segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

A ONU

 

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) “alerta para o colapso financeiro iminente da entidade, depois da saída dela dos EUA, à vista do fim dos repasses financeiros para o órgão.”.

A Organização das Nações Unidas foi instituída precisamente para promover a consolidação da paz entre os países membros, o que significaria a demanda de esforços para nunca existirem conflitos e muito menos guerras.

Ou seja, a existência dessa entidade tinha como especial pressuposto que tudo seria dedicado à preservação da paz mundial permanente, pelo menos em termos escritos literalmente no papel, obviamente na concordância dos seus integrantes.

Na prática, a história mostra que muitos conflitos e guerras aconteceram e acontecem mundo afora e não se tem notícia de que a ONU tenha conseguido impedir ou terminar, por força da sua autoridade, uma única guerra nem estabelecida a sonhada paz.

Como corolário disso, tudo leva a se concluir, diante dos fatos históricos, que esse importante órgão não tem nenhuma serventia para a importante finalidade para a qual ele foi instituído, que foi para a garantia da paz mundial, em que pese a disponibilização de suntuosos recursos para o custeio e a manutenção das suas pomposas estruturas orgânicas destinadas ao absolutismo vácuo do mero e inútil realismo fantástico.

À toda evidência, a ONU funciona como órgão extremamente inoperante e figurativo de apenas muita opulência e pompa, vistos os pífios resultados obtidos, em termos dos objetivos pretendidos de paz, diante da inexistência de algo concreto e palpável resultante do seu trabalho.

Como consequência natural, propõe-se a sua completa e efetiva reestruturação, caso se pretendam a existência de instituição competente e capaz de se assegurar a verdadeira paz mundial ou, ao contrário disso, a sua imediata extinção, já que o seu currículo histórico é de completa inutilidade, salvo melhor juízo.        

  Brasília, em 1º de fevereiro de 2026

A importância do homem

 

Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém disse que “Mulher que cria filho sem pai aprende, desde cedo, que não precisa de homem para nada.”.

Nesse caso específico, se pode afirmar, pela evidência, que a assertiva em referência tem todas as características originárias de sofisma, quando a existência do próprio filho depende do homem, fato este que põe por terra a afirmação segundo a qual a mulher "não precisa de homem para nada.", quando ela cria sozinha o seu filho.

Talvez se possa alegar que a mulher só depende do impulso inicial e depois, logo em seguida, ainda nos primórdios, não precisa de homem para nada, o que é verdade absoluta.

Sim, é preciso se compreender que, nesse caso, o homem é fundamental, porque, sem nada dele, também sequer existe o filho da mulher.

Ou seja, sem a participação do homem, nem existiria filho para ser criado.

Enfim, a mensagem em tela não reflete total realidade, salvo por mero eufemismo, quando apenas é verdade se afirmar que a mulher pode, sim, criar seu filho, sem a ajuda do homem, mas não é verdade que ela, na literalidade, "não precisa do homem para nada.", em se tratando da existência e da criação do seu filho.

  Brasília, em 31 de janeiro de 2026

Desprestígio

 

Conforme notícia veiculada na mídia, o governo vem liberando normalmente suntuosas quantias para a classe artística, com amparo na Lei Rouanet, em dissonância com o total desprezo à classe dos professores, que teve aumento salarial do pífio percentual 0,17%. 

A imagem mostrada em vídeo sinaliza a explícita realidade do atual governo, que privilegia abertamente a classe artística com gordas, graciosas e generosas verbas, enquanto os professores têm o valor do seu reajuste salarial em míseros e insignificantes 18 reais.

Agora, é preciso se imaginar que é também a principal classe profissional que mais prestigia e apoia os candidatos do partido das trevas, mas somente ela mereceu o quinhão de desprezível mixaria, em forma de reposição remuneratória, dando a entender o real valor merecido por ela, em termos da sua importância, no momento, ou seja, absolutamente nenhuma.

É exatamente isso que significa a concessão de aumento salarial, que tem tudo de extremo desprezo como recompensa ao apoio dos nobres professores, que nunca foram tão humilhados e desvalorizados, logo por quem merece enorme apoio e carinho, principalmente nas eleições, quando o seu voto é, basicamente, para os candidatos do partido do governo.

Se esses fatos são verdadeiros, resta a expressiva lição que precisa ser urgentemente aprendida logo por quem são os mestres no nobre ofício de ensinar os salutares princípios da dignidade e da grandeza humana, algo que acaba de ser elevado ao patamar da insignificância e da humilhação perante quem faz jus ao especial  e mais sublime respeito e consideração: os professores.

Ao contrário, eles foram duramente desvalorizados com a falta da devida avaliação sobre a importância do seu relevante e fundamental trabalho valorizado pela sociedade como os verdadeiros trabalhadores profissionais da educação.

