segunda-feira, 30 de março de 2026

Cuidados médicos

 

Hora por outra, o último ex-presidente do país precisa de cuidados médico-hospitalares, inclusive cirurgias, estando permanentemente sob a atenção de quem tem a incumbência de acompanhá-lo na prisão.

De nada adianta se pretender salvar a vida super fragilizada do principal líder político da oposição brasileira, se inexistem iniciativas capazes de sustentação de movimento especialmente destinado a agir no sentido urgente com vistas à recolocação dos objetos nos seus devidos lugares.

Acontece que é notório que a dignidade humana inerente a esse político vem merecendo pior tratamento nem mesmo dispensado à mendicância, salvo quando as situações se tornam vergonhosas, urgentes e imprescindíveis.

É preciso se registrar que tem sido comum reiteradas reclamações sobre a incompetência, a negligência e principalmente a despreocupação predominantes ínsitas da oposição política, com relação, principalmente, no que se refere às suas lideranças e nada mais precisa e oportuna do que essa terrível lacuna em comento.

Isso mostra completo desprezo humanitário ao líder-mor, que praticamente se encontra ao bel-prazer dos cuidados de verdadeiro psicopata, que decide, quando quer, pelo valor da sua existência terrena, conforme mostram os fatos antecedentes.

Sim, urge que se comecem as medidas necessárias à salvação da vida de quem, de maneira atabalhoada ou não, já se empenhou na melhoria do bem comum dos brasileiros.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 17 de março de 2026

Fechamento

 

Em mensagem publicada na internet, uma entidade escreveu dizendo que está fechada com o último ex-presidente do país, na esperança de que ele volte o mais cedo possível e ainda mais forte.

A princípio, o significado de fechado com alguém pressupõe algo que condiga com o melhor sentimento que traduza em verdadeiro benefício para ele, em termos de se alcançar os melhores propósitos pessoas, mas, ao que tudo indica, a dita expressão "Eu voltarei mais forte" pode indicar que ele estaria mais fortalecido para a prática das atividades políticas.

Se isso e verdadeiro, existe nisso enorme presunção de desprezo à dignidade pessoal do político, quando se percebe que ele precisa primeiramente recuperar a sua saúde, bastante abalada pela intervenção orgânica do seu corpo de mais de dez cirurgias, todos de enorme risco.

Isso, por si só, somente aconselharia que o político se preocupasse exclusivamente com o tratamento da sua saúde.

Em termos de bom senso e sensibilidade humanos, todas as cautelas médicas aconselham que o político somente se preocupasse com a plena recuperação da sua saúde, de modo que a volta às atividades políticas esteja condicionada ao seu perfeito estado de sanidade físico, inclusive psicológico.

Isso realmente condiz com o verdadeiro sentido de fechado com o político, que seja somente no sentido de que ele possa voltar às atividades públicas depois de absolutamente comprovada a sua total higidez de saúde.

Brasília, em 18 de março de 2026

A bandeira nacional

 

Diante da imagem mostrando duas senhoras vestindo roupas feitas com a bandeira nacional, a par do instantâneo espanto, em razão do exagero da apresentação, eu escrevi a mensagem abaixo, como forma apenas cuidadosa de alerta.

Na conformidade com o disposto no art. 31 da Lei nº 5.700/1971, que dispõe sobre os Símbolos Nacionais, é proibido o uso da bandeira nacional como roupa, vestimenta ou como pano de boca e outras situações incompatíveis com a grandeza desse símbolo sagrado do Brasil.

Nos termos dessa lei, constitui grave desrespeito ao símbolo que representa a nacionalidade que, como tal, não pode ser banalizado em meras vestes, mesmo que isso possa tentar forma de demonstração de amor à pátria, quando o efeito é justamente em sentido inverso de desfeita à sua grandeza em forma de simbologia nacional, que representa a bandeira nacional, na forma legal.

Por sua natureza de símbolo da pátria, a bandeira nacional deve ser tratada com o máximo respeito, exclusivamente hasteada em mastro ou exposta de forma que não toque o chão e esteja em bom estado de conservação.

Embora o uso da bandeira física como vestimenta seja vedado, o uso de estampas com as cores e o desenho da bandeira em camisetas e roupas é comumente aceito, contanto que não se desrespeite a integralidade da simbologia maior.

Ao que se pode intuir, evidentemente à luz da legislação vigente, em princípio, o uso das roupas com predominância das estampas da bandeira nacional parece exagero que poderia ser ponderado, em nome da sensibilidade e do bom senso cívicos, com o devido respeito ao que realmente precisa e deve significar a bandeira nacional como verdadeiro símbolo da pátria.

À toda evidência, as madames vistas na imagem em tela estão literalmente vestidas com as bandeiras nacionais, que é algo de visível afronta e desrespeito à importância que deve ser dada a um dos principais símbolos da pátria.

Ante o exposto, louve-se o enorme amor que essas senhoras acham em mostrar em veneração à pátria amada, mas que isso não se repita em ultraje a importante símbolo nacional.

Brasília, em 18 de março de 2026

 

Desrespeito!

 

Diante da mensagem que escrevi em demonstração de desagravo pelo indevido uso de roupa feita com a bandeira nacional, uma pessoa se manifestou em demonstração de insatisfação contra o meu texto, tendo se expressado na maneira que se segue.

