportar tamanho infortúnio, considerado que o seu semelhante já o jogou às covas dos leões, em cruel abandono.

Brasília, em 14 de janeiro de 2026

Ajuda divina!

 

A mensagem sugere que Deus cuida e ainda em detalhe dos interesses de todos nós, mas isso é algo meramente mirabolante, diante da incapacidade de Ele processar medida nesse sentido.

Acontece que seria espiritualmente impossível a divindade celestial cuidar dos propósitos de cada ser humano, conforme diz a mensagem.

Na verdade, o Deus celestial tem sim poder para nos abençoar nós mortais, com o seu amor de fé espiritual, mas nunca Ele vai ajudar ninguém, de maneira material.

Quem se ajuda é a própria pessoas, por meio de seus atos, segundo as suas fé e crença no Deus todo-poderoso, evidentemente seguindo as boas práticas do Evangelho de Jesus Cristo, na esperança de se alcançar seus objetivos pretendidos, inclusive a vida eterna, acreditando que a verdadeira ajuda vinda do céu é o fortalecimento do seu empenho e da sua dedicação sempre suficientes para, pessoalmente, ter o mérito de se ajudar e conseguir o que quiser.

Ou seja, não espere a ajuda direta de Deus, se você não for capaz de se ajudar na realização de seus propósitos.

É preciso se acreditar que Deus encoraja à realização das metas pessoais, por meio da fé e da crença, que são próprias de quem verdadeiramente acredita nas graças celestiais, que realmente existem e se materializam por conta do esforço pessoal.

Brasília, em 13 de janeiro de 2026

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

A semente do bem

 

Em canção que circula na internet, está escrito, com muita clareza, que: “… pois quem planta amor na Terra, sabe o que colher…”.

Quem planta amor também deve ter muito cuidado para se evitar a plantação de erva daninha, porque esta pode contaminar e estragar toda a lavoura.

Mutatis mutantes, não se pode garantir, por falta de elementos seguros, que o ex-presidente do país esteja colhendo os frutos referentes às sementes daninhas plantadas por ele.

Essas sementes podem ter relação com os acalorados embates travados com integrantes de outro poder da República, que tiveram implicação nada agradável para os planos do então presidente, porque o sistema dominante entendeu de qualificá-lo como golpista.

Isso certamente em razão de ele ter demonstrado incontrolável índole para os enfrentamentos, mesmo que os fatos nem justificassem o seu desempenho completamente enviesado das funções próprias do magistério presidencial, à vista da visível dissonância de atos inerentes às atribuições presidenciais, ferindo os limites dos princípios aplicáveis ao Executivo.

Na realidade, isso foi algo que deixou de ser devidamente observado, no governo anterior, à vista da sua facilidade de discutir em defesa das suas ideias.

A verdade é que essa situação contribuiu para causar sensível ruptura da normalidade democrática, passando a integrar projeto violento de vingança e perseguição jamais visto em toda história da República, conforme mostram os fatos históricos.

À toda evidência, a emocionante canção em causa evidencia revelações que poderiam servir apenas para o enaltecimento das qualidades da vida pública do ex-presidente do país, malgrados não fossem os nefastos atritos fora do script previsto na cartilha própria do verdadeiro magistrado republicano.

Enfim, a canção em apreço mostra a necessidade da fidelidade aos limites dos saudáveis princípios democráticos e republicanos, obviamente para se evitar surpresas desagradáveis como aquelas que estão acontecendo com o ex-presidente do país, que até teria tentado fazer o melhor para o Brasil, mas é forçoso se reconhecer que algo foi desviado do seu curso normal.

Brasília, em 5 de janeiro de 2026