quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Excrescência

 

Conforme mensagem da lavra de um dos filhos do último ex-presidente do país, foi escrito que “Se Deus quiser, com nosso presidente eleito, em 2026, haverá, sim, o perdão presidencial. E, quem sabe, até um futuro governo do presidente (omiti o nome) possa ser ministro. Acho que é uma possibilidade muito grande de ocorrer.”.

A mensagem não deixa a menor dúvida de que se pretendem eleger o presidente do país visando à liberdade do pai dele e ainda colocá-lo como ministro de Estado.

O certo seria a escolha de candidato a mandatário do país para trabalhar em prol exclusivamente dos interesses nacionais, conforme assim orienta a tradição dos princípios éticos, morais e dignos inerentes à política, evidentemente em se tratando de país minimamente sério e evoluído, em termos republicanos e democráticos.

Na forma explícita anunciada na mensagem acima, alguém se candidata para a exclusiva finalidade de proteger o clã familiar, obviamente na esperança da serventia do grupo familiar, com a intenção de resolver problemas ligados a ele.

O Brasil não merece políticos com essa excrescente mentalidade que tem muito de compatibilidade com a recriminável velha política de aproveitamento do poder em benefício pessoal ou de grupo político, conforme descreve a mensagem escrita no texto acima, não deixando dúvida sobre a pretensão familiar, ficando muito legível que o candidato não tem projeto político para o Brasil, mas sim para somente a conquista do poder, em proveito do clã familiar, contando com o apoio dos ingênuos fanáticos seguidores, dominados pela cegueira da ideologia.

É preciso que os eleitores aprendam a votar independentemente de ideologia senão em apego e amor à pátria, procurando eleger somente quem se comprometer a realizar políticas verdadeiramente de interesse público, em exclusivo atendimento ao bem comum, com desprezo às causas pessoais e familiares.

Apelam-se por que os brasileiros de verdade se conscientizem de que o candidato presidencial ideal deverá lutar exclusivamente para a valorização da grandeza do Brasil, em clara manifestação de trabalhar para a normalização das questões democráticas e republicanas, com vistas apenas ao desenvolvimento socioeconômico do Brasil, sem qualquer conotação com interesses familiares ou de grupo político, contrariamente à pretensão de que trata a repudiável mensagem acima.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 6 de janeiro de 2026

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