“Quem prega e destroem os valores da ordem, da razão e da moral, são seus ídolos da extrema esquerda, a exemplo das invasões de terras, habitações e outros bens públicos e privados, a luta incessante dos sindicalistas que promovem terrorismo para manutenção do sistema, dentre outros, e por último, pelos militares covardes que arquitetaram juntos às organizações criminosas o caos instalado em nosso país.

Em seguida, eu disse que tem gente que tenta se passar por ignorante de carteirinha e cego ideológico, que somente enxerga o que lhe é conveniente.

Na imagem mostrada, as madames estão vestidas com a bandeira nacional, mas essa forma de ultraje à lei não tem a menor importância negativa para esse cidadão, porque, estranhamente, elas fazem parte da mesma legenda da direita.

É inacreditável, mas, não importa, neste caso específico, exemplos de erros de outras ideologias, porque cada caso é outra situação e assim precisa ser analisada de per si.

Isso mostra a falta de justificativa para o desrespeito claro à conduta cívica, que é inafastável simplesmente para quem tem princípios e os prezam.

Na verdade, a minha crítica tem o sentido de alerta e se alguém tivesse o mínimo senso crítico entenderia que o meu objetivo é o de mostrar que não fica bem senhoras de fino trato ficaram se exibindo como verdadeiras fora da lei, se mostrando de exacerbado amor à pátria, quando a lei proíbe encenação patética como elas estão vestidas.

Procuro sempre ter o maior respeito na abordagem dos assuntos, evitando, na medida da conveniência cívica, a intitulação indevida das pessoas, porque isso faz parte de pessoas despreparadas, que não têm o menor escrúpulo em classificar alguém de extrema esquerda, justamente por absoluta falta de motivação para tanto.

Enfim, convém que os temas sejam discutidos em nível de civilidade, respeitando-se sempre o cerne dos princípios elevados de conduta de cidadania.

Logo depois do meu texto, aquela mesma pessoa disse o seguinte: “Não faço comentário alusivo a você, primeiro porque não tenho relação de amizade com você, quando público alguma coisa ou comento, não diz respeito a você, e se lhe tocou, não foi minha intenção, você fez alusão ao meu comentário, e me tratou de ignorante, desta forma sou obrigado a lhe responder com a mesma moeda, afirmando que não conheço sua capacidade intelectual, e pouco importa tecer comentário a seu respeito, afirmo ainda que você parece ser míope no campo das ideias e desconexo com as diversas correntes filosóficas e sociológicas que vc faz referência. Nada mais a tratar e dispenso sua amizade.”.

Em resposta, eu disse chamei aquela pessoa de incoerente, ao negar comentário à minha pessoa, quando a mensagem anterior escruta por ele foi em resposta ao que eu escrevi sobre o aparecimento das senhoras vestidas da bandeira brasileira.

Se meus textos não têm valia, então por que os critica sempre, embora não tenha dignidade para assumir?

Os assuntos que escrevo mostram exatamente que não sou míope nem preciso seguir correntes filosóficas nem sociológicas, mas tenho visão bem expressiva que os intelectuais como você desprezam porque certamente pensam diferentemente, o que é normal, ou isso é consequência da cegueira ideológica, porque eles somente enxergam os fatos que sejam convenientes à seita da ideologia, à vista das críticas ao referido texto sobre o uso de roupas feitas com a bandeira nacional.

Quanto a você dizer que dispensa a minha amizade, isso é outra incoerência, porque foi você que pediu para entrar no meu ciclo de amizade, na internet, e não o contrário, porque nunca tive interesse em acompanhar as suas postagens, que são próprias de arraigado fanatismo ideológico, algo que eu simplesmente detesto.

Sim, não vou dizer que dispenso a sua amizade, mas fique à vontade para não mais participar do meu grupo de amigos, já que você se considera não ser meu amigo.

Passe bem!

Brasília, em 21 de março de 2026

Discordância!

 

Diante da mensagem que escrevi em demonstração de desagravo pelo indevido uso de roupa feita com a bandeira nacional, uma pessoa se manifestou em demonstração de insatisfação contra o meu texto, tendo se expressado na maneira que se segue.

“Quem prega e destroem os valores da ordem, da razão e da moral, são seus ídolos da extrema esquerda, a exemplo das invasões de terras, habitações e outros bens públicos e privados, a luta incessante dos sindicalistas que promovem terrorismo para manutenção do sistema, dentre outros, e por último, pelos militares covardes que arquitetaram juntos às organizações criminosas o caos instalado em nosso país.

Em seguida, eu disse que tem gente que tenta se passar por ignorante de carteirinha e cego ideológico, que somente enxerga o que lhe é conveniente.

Na imagem mostrada, as madames estão vestidas com a bandeira nacional, mas essa forma de ultraje à lei não tem a menor importância negativa para esse cidadão, porque, estranhamente, elas fazem parte da mesma legenda da direita.

É inacreditável, mas, não importa, neste caso específico, exemplos de erros de outras ideologias, porque cada caso é outra situação e assim precisa ser analisada de per si.