Diante da demonstração de gigantesco desprezo à classe de professores, a sua dignidade precisa ser respeitada e resgatada, por meio do seu apoio a políticos que realmente apoiam e valorizem o fundamental trabalho do magistério, principalmente no que diz respeito ao seu salário, que precisa ser compatível com a importância do seu trabalho perante a sociedade.

Acordem, professores!

Brasília, em 1º de fevereiro de 2026

O vice na chapa

 

Em mensagem postada nas redes sociais, é feita a indagação quem votaria na chapa composta pelo filho do ex-presidente do país e o governador de Minas Gerais, para presidente e vice-presidente da República?

Infelizmente, muitos brasileiros da direita ou simplesmente a sua maioria estão satisfeitos com a indicação do nome do candidato para o cargo presidencial, por ter sido derivada da vontade exclusiva do cacique-mor, sem consultar absolutamente ninguém, como se ele fosse o dono do Brasil e tivesse o direito soberano de dizer o que é bom para a nação.

Trata-se de candidato, ao que parece, com indicação já consolidada e tanto isso é verdade que já estão à procura do seu vice, em chapa que materializa o sentimento incontestável do chefe do clã familiar, como única e definitiva opção para o Brasil.

Ninguém mostra preocupação para o estado falimentar predominante do país, que estar a exigir competência, preparo e experiência gerencial do futuro mandatário, para o enfrentamento dos gravíssimos problemas nacionais, que são predicativos visivelmente inexistentes no filho do ex-presidente, que nunca esteve à frente de governo, a exemplo do político cujo nome se cogita para a sua chapa, como vice.

À toda evidência, caso houvesse seriedade, consciência política e interesse em cuidar com a dignidade de propósitos os assuntos inerentes ao Brasil, a chapa seria encabeçada pelo político que se cogita para vice-presidente, ao invés do contrário, precisamente por haver consonância com a situação predominante no país, em termos de qualificação gerencial.

É lamentável que brasileiros se deixem enganar por ideologia que apenas os conduzem a enxergar a opinião do líder-mor, em detrimento dos interesses supremos do Brasil, que sempre hão de ter prioridade nas decisões nacionais, principalmente neste momento de crônicas crises nas instituições nacionais, em que urge se pensar no melhor político em condições de enfrentá-las, com os devidos preparos, competência, eficiência e responsabilidade, com a esperança de que se pretende fazer o melhor para o Brasil, em forma de amor somente ao país.

Diante das enormes dificuldades de toda ordem, política, jurídica, econômica e administrativa, prevalentes no Brasil, ainda há esperança de que os brasileiros de verdade possam refletir mais precisamente para que o candidato da direita ao cargo presidencial seja derivado do consenso emanado das lideranças políticas, dos intelectuais e dos eleitores, como forma de se satisfazer todos os segmentos dos brasileiros do bem que estão preocupados com a normalização do país.

Acorda, Brasil!

  Brasília, em 4 de fevereiro de 2026

Caminhada

 

Em momento de visível recaída intelectual, alguém houve por bem imitar a caminhada de iniciativa de congressista e imaginar a corrida de jumentos, sob o argumento de que seria integrantes de oposição ao parlamentar.

Nada contra quem é inteligente para criar ideias e ainda quem as dissemina, porque isso depende muito da sensibilidade criativa das pessoas.

Na verdade, a importância das criatividades deve ser o seu sentido imaginado como algo para se resultar algum atrativo em benefício da cultura, da educação, da história, da política ou de qualquer assunto, mas sempre com o objetivo que justifique a criatividade.

Diferentemente disso, alguma mentalidade deformada houve por bem se inspirar em ideia maravilhosa da caminhada em curso, para atiçar o espírito de porco, tendo a infeliz ideia de provocar, desnecessária e injustificadamente, com o propósito de turbinar ainda mais o nefasto antagonismo, ao formalizar o trote dos jumentos, em alusão aos seguidores da esquerda, que têm total razão não apenas de repudiar a forma de atrevimento e insultos como o respeito à dignidade humana.

Ao comparar pessoas com animais, fica mais do que explícita a forma de ódio ao ser humano, como forma de materializar o sentimento de vingança e humilhação, porque é exatamente assim que pensam o idealizador da ideia e os que se associam a ele, imaginando que eles são seres irracionais.

Sim, o bom senso e a sensatez acenam claramente que essa maneira de se comportar não condiz em nada com os princípios de civilidade e humanismo, em especial no que se refere ao sentimento pessoal segundo o qual não se deve desejar para outrem aquilo que não se quer para si.

Enfim, convém que a sensibilidade humana não permita que as pessoas que os brasileiros se animalizem, simplesmente por conta de suas convicções políticas, que precisam ser aprovadas para o seu aperfeiçoamento como pessoa educada e civilizada.

Acorda, Brasil!

  Brasília, em 14 de fevereiro de 2026

Carnaval?

 

Mensagem publicada na internet indaga se “Você é a favor de cancelar o carnaval e investir tudo em saúde?”.

