Muita
saudade de padrinho Pinheiro, pessoa eternizada no meu coração, que demonstrou
especial carinha à minha pessoa, ao me acolher desde o primeiro momento que
pisei no apartamento dele, exatamente no dia 8 de março de 1966, por volta de
noite chuvosa e fria, em Brasília.
Depois
disso, sempre que precisei dele, eu fui carinhosamente atendido em tudo, com a
abnegação de quem tinha a dedicada obrigação de cuidar de mim.
A verdade
é que padrinho Pinheiro demonstrava prazer em sentir a minha eterna forma de
agradecimento e gratidão que eu expressava pelo amor dele à minha pessoa, que
terminou sendo recíproco, pois, certa feita, já nos últimos tempos, ele, com
emoção, me disse que me considerava como filho dele, tão sublime era a
aproximação dele para comigo e isso me honrava muito.
O certo é
que nada eu seria sem a ajuda do meu especial anjo da guarda, como assim o
cognominei em crônicas especiais dedicadas ao carinho nutrido pela pessoa dele.
A verdade
é que jamais poderia existir alguém melhor do ele para cuidar de mim, com
especial dedicação, sabendo que ele esteve presente em tudo que alcancei de
sucesso na minha trajetória de vida.
Nunca vou
me cansar de agradecer a Deus por ter colocado padrinho Pinheiro como
permanente patrono da minha vida, com especial interesse em ajudar e acompanhar
tão brilhante história de vida protagonizada por mim, obviamente graças ao
apoio decisivo dele, que sempre foi modelo de grandeza humanitária para mim.
Tenho
absoluta certeza de que a glória celestial soube recompensar toda bondade
compreendida no coração de padrinho Pinheiro, não somente para comigo, mas para
todos que ele, como verdadeiro Bom Samaritano, ajudou e socorreu no âmbito do
seu instinto de amor, em nome do Evangelho de Jesus Cristo.
Amém!
Brasília,
em 29 de março de 2026
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