Isso mostra a falta de justificativa para o desrespeito claro à conduta cívica, que é inafastável simplesmente para quem tem princípios e os prezam.

Na verdade, a minha crítica tem o sentido de alerta e se alguém tivesse o mínimo senso crítico entenderia que o meu objetivo é o de mostrar que não fica bem senhoras de fino trato ficaram se exibindo como verdadeiras fora da lei, se mostrando de exacerbado amor à pátria, quando a lei proíbe encenação patética como elas estão vestidas.

Procuro sempre ter o maior respeito na abordagem dos assuntos, evitando, na medida da conveniência cívica, a intitulação indevida das pessoas, porque isso faz parte de pessoas despreparadas, que não têm o menor escrúpulo em classificar alguém de extrema esquerda, justamente por absoluta falta de motivação para tanto.

Enfim, convém que os temas sejam discutidos em nível de civilidade, respeitando-se sempre o cerne dos princípios elevados de conduta de cidadania.

Logo depois do meu texto, aquela mesma pessoa disse o seguinte: “Não faço comentário alusivo a você, primeiro porque não tenho relação de amizade com você, quando público alguma coisa ou comento, não diz respeito a você, e se lhe tocou, não foi minha intenção, você fez alusão ao meu comentário, e me tratou de ignorante, desta forma sou obrigado a lhe responder com a mesma moeda, afirmando que não conheço sua capacidade intelectual, e pouco importa tecer comentário a seu respeito, afirmo ainda que você parece ser míope no campo das ideias e desconexo com as diversas correntes filosóficas e sociológicas que vc faz referência. Nada mais a tratar e dispenso sua amizade.”.

Em resposta, eu disse chamei aquela pessoa de incoerente, ao negar comentário à minha pessoa, quando a mensagem anterior escruta por ele foi em resposta ao que eu escrevi sobre o aparecimento das senhoras vestidas da bandeira brasileira.

Se meus textos não têm valia, então por que os critica sempre, embora não tenha dignidade para assumir?

Os assuntos que escrevo mostram exatamente que não sou míope nem preciso seguir correntes filosóficas nem sociológicas, mas tenho visão bem expressiva que os intelectuais como você desprezam porque certamente pensam diferentemente, o que é normal, ou isso é consequência da cegueira ideológica, porque eles somente enxergam os fatos que sejam convenientes à seita da ideologia, à vista das críticas ao referido texto sobre o uso de roupas feitas com a bandeira nacional.

Quanto a você dizer que dispensa a minha amizade, isso é outra incoerência, porque foi você que pediu para entrar no meu ciclo de amizade, na internet, e não o contrário, porque nunca tive interesse em acompanhar as suas postagens, que são próprias de arraigado fanatismo ideológico, algo que eu simplesmente detesto.

Sim, não vou dizer que dispenso a sua amizade, mas fique à vontade para não mais participar do meu grupo de amigos, já que você se considera não ser meu amigo.

Passe bem!

Brasília, em 21 de março de 2026

Indignidade!

 

Em mensagem postada na internet, alguém escreveu o seguinte texto: “Jogada de mestre: (o pré-candidato à Presidência da República) prepara dossiê contra (omiti o nome do político) e entregará para (o presidente dos Estados Unidos)”.

A desgraça do Brasil e dos brasileiros é bastante visível e tem origem nos próprios eleitores que apoiam candidato que tem o cuidadoso empenho de preparar importante dossiê não sobre o combate aos principais e gravíssimos problemas nacionais, com vistas ao seu enfrentamento, caso seja eleito, como deveria em forma de plano de trabalho do seu governo, mas sim de levantar a vida pregressa do seu principal adversário político, não como forma de estratégia para atacar as deficiências e as falhas dele, mas, pasmem, para ser enviado ao presidente dos Estados Unidos da América, em forma de pura deduragem.

À toda evidência, o principal candidato da direita trata de alcaguetar, em vil e desprezível forma de deduragem do seu oponente político, certamente na esperança de tirar vantagem eleitoral desse seu trabalho vergonhoso e infame, por conta das medidas que poderão vir do país de tio Sam, em represália ao Brasil, à vista de precedentes.

Não é só vergonhoso que essa maneira de se fazer política representa o verdadeiro nível insignificante e desprezível de homem público, que não tem o menor escrúpulo em fazer o pior papel no cenário político, em tentar aproveitar artifício de vileza mafiosa e criminosa para denunciar seu principal adversário político, certamente na esperança de se beneficiar de suas tramas indignas e perversas.

Se a informação realmente for verdadeira, é inacreditável que ainda existam políticos com índole tão deprimente e contrária aos salutares princípios de cidadania e civilidade, porque a ideia de que se trata corresponde precisamente ao comportamento apropriado de quem despreza o verdadeiro valor do ser humano e apenas pensa na satisfação dos próprios projetos políticos, sem qualquer preocupação com o império da seriedade exigida nas atividades políticas.

Enfim, impressiona muitíssimo que os brasileiros do bem encampem como seu candidato à Presidência da República o político que se digna a promover espetáculo vergonhoso e desprezível da alcaguetagem, com o propósito do merecimento de dividendos eleitorais.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 21 de março de 2026

 

Inteligência de guerra!