Qual seria o verdadeiro sentido de se cancelar o carnaval, em prejuízo da alegria do povo?

O carnaval ainda é considerado um dos principais festejos populares e por isso mesmo precisa ser, ao contrário, incentivado e festejado, com muita moderação.

Convém, por isso, se manter e apoiar cada vez mais a participação das pessoas nas festas momescas, porque se trata de importante oportunidade de diversão para o povão.

Acontece que a sua promoção deve ser arcada por quem se interessar na sua realização, pagando as despesas pelo divertimento com o dinheiro do próprio bolso.

Agora, nunca o dinheiro público deveria ser destinado para evento que poucos se beneficiam, em prejuízo do resto da sociedade, sem participar da festa.

É importante que o administrador público tenha muita sensibilidade para compreender que os recursos públicos devem, sempre, merecer a devida priorização, somente sendo aplicados em obras e serviços que possam resultar em benefício para a sociedade, especialmente na melhoria da assistência dos serviços de incumbência do poder público.

O poder público existe exatamente para cumprir com a eficiência e a competência inerentes ao gerenciamento da coisa pública, estando sempre atento às principais necessidades da população e não permitindo a farra com os escassos recursos dos sacrificados contribuintes.

A propósito de se propor o cancelamento do carnaval com dinheiro público, eu me lembro, com muita saudade, que os carnavais da minha existência em Uiraúna, nos idos dos anos 60, eram os mais animados e felizes do mundo, em que todos brincavam à exaustão, sem haver um tostão de dinheiro senão dos próprios foliões, que cumpriam e acompanhavam rigorosamente o ritmo dos festejos comandados pelo Rei Momo.

Bons tempos aqueles que não existiam recursos públicos, mas os carnavais eram sempre os melhores em cada ano, todos patrocinados precisamente por quem quisesse brincá-los, evidentemente nos limites das suas posses, em que ia para o salão, com a animação de orquestra, quem tinha dinheiro e os outros brincavam na rua mesmo, onde a folia rolava a todo vapor e na maior animação.

Enfim, a ocasião sugere, muito a propósito, que seja lembrado aos bons e ciosos gestores públicos que os recursos públicos, pelo próprio nome, devem ser vinculados, na sua essência, às atividades que gerem benefício geral para a sociedade e que qualquer outra destinação deles, no caso específico do carnaval, constitui discricionariedade gerencial indevida que caracteriza, em princípio, segundo a avaliação social, gravíssima irregularidade, sob o prisma de não haver resultado em proveito da sociedade, no seu conjunto.

Isso mostra que compete à sensibilidade do gestor público a avaliação sobre a priorização dos recursos existentes, que devem ser canalizados exclusivamente para fins que demandam a satisfação social.

Sim, é preciso se comemorar a alegria do carnaval, diante do vislumbre do extravasar da alegria da maior folia popular da Terra, mas restringindo a participação de recursos públicos, que devem se destinar, com exclusividade, segundo os princípios do bom senso e da sensatez, às obras e aos serviços que possam satisfazer ao interesse da população.

Acorda, Brasil!                  

  Brasília, em 9 de fevereiro de 2026

Salvadores?

 Em mensagem postada na internet, foi escrito o seguinte texto: “Os lendários salvadores da nossa pátria.”, em alusão ao último ex-presidente do país e aos seus três filhos que militam na política, visto que foi mostrada a fotografia deles.

Na definição do dicionário de português, o dígrafo "salvar" significa afastar a ruína, o acidente, o dano, a desgraça, o infortúnio, de modo a se preservar e contribuir para algo realmente benéfico, enfim, pôr algo a salvo das precariedades, no caso, o Brasil.

Pois bem, eis que aparece, no Facebook, em fotografia, a imagem de importantes políticos, integrantes de não menos relevante clã familiar, acompanhada, pasmem, da expressão: "Os quatro salvadores do Brasil".

Gente, a que ponto se permite que o Brasil tenha chegado em momento tão vexatório de poder se afirmar a existência de salvadores da pátria, sem nunca terem realizado, na prática, nada, absolutamente nada capaz de justificar tamanha proeza, posto que não existe registro senão de família que forma carreiristas na profissão política, sem nunca terem feito algo expressivo e notório, em termos de salvamento de nada, em prol do Brasil e dos brasileiros.

Muito pelo contrário, se o Brasil se encontra mergulhado em perigosa tragédia, isso se deve à omissão referente à falta de verificação sobre a regularidade das últimas eleições presidenciais, quando as vozes levantaram insinuando possíveis irregularidades na operacionalização das urnas, quando, sobre isso, houve a indevida e ilegal decretação do seu sigilo, contrariando o princípio constitucional que obriga a transparência dos atos da administração pública.

A implantação da garantia da lei e ordem tinha respaldo no disposto do art. 142 da Lei Magna, cuja finalidade era apenas verificar a regularidade das últimas eleições.

