quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

A crença

 

Na vida dos homens, o que vale mesmo é o poder político, judiciário ou outro capaz de gerar dominância.

Se os termos da bíblia tivessem alguma eficácia, os tribunais dos homens se curvavam a eles e bastava invocá-los para que ninguém precisasse cumprir pena nenhuma, por conta de julgamento feito pelos homens.

Essa é pura verdade, no sentido apenas de que é preciso se valer das lições bíblicas, estritamente com fé religiosa, mas apenas naquilo que a prática do próprio homem se torne prescindível e apenas como instrumento de esperança do porvir, sem nenhuma certeza do merecimento da graça pedida.

Isso vale dizer que não tem qualquer valia a invocação dos termos bíblicos, diante da sua comprovada inocuidade para resolver as questões materiais que somente são saneadas ou efetivadas por meio da ação direta do homem que precisa apenas acreditar no poder da sua crença religiosa ou espiritual.

Apelam-se por que os homens se conscientizem sobre a importância de agir com equilíbrio e tenacidade na consecução de seus propósitos, inclusive nos assuntos relacionados com a política, ante a ineficácia das palavras bíblicas, que servem somente como instrumento de crença religiosa, sem influência nos assuntos materiais.

Brasília, em 7 de janeiro de 2026

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