 

Na intensificação dos conflitos entre Estados Unidos, Israel e Irã vem se tornando muito clara a superioridade militar ocidental, especialmente na combinação entre inteligência, tecnologia e capacidade de ataque de precisão, que é amplamente dominante e destruidor.

Até agora, parcela significativa da liderança religiosa, política e militar iraniana foi neutralizada e aniquilada, por meio de atingimento direto em  bunkers e esconderijos que deveriam garantir a proteção de líderes e importantes estrategistas de guerra.

Já é fato que as milícias aliadas iranianas, o chamado “anel de fogo” ao redor de Israel, cuidadosamente construído pelo regime islamita, como Hamas, estão sendo desestruturadas e não conseguem lançar ataques a Israel, fato este verificado em todas as ameaças  das milícias montadas e mantidas pelos iranianos, a exemplo do Hezbollah, severamente degradado, em pleno declínio.

Enfim, já é muito claro que o Irã já não se sustenta como aquela potência regional, diante da progressiva destruição dos pontos cardeais que comandavam o conjunto da maldade no Oriente Médio.

Os chamados "ataques de precisão" especificamente nas localidades que concentram a inteligência humana e a capacidade de criação e iniciativas das engrenagens de guerra, cujo resultado tem sido o extermínio da tecnologia básica sustentadora e incentivadora das ações militares, demonstram extraordinário avanço dessa desgraça inventada e mantida estrategicamente pelo próprio homem, que tem como fim apenas a aniquilação definitiva, principalmente, de vidas humanas.

A toda evidência, a eliminação das fontes alimentadoras das ações militares e tecnológicas evita os ataques maciços e intencionais às tropas inimigas, diante da notória e drástica redução do potencial dos componentes e equipamentos essenciais aos ataques, normalmente com foco na força de combate, composta pelos saldados, que vão tombando um atrás do outro, sem terem condições de defesa.

É evidente que a sanha da violência e da perseguição aos inimigos nunca termina, porque esse sentimento egoístico e selvagem de destruição se alimenta da repetição das guerras, mas essa importante preocupação com o controle dos centros responsáveis pelo direcionamento das lutas e estratégias de guerra já é avanço da maior relevância, em termos de benefício para a preservação de vidas humanas.

Até parece bastante paradoxal se louvar ações próprias de guerra, mas dos seus gravíssimos males, a eliminação proposital dos núcleos de inteligência e tecnologia é algo que se harmoniza com a genialidade humana, em benefício do próprio homem.

Brasília, em 22 de março de 2026

O herói!

 

Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém indaga sobre a concordância com o título de herói nacional para o último ex-presidente do país, sem mencionar as devidas justificativas para o embasamento dessa expressiva ideia cívica, em forma de honraria.

Como é fácil explicar os motivos pelos quais o Brasil se encontra mergulhado nas profundezas do abismo, em termos de subdesenvolvimento político e administrativo, quando brasileiros têm a insensatez de elevar ao patamar dos heróis pessoa totalmente inutilizada do mundo político, que se encontra impedida de praticar atividades públicas, estando inclusive inelegível, por decisão judicial, mesmo que sejam questionáveis os motivos que levaram a essa situação deplorável, que faz parte do contexto político.

Sim, tudo isso por razões sem que, aparentemente, haja qualquer fundamento para justificar razoavelmente a deplorável situação, que é totalmente dissonante das qualidades atribuíveis ao herói, que certamente jamais estaria plenamente cercado de extremos empecilhos de natureza completamente intransponível.

Como se compreender a existência de herói em político que não teve capacidade para competir com candidato desonesto e insignificante, à vista do passado bem nebuloso dele, conforme revelavam os fatos curriculares históricos?

O certo é que ele foi derrotado impiedosamente nas urnas e depois afastado do poder, em razão de enorme rejeição por parte de brasileiros, fato este que também não se compatibiliza com o honroso título de herói nacional.

Em princípio, o sentido de verdadeiro herói somente se harmoniza com alguém que tenha realizado excelente governo e que o seu legado seja notável,  realmente de enorme significado para a humanidade, que seja algo visível e reconhecido, não havendo nada nesse sentido no político a quem se tenta cognominá-lo de herói, diante da ausência de causa plausível.

A verdade é que o herói, assim considerado, deve ser compreendido aquele que tem legado proativo, em benefício da população, algo que existe ao contrário, quando ele foi incapaz de se evitar a retomada do poder pelos piores políticos brasileiros, à vista da precária situação político-administrativa do Brasil, que poderia ser bem diferente se realmente esse político tivesse alguma qualidade capaz de se evitar a derrocada da sua vida pública, que é precisamente inexistente nele, na atualidade, conforme mostram os fatos.

Diante dos fatos indiscutíveis e devassadores da história brasileira, ao que tudo indica, à vista da mensagem em tela, não há demonstração do mínimo interesse e muito menos preocupação com os gigantescos efeitos deformadores da consciência nacional, quanto às inconsequentes e terríveis intolerâncias, agressões e interferências nas atribuições de outros poderes da República.

