Se os
termos da bíblia tivessem alguma eficácia, os tribunais dos homens se curvavam
a eles e bastava invocá-los para que ninguém precisasse cumprir pena nenhuma,
por conta de julgamento feito pelos homens.
Essa é
pura verdade, no sentido apenas de que é preciso se valer das lições bíblicas,
estritamente com fé religiosa, mas apenas naquilo que a prática do próprio
homem se torne prescindível e apenas como instrumento de esperança do porvir,
sem nenhuma certeza do merecimento da graça pedida.
Isso vale
dizer que não tem qualquer valia a invocação dos termos bíblicos, diante da sua
comprovada inocuidade para resolver as questões materiais que somente são
saneadas ou efetivadas por meio da ação direta do homem que precisa apenas
acreditar no poder da sua crença religiosa ou espiritual.
Apelam-se
por que os homens se conscientizem sobre a importância de agir com equilíbrio e
tenacidade na consecução de seus propósitos, inclusive nos assuntos
relacionados com a política, ante a ineficácia das palavras bíblicas, que
servem somente como instrumento de crença religiosa, sem influência nos
assuntos materiais.
Brasília,
em 7 de janeiro de 2026
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