Quem
planta amor também deve ter muito cuidado para se evitar a plantação de erva
daninha, porque esta pode contaminar e estragar toda a lavoura.
Mutatis
mutantes, não se
pode garantir, por falta de elementos seguros, que o ex-presidente do país
esteja colhendo os frutos referentes às sementes daninhas plantadas por ele.
Essas
sementes podem ter relação com os acalorados embates travados com integrantes
de outro poder da República, que tiveram implicação nada agradável para os
planos do então presidente, porque o sistema dominante entendeu de qualificá-lo
como golpista.
Isso certamente
em razão de ele ter demonstrado incontrolável índole para os enfrentamentos,
mesmo que os fatos nem justificassem o seu desempenho completamente enviesado
das funções próprias do magistério presidencial, à vista da visível dissonância
de atos inerentes às atribuições presidenciais, ferindo os limites dos
princípios aplicáveis ao Executivo.
Na
realidade, isso foi algo que deixou de ser devidamente observado, no governo
anterior, à vista da sua facilidade de discutir em defesa das suas ideias.
A verdade
é que essa situação contribuiu para causar sensível ruptura da normalidade
democrática, passando a integrar projeto violento de vingança e perseguição
jamais visto em toda história da República, conforme mostram os fatos
históricos.
À toda
evidência, a emocionante canção em causa evidencia revelações que poderiam
servir apenas para o enaltecimento das qualidades da vida pública do
ex-presidente do país, malgrados não fossem os nefastos atritos fora do script
previsto na cartilha própria do verdadeiro magistrado republicano.
Enfim, a
canção em apreço mostra a necessidade da fidelidade aos limites dos saudáveis
princípios democráticos e republicanos, obviamente para se evitar surpresas
desagradáveis como aquelas que estão acontecendo com o ex-presidente do país, que
até teria tentado fazer o melhor para o Brasil, mas é forçoso se reconhecer que
algo foi desviado do seu curso normal.
Brasília,
em 11 de janeiro de 2026
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