Esses fatos, queira ou não, certamente foram a principal causa da reação violenta e desproporcional contra quem se achava o absoluto dona da razão, evidentemente sem pensar na resposta às suas insólitas agressões, por meio de medidas duras e expressivas com tamanhas repercussão, abrangência e destruição política para quem ainda, sem a menor explicação plausível nem justificativa razoável, se cogita figurar no cenário político como se herói fosse de causa meritória alguma.

 O seu atual posição polit6ica, qual seja, nenhuma, mostra muito bem a sua atual história de insignificância política, mesmo que ela tenha sido escrita por caminhos e vias injustos, persecutórios e contestáveis, mas isso também é forma absoluta de se mostrar a inexistência de nenhum heroísmo, quando ele próprio nem sobrevive mais, em termos políticos.

Enfim, para o bem do Brasil e dos brasileiros, convém que o povo se conscientize de que urge a renovação política como imperiosa forma de mudança da mediocridade política, de modo a se privilegiar a verdadeira capacidade de realização do bem comum dos brasileiros, afastando em definitivo o nefasto fanatismo ideológico.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 22 de março de 2026

Contagem regressiva

 

Em mensagem publicada na internet, alguém disse que estamos em “Contagem regressiva, faltando 287 dias para nos livrarmos do (omiti o nome do político) e do (omiti o nome do partido).”

Como se ter tanta convicção, não de faltarem 287 dias, mas do livramento de algo nefasto ao Brasil e aos brasileiros?

Sim, isso até pode ser o maior desejo dos brasileiros do bem, que gostariam de ver mudanças nos horizontes da nação, com novo governo que prezassem os verdadeiros princípios da competência, da eficiência e da responsabilidade, na administração pública!

Quais seriam os trunfos para tanta certeza para que esse milagre acontecerá de verdade, quando o fiel da balança eleitoral depende da medíocre mentalidade de eleitores que imaginam que, quanto mais pior, melhor será para eles e para o Brasil?

Então, como mudar que mentalidade política deformada se transforme de uma hora para outra para melhor, quando inexiste medida de convencimento melhor do que os programas eleitoreiros do governo, que têm tudo para continuar no poder, graças às suas bondades com o dinheiro dos sacrificados contribuintes, que são obrigados a sustentar a desgraça do Brasil?

Se pelo menos quem escreveu a mensagem em tela tivesse a solução mágica para a efetivação da sua sentença, haveria alguma esperança de mudança, mas a verdade dos fatos conspira contra o futuro do Brasil e dos verdadeiros brasileiros, infelizmente.

Brasília, em 22 de março de 2026

Ingratidão!

 

Em mensagem postada nas redes sociais, foi dito que “Meu avô me dizia que alimente um cão por três dias e ele lembrará de você por 30 anos. Alimente um humano por 30 anos e ele te esquecerá em 3 dias.”.

Acredito piamente que há enorme exagero nesse pensamento que não passa de mensagem sem o menor fundamento,  mas que sinaliza claramente para a proposital difamação do sentimento humano, em desnecessária comparação com animal, que é irracional, evidentemente sem sentido algum.

A verdade é que não se pode simplesmente se fazer generalização sobre simples pensamento apenas imaginando que todos os homens são iguais e ingratos.

Os exemplos da vida mostram que têm muitas pessoas que realmente são bem ingratas, não reconhecendo as bondades e os benefícios feitos muitas vezes com sacrifício para elas, mas certamente a grande maioria das pessoas assistidas tem gratidão no coração e sabem perfeitamente reconhecer o verdadeiro valor das ajudas recebidas e isso é justamente o que ainda justifica a continuidade das boas ações de pessoas maravilhosas, que sabem perfeitamente que a bondade nem sempre são reconhecidas, mas o que importa para elas é a prática do bem pelas pessoas de boa vontade.

Vejo que mensagem como essa tem o condão de enorme desestímulo às atividades de benevolência humana, como se compensasse muito mais alimentar o animal do que o homem, por ele ser ingrato e não agradecer o bem recebido.

Por isso, penso que a grande verdade mesmo é se fazer o bem sem ver a quem, ao invés de se disseminar frases que tendem à generalização completamente prejudicial à prática que levam aos bons resultados, em benefício da sociedade, independentemente ou não que isso seja reconhecido, porque o que importa mesmo é, quem pode e quer, deva ajudar quem precisa, sem essa de comparação absurda e fora de propósito entre animal e pessoa, na forma da busca de reconhecimento.

Enfim, com a devida vênia, gostaria de propor que seja ponderada a postagem de mensagens, de modo que sejam compartilhadas somente aquelas que possam contribuir para o estímulo às boas ações, em benefício do bem comum da sociedade, ao invés de mensagem antissociais e prejudiciais às boas causas.

Brasília, em 23 de março de 2026

Adeus, Hélio Pires!

 

De repente, foi anunciada a morte do amigo Hélio Pires, pessoa muito especial e querida, que fez parte da amizade de infância.

Quanta tristeza se abateu no coração, ao saber da despedida do amigo Hélio, que aparentava gozar a plenitude da vida.

Lembro-me de quando eu e Hélio, jovens, conversávamos sempre sobre os nossos planos de vida.

Ele tinha boas ideias que projetavam futuro genial, exatamente como tudo aconteceu com o admirável Hélio, que realmente foi pessoa formidável, exemplar em atitudes de dignidade e amor ao próximo.

