terça-feira, 26 de agosto de 2025

Penas duras?

              Conforme notícia veiculada na mídia, pessoa  adulta  violou  uma  criança  de apenas 13 anos, cujo agressor foi preso, mas logo será solto e continuará praticando normalmente os mais hediondos crimes contra pessoas indefesas.

É inadmissível que monstros adultos pratiquem impunemente crimes bárbaros contra menores indefesos, como essa criança de apenas 13 anos, conquanto a sociedade não tenha condição para agir em defesa dos menores.

Esse monstro foi preso, mas a sua “pesada” pena se reverte em apenas alguns dias de prisão e logo é solto, para voltar a incidir na mesma barbaridade, torturando outras vítimas, também indefesas, cujo círculo vicioso se repete com normalidade, tão somente com a prática do crime, a prisão e a liberação do monstro agressor.

É preciso urgentemente proteger as crianças e as demais pessoas indefesas contra a criminalidade, por meio de medidas efetivas e concretas, punindo exemplarmente o criminoso, com pena que o desestimule ou o incapacite definitivamente para a prática delituosa.

Já passou do tempo da concessão indevida da bondade e da misericórdia aos horrorosos bandidos contumazes, por meio da impunidade, porque eles vêm se beneficiando da falta de penas eficazmente duras contra as maldades e atrocidades que afligem a sociedade.

Apelam-se por que seja aprovada, com o máximo de urgência, a pena de castração química ou de outra medida pelo meio mais eficiente possível dos estupradores e outros criminosos que judiam sexualmente de crianças e pessoas indefesas, além de medidas que os obriguem ao trabalho forçado, como forma de afastamento deles do convívio da sociedade.

            Brasília, em 25 de agosto de 2025

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