Não obstante, a omissão permitiu a volta da banda podre da política brasileira ao poder, com todos os seus predicativos de incompetência, desonestidade, ineficiência, maldades e irresponsabilidades próprias dos regimes socialistas, conforme isso vem acontecendo no Brasil, que registra todas as mazelas possíveis de péssima gestão pública, conforme os reflexos acumulados nas contas públicas, com acentuados déficits orçamentários, em forma de gigantescos rombos nos resultados financeiros, devido aos gastos abusivos e incontroláveis.

Não passa de propaganda enganosa e maquiavélica, essa assertiva da indicação de salvadores da pátria, quando se tem o registro do contrário, que é exatamente o rastro de estragos e danos ao país e aos brasileiros, em forma de gestão absolutamente pernicioso aos interesses do Brasil, conforme mostram os fatos, evidentemente por conta da inadmissível omissão que, do contrário, poderia ter evitado toda essa tragédia vivida pelo Brasil.

Na verdade, é exatamente por conta de falsas afirmações como essa que o Brasil se encontra encastelado até a alma nesse infinito abismo, sem perspectivas de saída, eis que o sistema dominante se apoderou da situação e não deverá permitir a volta de outros igualmente aproveitadores ao poder, tão cedo.

Pobre Brasil, que conta com salvadores da pátria inúteis políticos integrantes de clã familiar que se passam por heróis de coisa alguma, precisamente por nunca terem feito nada, em termos substanciais e de verdade, em nome da salvação do país da tragédia nem dos danos causados aos brasileiros.

Enfim, os brasileiros de verdade precisam criar vergonha e dignidade, quanto à consciência sobre a necessidade da eliminação da vida da pública dos aproveitadores da ingenuidade dos eleitores que ainda acreditam em milagre inexistente, na forma de falsos salvadores da pátria.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 7 de fevereiro de 2026

   

Boas intenções

 Um parlamentar teve a iniciativa de caminhar mais de 240 quilômetros, com a finalidade de chamar a intenção para o respeito às liberdades individuais e democráticas.

Tem o ditado que diz: de boas intenções…

Pode ser que o parlamentar esteja alimentando importantes intenções, porque a sua iniciativa certamente não resultará em nada positivo, em forma de qualquer influência no status quo, que permanecerá inalterado, depois da caminhada.

Isto por que o sistema dominante é completamente insensível aos apelos e aos movimentos visando interferir, de alguma forma, nas medidas já impostas e que estão em plena eficácia.

Isso vale dizer que as intenções do congressista normalmente resultariam em algo benéfico caso estivesse prevalente, no país, o Estado Democrático de Direito, posto que ele já foi por espaço sideral há algum tempo, quando impera a vontade soberana e incontestável da corte maior do país

A verdade é que a crise predominante exige a adoção de urgentes medidas, mas que possam ter eficácia, não como essa de iniciativa do parlamentar, que tem todos os ares de inutilidade, diante das circunstâncias absolutamente adversas.

Diante da complexidade da situação, a única alternativa que se vislumbra é a intervenção direta, no caso, do povo, que realmente tem o poder supremo, inclusive sobre os poderes da República.

Acorda, Brasil!                  

            Brasília, em 12 de fevereiro de 2026

Regressão da humanidade!

 

Alguém publicou na internet o seguinte texto: “Chegará o dia em que a inteligência será desprezada e a estupidez será adorada.”. José Saramago

À toda evidência, a aludida mensagem profetiza que a inteligência será suplantada pela estupidez, que passará a ser contemplada como sendo algo maravilhoso.

Na verdade, esse vaticínio prevê, de maneira implícita, que a humanidade tende a se inclinar para a regressão do natural e benéfico desenvolvimento, para se acomodar em berço do fácil sentimento da satisfação com a bestialidade e a perniciosidade da ignorância, evidentemente em prestígio da insensibilidade e da insensatez humanas.

Nada mais preocupante para a humanidade, que se orgulhava das conquistas e dos avanços em todos os campos da ciência e da tecnologia, em que havia fertilidade criativa da intelectualidade e da inteligência, sempre em nome da valorização do homem, que se esforçou para o atingimento de seus objetivos maiores de grandeza em todas as áreas do conhecimento.

Na verdade, o desprezo aos avanços da inteligência somente beneficia a causa da brutalidade da espécie humana, que, por natureza, tem sido muito sensível à valorização dos princípios da inteligência e da intelectualidade, porque eles são polos seguros de progresso da humanidade, em especial, na construção de seus objetivos de aperfeiçoamento e de conquistas.

Infelizmente, quis o famoso escritor acenar para vetor de direção que somente contraria o melhor desejo da humanidade, que é o da prevalência das melhores perspectivas de criação das grandes obras em benefício do homem.

Não se pode olvidar que a predição do filósofo tem robusta consistência, porque ela se baseia na tendência regressiva evidenciada pela humanidade, que perde progressiva capacidade de reação contra a mediocridade manifestada pela mentalidade humana, à vista de seus visíveis sinais de intolerância e falta de compaixão.