O amigo Hélio aproveitou a sua inteligência para viver na paz de Deus, ser feliz e fazer a felicidade de seus familiares e amigos, tudo segundo o Evangelho de Jesus Cristo.

Lamentando o triste acontecimento, me solidarizo com os familiares de Hélio, neste momento de grande dor.

Diante da formação e dos princípios de dignidade cristã do Hélio, certamente que a sua alma já repousa na brandura da eternidade celestial, junto ao nosso Pai maior.

Amém!

Brasília, em 23 de março de 2026

Ilha de felicidade?

 

O ministro da Defesa brasileira afirmou, pasmem, que o Brasil é uma "ilha de felicidade" e que é preciso "preservar a soberania nacional" diante da pressão do governo Trump para classificar facções criminosas brasileiras como organizações narcoterroristas. 

Ele disse que "nós temos que preservar a nossa soberania e ver se isso é um mero discurso. Na hora que for para o campo da prática, o governo federal saberá lidar com o assunto. Você abre o jornal, você vê risco da primeira página ao fim. Mas nós vivemos numa ilha de felicidade. Nós nos acostumamos a falar mal do Brasil, mas com a consciência de que é o melhor País do mundo".

O governo dos Estados Unidos vem pressionando autoridades brasileiras a classificar facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, cuja iniciativa tem apoio da extrema direita brasileira, mas vem sofrendo forte resistência do Palácio do Planalto e críticas por parte dos especialistas.

O governo entende que tachar as facções como terroristas permitiria intervenção militar estrangeira, no Brasil, sob o pretexto de combater o terrorismo.

Segundo o ministro, as definições legais sobre o tema são no sentido de que facções como PCC e CV não se encaixam no conceito, uma vez que são organizações movidas pelo lucro, e não por ideologia política ou religiosa, como é o caso de grupos terroristas.

A ilha da felicidade referida pelo naturalmente pelo ministro se estende às facções criminosas que têm vida confortável no Brasil, sendo protegidas pelo governo.

Com exceção do governo, todo mundo sabe que as organizações criminosas são estruturadas daninhas, funcionando com base no tráfico de drogas, que se sustentam da venda de produtos ilícitos, cuja atividade é legalmente proibida e, por isso, compete ao governo combatê-las e não defendê-las, como assim faz erroneamente o ministro da Defesa.

A preservação da soberania nacional, também defendida pelo ministro da defesa somente se justifica quando as suas causas dizem respeito aos assuntos lícitos e legítimos, bem diferentes do narcoterrorismo protegida pelo governo.

O ministro da Defesa que insiste em defender a existência pacífica de narcoterroristas, no Brasil, precisa ser qualificado como cúmplice da criminalidade e da pacificação que contribui para a degeneração da dignidade humana, quando a sua função é exatamente contrária, de combate à criminalidade.

Sim, estamos diante de verdadeira catástrofe de banalização da imoralidade e da decrepitude da dignidade, na presença de tempos horríveis de declínio do dever sublime da defesa dos sagrados princípios constitucionais, em que autoridades máximas se solidarizam com a predominância da criminalidade e ainda discursam em defesa de grupos de delinquentes, como se isso fosse a sua missão natural de apoiar a bandidagem.

Enfim, o ministro da Defesa e demais autoridade do governo que a preservação da soberania é fundamental e imprescindível nos assuntos relevantes inerentes à competência constitucional do Estado, conquanto o caso da narcotraficância deve ser tratada e conduzida à luz da legislação própria da criminalidade, em conjunto com os organismos internacionais de combate ao trágico de drogas, de modo que as ações em coordenadas se tornem eficazes no combate a malignidade da criminalidade. 

Urge que os brasileiros do bem criem vergonha e dignidade, na conscientização sobre a imperiosa necessidade de banir da vida pública as autoridades que ficam defendendo as facções criminosas, que são chagas prejudiciais à humanidade.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 24 de março de 2026

Merecimento?

 

Em mensagem que circula na internet, consta a seguinte indagação: “Você acha que (o filho do ex-presidente) merece ser presidente do Brasil?

Pode até ser que o candidato mencionado mereça ser presidente do Brasil, mas, à toda evidência, o Brasil merece ser presidido por político que tenha as reais condições de experiência, preparo e capacidade muito além das que tem esse político.

À toda evidência, o maior e principal trunfo dele é ser filho do maior líder político da oposição brasileira, algo que parece bastante estranho, quando o próprio empurra, sozinho, a candidatura dele de goela abaixo dos brasileiros, quando ele que muito pouco tem para oferecer como esperança de profícua administração e de alguma mudança, exatamente por falta de experiência gerencial capaz de assegurar o enfrentamento das enormes dificuldades institucionais.

As aludidas dificuldade se originaram justamente no governo do pai dele, por ter sido tanto rejeitado por parte de brasileiros, vindo a perder o poder para candidato insignificante e desmoralizado, o que bem demonstra o altíssimo risco para o Brasil e os brasileiros de serem presidido por alguém absolutamente incompetente, que não teve condições sequer de se reeleger, diante da sua fragilidade política, porque, do contrário, ele seria o atual presidente do país?

