Pessoalmente,
não acredito que Jesus Cristo tenha realmente levado absolutamente nada de ruim
para a sua morada celestial, senão deixado conosco imensos ensinamentos de
compaixão, caridade, fraternidade, bondade, compreensão e sobretudo de amor,
posto que a sua relevante missão na Terra teve o real propósito de mostrar ao
ser humano o verdadeiro sentimento humanitário de união e aconchego entre as
pessoas, para que a sua vida tivesse o melhor aproveitamento possível.
Toda a
contribuição proporcionada pelos importantes ensinamentos do Mestre dos mestres
foi absorvida pelas pessoas de bem, que se louvam pela felicidade em
praticá-los especialmente porque o emprego das Suas lições sempre resulta no
progresso e no aperfeiçoamento da humanidade, que vive verdadeiramente melhor e
mais aprazível na prática do amor ao próximo e na caridade como sentimento de
pureza d’alma.
A verdade
é que a estrita observância ao Evangelho de Jesus Cristo contribui para a
permanente elevação espiritual do homem, que afasta do seu caminho os fardos
pesados da indolência, do desprezo, da incompreensão, da falta de caridade e
principalmente do desamor, que são os antídotos de todas as bondades pregadas
insistentemente por Jesus Cristo, na sua provincial caminhada junto aos
incrédulos sobre as benfazejas doutrinas ensinadas nas pregações do Cristo
Redentor.
Diante da
imensa pauta de maravilhosas e relevantes lições de vida amorosa de Jesus
Cristo, é muito fácil se acreditar que Ele não teria o propósito de levar
consigo algum fardo pesado sobre os pecados do mundo, mas tão somente em ter deixado
conosco, com a marca indelével da sua sabedoria celestial, as magistrais
doutrinas capazes de se evitar horrorosos pesos das maldades, evidentemente por
meio da continuada prática das boas ações celestiais e cristãs ensinadas por
Jesus Cristo.
Deus seja
louvado, na pessoa santificada do amado Jesus Cristo.
Amém!
Brasília,
em 10 de agosto de 2025
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