Brasília, em 14 de fevereiro de 2026

Mudança

 

Em mensagem que circula na internet, há a imagem que mostra o claro desejo que importante político desapareça da vida, certamente na tentativa de se permitir necessárias mudanças no quadro político-administrativo brasileiro, diante da plena predominância da incompetência, da desonestidade e principalmente da falta de perspectivas para o futuro do país.

Não se sabe exatamente a finalidade pretendida com a gravação da mensagem em tela, que sugere a desgraça de alguém, mas se percebe perfeitamente que o seu conteúdo transmite forte intensão de muita maldade, com nítido sentimento de crueldade, vingança e desumanidade, que fogem aos princípios da inteligência, do respeito e da compaixão.

Há enorme dificuldade para se compreender a motivação de tamanha insensatez para se perder tempo com mensagem absurdamente despropositada, senão para evidenciar forma de vingança, que tem o condão de potencializar o deplorável antagonismo político, que deveria, ao contrário e na melhor forma de civilidade, ser evitado.

A verdade é que o instinto humano se satisfaz com o desejo da desgraça do adversário, da pior forma possível, como comprova o caso em comento, cuja mensagem, de conteúdo ridículo, nem deveria ter sido criada, como forma de se evitar constrangimento desnecessário.

Enfim, apelam-se por que as pessoas se conscientizem quanto à imperiosa importância do respeito aos princípios de civilidade, compaixão e humanismo, evitando compactuação com temas que são contrários à saudável relação social e aos princípios humanitários.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 3 de fevereiro de 2026

Desinformação

 

Conforme mensagem postada na internet, alguém critica a degradação social promovida pelo governo socialista, na tentativa de mostrar o conformismo do povo com as medidas assistencialistas, em troca de voto. 

Isso dito no discurso se resume, na prática, na materialização da ideologia socialista de realmente ser, sem nada de novidade e muito menos de estranhável ou de espanto, por se tratar exatamente da execução da sua filosofia, que nada mais é do que o contrário pregado pelas demais ideologias, em especial a que foi convencionada de democracia, que se baseia na vontade livre e soberana da sociedade, que age sob o impulso do livre-arbítrio, respeitando as regras fundamentais dos sagrados direitos individuais.

É exatamente pela prevalência dos saudáveis direitos individuais que as nações evoluídas e civilizadas, em termos políticos, econômicos, administrativos e jurídicos, primam pelo respeito aos pilares da democracia, precisamente pela certeza do aprimoramento e da modernização do seu povo, em harmonia com os avanços da humanidade.

Todos esses ensinamentos sobre políticas saudáveis foram aprendidos exatamente pelos países que abominam a prática da filosofia das trevas, em que estes são mais cediços à aceitação do subdesenvolvimento social, cujo povo não se envergonha de se desvalorizar, com a perda da dignidade, em apoiar políticos desprezíveis, desonestos e insignificantes, em clara harmonia com o seu merecimento como ser humano sem valor e sem caráter.

Enfim, tem absoluta pertinência a crítica constante da mensagem, mas ela poderia ter real importância se o mesmo comentarista tivesse a iniciativa de oferecer medidas capazes de contribuir para a orientação ao povo que se submete voluntária e conscientemente à mediocridade do regime socialista, tendo por filosofia forma de seita que se harmoniza com a degradação e a miséria no seio da sociedade, por defender a igualdade no conformismo da pobreza generalizada.

Apelam-se por que as lideranças conservadoras se disponham à promoção de campanhas de esclarecimentos sobre a real finalidade de destruição dos princípios humanitários e democráticos, insculpido na ideologia socialista, tendo como consequência a inferiorização do ser humano, por haver nisso clara obstrução ao desenvolvimento da sociedade.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 8 de fevereiro de 2026

O poder de Deus

 

Em mensagem religiosa que circula na internet, alguém disse que Deus ajuda aqueles que se esforçam nas vitórias, dando a entender que Ele não estaria ao lado de quem perde, como se houvesse, nesse caso, tomada de posição por parte Dele.

Tenho absoluta convicção de que Deus, por óbvio da sua natureza de absoluto neutralidade de ação espiritual, não tem qualquer interferência nem na vitória nem na derrota dos embates entre os humanos.

As disputas entre as suas criaturas são travadas independentemente da vontade ou deliberação divina, porque isso não é da sua preocupação celestial, quando se sabe perfeitamente que o embate terrestre nasce da exclusiva iniciativa do homem, com o seu instinto natural de poder e domínio, que nunca respeita os limites dos princípios de sensatez e bom senso, próprios da salutar razão humana.

Também não é verdade, por ser absolutamente falsa a assertiva, de que Deus se preocupa com o preparo da vitória, uma vez que isso nunca foi objeto de cogitação nos planos celestiais, com vistas ao preparo de algo para alguém.