Ainda é fato notório que existem políticos em atuação com potenciais competência e experiência administrativas, os quais se apresentam em melhor condição de preenchimento dos requisitos exigidos de governabilidade, com muito mais benéficos aos interesses do Brasil, que não pode ficar à mercê do capricho da indicação ao bel-prazer de um único político.

Os brasileiros do bem precisam criar vergonha e dignidade para somente permitirem a candidatura de postulante à Presidência da República que seja o melhor possível para o país, em termos de qualificação compatível com as ingentes dificuldades da administração do Brasil, jamais aceitando que o principal político da direita indique o seu candidato sem consultar senão a ele próprio, em visível desprezo aos salutares princípios republicanos e democráticos.

Sem qualquer margem de dúvidas, não parece justo que o Brasil possa merecer ser presidido por alguém que tenha apenas a marca do DNA de importante clã político, porque isso tem o condão de demonstrar a pouquíssima importância à grandeza do Brasil, que realmente merece e exige ser governado por quem reúna as mais profundas experiências político-administrativas, de modo que o seu preparo corresponda precisamente às carências dos requisitos de competência, eficiência e todos os demais predicativos indispensáveis à superação das dificuldades institucionais brasileiras.

Também demonstra insignificância do próprio eleitor a aceitação de candidato por apenas ser filho de político importante, quando se estar em jogo da maior importância a exclusiva grandeza político-administrativa do Brasil, que é bem diferente da continuidade de projeto político de alguém.

Urge que os verdadeiros brasileiros se conscientizem sobre a real importância do Brasil, que exige revolucionarias mudanças, de tal modo que isso somente poderá ser feito por pessoa reconhecidamente capacitada dos atributos e das qualidades compatíveis com as ingentes dificuldades predominantes na administração do Brasil.  

Acorda, Brasil!

Brasília, em 25 de março de 2026

 

Plano de Deus?

 

Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém escreveu o seguinte: “Não chores por causa de tua situação atual. Deus tem um plano melhor para ti. Escreve amém e uma surpresa acontecerá!”.

Acredita-se piamente que não passa de pura enganação e deliberada mentira a pregação indevida de que "Deus tem um plano melhor para ti".

Isso não passa de enorme falácia, porque os planos de Deus estão no espaço, na áurea estritamente espiritual, para as pessoas que têm fé, cuja crença permite se acreditar seguramente que elas podem realizar os seus projetos idealizados, com inspiração nos poderes mágicos de Deus.

Ele é o ser supremo universal, a quem se acredita que tudo pode, desde que a pessoa tenha condições de realizar os seus projetos de vida, sem essa mentira de que existe plano melhor vindo de Deus, sem que a pessoa não seja capaz de realizá-los.

É evidente que todos os planos são idealizados pessoalmente, mas de nada adianta alguém arquitetar seus projetos de vida sem que tenha condições pessoais de implementá-los, porque Deus tanto não tem projeto nem plano para ninguém como também jamais vai aparecer, aqui na Terra, para realizá-los.

Na verdade, o que faz algo concreto é o esforço pessoal, tendo como mola propulsora a crença de que Deus quer sim que os objetivos planificados se tornem realidade, exclusivamente por alguém acreditar que é capaz e pode fazer o melhor para si, com a ajuda espiritual de Deus.

Melhor explicando: nunca, em momento algum, existirá plano de Deus para ninguém, porque não é da índole divina Ele ficar fazendo plano individualmente, especialmente acreditando-se que Ele tem a suma importância de concentrar todas as crenças no seu poder universal, exclusivamente em termos de magnetismo puramente espiritual e isso é tudo para quem realmente tem fé e acredita nos seus poderes celestiais.

Enfim, quem acredita na essência dos poderes de Deus, não deveria compartilhar mensagem que não condiga com a realidade inerente às verdadeiras funções supremas imaginadas para o Deus poderoso, que pode tudo, mas, na essência, acredita-se que Ele não tem plano para ninguém.

Brasília, em 26 de março de 2026

O tesouro

 

O homem que caminhava à toa pela praia, numa linda noite enluarada e estrelada, teve o pensamento de que se tivesse um carro novo; uma casa grande; excelente trabalho; parceira perfeita ele finalmente seria pessoa bastante feliz…

Em determinado momento, ele se deparou com pequeno invólucro contendo muitas pedras.

Por mera distração, ele arremessou quase todas as pedrinhas ao mar e cada vez que as jogava, ele dizia: Seria feliz se tivesse um carro…

Assim o fez repetindo todos os seus pensamentos, até que restou somente com uma única pedrinha no seu poder, tendo decidido guardá-la e levá-la consigo.

Somente ao chegar em casa, se surpreendeu com a preciosidade da pedrinha, que era, afinal, diamante muito valioso.

Foi então que ele se ateve de quanto diamantes ele atirou ao mar sem imaginar que desperdiçava voluntariamente de uma fortuna, que acabara de encontrar e que poderia satisfazer todos os seus desejos!

O moral da história é que normalmente podem surgir importantes oportunidades para as pessoas, mas, involuntariamente, elas são desperdiçadas, jogando fora os seus tesouros preciosos, por estarem à espera do que acreditam ser perfeito ou sonhando e desejando o que não têm, sem dar valor ao que têm perto delas.

