Não se
pode imaginar a vida sem o mentor da vida, cujo processo nasce com o pai de
todos os pais, que é Deus, a quem devotamos a primazia da nossa existência, porque
nada existiria sem a suprema presença Dele, que é a razão da vida e de tudo.
A bondade
de Deus permite que hoje tenhamos a oportunidade de percorrer a gravação da
história da nossa vida, especialmente destinada à leitura da vida junto à grandeza
e até à pequenez de nossos pais, para se verificar a memória que fala da
efetiva e marcante importância dessa figura em nossas vidas.
É
possível porque todas as suas matérias podem
estar refletindo em nós, o seu DNA, o seu caráter, a sua personalidade, em
forma de carinho, amizade e amor, que procuramos intuitivamente transmitir ao
próximo, às vezes, tudo aperfeiçoado, mas sempre com a marca indelével e
originária do pai, porque quase tudo de nós vem dele.
Felizes
são as pessoas que tiveram e ainda têm pais amigos, generosos e amorosos, porque
é sempre dessa maneira a figura que enxergamos do bondoso e amigo pai, que
sempre que ser o melhor modelo para os seus filhos, de vez que ele imagina
praticar as melhores ações para serem seguidas.
A verdade
é que todo pai se esmera em ensinar que o amor é sempre a melhor semente
própria do ser humano, porque é nele que se irradia a convergência da essência
da vida.
Aliás, é
no amor paternal que nos orienta para a prática do bem junto à sociedade, que
aprende as melhores lições vindas dos pais, cônscios da sua importância para
vida, baseada nas melhores ações de vida.
Não à toa
que uma das passagens mais lindas da Bíblia está em Coríntios 13:1-7, que fala
do amor, nestes temos:
“Se eu
tiver o dom da profecia, souber todos os mistérios e todo o conhecimento e
tiver uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver amor, nada serei... O amor
é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não
maltrata, não procura os próprios interesses, não se ira, não guarda rancor. O
amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre,
tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”.
Assim tem
sido o amor que existe no coração de todos os pais, sempre imbuídos dos
melhores sentimentos e atitudes, porque tudo que se deriva do amor paternal se
projeta na disseminação da bondade dos filhos.
À toda
evidência, é por meio do sentimento de amor paternal que viceja a fortaleza da
vida, evidentemente vinda da pessoa do pai, merece, em eterna e reiterada retribuição,
todo o nosso amor.
Salve os queridos
papais, com os aplausos de seus amados filhos!
Brasília,
em 10 de agosto de 2025
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