Eu ainda
era menino quando conheci essa pessoa notável de cognome Zé de Ló.
Eu morava
a poucos metros do seu primeiro negócio, uma bomba de gasolina, a única de
Uiraúna, e poucas peças, com comércio instalado no prédio conhecido por “Ferro
de Engomar”.
Ali se
reuniam, diariamente, pessoas em busca de piadas e divertimento, por ser palco
de grandes humoristas, especialistas na arte de fazerem rir.
Lá estava
o já grande homem, sempre com o seu semblante sereno, alegre, feliz e
acolhedor, sinalizando que ele se tornaria um dos maiores filhos de Uiraúna,
como de fato foi assim toda a sua vida como empresário bem-sucedido, que tanto
honrou o seu berço sagrado, por meio do seu incansável trabalho em benefício da
causa defendida por ele, na prática incessante do bem comum.
Ele se
dedicou, com muito amor, em tudo que empreendia, sempre liderando pessoas e
contribuindo para o progresso da nossa terra natal, tendo construído memorável
patrimônio humano e material.
Vai-se um
grande, honrado, bravo e digno homem e leva consigo a marca indelével das boas
ações e do amor ao próximo, que foram o seu melhor legado deixado para a sua
família e os seus amigos.
Solidarizo-me
com a sua família e amigos na enorme dor, em razão da irreparável perda do
querido José Enéas de Alencar, que deixa muita saudade por seus lindos exemplos
de verdadeiro cristão, na certeza de que o céu brilha ainda mais com a sua luz
de bondade e amor.
Seja
feliz, amigo, agora sob o usufruto da benfazeja amizade do nosso amado Pai
celestial.
Amém!
Brasília,
em 12 de janeiro de 2026
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