Nada mais justo do que afirma o ditado de que a felicidade está onde a colocamos e nunca a colocamos onde nós estamos.

Isso significa se dizer que atente atenciosamente para as coisas ao seu redor, porque é possível que elas podem ser valiosas como o diamante que aparece por acaso, sem ao menos se esperar!

Brasília, em 27 de março de 2026

O propósito do bem!

 

O monge, acompanhado por seus discípulos. Viajavam em excursão por estrada e, ao passarem por uma ponte, viram um escorpião ser arrastado pelas águas.

O monge correu pela margem do rio, entrou na água e conseguiu pegar o bichinho, pondo a salvo.

Quando o levara para fora, o escorpião o picou e, devido à enorme dor, o monge deixou-o cair novamente no rio.

O religioso regressou à margem do rio e, com o auxílio de ramo de árvore, entrou no rio e novamente colheu o escorpião com o salvou.

Depois, voltou e se juntar aos seus discípulos na caminhada.

Enquanto isso os discípulos tinham assistido a tudo e estavam perplexos e até indignados, quando fizeram a seguinte indagação: “Mestre, a picada deve estar doendo muito! Por que salvaste aquele bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o procurava salvar! Não merecia a sua compaixão!”.

O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu serenamente:  Ele agiu conforme a sua natureza, e eu de acordo com a minha.”.

O moral dessa história e que nunca deixe de fazer o bem, mesmo que, aparentemente, as pessoas não mereçam, porque, nos casos de ajuda, está em jogo a somente avaliação sobre a bondade, a caridade e o amor, quando se quer fazer o bem.

Brasília, em 28 de março de 2026

Um ano de saudade!

 

Diante de mensagem enviada pela querida prima Neide, informando o primeiro aniversário de despedida de padrinho Pinheiro, eu escrevi o texto a seguir, dizendo um pouco do meu sentimento sobre a minha convivência com essa pessoa maravilhosa.

Muita saudade de padrinho Pinheiro, pessoa eternizada no meu coração, que demonstrou especial carinha à minha pessoa, ao me acolher desde o primeiro momento que pisei no apartamento dele, exatamente no dia 8 de março de 1966, por volta de noite chuvosa e fria, em Brasília.

Depois disso, sempre que precisei dele, eu fui carinhosamente atendido em tudo, com a abnegação de quem tinha a dedicada obrigação de cuidar de mim.

A verdade é que padrinho Pinheiro demonstrava prazer em sentir a minha eterna forma de agradecimento e gratidão que eu expressava pelo amor dele à minha pessoa, que terminou sendo recíproco, pois, certa feita, já nos últimos tempos, ele, com emoção, me disse que me considerava como filho dele, tão sublime era a aproximação dele para comigo e isso me honrava muito.

O certo é que nada eu seria sem a ajuda do meu especial anjo da guarda, como assim o cognominei em crônicas especiais dedicadas ao carinho nutrido pela pessoa dele.

A verdade é que jamais poderia existir alguém melhor do ele para cuidar de mim, com especial dedicação, sabendo que ele esteve presente em tudo que alcancei de sucesso na minha trajetória de vida.

Nunca vou me cansar de agradecer a Deus por ter colocado padrinho Pinheiro como permanente patrono da minha vida, com especial interesse em ajudar e acompanhar tão brilhante história de vida protagonizada por mim, obviamente graças ao apoio decisivo dele, que sempre foi modelo de grandeza humanitária para mim.

Tenho absoluta certeza de que a glória celestial soube recompensar toda bondade compreendida no coração de padrinho Pinheiro, não somente para comigo, mas para todos que ele, como verdadeiro Bom Samaritano, ajudou e socorreu no âmbito do seu instinto de amor, em nome do Evangelho de Jesus Cristo.

Amém!

Brasília, em 29 de março de 2026

quarta-feira, 18 de março de 2026

Crença em Deus

 

À toda evidência, ter fé em Deus é fundamental e da maior importância como remédio para o saneamento de tudo que se encontra errado, até mesmo impossível de ser corrigido, mas tudo isso no campo da espiritualidade, que é a especialidade Dele.

Agora, também se acredita que, no caso da maldição que predomina no Brasil, o mar de fé ainda se traduz como insuficiente para resolver os gravíssimos problemas nacionais, à vista da mediocridade imperativa do seu povo e do sistema dominante, que aderiram à pior maneira de governabilidade, com a colocação da enigmática esquerda no poder.

É evidente que não se poderia esperar nada mais trágico do que a prevalência desse quadro dantesco e retrógrado para a nação da grandeza do Brasil, à vista da clara e patente dominação da incompetência, da miséria, da tragédia, da devassidão, do desmazelo, enfim, do completo abandono à decência, à dignidade e à civilidade, algo notoriamente impossível e incapaz mesmo de ser resolvido somente por meio da fé religiosa, que é capaz até de mover montanhas.

Convém que os brasileiros criem vergonha e dignidade para o fim de se conscientizar sobre a urgência de mudança de mentalidade política, na forma mais radical possível de eliminação da vida pública dos políticos aproveitadores, insignificantes, desonestos, incompatíveis com a seriedade da administração pública.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 12 de março de 2026