Sendo
verdadeira a assertiva de que, no Nordeste, prevalecem os maiores índices de
analfabetismo e miserabilidade, evidentemente tendo a confirmação pelos
próprios fatos constatados, isso tem o respaldo popular de que os eleitores elegem
os seus representantes políticos merecidos por eles, porque há forte tendência
de votação em candidatos da esquerda, que praticamente decidem o destino dos
nordestinos, por escolherem a preponderância de algo que somente condiz com o
subdesenvolvimento e o retrocesso do seu povo.
Do
contrário disso, os nordestinos se conscientizariam sobre a importância de
defenderem a melhoria das condições de vida, somente votando em candidatos que
tenham projetos destinados aos investimentos em obras públicas e financiamentos
na produção, com vistas à geração de empregos e à realização de políticas
públicas, evidentemente visando ao progresso da região nordestina.
O povo
jamais deveria aceitar a existência de políticos com a mentalidade medíocre de
fomento às ações públicas com viés degradante das condições de vida da
sociedade, como o incremento da miséria e da inferiorização social, que tem
sido a marca imperante na região, conforme mostram os índices pertinentes.
É preciso
que os nordestinos se despertem para a urgente mudança de mentalidade, com
vistas à transformação da barbárie que é o império da miséria e do
desconhecimento da verdade, de modo que o Nordeste possa se desenvolver, com o
emprego de políticas de investimentos por meio de recursos em projetos visando
à produção e ao emprego.
Essas medidas
precisam ser complementadas com ações necessárias à melhoria das condições de
vida da sua população, com embargos de políticos aproveitadores e
interesseiros, que estão apenas preocupados com a garantia do cargo público
eletivo.
Apelam-se
por que sejam escolhidos somente os políticos que se comprometam à defesa das
causas capazes de contribuir para o progresso do povo nordestino, na forma de
investimentos na expansão econômica e social da região.
Acorda,
Nordeste!
Brasília, em 27 de janeiro de 2026
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