quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Adeus, Zé de Ló!

 

Diante da notícia da despedida definitiva do conterrâneo José de Ló, a par de demostrar o meu pesar por tamanho infausto, eu deixei o meu sentimento escrito na mensagem abaixo, desejando que o novo lar dele seja muito feliz e aconchegante. 

Eu ainda era menino quando conheci essa pessoa notável de cognome Zé de Ló.

Eu morava a poucos metros do seu primeiro negócio, uma bomba de gasolina, a única de Uiraúna, e poucas peças, com comércio instalado no prédio conhecido por “Ferro de Engomar”.

Ali se reuniam, diariamente, pessoas em busca de piadas e divertimento, por ser palco de grandes humoristas, especialistas na arte de fazerem rir.

Lá estava o já grande homem, sempre com o seu semblante sereno, alegre, feliz e acolhedor, sinalizando que ele se tornaria um dos maiores filhos de Uiraúna, como de fato foi assim toda a sua vida como empresário bem-sucedido, que tanto honrou o seu berço sagrado, por meio do seu incansável trabalho em benefício da causa defendida por ele, na prática incessante do bem comum.

Ele se dedicou, com muito amor, em tudo que empreendia, sempre liderando pessoas e contribuindo para o progresso da nossa terra natal, tendo construído memorável patrimônio humano e material.

Vai-se um grande, honrado, bravo e digno homem e leva consigo a marca indelével das boas ações e do amor ao próximo, que foram o seu melhor legado deixado para a sua família e os seus amigos.

Solidarizo-me com a sua família e amigos na enorme dor, em razão da irreparável perda do querido José Enéas de Alencar, que deixa muita saudade por seus lindos exemplos de verdadeiro cristão, na certeza de que o céu brilha ainda mais com a sua luz de bondade e amor.

Seja feliz, amigo, agora sob o usufruto da benfazeja amizade do nosso amado Pai celestial.

Amém!

Brasília, em 12 de janeiro de 2026

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