Na verdade, é preciso se ter a real ideia de que Deus é aquela entidade espiritual e religiosa suprema, para a qual o homem pode elevar o seu pensamento, em forma de crença, contrita em sublime fé, no sentido de acreditar que Ele será capaz apenas do fortalecimento e do encorajamento quanto ao alcance dos objetivos, em forma de esperança, mais especificamente na consecução dos alvos pretendidos.

Essa maneira de sentimento religioso não significa que Deus seja capaz de permitir nem de preparar absolutamente nada, ficando muito claro que a mensagem em tela não condiz com a verdade verdadeira, diante da impossibilidade material para Ele agir pessoalmente nos casos que somente compete ao homem agir e decidir, evidentemente sem a intervenção direta de Deus.

Em síntese, Deus somente tem o poder supremo da garantia de que, quem acredita nas suas forças espirituais, tudo pode realizar, inclusive mover montanhas, mas apenas por meio de iniciativa e sacrifício pessoais.

Nunca se iludam de que Deus, pessoal e materialmente, permite e prepara algo para alguém, porque isso é totalmente insustentável, à luz da crença religiosa.

Diante desse texto, uma pessoa houve por bem contestar o meu pensamento, tendo escrito o seguinte: “Percebo que és um homem de pouca fé. Então, é natural pensar assim. Já vi grandes cirurgiões rezarem para pedir a Deus guiar suas mãos e sua inteligência para que a cirurgia proceda corretamente. Já li histórias de grandes generais invocar que Deus o ajude. Abraão carregava seus deuses e rezava pedindo graças. Acho que lhe falta Fé e rezar mais.”.

 Em resposta à mensagem acima, eu disse que, ao contrário do que aquela pessoa afirmou, a minha fé é gigantesca.

O que eu disse é pura verdade, no sentido de que, materialmente, Deus não tem condições de realizar nada, de prepara nada.

Agora, Ele pode, sim, “guiar as suas mãos e sua inteligência“, “o ajude”, conceder “graças”, porque tudo isso faz parte do sentimento decorrente da crença no Seu poder espiritual de realizar mediante a consciência humana que Deus habita nas pessoas de fé, quanto à crença na realização do dom emanado pelo ser supremo.

Por fim, eu acrescentei que a mensagem daquela pessoa somente confirma o meu humilde texto e expressa algo que ela jamais poderia dizer sobre o sentimento das pessoas, no sentido de que elas não têm fé e precisam rezar mais, porque esse direito não é devido a ninguém, por razão de respeito à dignidade e à individualidade das pessoas.

Brasília, em 4 de fevereiro de 2026

Analfabetismo

 

Importante político criticou, na mídia, o Brasil ser presidido por pessoa analfabeta, sob o argumento da dificuldade de melhor interpretação e avaliação sobre os assuntos de relevância relacionados com o interesse nacional.

O suposto sábio parecerista incursiona sobre a imperiosa importância de o Brasil ser presidido por pessoa com nível superior, em clara contraposição ao então candidato que ele crítica, que, infelizmente, terminou se elegendo, pasmem, pelo povo.

Essa proposição tem total pertinência em país minimamente sério e evoluído, em termos políticos, econômicos e administrativos, em que o povo teria vergonha e dignidade, em termos de cidadania, em não votar em candidato desqualificado, desmoralizado e insignificante, para o exercício de cargos políticos, ainda mais naquele para presidente do país.

Ou seja, a escolha do presidente do país é feita livremente pelo povo, no caso, pouco importando o seu nível de preparo intelectual ou cultural, porque isso, que realmente deveria se vincular à relevância do cargo, passa ao largo do baixíssimo nível educacional e intelectual do povo.

Em termos constitucionais, compete ao povo o poder de eleger quem bem entender, visto que somente existe o sentimento de que seria ideal a escolha de alguém alfabetizado e em condição de realmente conduzir os relevantes negócios do Brasil, em condições de preparo condizente com a relevância do cargo e a grandeza do Brasil e não da insignificância do seu povo.

Frise-se que não existe exigência legal sobre a escolaridade do candidato para o exercício de cargo público eletivo, mas sim a necessidade da observância dos princípios da idoneidade ilibada e da imaculabilidade, que nem sempre são atributos observados, conforme mostram os fatos históricos.

Isso vale dizer que o povo merece literalmente o governo que ele elege livremente, tendo a obrigação de aceitá-lo exatamente em consonância com a própria mentalidade medíocre de cidadania.

Enfim, urge que os brasileiros aprendam urgentemente a votar, tendo por objetivo a grandeza do Brasil, com embargo da nefasta e prejudicial ideologia predominante, que já mostrou que tem sido marca indelével de retrocesso não somente político, mas especialmente socioeconômico.

Acorda, Brasil!                            

  Brasília, em 16 de janeiro de 2026

Imoralidade!

 

A análise feita por parlamentar sobre o estado de devassidão moral prevalente no país parece que não poderia ser mais fiel aos fatos acontecidos e vigentes, na atualidade.

