domingo, 10 de agosto de 2025

Parabéns, papais!

 

Hoje é especialmente dedicado à veneração aos queridos pais, essa figura magistral que tem parcela essencial nas nossas vidas, porque é exatamente ele que decide, em parceria, pela nossa existência e isso é o suficiente para a compreensão sobre a sua sublime importância em cada um de nós.

Não se pode imaginar a vida sem o mentor da vida, cujo processo nasce com o pai de todos os pais, que é Deus, a quem devotamos a primazia da nossa existência, porque nada existiria sem a suprema presença Dele, que é a razão da vida e de tudo.

A bondade de Deus permite que hoje tenhamos a oportunidade de percorrer a gravação da história da nossa vida, especialmente destinada à leitura da vida junto à grandeza e até à pequenez de nossos pais, para se verificar a memória que fala da efetiva e marcante importância dessa figura em nossas vidas.

É possível  porque todas as suas matérias podem estar refletindo em nós, o seu DNA, o seu caráter, a sua personalidade, em forma de carinho, amizade e amor, que procuramos intuitivamente transmitir ao próximo, às vezes, tudo aperfeiçoado, mas sempre com a marca indelével e originária do pai, porque quase tudo de nós vem dele.

Felizes são as pessoas que tiveram e ainda têm pais amigos, generosos e amorosos, porque é sempre dessa maneira a figura que enxergamos do bondoso e amigo pai, que sempre que ser o melhor modelo para os seus filhos, de vez que ele imagina praticar as melhores ações para serem seguidas.

A verdade é que todo pai se esmera em ensinar que o amor é sempre a melhor semente própria do ser humano, porque é nele que se irradia a convergência da essência da vida.

Aliás, é no amor paternal que nos orienta para a prática do bem junto à sociedade, que aprende as melhores lições vindas dos pais, cônscios da sua importância para vida, baseada nas melhores ações de vida.

Não à toa que uma das passagens mais lindas da Bíblia está em Coríntios 13:1-7, que fala do amor, nestes temos:

Se eu tiver o dom da profecia, souber todos os mistérios e todo o conhecimento e tiver uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver amor, nada serei... O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura os próprios interesses, não se ira, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”.

Assim tem sido o amor que existe no coração de todos os pais, sempre imbuídos dos melhores sentimentos e atitudes, porque tudo que se deriva do amor paternal se projeta na disseminação da bondade dos filhos.

À toda evidência, é por meio do sentimento de amor paternal que viceja a fortaleza da vida, evidentemente vinda da pessoa do pai, merece, em eterna e reiterada retribuição, todo o nosso amor.

Salve os queridos papais, com os aplausos de seus amados filhos!

Brasília, em 10 de agosto de 2025

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