As minúcias das narrativas gritam de forma ensurdecedora, mostrando a impecável lucidez das trapaças protagonizadas sábias e maquiavelicamente engendradas por poderosos da República, que são protegidos por cupinchas igualmente desavergonhados e criminosos, que fingem de lídimos defensores da Justiça e da democracia, como verdadeiros bastiões da dignidade e da moralidade, travestidos de abutres dos bons princípios, tendo o agravante de ainda serem subsidiados pela sociedade.

Sociedade essa que acompanha a disseminação da putrificação dos pilares da República, com a mesma serenidade como prospera a ignóbil devastação dos princípios jurídicos e republicanos.

Uma sociedade com o mínimo de dignidade e honradez, há muito tempo que já teria mandado para, mais do que imediatamente, a nova chamada Brasil, para que os malfeitores fossem obrigados mudar de vagão, para aquele lugar  apropriado aos criminosos e destrutores dos sagrados princípios de civilidade, dignidade e moralidade.

Apelam-se por que os verdadeiros brasileiros se conscientizem sobre a importância da defesa dos salutares princípios de cidadania e civilidade, exigindo, de forma efetiva e concreta, a imediata volta da normalidade da conduta dos homens públicos, inclusive a aplicação das sanções devidas e pertinentes a todas as irregularidades predominantes na República tupiniquim.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 3 de fevereiro de 2026

A força da união

 

O governador São Paulo disse que o candidato filho do último ex-presidente do país “tem qualidade que o torna um nome apto a reunir  a direita, no momento político atual.”.

Até possa ser verdade que o candidato da direita tenha qualidades suficientes para reunir e pacificar os conservadores, como ele vem realmente tentando, sob a influência, ao que tudo indica, da liderança do pai dele.

Isso é fato, porque até o governador de São Paulo, que não teve coragem de se tornar independente, quando poderia ter proclamada o legítimo candidato que realmente o Brasil mais precisa, porque não existe outro político com as melhores qualidades para o enfrentamento dos gravíssimos problemas nacionais.

À toda evidência, na atualidade, a principal questão não é ter alguém com capacidade somente para reunir a direita em torno de importante projeto político.

É preciso se compreender, sobretudo, que predomina no Brasil gravíssima crise institucional, exatamente devido à precariedade do gerenciamento imposto pelo sistema dominante, que exige a convocação de político que reúna atributos e qualidades suficientes para o enfrentamento das reais dificuldades que estão predominando na administração pública.

Aqui, nesse ponto, parece ser a maior dificuldade do candidato indicado pelo ex-presidente do país, porque ele, como predicativo, só tem o nome de família e nenhuma experiência como governante, que seria o ideal para competir entre aqueles com um pouco mais de experiência na administração pública, a exemplo do governador de São Paulo, que estaria bem melhor como candidato capaz de enfrentar os problemas nacionais.

Enfim, as lideranças políticas deveriam se preocupar com a qualidade gerencial do candidato à Presidência da República, que realmente esteja mais preparado para governar o Brasil e não que ele tenha condições para unir a direita.

Brasília, em 15 de fevereiro de 2026

Honestidade?

 

Em mensagem publicada na internet, alguém escreveu que “(omiti o nome) vai ficar para a história como o presidente mais honesto que o Brasil já teve.”.

Sim, para que seja verdadeira essa assertiva, que tanto se comenta em forma de orgulho, de que o último ex-presidente do pais foi o mais honesto do Brasil, é preciso que seja apagado do seu currículo político algo extremamente impossível, porque ele teve a pachorra de levar para o seu governo, pasmem, o mais deplorável e desonesto grupo político da história brasileira.

Na campanha eleitoral de 2018, como candidato, ele o cognominou de "velha política", tendo inclusive prometido que jamais negociaria com ele.

Trata-se da sua espúria e pecaminosa associação com o Centrão, que teria sido levado para o seu colo, no Palácio do Planalto, depois das fortes ameaças do seu impeachment pelo Congresso Nacional.

Isso o obrigou a desdizer e quebrar a sua honra de não negociar com o grupo político da promiscuidade, com a certeza de que o cargo presidencial estaria a salvo, como de fato esteve, com a proteção do Centrão.

Vejam que essa decisão implicou necessária e imediatamente, por acordo de "cavalheiros", na liberação de emendas parlamentares e na concessão de cargos públicos, inclusive de ministros, tudo por exigência desse nefasto conjunto de políticos desonestos.

Pode-se até se questionar que não houve quebra da honestidade nisso, porque ele não se apoderou se recursos públicos para si, mas ele decidiu liberar dinheiro do erário para comprar a lealdade e a proteção do Centrão, para ter a garantia pessoal na forma da manutenção do cargo presidencial.

Importa frisar que a irregularidade havida na compra da consciência política do Central teve por propósito investimento em interesse pessoal do presidente do país, sem qualquer implicação com a causa pública, que é exatamente para a qual deve se destinar a verba orçamentária.

Sim, nesse deprimente episódio não há apropriação de recursos públicos para os bolsos do ex-presidente, mas houve gastos desnecessários e indevidos com a espúria aliança com o Centrão e isso caracteriza forma indireta de corrupção, que é o emprego de dinheiro para a solução de assunto pessoal do então presidente do país.

Isso de se dizer sobre o presidente mais honesto não passa de mera ilusão, talvez por força da ideologia política, visto que há fato contando história diferente.

Na verdade, acredita-se que a verdadeira avaliação sobre a honestidade de político, na vida pública, se exige a demonstração de ficha transparente sobre a imaculabilidade do gestor público, vale se dizer sem nenhum registro de desvio de conduta funcional.

Acorda, Brasil!

Diante desse meu texto, um cidadão houve por discordar dele e escrever a mensagem a seguir.

O centrão já faz parte do cotidiano político em qualquer formação de poder até hoje registrado no Congresso Nacional, ou o centrão, ou qualquer outra agremiação em épocas diferentes, mas o que se questiona é a integridade, a honra e o caráter do eterno Presidente Bolsonaro, comparando com a do atual presidente, que é um ESCÁRNIO, tendo sua marca e logotipo engulhado nas entranhas da corrupção hoje e sempre. Então, moral da história, o Presidente Jair Messias Bolsonaro se eterniza como guardião da moral, pois até sua prisão é imoral e ilegal. Pode rasgar a constituição e decretar estado de exceção, imposto pelo STF dentre outras organizações criminosas que nos envergonham.”.

Em resposta à aludida mensagem, eu disse que quem se associa ao Centrão concorda deliberadamente com a desonestidade na política e isso o ex-presidente do país fez de peito aberto.

Quaisquer outros fatos precisam ser analisados à parte, inclusive comparações com outro governo e condenação à prisão dele, porque, em princípio, são outras histórias e outros fatos à margem do quesito honestidade aqui em discussão.

O que importa é que ele se alinhou ao Centrão e não teve vergonha alguma de se lamear na podridão do mesmo chiqueiro.

O mais grave dessa triste história é que as pessoas fanáticas ainda tentam arrumar desculpas ingênuas e desconexas para não aceitação da dura realidade.

Sim, o famigerado Centrão realmente "faz parte do cotidiano político em qualquer formação do poder até hoje registrado no Congresso Nacional", mas, infelizmente ele nunca deixou, em momento algum, de praticar o condenável fisiologismo que tem a marca indelével da vergonha e da falta de escrúpulo, que maculam a dignidade da política, que repudia os homens públicos que se associam a esse grupo de declarados desonestos, como fez o ex-presidente do país, com a cara mais emperobada, para salvar o cargo presidencial.

Caso ele fosse honesto como se apregoa, ele jamais se submeteria aos caprichos do Centrão, tendo preferido, por questão de moralidade e honestidade, enfrentar o processo legal do afastamento do poder, sem se passar pelo presidente que aceitou as exigências espúrias e recrimináveis pelos políticos de verdade, que sabem perfeitamente o valor e a importância do sagrado princípio da honestidade.

É bastante vergonhoso que pessoas se verguem ao sentimento da aceitação do "jeitinho brasileiro", como fez o então presidente do país, para salvar situação pessoal, fazendo, para tanto, uso de dinheiro público, mesmo que isso tenha sido péssimo exemplo para os verdadeiros brasileiros dignos e honestos.

O certo é que só existe uma maneira transparente e indiscutível de honestidade, que é aquela em que há evidente imaculabilidade.

Evidentemente que ainda não convencido sobre os meus argumentos, aquela pessoa disse o seguihte: “Estou falando em caráter e moral entre os dois, o Presidente Bolsonaro sai de cabeça erguida, já o Lula, sai como maior corrupto da história da humanidade.”.

Em resposta, eu disse que não sei por que a necessidade de correlação entre políticos, quando estamos tratando especificamente da honestidade de alguém?

Seria para se tirar proveito, em se tratando da falta de conceito de quem não tem?

O conceito de honestidade se avalia de per si, individualmente, sem envolvimento de outrem, que não serve de parâmetro.

Lembrando que a questão inicial diz o seguinte: (omiti o nome) vai passar para a história como o presidente mais honesto que o Brasil já teve", que é algo contestável, segundo o meu pensamento.

Vê-se que o tema é isolado e precisa ser analisado separadamente, tendo por base apenas aspectos relacionados com o ex-presidente do pais, à vista de seus atos, na vida pública, obviamente não se admitindo indevidas comparações.

Quem sai do governo de cabeça erguida, depois de ter se associado com o Centrão, realmente mostra o seu nível de honestidade, que certamente não é aquele desejável pelos brasileiros dignos e honrados.               

  Brasília, em 8 de fevereiro de 2026